A Empresa Moçambicana de Seguros (EMOSE) anunciou o pagamento de aproximadamente 20 milhões de meticais em indemnizações a agricultores do distrito de Mogovolas, na província de Nampula.
Este montante é atribuído no contexto do seguro agrário, que visa proteger os produtores contra os riscos inerentes à actividade agrícola.
As indemnizações referem-se ao prémio por perdas na produção agrícola durante a época de 2025, as quais foram causadas por diversos factores naturais. O Presidente do Conselho de Administração da EMOSE, Janfar Abdulai, ressaltou que a empresa tem colaborado com agricultores das províncias de Nampula e Zambézia nos últimos três anos, com o objetivo de consolidar uma solução de protecção financeira no sector agrário, ao mesmo tempo que fomenta a expansão desta actividade em nível nacional.
A EMOSE oferece diversas modalidades de seguro, adequadas aos diferentes riscos enfrentados pelos agricultores. Entre estas, destacam-se os seguros para sementes, cobertura contra calamidades naturais, quebra de rendimento e seguros de índice paramétrico. Abdulai esclareceu: “Dispomos de vários serviços, desde seguros para sementes até coberturas contra calamidades naturais. Esta é a solução que propomos para impulsionar a actividade a nível nacional.”
Apesar dos progressos, a adesão ao seguro agrário ainda é considerada baixa entre os produtores. A EMOSE identifica a sensibilização de agricultores, promotores da actividade agrícola e instituições públicas como um dos principais desafios neste contexto. Abdulai sugere que os programas governamentais de fomento agrícola devem integrar a componente de seguro, de modo a diminuir a vulnerabilidade dos produtores a eventos adversos.
Como exemplo, mencionou os programas de distribuição de sementes, que poderiam incluir seguros específicos. “Caso as sementes não germinem nas condições estipuladas na apólice, a seguradora poderia ser accionada para proceder à indemnização ou reposição das sementes,” concluiu.
A Enabel, agência belga de cooperação internacional, deu início ao Projecto ValoRe, com a formalização da consignação do terreno destinado à construção do Centro de Recuperação de Materiais (CRM) em Nacala, na província de Nampula, na zona norte de Moçambique.
Este momento marca o arranque das obras de uma infraestrutura considerada estratégica para a modernização da gestão de resíduos do município. Segundo a entidade belga, “depois de meses de preparação técnica, coordenação institucional e planeamento, o Projeto ValoRe entra agora numa nova fase, com a assinatura do Auto de Consignação, que formaliza a entrega do terreno ao empreiteiro e cria as condições para a mobilização e início das obras”.
A intervenção implica a edificação do Centro de Recuperação de Materiais e de infraestruturas comuns que apoiarão o futuro sistema integrado de gestão de resíduos do Município de Nacala. Para a Enabel, a consignação representa um avanço significativo do projecto, passando da fase de preparação para a implementação física de uma infraestrutura destinada a revolucionar a gestão de resíduos na localidade.
O novo centro deverá proporcionar condições para aumentar a recuperação e valorização de resíduos, contribuindo assim para a diminuição da quantidade de materiais encaminhados para aterros. A iniciativa visa também estabelecer as bases para uma economia circular, recuperando materiais que poderão ser reintegrados nas cadeias produtivas, reduzindo o desperdício e os impactos ambientais provocados pela deposição inadequada de resíduos.
Com o início da fase de execução, o Projecto ValoRe reforça o compromisso na modernização do sistema de gestão de resíduos em Nacala, num contexto em que os municípios enfrentam o desafio de encontrar soluções sustentáveis para o crescente volume de resíduos. A Enabel expressou o seu reconhecimento ao Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas, à Autarquia de Nacala e aos parceiros do Projecto ValoRe pela colaboração na realização deste importante marco.
Entre os parceiros destacam-se o Fundo Nacional de Desenvolvimento Sustentável e a ANAMM – Associação Nacional dos Municípios de Moçambique, cuja associação foi considerada essencial para o avanço da iniciativa.
A circulação do comboio misto entre os distritos de Cuamba e Mecanhelas, na província do Niassa, deverá ser restabelecida em breve, após quatro anos de interrupção decorrentes dos danos provocados pelas intempéries nas infra-estruturas ferroviárias.
A anunciada retoma deste serviço é aguardada com grande expectativa pela população local, que acredita que a medida irá melhorar significativamente a mobilidade de pessoas e o transporte de mercadorias. Este desenvolvimento poderá impulsionar a actividade económica e coadjuvar no progresso dos distritos envolvidos.
Durante o período de paragem, as comunidades enfrentaram diversas dificuldades de deslocação, especialmente com a degradação das estradas que interligam Cuamba e Mecanhelas, o que diminuiu as opções de transporte disponíveis. Para muitos residentes, o comboio continua a ser considerado o meio mais seguro, acessível e fiável para a circulação de pessoas e bens.
O anúncio da retoma foi feito na ontem pelo director provincial dos Transportes e Comunicações no Niassa, Marcelino Ferreira, durante um encontro com líderes comunitários do distrito de Mecanhelas. A reunião, orientada pela governadora provincial, Judite Massengele, insere-se no âmbito do programa de governação aberta.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – MEAL – (Gaza – Mapai). Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Assessores Distritais (Fortalecimento dos Sistemas de Saúde e Reforço de Capacidades). Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal sete (7) Assessores Distritais (Fortalecimento dos Sistemas de Saúde e Reforço de Capacidades). Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal nove (9) Assessores Distritais (Fortalecimento dos Sistemas de Saúde e Reforço de Capacidades). Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Distrital (Fortalecimento dos Sistemas de Saúde e Reforço de Capacidades). Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um(a) Consultoria de Consultor/a para Análise Institucional da Gestão Financeira, Controlo Interno, Gestão de Riscos e Fortalecimento da Função Financeira. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Responsável – Supply Chain (Maputo). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Responsável de Desenvolvimento de Propostas de Programa. Saiba mais.
A Handicap International/Humanity & Inclusion (HI) pretende recrutar um (1) Oficial de Redução do Risco de Desastres e Adaptação as Alterações Climáticas. Saiba mais.
Mais de 300 pessoas sequestradas em diversos ataques foram resgatadas numa operação conjunta das forças de segurança nigerianas, marcando uma das maiores acções recentes contra grupos criminosos e jihadistas no país.
A operação, que combinou informações de inteligência com intervenção militar, foi conduzida pelo Centro Nacional de Contraterrorismo, contando com a colaboração do Exército, da Polícia e do Departamento de Serviços de Segurança do Estado.
Segundo o governo da Nigéria, entre os resgatados estão 163 pessoas sequestradas em Fevereiro, durante um ataque à aldeia de Woro, no Estado de Kwara, e outras 145 raptadas no Estado do Níger. As vítimas foram localizadas no Parque Nacional Florestal do Lago Kainji, após uma operação que durou cerca de um dia. As autoridades ainda não confirmaram se houve detenções durante a intervenção.
Após o resgate, os sobreviventes foram levados para uma base militar, onde recebem assistência médica antes de serem reintegrados às suas famílias.
O Presidente nigeriano, Bola Ahmed Tinubu, elogiou a operação, considerando-a um indicativo de melhoria na coordenação entre as diversas instituições de segurança do país. Ele ordenou que as agências de segurança e outros organismos envolvidos reforcem os sistemas de alerta precoce, as capacidades de resposta rápida e aprimorem a colecta de informações nas comunidades.
O rapto para a obtenção de resgates continua a ser um dos principais desafios de segurança na Nigéria, especialmente em regiões rurais onde a presença do Estado é fraca. Este fenómeno envolve grupos criminosos, organizações jihadistas ligadas ao Boko Haram e outras milícias armadas.
O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) anunciou que o número de mortes atribuídas ao Ébola subiu para 1.801, enquanto os casos confirmados ascenderam a 3.973, em resultado do surto declarado no leste do país a 15 de Maio.
Segundo o Ministério da Saúde congolês, os dados recolhidos até 04 de Agosto indicam que a taxa de letalidade actual é de 45,3%.
Actualmente, 674 doentes encontram-se em isolamento ou hospitalizados, enquanto 776 pessoas estão a recuperar da doença.
As autoridades de saúde continuam a intensificar as suas operações de resposta ao surto, tentando conter a propagação do vírus e proteger as comunidades afectadas.
As medidas incluem a vacinação, sensibilização e suporte às pessoas que estão em tratamento.
O Banco de Moçambique esclareceu, através de uma nota oficial, que a intervenção junto do Moza Banco, realizada em 2016, foi uma medida exercida no âmbito das suas competências de supervisão.
A decisão pautou-se por critérios técnicos e prudenciais, com o objectivo de proteger os interesses dos depositantes e dos credores da instituição.
Segundo a nota, a intervenção incluiu a suspensão do Conselho de Administração e da Comissão Executiva do Moza Banco, acompanhada pela injeção de cerca de 8 mil milhões de meticais para assegurar a continuidade operacional do banco e a protecção dos depósitos dos clientes.
Ainda segundo o Banco Central, a situação financeira do Moza Banco era alarmante em 2016, apresentando uma grave deterioração que comprometia a sua capacidade de operação. Em Setembro do mesmo ano, os fundos próprios da instituição estavam em saldo negativo de 24,9 mil milhões de meticais, enquanto o rácio de solvabilidade registava um preocupante índice de -100,21%.
Face a este cenário de insustentabilidade, o Banco de Moçambique reiterou que a intervenção foi motivada pela necessidade de mitigar o risco de contágio sistémico, que poderia levar a uma corrida aos depósitos e a uma grave instabilidade no sistema financeiro nacional. A intervenção ocorreu a 30 de Setembro de 2016.
Pelo menos 4600 mulheres perdem a vida anualmente em Moçambique em consequência do cancro do colo do útero, uma doença que se mantém como uma das principais causas de mortalidade entre a população feminina.
A revelação foi feita por Cesaltina Lorenzoni, chefe do Programa Nacional do Cancro, durante uma mesa-redonda dedicada a este tema, realizada ontem.
Os dados apresentados indicam que o país regista cerca de 5600 novos casos de cancro do colo do útero por ano, reflectindo uma realidade que se assemelha à dos restantes países da África Subsahariana. A elevada incidência da doença motivou a Organização Mundial da Saúde a estabelecer a sua eliminação como um objectivo de saúde pública até 2030.
Para atingir esta meta, é necessário vacinar 90% das raparigas até aos 15 anos, realizar rastreios a 70% das mulheres e proporcionar tratamento a 90% das pacientes que apresentem lesões pré-cancerosas ou malignas.
Cesaltina Lorenzoni salientou a urgência de acções eficazes e sustentáveis para combater a doença e melhorar a saúde das mulheres no país.
A mesa-redonda destacou ainda a importância da sensibilização da população sobre a prevenção e diagnóstico precoce do cancro do colo do útero, promovendo uma abordagem proativa em relação à saúde feminina em Moçambique.
A construção de uma nova fábrica destinada à produção de clínquer e cimento, com um investimento estimado em 230 milhões de dólares, teve o seu acto inaugural ontem no posto administrativo de Muxúnguè, no distrito de Chibabava.
A iniciativa é da empresa Clay and Gravel Holding e pretende trazer melhorias significativas à indústria cimenteira nacional.
A cerimónia de lançamento da primeira pedra foi liderada pelo ministro da Economia, Basílio Muhate, que destacou a importância deste empreendimento para o fortalecimento da cadeia de valor da indústria cimenteira.
A unidade será capaz de produzir cerca de 950 mil toneladas de clínquer e 1,2 milhão de toneladas de cimento anualmente, o que deverá contribuir para a diminuição da dependência de importações.
Durante o evento, Muhate enfatizou que este investimento se alinha com as metas do Governo, que visam o crescimento da produção industrial, a criação de empregos dignos, o aumento do rendimento das famílias e a diversificação da base produtiva do país.
Com a implementação deste projecto, espera-se um impacto positivo na economia local, reforçando a competitividade de Moçambique no mercado regional de cimento.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou a elevação da recompensa por informações sobre Juan Carlos González, cidadão norte-americano e suposto líder do Cartel Jalisco Nueva Generação (CJNG), para 25 milhões de dólares. Anteriormente, este montante era de 5 milhões de dólares.
De acordo com informações veiculadas pela agência Lusa, esta medida surge no âmbito de um esforço mais amplo do governo de Donald Trump, que totaliza 100 milhões de dólares em recompensas por informações relacionadas com diversos líderes do CJNG. O objectivo declarado é, segundo o Departamento de Estado, “paralisar a liderança da organização criminosa”, cujo chefe é identificado como “Pelón”.
Adicionalmente, o governo dos EUA implementou restrições nos vistos de famílias e associados de membros deste cartel, numa tentativa de desmantelar as suas operações no território americano.
As autoridades esperam que estas acções contribuam significativamente para o combate ao tráfico de drogas e à violência associada a este tipo de crime organizado.
A Empresa Moçambicana de Seguros (EMOSE) anunciou a implementação de soluções de robótica e um assistente virtual para atendimento remoto, com o objectivo de modernizar a prestação de serviços e melhorar a experiência do cliente.
A informação foi revelada pelo Presidente do Conselho de Administração (PCA), Janfar Abdulai, durante um almoço de negócios com delegados da instituição, realizado na Matola.
Segundo Abdulai, esta iniciativa visa não só a inovação tecnológica, mas também a rapidez e eficiência no atendimento aos clientes em todo o país. A introdução destas ferramentas permitirá que os segurados acedam a informações, esclareçam dúvidas e utilizem diversos serviços sem necessidade de se deslocarem às agências da empresa.
A EMOSE afirma que esta medida reforça a proximidade entre a seguradora e os seus clientes, estando em consonância com as actuais dinâmicas de digitalização dos serviços públicos em Moçambique.
O Alto Comissariado Britânico em Moçambique reafirmou o seu comprometimento com o processo de Diálogo Nacional Inclusivo, elogiando a abordagem participativa, inclusiva e transparente da Comissão Técnica (COTE).
Esta reafirmação ocorreu durante um encontro de trabalho entre uma delegação da COTE, liderada pelo presidente Edson Macuácua, e representantes do Alto Comissariado.
O encontro teve como foco os progressos já alcançados e as perspectivas para as fases seguintes do processo. O Alto Comissariado Britânico expressou apreço pelo modelo adoptado pela COTE, reconhecendo o esforço em promover a participação activa dos cidadãos na criação de propostas que visem fortalecer a governação, a democracia e a coesão nacional.
Edson Macuácua, durante a reunião, apresentou uma actualização sobre a terceira fase do Processo Nacional de Auscultação Pública, destacando que as sessões já foram realizadas em todas as províncias. Estas sessões envolveram cidadãos, organizações da sociedade civil, líderes comunitários, o sector privado e outras entidades relevantes, com o intuito de recolher contributos para a transformação do Estado.
A iniciativa da COTE demonstra um esforço significativo para garantir que diversos segmentos da sociedade sejam ouvidos e que a construção colectiva do futuro de Moçambique avance de forma significativa.
Um incêndio de grandes dimensões consumiu o posto de abastecimento de combustíveis da empresa Êxito, situado na zona dos “4 Caminhos”, no bairro de Muhala.
O incidente gerou momentos de pânico entre os residentes e transeuntes, realçando os perigos associados à comercialização ilegal de combustíveis nas proximidades das bombas.
Testemunhos locais indicam que a origem do incêndio foi uma explosão provocada por um veículo de transporte semi-colectivo, carregado com galões e bidões de combustível, que se encontrava a abastecer os recipientes. O fogo deflagrou devido à proximidade dos galões com o motor aquecido do veículo.
As chamas alastraram-se rapidamente, levando à destruição total das instalações do posto de abastecimento. A intensidade do incêndio dificultou a intervenção imediata dos serviços de emergência, resultando na completa destruição da estrutura e gerando grande agitação na área.
Em uma avaliação preliminar, as autoridades descartaram a possibilidade de curto-circuito como causa do sinistro. O Serviço Nacional de Salvação Pública (SENSAP) aponta para o manuseamento inadequado de combustível armazenado na viatura como a causa mais provável.
O porta-voz do SENSAP, Abílio Chinai, informou que as evidências recolhidas sugerem práticas ilegais no transporte e armazenamento de combustíveis. Este episódio reafirma a urgência de uma fiscalização mais rigorosa e de uma sensibilização efectiva da população sobre os perigos envolvidos.
A comercialização clandestina de combustíveis continua a ser um fenómeno preocupante em várias áreas urbanas, colocando em risco tanto a vida humana quanto o património. O incidente em Nampula evidencia a vulnerabilidade dos postos de abastecimento face a estas práticas arriscadas.
Mais de seis mil residentes da aldeia de Nacololo, localizada na localidade de Nacuale, no distrito de Ancuabe, já têm acesso à água potável, graças à recente inauguração de um sistema de abastecimento.
A cerimónia, realizada hoje, contou com a presença do Governo Provincial de Cabo Delgado, que contou com o apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o financiamento do Banco de Desenvolvimento Alemão (KfW).
O novo sistema, construído em um prazo de cinco meses, integra dois furos de captação de água. O investimento totaliza 16.476.722,48 meticais, assegurando assim uma solução sustentável para a crescente demanda por água na região. Estão previstas ainda a instalação de mais 40 ligações, de modo a melhor atender à população local.
Durante a cerimónia de inauguração, o governador de Cabo Delgado, Valige Tauabo, fez um apelo à comunidade, solicitando que utilizem a nova infra-estrutura de forma responsável. O governador enfatizou a importância de evitar o desperdício e preservar o sistema, de modo a assegurar o fornecimento de água potável para as actuais e futuras gerações.
O investimento neste novo sistema representa um passo significativo para a melhoria das condições de vida da população de Nacololo, que agora terá acesso a um recurso essencial para a sua saúde e desenvolvimento.
O Conselho Municipal da Cidade de Tete (CMCT) procedeu à demolição de barracas situadas ao longo da Estrada Nacional Número Sete (N7), na zona entre Juventude e Visão Mundial.
A medida tem como objectivo garantir que a faixa adjacente à estrada permaneça livre, contribuindo assim para a segurança rodoviária.
Segundo informações fornecidas pela municipalidade, os vendedores locais foram avisados com um mês de antecedência sobre a decisão. No entanto, muitos mostraram-se surpreendidos ao chegarem aos seus postos de trabalho na manhã de hoje e encontrarem as barracas demolidas.
Em declarações ao “Notícias Online”, os vendedores afectados expressaram a sua consternação, afirmando que permaneceram no local devido à falta de indicações sobre para onde deveriam transferir as suas actividades comerciais. Enquanto a equipe de reportagem estava no local, os comerciantes tentavam recuperar chapas e outros materiais que ainda eram aproveitáveis.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Assessores Distritais (Fortalecimento dos Sistemas de Saúde e Reforço de Capacidades). Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal sete (7) Assessores Distritais (Fortalecimento dos Sistemas de Saúde e Reforço de Capacidades). Saiba mais.
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A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Distrital (Fortalecimento dos Sistemas de Saúde e Reforço de Capacidades). Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um(a) Consultoria de Consultor/a para Análise Institucional da Gestão Financeira, Controlo Interno, Gestão de Riscos e Fortalecimento da Função Financeira. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Responsável – Supply Chain (Maputo). Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um(a) Consultor(a) para Produção de Vídeos dos resultados das Actividades de Consolidação de Cinco Iniciativas Juvenis no Âmbito da Extensão do Programa IGUAL Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Responsável de Desenvolvimento de Propostas de Programa. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador (a) – MEAL – (Gaza). Saiba mais.
A Handicap International/Humanity & Inclusion (HI) pretende recrutar um (1) Oficial de Redução do Risco de Desastres e Adaptação as Alterações Climáticas. Saiba mais.
Quatro viaturas destinadas ao ensino prático de condução na província de Inhambane foram suspensas pelo Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (INATRO), em resultado de uma operação de fiscalização realizada entre os dias 28 e 31 de Julho.
A medida aplica-se a veículos que apresentavam graves deficiências mecânicas e outras irregularidades técnicas, identificadas durante uma inspecção abrangente realizada em todas as 14 escolas de condução em funcionamento na região.
Para que as escolas afectadas possam retomar a utilização dos veículos na formação de candidatos a condutores, será necessário resolver todas as anomalias detectadas. Após a correcção dos problemas, os veículos terão de ser submetidos a uma vistoria extraordinária, com o objectivo de auditar a sua conformidade e garantir a segurança tanto dos formandos quanto da via pública.
Além da imobilização das viaturas, a equipa de inspecção do INATRO deixou directrizes rigorosas aos proprietários das instituições. As recomendações incluem a adequação das salas de aula e infraestruturas, a actualização do material didáctico e a regularização do quadro técnico de instrutores.
O órgão regulador alertou que o não-cumprimento destas orientações poderá resultar em sanções mais severas, como a suspensão temporária das actividades ou a perda de categorias de ensino.
O INATRO confirmou que o trabalho de fiscalização continuará em todo o país, com o intuito de assegurar a conformidade legal das escolas, o bom estado dos equipamentos e a qualidade da formação teórica e prática dos futuros condutores moçambicanos.
A exploração de gás natural em Inhassoro, liderada pela multinacional sul-africana SASOL, tem revelado um impacto positivo significativo nas comunidades locais, muito além dos benefícios económicos directos esperados.
Dois milhões de dólares obtidos através da exploração nos poços de Pande e Temane foram aplicados em diversos projectos sociais e de infra-estrutura, contribuindo para o desenvolvimento regional.
Nos distritos de Govuro, Inhassoro e Vilankulo, a população já usufrui de uma nova realidade, marcada por escolas e hospitais modernos, programas de fomento pecuário, bem como financiamento a pequenos projectos agrários e comerciais. A expansão da rede eléctrica e a construção de sistemas de abastecimento de água têm sido prioridade nas iniciativas implementadas.
Após 22 anos de operação, a SASOL tem demonstrado um compromisso com a formação de jovens da região, capacitando-os como técnicos e engenheiros. Actualmente, muitos destes formados integram as equipas da própria empresa, o que sublinha a importância da qualificação local para o futuro da exploração de gás em Inhambane.
Através do investimento em projectos comunitários, a empresa está a dinamizar o desenvolvimento das zonas onde o Governo enfrenta dificuldades em fornecer serviços básicos. No que diz respeito à geração de emprego, a SASOL emprega cerca de 400 trabalhadores de forma permanente, colaboradores esses que residem nos distritos mencionados. Os rendimentos desses trabalhadores têm impulsionado a economia local, visto que muitos estão a investir em habitação e comércio, contribuindo para o florescer da região.
Com a continuidade deste modelo de desenvolvimento integrado, o potencial de transformação das comunidades locais é promissor, prometendo um futuro mais sustentável e próspero para os habitantes de Inhassoro e arredores.
A segurança alimentar para doze mil dos mais de vinte e dois mil habitantes do distrito de Chigubo está garantida para os próximos dois meses. Esta situação resulta da colheita agrícola obtida após as significativas chuvas que ocorreram no início do ano.
Na presente segunda época da campanha agrícola 2025/2026, a população do distrito está a colher milho, feijões e diversos produtos hortícolas em quantidades suficientes para garantir a alimentação até o início da próxima safra. Almeida Guilume, o administrador do distrito, destacou que esta produção é um reflexo do aproveitamento das áreas mais baixas e da humidade residual deixada pelas inundações de Janeiro e Março.
A iniciativa agrícola tem proporcionado um alívio significativo à comunidade, permitindo que os habitantes se preparem adequadamente para a próxima temporada, enquanto desfrutam de uma alimentação acessível e nutritiva.
Pelo menos 1.579 pessoas permanecem desaparecidas na Venezuela após os terramotos ocorridos a 24 de Junho, que já resultaram em 6.125 mortes, de acordo com informações confirmadas pelo governador do estado La Guaira, José Alejandro Terán.
Em entrevista à emissora colombiana Caracol Radio, Terán informou que os dados sobre as pessoas desaparecidas foram fornecidos directamente por familiares. O governador explicou que algumas das pessoas consideradas falecidas podem estar incluídas na lista de desaparecidos, uma vez que ainda não foram oficialmente certificadas pelos organismos forenses do Serviço Nacional de Medicina e Ciências Forenses (Senamecf), o que é necessário para se reconhecer legalmente o seu estado de falecimento.
A situação continua crítica, com esforços a decorrer para localizar as pessoas desaparecidas e prestar apoio às famílias afectadas pela tragédia. As autoridades locais estão a colaborar com organismos forenses para esclarecer a situação das vítimas e proporcionar assistência às comunidades devastadas pelos sismos.
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