38 C
Matola
Quinta-feira, Outubro 15, 2026
Site Página 11

Supremo nega transmissão ao vivo do julgamento de Venâncio Mondlane

O Tribunal Supremo de Moçambique decidiu, esta manhã, não aceder ao pedido de transmissão em directo do julgamento do ex-ministro Venâncio Mondlane, acusado de diversos crimes no âmbito de processos ligados à administração pública.

A decisão foi anunciada pelo presidente do colectivo de juízes, que argumentou que a transmissão ao vivo poderia comprometer o decurso da justiça e a integridade do processo. O tribunal salientou a importância de assegurar um julgamento imparcial, onde toda a narrativa seja preservada sem interferências externas.

Venâncio Mondlane, que já exerceu funções como Ministro da Ciência e Tecnologia, enfrenta acusações que incluem corrupção e abuso de poder. O seu julgamento, que atrai a atenção da comunicação social e do público em geral, será realizado nas próximas semanas no tribunal da cidade de Maputo. A negativa ao pedido de transmissão em directo tem gerado reacções variadas entre os cidadãos, alguns dos quais expressam preocupação em relação à transparência do processo.

A defesa de Mondlane, que tem solicitado um julgamento justo e transparente, lamentou a decisão do tribunal, afirmando que a transmissão ao vivo poderia contribuir para uma maior clareza sobre os factos a serem discutidos.

O desenrolar do caso continuará a ser acompanhado de perto pelas autoridades e pela sociedade, num momento em que a luta contra a corrupção é um tema central na agenda política e social de Moçambique.

Presidente Daniel Chapo discursa no fórum petróleo e gás 2026 no Rio de Janeiro

O Presidente da República, Daniel Chapo, é o orador principal do Fórum Petróleo e Gás 2026, que decorre hoje na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.

Este evento reúne diversas personalidades e especialistas do sector petrolífero e gasífero a nível global, proporcionando um espaço para discussão sobre as tendências e desafios da indústria.

Durante a sua participação no fórum, o estadista moçambicano aproveitou a oportunidade para manter reuniões com várias entidades, visando fortalecer as relações e explorar potenciais colaborações no âmbito das energias fósseis.

Jacinta Nhamitambo, enviada da Rádio Moçambique ao Rio de Janeiro, está a desenvolver a cobertura deste evento.

Taxistas protestam em Nampula por falta de gasolina

Na manhã desta segunda-feira, centenas de operadores de táxi-mota realizaram um protesto à porta da casa protocolar do governador da província de Nampula, exigindo o abastecimento regular de gasolina.

Este bloqueio surge num contexto de dificuldades de acesso ao combustível na cidade, que tem gerado preocupações entre os trabalhadores do sector.

Segundo os manifestantes, a situação é considerada caótica, uma vez que, apesar de o combustível estar a entrar na cidade, a sua distribuição nas bombas é desorganizada. Rafael Ferreira, um dos operadores que participou no protesto, mencionou que a venda de combustível tem ocorrido de forma descoordenada, impactando negativamente a população e aqueles que dependem do sector.

Além das queixas sobre a dificuldade de acesso ao combustível, os operadores expressaram a indignação pelo fato de as viaturas do Governo continuarem a circular normalmente, enquanto a população enfrenta sérias dificuldades para abastecerem as suas motas.

O bloqueio levado a cabo pelos manifestantes impediu a saída das viaturas protocolares da residência oficial. Diante deste cenário, o governador de Nampula viu-se na obrigação de se deslocar a pé até ao seu gabinete de trabalho, sob forte protecção da Polícia da República de Moçambique (PRM).

Os operadores de táxi-mota exigem a implementação de medidas que assegurem o abastecimento regular de gasolina, ressaltando que a actual escassez compromete o exercício das suas actividades e, consequentemente, o sustento das suas famílias.

Itália propõe proibir burcas e limitar alunos estrangeiros nas escolas

A Primeira-Ministra italiana, Giorgia Meloni, anunciou a intenção do governo em apresentar uma proposta ao Conselho de Ministros que visa proibir o uso de burcas e niqabs nas escolas, além de limitar o número de alunos estrangeiros por turma. A declaração foi feita durante um evento da juventude do partido Fratelli d’Italia, no último domingo, em Roma.

Meloni sublinhou que, segundo a nova proposta, serão estabelecidos por lei um número máximo de estudantes estrangeiros em cada turma e a obrigatoriedade de que os encarregados de educação dos alunos com dificuldades de inserção aprendam italiano. “Deve-se ir à escola com a cara destapada e, em Itália, ninguém pode decidir que uma mulher jovem deve tapar-se”, afirmou a líder do governo.

A Primeira-Ministra destacou a importância da integração dos alunos estrangeiros, acrescentando que, se apenas uma criança na turma não compreende o italiano, isso representa uma oportunidade de aprendizagem. No entanto, advertiu que, se a maioria das crianças não compreende a língua, isso se torna uma questão de negligência.

Meloni enfatizou que não é aceitável que as crianças italianas se sintam como minoria nas suas próprias salas de aula. A proposta ainda não especifica a quantidade exacta de estudantes estrangeiros permitidos por turma, actualmente representando 11,6% dos alunos nas escolas italianas, segundo dados da Fondazione ISMU, que analisa fenómenos migratórios na Europa.

A Itália, localizada no centro do Mediterrâneo, é um dos países mais afectados pela migração na Europa, o que torna esta questão um tema de intenso debate político.

FEMATRO exige esclarecimento sobre acidente que matou 24 pessoas em Zavala

A Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO) expressou a sua posição em relação ao trágico acidente de viação ocorrido na passada quinta-feira no distrito de Zavala, província de Inhambane.

O incidente resultou na morte de 24 pessoas, além de dois feridos, um em estado grave e outro ligeiro.

Durante uma conferência de imprensa realizada em Maputo, o presidente da FEMATRO, Paulo Muthisse, elucidou que o autocarro envolvido fazia a rota entre Machaze e Joanesburgo, quando foi atingido na sua faixa de rodagem por um camião das Forças Armadas de Defesa de Moçambique.

Paulo Muthisse reiterou o compromisso da FEMATRO com a segurança rodoviária, enfatizando a necessidade de colaboração com as autoridades competentes para se esclarecerem devidamente as circunstâncias que rodearam o sinistro.

O presidente da FEMAOT apelou ainda a todos os automobilistas para exercerem maior prudência nas estradas, com o intuito de evitar o luto nas famílias moçambicanas.

Ministro da Economia destaca necessidade de transformação local em Moçambique

O Ministro da Economia de Moçambique, Basílio Muhate, reforçou a urgência de intensificar a transformação local da produção nacional, sublinhando que esta é uma estratégia crucial para a redução das importações, a promoção da criação de mais empregos e o fortalecimento da economia do país.

O apelo foi feito durante uma visita às instalações do Grupo de Empresas Nurmamad (GEIN), situadas no posto administrativo de Netia, no distrito de Monapo, no passado sábado, dia 19 de Setembro. O ministro aproveitou a ocasião para incentivar o sector privado a desenvolver novas estratégias que tornem as indústrias de processamento mais robustas e competitivas.

A visita à província de Nampula teve como objectivo avaliar o ambiente de negócios local e monitorar o funcionamento de várias indústrias na região. Durante o percurso pelas instalações do GEIN, Muhate observou as unidades de produção da fábrica, que se destacam na produção de óleo, sabão, sabonete e massas alimentícias, entre outros produtos, avaliando a sua capacidade produtiva.

O ministro expressou preocupação com a diminuição da produção industrial no país, associando este fenómeno à escassez de matérias-primas e divisas, assim como à ausência de fomento da produção nacional. Segundo Muhate, muitas indústrias ainda não alcançaram o seu pleno potencial produtivo.

“O decréscimo da produção industrial é uma preocupação para nós. É imprescindível que tanto o governo quanto o sector privado realizem acções conjuntas para compreender as causas subjacentes. Se a questão for as divisas, parece evidente que estamos a importar muito mais do que se estimava”, afirmou o ministro.

Muhate referiu ainda que, no primeiro ano do actual mandato, o governo focou os seus esforços em reformas destinadas a melhorar o ambiente de negócios. “Se não realizarmos a transformação, continuaremos a exportar produtos em bruto, o que não gera emprego nem atrai investimentos. O desafio reside em aumentar a produção e alimentar a indústria transformadora”, acrescentou.

Apesar das dificuldades enfrentadas, o ministro destacou o potencial económico de Nampula, que já se posiciona como a capital económica do país, devido à sua dinâmica de crescimento e ao elevado potencial produtivo da sua indústria.

A fábrica de Monapo, que actualmente emprega 300 trabalhadores, incluindo nacionais e estrangeiros, possui uma capacidade diária de produção de 600 toneladas de óleo e 300 toneladas de sabão.

Crise no Oriente Médio: Liga Árabe condena ataques huthis à Arábia Saudita

A Liga Árabe expressou a sua forte condenação aos ataques perpetrados pelos rebeldes huthis do Iémen contra a Arábia Saudita, classificando-os como uma “escalada perigosa” que afecta a estabilidade da já conturbada região do Médio Oriente, em um contexto marcado por tensões decorrentes da guerra com o Irão.

Num comunicado oficial, a organização pan-árabe, composta por 22 países, alertou que “a continuação destes ataques representa uma escalada perigosa e inaceitável, pondo em risco a segurança e a estabilidade da região”. A Liga Árabe referiu-se também ao impacto de eventos recentes, como o encerramento do estreito de Ormuz e às crescentes restrições às exportações de energia da região.

A declaração reiterou, ainda, a solidariedade da Liga com a Arábia Saudita, manifestando apoio às medidas que o Reino tomar para garantir a segurança dos seus cidadãos e a protecção da soberania do seu território. Para a organização, “a segurança do reino é parte integrante da segurança nacional árabe”.

A condenação dos ataques surge após os huthis, que recebem apoio do Irão, terem anunciado, na sexta-feira e no sábado, que lançaram mísseis balísticos com “impacto preciso” contra a capital saudita, Riade, bem como contra instalações da Aramco, a maior petrolífera do mundo, situadas no porto de Yanbu, local estratégico para a exportação do petróleo saudita, especialmente numa altura em que o estreito de Ormuz está fechado.

Nos últimos dias, autoridades sauditas confirmaram ter interceptado e destruído um míssil lançado em direcção a Riade, mas não comentaram os alegados ataques huthis a Yanbu. Se confirmados, estes ataques representariam o segundo incidente grave em menos de duas semanas contra as infraestruturas do oleoduto Este-Oeste.

No dia 11 deste mês, a Arábia Saudita anunciou o encerramento deste oleoduto, que permitia a exportação de cerca de sete milhões de barris de crude diariamente, após um ataque com mísseis e drones dos huthis que terá comprometido partes da infraestrutura.

Os huthis afirmaram que continuarão a atacar a Arábia Saudita e a manter o bloqueio marítimo aos navios sauditas no mar Vermelho, até que o Reino ponha fim aos seus ataques aéreos sobre as suas posições, em apoio ao governo iemenita reconhecido pela comunidade internacional.

Neste cenário, os huthis acusam a Arábia Saudita de ter intensificado os bombardeamentos sobre o Iémen, com centenas de voos de aviões militares, na sequência da ofensiva que lhes permitiu expulsar as forças governamentais de toda a costa ocidental do Iémen e controlar o estreito de Bab el-Mandeb, uma posição vital para o comércio internacional.

Igreja em Moçambique clama por justiça após assassinato de bispo de Quelimane

O presidente da Conferência Episcopal de Moçambique, Dom Inácio Saúre, manifestou a necessidade urgente de respostas das autoridades sobre o assassinato do bispo da Diocese de Quelimane, Dom Osório Citora Afonso, ocorrido na madrugada de 6 de Junho.

Meses após o crime, a falta de informação acerca dos responsáveis e das motivações por trás do homicídio tem suscitado inquietação entre os cidadãos moçambicanos.

Dom Osório Citora Afonso foi brutalmente assassinado na sua residência pastoral, e o caso permanece sem resolução. O arcebispo de Nampula, Dom Inácio Saúre, questionou: “Quem foram os mandantes, portanto o autor moral, o autor material, as motivações do cobarde e bárbaro assassinato do humilde homem de Deus e do povo?”

A morte do bispo é considerada por Dom Inácio como um episódio que agrava a dor da sociedade moçambicana, acrescentando que este crime “odioso abriu mais um vale de lágrimas muito profundo para os moçambicanos”.

Além disso, o arcebispo expressou preocupações em relação aos riscos que enfrentam aqueles que se pronunciam sobre a situação do país. Ele defendeu que a liberdade de expressão em Moçambique pode ser bastante arriscada, destacando que “ousar dizer a verdade sem esconder a cara constitui um grande risco, o risco da própria vida”.

As suas declarações foram feitas durante a cerimónia de graduação de 690 estudantes da Universidade Católica de Moçambique, em que Dom Osório também exercia a função de administrador apostólico da Arquidiocese da Beira.

Entretanto, Wilker Dias, director executivo da organização da sociedade civil Plataforma Decide, alertou para o agravamento da insegurança no país, criticando a falta de respostas por parte das instituições governamentais sobre diversas situações de mortes e desaparecimentos. O responsável citou casos como a morte de agentes da polícia e o desaparecimento do jornalista Arlindo Chissale, enfatizando que a ausência de esclarecimentos alimenta um crescente sentimento de insegurança.

Neste contexto, Wilker Dias defendeu um engajamento mais ativo da sociedade civil na documentação de eventos e na exigência de respostas. Ele ressaltou a necessidade de solidariedade entre organizações nacionais, regionais e internacionais para garantir a protecção de activistas e defensores dos direitos humanos em situações vulneráveis.

As suas observações foram proferidas em Maputo, no encerramento de um simpósio regional dedicado à governação, pesquisa e colaboração entre organizações da sociedade civil. O evento resultou no lançamento do Movimento das Mulheres Moçambicanas Defensoras dos Direitos Humanos, sublinhando o papel da tecnologia na promoção da boa governação e na defesa da democracia.

Papa Leão XIV clama por ajuda à Somália em crise humanitária

O Papa Leão XIV pediu um “compromisso generoso” da comunidade internacional para assegurar a assistência necessária à população da Somália, que enfrenta uma grave crise humanitária. A declaração foi feita neste domingo, após a oração do ‘Angelus’ na Praça de São Pedro, no Vaticano.

O Pontífice expressou a sua preocupação com a situação em várias zonas da Somália, onde a violência e os fenómenos climáticos extremos estão a agravar a já difícil qualidade de vida dos habitantes, especialmente de mulheres e crianças. Leão XIV salientou que é imperativo que a comunidade global se envolva activamente na resposta à crise humanitária.

Dados do Conselho Norueguês para os Refugiados (NRC) revelam que cerca de seis milhões de pessoas, ou seja, uma em cada três nações, estão a enfrentar níveis de fome severa, em estado de crise ou pior, após diversas temporadas de seca. Adicionalmente, mais de 700.000 indivíduos foram deslocados este ano, sendo que mais de 500.000 foram forçados a abandonar as suas casas apenas devido aos efeitos da seca.

A previsão de intensificação da estação das chuvas em Outubro, que poderá ser exacerbada pelo fenómeno El Niño, levanta preocupações sobre as piores inundações na Somália desde 2023, segundo as informações da organização humanitária.

Durante a sua intervenção a partir da janela do Palácio Apostólico, o Papa fez um apelo para o fim das divisões humanas, enfatizando a importância da compaixão e da unidade entre os povos. “Todos nós experimentamos alegria, inteligência e futuro quando a lei do amor interrompe a do cálculo”, afirmou, ressaltando o impacto positivo da misericórdia nas relações interpessoais.

Jornalista do Zimbábue é suspenso por um ano por reportagens antiéticas sobre investimentos chineses

Um jornalista zimbabuense teve a sua credenciação suspensa por um ano devido a repetidas infracções nos padrões profissionais e éticos de jornalismo, particularmente na sua cobertura sobre investimentos e empresas chinesas no Zimbabwe.

Fontes próximas ao caso revelaram que cinco outros jornalistas receberam advertências por apresentarem uma narrativa excessivamente negativa em relação aos investimentos chineses e às empresas que operam no país.

Em um desenvolvimento separado, foi enviado uma carta de queixa à Embaixada dos Estados Unidos em Harare, expressando preocupações sobre alegações de que um oficial da embaixada estaria a envolver-se, facilitar, patrocinar e/ou apoiar jornalistas zimbabuanos seleccionados na produção de relatórios críticos sobre os investimentos e empresas chinesas.

Essas condutas levantaram questões sobre a independência do jornalismo no Zimbabwe e a possibilidade de interferências externas na atmosfera mediática do país. Em relação ao jornalista suspenso, uma análise de vários artigos publicados sob a sua assinatura despertou preocupações significativas.

Uma avaliação preliminar indicou que os artigos frequentemente não cumpriam princípios fundamentais de precisão, imparcialidade, balanço, verificação e responsabilidade jornalística, apesar de advertências anteriores. “Quando surgem alegações contra empresas, investidores ou instituições públicas, espera-se que se façam esforços razoáveis para obter as suas respostas e reflectir essas respostas de forma justa nos relatos publicados”, afirmou a fonte.

A suspensão do jornalista entrou em vigor a 7 de Setembro de 2026, estendendo-se até 7 de Setembro de 2027, sujeita a procedimentos legais e administrativos aplicáveis à credenciação de médias. Durante este período, o jornalista não poderá exercer os privilégios associados à referida credenciação.

A suspensão não visa impedir o envolvimento do jornalista em práticas jornalísticas legais ou a expressão de opiniões legítimas, mas sim proporcionar-lhe uma oportunidade de reflexão sobre normas profissionais e práticas de reportagem ética. As preocupações incluíram reportagens que enfatizavam alegações negativas em relação às empresas chinesas, sem proporcionar uma oportunidade suficiente para que as partes afectadas respondessem.

Adicionalmente, notou-se que algumas informações apresentadas como factuais exigiam uma verificação ou corroboracão adicional antes da publicação. Ouvindo a fonte, os jornalistas têm a responsabilidade profissional de distinguir entre factos verificados, alegações, reivindicações e opiniões.

Enquanto isso, o oficial norte-americano estaria supostamente a envolver-se ativamente em apoiar jornalistas e profissionais da mídia zimbabuanos na produção e disseminação de relatos que retratam os investimentos e as empresas chinesas de uma forma negativa. As alegações são suficientemente graves para requerer a atenção e investigação da Embaixada.

A missão diplomática sublinhou que tem um interesse legítimo em interagir com a mídia, promovendo a troca internacional e comunicando as políticas dos seus respetivos governos. “O jornalismo independente requer que os jornalistas permaneçam livres para determinar o que investigam, a quem entrevistam, quais as provas que publicam e quais conclusões alcançam”, concluiu a fonte.

Relativamente às advertências emitidas aos outros cinco jornalistas, foi identificado um padrão de reportagem que carecia dos princípios éticos necessários. Os jornalistas foram lembrados de que o jornalismo profissional exige precisão, imparcialidade, equilíbrio, verificação, e uma distinção clara entre factos, alegações, análises e opiniões. Foram advertidos para absterem-se de reportagens que não satisfaçam tais critérios e a exercerem maior cuidado em futuros relatos, não apenas sobre investimentos chineses mas sobre diversas outras áreas.

Estes desenvolvimentos ocorrem num momento em que o Zimbabwe intensifica as suas relações económicas com a China, onde empresas chinesas estão envolvidas em vários sectores da economia, incluindo mineração, infraestrutura, energia, manufatura e agricultura.

Ataque do Boko Haram deixa 20 mortos no Lago Chade

Um ataque atribuído ao grupo jihadista nigeriano Boko Haram resultou na morte de pelo menos 20 pessoas numa ilha do Lago Chade, na fronteira com a Nigéria, de acordo com informações fornecidas pelo exército chadiano.

O incidente ocorreu na madrugada de hoje, quando os atacantes, a operar a partir de canoas, dirigiram-se a uma ilha próxima da aldeia de Ngouboua, localizada na província do Lago Chade. Durante a incursão, atacaram pescadores que se encontravam no local, efectuando um ataque brutal que resultou na morte de quatro mulheres e sete homens. O coronel Moussa Djibrine, comandante de operações na referida província, afirmou que os atacantes roubaram o peixe dos pescadores antes de fugirem.

Após a ocorrência, o exército, alertado rapidamente, lançou uma operação de perseguição que conseguiu neutralizar nove dos terroristas envolvidos no ataque. A região do Lago Chade enfrenta um aumento de ataques jihadistas, com a população civil a ser frequentemente alvo de atentados enquanto se desloca para campos, mercados ou para actividades de pesca, apesar da presença de forças de segurança na área.

O Lago Chade, que se estende pelas fronteiras do Chade, Níger, Camarões e Nigéria, apresenta numerosas ilhotas que servem de esconderijo para grupos jihadistas como o Boko Haram. Os atacantes têm utilizado veículos motorizados ou canoas, permitindo-lhes realizar ataques rápidos, muitas vezes à noite ou ao amanhecer, antes de se retirarem da área.

Estima-se que os ataques perpetrados pelo Boko Haram e pela sua filial local do Estado Islâmico tenham causado mais de 35.000 mortes e gerado cerca de 2,7 milhões de deslocados internos, sobretudo na Nigéria, mas também em países vizinhos como o Chade, os Camarões e o Níger, segundo dados das Nações Unidas.

Vagas de emprego do dia 21 de Setembro de 2026

Foram publicadas hoje, dia 21 de Setembro no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Clique aqui para baixar a edição em PDF.

Vagas de emprego abertas para hoje:

1. Vaga para Técnico/a de Suporte IT

A Mota-Engil pretende recrutar um/a (1) Técnico/a de Suporte IT. Saiba mais.

2. Vaga para Human Resources Coordinator

A Norwegian Refugee Council (NRC) pretende recrutar um (1) Human Resources Coordinator Mozambique Pemba. Saiba mais.

3. Vaga para Assistant Executive Housekeeper

A Minor Hotels pretende recrutar um (1) Assistant Executive Housekeeper. Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para HR Expat Coordinator

A McDermott International pretende recrutar um (1) HR Expat Coordinator. Saiba mais.

2. Vaga para Técnico de Armazém

A MD Consultores pretende recrutar um (1) Técnico de Armazém. Saiba mais.

3. Vaga para Técnico/a de Saúde

A Action Contre La Faim pretende recrutar um (1) Técnico/a de Saúde Saiba mais.

4. Vaga para Crane Eletrical Technician

A DP World pretende recrutar um (1) Crane Eletrical Technician. Saiba mais.

5. Vaga para Senior Technical Advisor, Tobacco Control, Eastern and Central Africa Region

A Vital Strategies pretende recrutar um (1) Senior Technical Advisor, Tobacco Control, Eastern and Central Africa Region. Saiba mais.

6. Vaga para Senior Structural Engineer

A McDermott International pretende recrutar um (1) Senior Structural Engineer. Saiba mais.

7. Vaga para Principal Project Engineer (Eng)

A McDermott International, Ltd pretende recrutar um (1) Principal Project Engineer (Eng). Saiba mais.

8. Vaga para Distribution Supervisor

A AB InBev pretende recrutar um (1) Distribution Supervisor. Saiba mais.

9. Vaga para Technical Field Services Engineer

A Versalis International pretende recrutar um (1) Technical Field Services Engineer (Oilfield Chemicals). Saiba mais.

10. Vagas para Representantes de Desenvolvimento de Vendas – Nível 1 – SDR/ Pré-Vendas

A RHDC – Consultoria & Serviços pretende recrutar doze (12) Representantes de Desenvolvimento de Vendas – Nível 1 – SDR/ Pré-Vendas. Saiba mais.

11. Vaga para Procurement Intern

A DP World pretende recrutar um (1) Procurement Intern. Saiba mais.

12. Vaga para Plant Manager

A BESIX Group pretende recrutar um (1) Plant Manager. Saiba mais.

13. Vaga para Grant Accountant

A World Vision pretende recrutar um (1) Grant Accountant. Saiba mais.

14. Vaga para Ponto Focal Distrital de WASH FIT

O Comité para a Saúde de Moçambique (CSM) pretende recrutar um (1) Ponto Focal Distrital de WASH FIT. Saiba mais.

15. Vaga para Supervisor/a de Saúde Mental e Apoio Psicossocial

O Comité para a Saúde de Moçambique (CSM) p pretende recrutar um (1) Supervisor/a de Saúde Mental e Apoio Psicossocial. Saiba mais.

16. Vaga para Especialista de Compras e Logística

A MD Consultores pretende recrutar um (1) Especialista de Compras e Logística. Saiba mais.

17. Vaga para Oficial de Procurement

A Bureau Veritas pretende recrutar um (1) Oficial de Procurement. Saiba mais.

18. Vaga para Communications Officer

A Johanniter International Assistance pretende recrutar um (1) Communications Officer. Saiba mais.

19. Vaga para Financeiro – Senior

A Home Center pretende recrutar um (1) Financeiro – Senior. Saiba mais.

20. Vaga para Construction Engineer

A Johanniter International Assistance pretende recrutar um (1)  Construction Engineer. Saiba mais.

21. Vaga para Planning, Monitoring, Evaluation, Accountability and Learning (PMEAL) Manager

A Johanniter International Assistance pretende recrutar um (1) Planning, Monitoring, Evaluation, Accountability and Learning (PMEAL) Manager. Saiba mais.

22. Vagas para Health and Nutrition Officers

A Johanniter International Assistance pretende recrutar Health and Nutrition Officers. Saiba mais.

23. Vaga para Health and Nutrition Manager

A Johanniter International Assistance pretende recrutar um (1) Health and Nutrition Manager. Saiba mais.

24. Vaga para Food Security and Livelihoods (FSL) Officer

A Johanniter International Assistance pretende recrutar um (1) Food Security and Livelihoods (FSL) Officer. Saiba mais.

25. Vaga para Food Security and Livelihoods (FSL) Manager

A Johanniter International Assistance pretende recrutar um (1) Food Security and Livelihoods (FSL) Manager. Saiba mais.

26. Vaga para Enfermeira do Centro de Saúde e Bem-Estar (H&WC)

A Academia Aga Khan Maputo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Enfermeira do Centro de Saúde e Bem-Estar (H&WC). Saiba mais.

Frelimo elege novo primeiro secretário em Nampula

O Comité Distrital da Frelimo em Nampula realizou a sua V Sessão Extraordinária, na qual foi eleito Etelvino Pedro como o novo primeiro secretário distrital, sucedendo Orlando Bernardo Impissa.

A votação culminou com a conquista de 50 votos para Pedro, contra 36 votos obtidos pelo seu adversário, Francisco Niposso.

A sessão eleitoral teve como propósito preencher a vaga deixada por Impissa, que recentemente foi designado como delegado provincial do Fundo para o Fomento da Habitação em Cabo Delgado. A direcção da mesa foi assegurada por Rosmaninho Franklin Costa, que conduziu os trabalhos com eficácia.

Os membros do comité distrital demonstraram um elevado nível de participação, tornando o ambiente propício ao debate interno e à reafirmação da unidade dentro do partido. A eleição de Etelvino Pedro marca um novo capítulo na liderança da Frelimo em Nampula.

Inundações no Nepal revelam impacto devastador do aquecimento global

Uma análise recentemente divulgada aponta que a inundação súbita que atingiu a fronteira do Nepal com a China em Agosto foi provocada por uma combinação de factores climáticos e geológicos exacerbados pelo aquecimento global.

Este estudo, realizado pela World Weather Attribution, afirma que o colapso de um bloco de gelo e rochas do monte Langtang Lirung gerou uma violenta corrente de água, gelo e detritos, devastando áreas ao longo do seu percurso.

Os investigadores, liderados pelo hidrólogo Walter Immerzeel da Universidade de Utrecht, salientam que a tragédia não é atribuída a um evento meteorológico extremo, mas sim a uma série de influências resultantes do aumento das temperaturas globais, da fusão de glaciares e da instabilidade geológica na região. O especialista referiu ainda que a área sofreu alterações fundamentais e irreversíveis, com a retracção dos glaciares e do permafrost a comprometer a estabilidade da montanha.

Immerzeel explicou que a instabilidade geológica na área havia sido potencializada pelo sismo de 2015, numa combinação complexa com os efeitos da mudança climática. O estudo também revelou que os meses de julho e agosto de 2026 registaram as temperaturas mais elevadas de sempre na região, enquanto a elevada quantidade de neve caída no final de 2025 contribuiu para um aumento na quantidade de água derivada do derretimento.

A climatóloga Friederike Otto, associada ao Imperial College de Londres, afirmou que as alterações climáticas desempenharam um papel central na catástrofe. Por sua vez, Manjeet Dhakal, da Climate Analytics South Asia, advertiu que a tragédia do rio Bhote Koshi serve como um alerta sobre os riscos crescentes que o aquecimento acelerado do Himalaia impõe às populações locais.

Os dados disponíveis indicam que as inundações resultaram em mais de 1.400 mortos no Nepal, com 6.150 pessoas ainda dadas como desaparecidas. Na China, o número de vítimas é de 43 mortos e 519 pessoas desaparecidas. O governo nepalês estima que o custo total para a reconstrução das infraestruturas danificadas seja de aproximadamente 4,78 mil milhões de dólares.

Governo cria linha de financiamento para fortalecer produção doméstica

Uma nova linha de financiamento está a ser estabelecida pelo Governo de Moçambique, destinada a apoiar investimentos locais em produtos cuja importação se encontra restringida, como a água mineral.

Esta iniciativa será disponibilizada através dos bancos comerciais e visa essencialmente a promoção da criação de indústrias no país.

No encontro realizado ontem com o sector privado, representado pela Confederação das Associações Económicas (CTA), o secretário de Estado do Comércio, António Grispos, anunciou que, a partir do próximo ano, o Executivo não irá autorizar licenças de importação sem que antes tenha sido esgotada a capacidade de fornecimento interna. Esta medida surge no contexto de uma estratégia para reforçar a produção nacional e promover a autossuficiência.

Adicionalmente, o governo pretende garantir que a liderança de projectos de produção nas áreas rurais fique a cargo de cidadãos moçambicanos, evitando assim que estrangeiros tenham facilidades em assumir estas iniciativas. Em sua intervenção, António Grispos destacou que estas políticas não são exclusivas de Moçambique, referindo que países vizinhos, como a África do Sul, têm adoptado iniciativas semelhantes com enfoque proteccionista.

Caso VM7: Fontes judiciais dizem que Líder do PODEMOS deveria ser co-arguido

O julgamento relacionado ao caso VM7 está a gerar grande atenção na sociedade moçambicana, com revelações que questionam o papel do líder do partido PODEMOS, que, segundo fontes judiciais, deveria ser tratado como co-arguido em vez de mero testemunha.

Segundo as informações obtidas, a liderança do PODEMOS estaria a ser mencionada nas investigações em torno das irregularidades associadas ao caso, suscitando dúvidas sobre a imparcialidade do processo. As fontes indicam que a inclusão do líder na qualidade de co-arguido poderia implicar um aprofundamento nas averiguações, possibilitando uma análise mais detalhada das alegações.

A defesa, por sua vez, manifesta-se perplexa com o recente desenrolar dos acontecimentos, questionando a decisão do tribunal em limitar o papel do líder a testemunha, numa fase processual em que a sua participação poderia ser considerada fundamental para a elucidação dos factos.

O julgamento, que se encontra a ser seguido atento por uma ampla audiência tanto nacional como internacional, continua a suscitar reacções diversas, reflectindo a complexidade da situação política e judicial em Moçambique. As próximas audiências prometem trazer novos desdobramentos a este caso que já impactou profundamente a esfera pública.

O tribunal permanece reservado sobre as motivações que levaram à classificação do líder do PODEMOS como testemunha, aguardando a continuação do processo, marcado por um elevado grau de interesse da população.

Ferroviário de Maputo conquista tetracampeonato no basquetebol feminino

O Ferroviário de Maputo consagrou-se, uma vez mais, campeão nacional de basquetebol sénior feminino, alcançando o seu quarto título consecutivo. A decisão foi marcada por uma emocionante partida realizada no sábado, no pavilhão do clube, onde a equipa demonstrou um elevado nível de competência e determinação.

A formação do Ferroviário iniciou o encontro com uma estratégia sólida, destacando-se pela sua defesa eficaz e pelo ataque veloz, o que lhes permitiu assumir a liderança desde o primeiro período. As jogadoras, sob a orientação do corpo técnico, mostraram uma sintonia exemplar em campo, culminando numa vitória convincente sobre a sua adversária.

O jogo atraiu um significativo número de adeptos, que apoiaram fervorosamente a sua equipa ao longo de toda a partida. O público testemunhou não apenas a superioridade do Ferroviário, como também o empenho das jogadoras, que se esforçaram ao máximo para garantir mais este troféu para o clube.

Com este triunfo, o Ferroviário de Maputo solidifica a sua posição como uma das equipas mais destacadas do basquetebol feminino em Moçambique, reafirmando-se como um verdadeiro símbolo de sucesso e inspiração para as novas gerações de atletas. A vitória não só representa a perseverança e o trabalho árduo da equipa, mas também a importância do desporto na promoção de valores como a solidariedade e a determinação.

Os festejos da conquista do tetra campeonato estão já a ser preparados, com várias actividades previstas para assinalar mais este marco histórico na história do clube. A comunidade desportiva moçambicana congratula-se com a realização desta notável conquista, que certamente ficará na memória dos amantes do basquetebol no país.

Incêndio destrói 11 hectares de campos agrícolas em Cabo Delgado

Pelo menos 11 hectares de cultivos foram consumidos por um incêndio na zona baixa da aldeia de Lutete, na província de Cabo Delgado, um acto atribuído a supostos grupos armados que actuam na região.

Os produtores locais, que cultivavam banana, cana-de-açúcar e gergelim, foram forçados a abandonar a área durante a ocorrência, que teve lugar na terça-feira.

Fontes no terreno relataram que a devastação das culturas resultou numa significativa perda de rendimento para as famílias da região. “Queimaram muita coisa”, explicou um residente de Muidumbe, que preferiu permanecer em anonimato. A situação agravou as preocupações entre os camponeses, que temem que a destruição dos seus campos leve a uma nova crise alimentar no distrito.

A insegurança gerada pelos ataques armados levou muitos agricultores a procurarem refúgio em zonas mais seguras, enquanto as autoridades locais consideram a activação da Força Local como medida de reforço à segurança da população.

Cabo Delgado, uma província rica em gás natural, enfrenta uma insurgência armada desde Outubro de 2017, com grupos associados ao Estado Islâmico a protagonizarem ataques que já resultaram em mais de 6.600 mortes e 1,2 milhões de deslocados, de acordo com dados de organizações internacionais. Incursões semelhantes têm sido registadas também nas províncias vizinhas de Niassa e Nampula desde Abril do ano passado.

Vagas de emprego do dia 18 de Setembro de 2026

Foram publicadas hoje, dia 18 de Setembro no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Clique aqui para baixar a edição em PDF.

Vagas de emprego abertas para hoje:

1. Vaga para HR Expat Coordinator

A McDermott International pretende recrutar um (1) HR Expat Coordinator. Saiba mais.

2. Vaga para Técnico de Armazém

A MD Consultores pretende recrutar um (1) Técnico de Armazém. Saiba mais.

3. Vaga para Técnico/a de Saúde

A Action Contre La Faim pretende recrutar um (1) Técnico/a de Saúde Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Crane Eletrical Technician

A DP World pretende recrutar um (1) Crane Eletrical Technician. Saiba mais.

2. Vaga para Senior Technical Advisor, Tobacco Control, Eastern and Central Africa Region

A Vital Strategies pretende recrutar um (1) Senior Technical Advisor, Tobacco Control, Eastern and Central Africa Region. Saiba mais.

3. Vaga para Senior Structural Engineer

A McDermott International pretende recrutar um (1) Senior Structural Engineer. Saiba mais.

4. Vaga para Principal Project Engineer (Eng)

A McDermott International, Ltd pretende recrutar um (1) Principal Project Engineer (Eng). Saiba mais.

5. Vaga para Distribution Supervisor

A AB InBev pretende recrutar um (1) Distribution Supervisor. Saiba mais.

6. Vaga para Technical Field Services Engineer

A Versalis International pretende recrutar um (1) Technical Field Services Engineer (Oilfield Chemicals). Saiba mais.

7. Vagas para Gerente de Restaurante, Chefe de Cozinha, Servente de Mesa

A LA FRONT BAR pretende recrutar Gerente de Restaurante, Chefe de Cozinha, Servente de Mesa. Saiba mais.

8. Vagas para Representantes de Desenvolvimento de Vendas – Nível 1 – SDR/ Pré-Vendas

A RHDC – Consultoria & Serviços pretende recrutar doze (12) Representantes de Desenvolvimento de Vendas – Nível 1 – SDR/ Pré-Vendas. Saiba mais.

9. Vaga para Procurement Intern

A DP World pretende recrutar um (1) Procurement Intern. Saiba mais.

10. Vaga para Plant Manager

A BESIX Group pretende recrutar um (1) Plant Manager. Saiba mais.

11. Vaga para Grant Accountant

A World Vision pretende recrutar um (1) Grant Accountant. Saiba mais.

12. Vagas para Estágio de Contabilidade (3)

A Mozconsultores, Lda está a recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Estagiários de Contabilidade. Saiba mais.

13. Vaga para Ponto Focal Distrital de WASH FIT

O Comité para a Saúde de Moçambique (CSM) pretende recrutar um (1) Ponto Focal Distrital de WASH FIT. Saiba mais.

14. Vaga para Supervisor/a de Saúde Mental e Apoio Psicossocial

O Comité para a Saúde de Moçambique (CSM) p pretende recrutar um (1) Supervisor/a de Saúde Mental e Apoio Psicossocial. Saiba mais.

15. Vaga para Supervisor/a de Saúde Mental e Apoio Psicossocial

A Action Contre La Faim pretende recrutar um/a (1) Supervisor/a de Saúde Mental e Apoio Psicossocial. Saiba mais.

16. Vaga para Especialista de Compras e Logística

A MD Consultores pretende recrutar um (1) Especialista de Compras e Logística. Saiba mais.

17. Vaga para Oficial de Procurement

A Bureau Veritas pretende recrutar um (1) Oficial de Procurement. Saiba mais.

18. Vaga para Encarregado Construção Civil – Projeto

A Mota-Engil pretende recrutar um (1) Encarregado Construção Civil – Projeto. Saiba mais.

19. Vaga para Diretor/a de Obra – Construção Civil

A Mota-Engil pretende recrutar um/a (1) Diretor/a de Obra – Construção Civil. Saiba mais.

20. Vaga para Team Leader General Ledger Accounting (RTR)

A DHL pretende recrutar um (1) Team Leader General Ledger Accounting (RTR). Saiba mais.

21. Vaga para Communications Officer

A Johanniter International Assistance pretende recrutar um (1) Communications Officer. Saiba mais.

22. Vaga para Técnico/a de Medições – Projeto

A Mota-Engil pretende recrutar um/a (1) Técnico/a de Medições – Projeto. Saiba mais.

23. Vaga para Encarregado Terraplanagem – Projeto

A Mota-Engil pretende recrutar um (1) Encarregado Terraplanagem – Projeto. Saiba mais.

24. Vaga para Economist

A World Bank Group pretende recrutar um (1) Economist. Saiba mais.

25. Vaga para Financeiro – Senior

A Home Center pretende recrutar um (1) Financeiro – Senior. Saiba mais.

26. Vaga para Construction Engineer

A Johanniter International Assistance pretende recrutar um (1)  Construction Engineer. Saiba mais.

27. Vaga para Planning, Monitoring, Evaluation, Accountability and Learning (PMEAL) Manager

A Johanniter International Assistance pretende recrutar um (1) Planning, Monitoring, Evaluation, Accountability and Learning (PMEAL) Manager. Saiba mais.

28. Vagas para Health and Nutrition Officers

A Johanniter International Assistance pretende recrutar Health and Nutrition Officers. Saiba mais.

29. Vaga para Health and Nutrition Manager

A Johanniter International Assistance pretende recrutar um (1) Health and Nutrition Manager. Saiba mais.

30. Vaga para Food Security and Livelihoods (FSL) Officer

A Johanniter International Assistance pretende recrutar um (1) Food Security and Livelihoods (FSL) Officer. Saiba mais.

31. Vaga para Food Security and Livelihoods (FSL) Manager

A Johanniter International Assistance pretende recrutar um (1) Food Security and Livelihoods (FSL) Manager. Saiba mais.

32. Vaga para Técnico/a de Topografia – Projeto

A Mota-Engil pretende recrutar um/a (1) Técnico/a de Topografia – Projeto. Saiba mais.

33. Vaga para Encarregado Geral – Projeto

A Mota-Engil pretende recrutar um (1) Encarregado Geral – Projeto. Saiba mais.

34. Vaga para Buyer

A TotalEnergies pretende recrutar um (1) Buyer. Saiba mais.

35. Vaga para Enfermeira do Centro de Saúde e Bem-Estar (H&WC)

A Academia Aga Khan Maputo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Enfermeira do Centro de Saúde e Bem-Estar (H&WC). Saiba mais.

Morre aos 71 anos o artista moçambicano Idasse Tembe

O artista Idasse Tembe faleceu aos 71 anos de idade, vítima de doença, no Hospital Central de Maputo, onde se encontrava a receber cuidados médicos.

Natural de Maputo, Idasse Tembe nasceu a 1 de Julho de 1955 e destacou-se como um multifacetado artista ao longo da sua carreira. Em 1979, completou o curso de Animador Cultural no Centro dos Estudos Culturais, onde teve a oportunidade de aprender com figuras proeminentes da arte moçambicana, como Malangatana e Domingos Manhiça. Durante a sua formação, adquiriu conhecimentos em diversas áreas, incluindo Antropologia, História da Arte Moderna, Arte Africana, Música, Fotografia, Teatro, Pintura, Cerâmica, Desenho e Xilogravura.

Após a formação, Idasse Tembe continuou a sua trajectória artística ao completar um curso de Comunicação Gráfica sob a orientação de António Quadros. A sua carreira incluiu uma passagem pelo Instituto Nacional de Cinema, onde fundou o departamento de Arte. Tembe ainda integrou o movimento artístico “Charrua” e foi membro activo do Núcleo de Arte, da Associação Moçambicana de Fotografia e da Associação de Escritores Moçambicanos.

As cerimónias fúnebres em honra de Idasse Tembe serão comunicadas em breve, e é certo que a sua partida deixa um vazio no panorama cultural do país.

Últimas Notícias Hoje

Governo moçambicano promete combate rigoroso ao tráfico de drogas nas escolas

O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, declarou que a presença de droga nas imediações das escolas representa uma "linha vermelha", assegurando que...

CIM contesta taxa de USD 16 por tonelada de cereais no Tribunal Administrativo

A Companhia Industrial da Matola (CIM) emitiu um comunicado a rejeitar veementemente a suspensão por tempo indeterminado das suas operações de importação de trigo...

Edson Macuácua nomeado novo Ministro da Educação e Cultura em Moçambique

O Presidente da República, Daniel Chapo, nomeou Edson da Graça Francisco Macuácua para o cargo de Ministro da Educação e Cultura. Através do mesmo...

Vaga de calor intenso atinge sul de Moçambique com temperaturas de até 39 graus

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) anunciou a previsão de uma vaga de calor intenso que se estenderá de hoje até domingo, entre os...