A coordenadora residente das Nações Unidas em Moçambique disse no domingo (24) à Lusa que o país sofre uma “coincidência fatal” ao passar por uma época ciclónica tão ativa quando enfrenta uma crise humanitária no norte, na província de Cabo Delgado.
“No final de 2020, pedimos 250 milhões de dólares [205 milhões de euros] para a resposta humanitária de todo o ano de 2021, só para o norte do país, e ter uma época de ciclones tão intensa é uma preocupação muito grande, uma coincidência fatal”, referiu Myrta Kaulard.
Em causa está a mobilização de apoio humanitário para Moçambique conseguir enfrentar todos os problemas, no contexto da covid-19.
Aquela responsável falava um dia depois da passagem do ciclone Eloise pelo centro de Moçambique, zona que já tinha sido afetada pela tempestade Chalane em dezembro e que tem passado janeiro sob chuvas intensas.
Estima-se que haja 163.000 pessoas afetadas, sem registo oficial de mortes, mas com quase 7.000 deslocados em 21 centro de acomodação – além de 137.000 hectares de áreas agrícolas inundadas, agravando o risco de fome.
Embora o ciclone Eloise tenha provocado menos estragos do que o Idai, traz uma maior “acumulação de vulnerabilidades” numa altura em que a presente época ciclónica ainda só vai a meio.
“Não é correto comparar a situação atual com o Idai”, um dos ciclones mais mortíferos do hemisfério sul, que causou muitas vulnerabilidades em 2019 e sem que tenha passado tempo suficiente para, por exemplo, “se reconstruir de maneira resiliente”, afirmou Myrta Kaulard.
“E pelo meio temos a covid-19, que provoca mais dificuldades” para as famílias e organizações terem recursos ou até para organizar coisas aparentemente tão simples como aulas: como agora são obrigadas a fazer mais turnos para que haja distanciamento, perder uma sala numa tempestade tem maior impacto, acrescentou.
Segundo Myrta Kaulard, “isto é muito grave e não era assim no Idai”.
“Temos uma acumulação de vulnerabilidades muito, muito forte, com impacto nas pessoas, comunidades e instituições. E temos uma época ciclónica muito ativa”, sublinhou.
As Nações Unidas estão “muito presentes em Sofala, Manica e Zambézia, mas temos problemas, porque não temos muitos recursos. Os que recebemos com o Idai já terminaram”, detalhou Myrta.
“Não temos muita capacidade de responder, de maneira imediata. Isto também é uma vulnerabilidade muito grande”, acrescentou.
O ciclone Eloise passou, mas ainda deverá provocar chuvas durante o resto da semana no sul de Moçambique.
“Vamos ver como vai evoluir a situação e ver se temos de fazer um apelo. Ainda temos de verificar, ver as chuvas dos próximos dias e manter diálogo com as instituições nacionais e parceiros internacionais”, concluiu.
Moçambique está em plena época chuvosa e ciclónica, que ocorre entre os meses de outubro e abril, com ventos oriundos do Índico e cheias com origem nas bacias hidrográficas da África Austral.
O período chuvoso de 2018/2019 foi dos mais severos de que há memória em Moçambique: 714 pessoas morreram, incluindo 648 vítimas de dois dos maiores ciclones (Idai e Kenneth) que já se abateram sobre o país em poucas semanas.
A violência armada em Cabo Delgado, norte de Moçambique, está a provocar uma crise humanitária com cerca de duas mil mortes e 560 mil pessoas deslocadas, sem habitação, nem alimentos, concentrando-se sobretudo na capital provincial, Pemba.
A província está desde há três anos sob ataque de insurgentes e algumas das incursões passaram a ser reivindicadas pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico desde 2019.
O Ministério da Saúde (Misau) de Moçambique anunciou ontem, mais oito mortes por covid-19 e mais 790 casos de infeção pelo novo coronavírus.
As mortes anunciadas, todas de pessoas de nacionalidade moçambicana, aconteceram entre sexta-feira e domingo , esclareceu o Misau.
Moçambique passa a ter um total acumulado de 305 mortes e 32.418 casos, dos quais 63% recuperados.
O número de internados continua a subir, colocando pressão sobre os serviços de saúde, com um total de 232 doentes em centros de internamento de covid-19 e noutras unidades hospitalares (78% destes pacientes encontram-se em Maputo).
Desde março de 2020, Moçambique já testou 324.868 casos suspeitos, dos quais 2.908 nas últimas 24 horas.
A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.121.070 mortos resultantes de mais de 98,6 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial da Rapariga Fora da Escola. Saiba mais.
A Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Júnior para Componentes de Direitos Humanos. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente um (1) Operador de Máquinas. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
AIPDC Moçambique – Associação de Iniciativa Para o Desenvolvimento da Comunidade, é uma organização não-governamental Moçambicana, sem fins lucrativos; pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Supervisor/a de HIV Pediátrico. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), pretende recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Provincial de Ensino e Aprendizagem do Projecto STAR-G. Saiba mais.
A Fundação AVSI pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) um/a (1) Arquitecto Júnior (Ref:01/Arquitecto Júnior/01/Pemba/2021/AVSI. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma empresa que actua no ramo de Petróleos um (1) Jurista. Saiba mais.
A Agência de Cooperação Austríaca para o Desenvolvimento (CAD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Administrativo e Financeiro. Saiba mais.
A Agência de Cooperação Austríaca para o Desenvolvimento (CAD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Administrativo e Financeiro. Saiba mais.
A GIZ – Deutsche Gesellsschaft fur Internationale Zusammenarbeit pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um(a) Administrador(a) de Projecto. Saiba mais.
A GIZ – Deutsche Gesellsschaft fur Internationale Zusammenarbeit pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um(a) Administrador(a) de Projecto. Saiba mais.
A GIZ – Deutsche Gesellschaft fur Internationale Zusamemenarbeit pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Assessor/a de Recursos Humanos. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente um (1) Designer Gráfico. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Agente de Limpeza. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Motoristas Mecânicos. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Assistente de Escritório. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Oficial de Administração e Recursos Humanos. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Oficial de Procument e Logística. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Oficial de Procument e Logística. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Oficial Sénior de Finanças. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Coordenador(a) Provincial. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Coordenador(a) Nacional de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Oficiais Provinciais de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Oficiais Provinciais de Capacitação e Comunicação. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dez (10) Oficiais de Campo. Saiba mais.
A Aldeia das Crianças SOS Kinderdorf International pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Escola Primária e Secundária para Maputo. Saiba mais.
World Vision-Moçambique (WV-Moç), no âmbito de implementação dos projectos de recuperação pós Ciclone Idai, torna público que pretende recrutar um (1) Motorista para o Projecto UNICEF Education. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente um (1) Caixa. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente dois (2) Motoristas. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civíl (CESC) está a recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Gestor/a de Projecto para Maputo. Saiba mais.
Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar um (1) Assistente Administrativo e Financeiro para Sofala. Saiba mais.
Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar Enfermeiras de Saúde Materno Infantil (ESMI) baseadas na provincia de Sofala. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente uma (1) Recepcionista. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente um (1) Técnico de Contabilidade. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Cooperação Alemã para o Desenvolvimento- (GIZ) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um(a) (1) Assessor/a Para a Promoção do Emprego Juvenil nas Zonas Rurais para Nampula. Saiba mais.
A Cooperação Alemã para o Desenvolvimento- (GIZ) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um(a) (1) Assessor/a Para a Promoção do Emprego Juvenil nas Zonas Rurais para Beira. Saiba mais.
A organização humanitária Médicos Sem Fronteiras pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Recursos Humanos para Maputo. Saiba mais.
A DSD Capital, Lda. pretende recrutar para o seu quadro 30 Agentes de Crédito, em regime de prestação de serviços, a fim de atender a demanda do mercado pelos serviços. Saiba mais.
A DSD Capital, Lda pretende recrutar para o seu quadro 20 Agentes Comerciais, em regime de prestação de serviços, a fim de atender a demanda do mercado pelos serviços, entre outras o agente de crédito. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director do Projecto. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director Financeiro. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente três (3) Contabilistas. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Gestor de Projectos. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Engenheiro Mecânico. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director Financeiro e de Administração. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente (1) Secretária Executiva. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A MECO Empreendimentos é uma Empresa de Consultoria em Recursos Humanos está a rectutar para uma Instituiçâo privada de Ensino, Professores. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) ,o âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Assessor Técnico Sénior de Pediatria. Saiba mais.
Oito (8) dos 15 reclusos que se evadiram, nos finais de Maio do ano passado, do estabelecimento penitenciário do distrito do Ile, na Zambézia, foram recapturados.
José dos Santos, director dos serviços penitenciários na província, citado pela RM, afirmou que a recaptura resultou das investigações que decorriam desde a fuga, havendo ainda acções visando os restantes sete, entretanto em parte incerta.
O Presidente do Conselho Municipal da Beira, Daviz Simango, exortou aos moradores de zonas vulneráveis a alagamentos e inundações a abandonarem rapidamente os locais, devido a aproximação da tempestade tropical Eloise, que deve atingir a cidade hoje.
Trata-se das zonas costeiras de Dama, Rio Ladrão, Njalane e Casa Partida. O alerta estende-se aos pescadores que operam nesses locais para tomarem as devidas precauções de forma a evitarem catástrofes como aconteceu em Março de 2019, aquando do ciclone Idai.
“Face a esta situação imposta pelas mudanças climáticas, voltamos a aconselhar a todos os munícipes para assegurarem sacos de areia sobre as chapas de cobertura expostas ao vento e a libertarem as linhas (de passagem) de água, de modo que corra para os sistemas de drenagem e fiquem dentro das casas”, recomendou.
Aconselhou ainda as pessoas a evitarem ficar em lugares à volta dos escombros ou paredes degradadas, árvores e postes de energia.
Daviz Simango pediu que as pessoa não entrem em panico e cumprem as orientações comunicadas através das instituições especializadas como a o INAM e o Instituto Nacional de Gestão do Risco e Desastres (INGD).
De acordo com Simango, os chefes dos postos administrativos, secretários dos bairros e todo executivo municipal estarão em prontidão para socorrer eventuais situações calamitosas.
Chuva torrencial desde ontem na Beira
A PROVÍNCIA de Sofala e da Zambézia estão desde ontem a ser fustigadas por chuva torrencial devido a aproximação da tempestade tropical Eloise, que neste momento encontra-se no canal de Moçambique.
Na província de Sofala o fenómeno da chuva verifica-se nos distritos costeiros da Beira, Dondo, Buzi, Machanga e Chibabava, enquanto na Zambézia atingiu o distrito de Chinde, Inhassunge e Quelimane.
Neste momento, o centro do ciclone está há cerca de 340 km da cidade costeira de Beira e está previsto atingir o solo moçambicano na madrugada deste sábado dia 23, disse Mussa Mustafa, director geral adjunto do Instituto Nacional de Meteorologia.
A fonte salientou que o fenómeno já está a provocar agitação no mar, o que condiciona a navegação e prevê-se que em terra os ventos possam atingir entre 100 e 150 km por horários.
As autoridades municipais da cidade da Beira ordenaram o encerramento de todas instituições públicas e privadas, desde as 11 horas de hoje, para permitir que os citadinos possam recolher aos seus aposentos, de modo a reforçar a segurança das suas habitações.
A edilidade exorta ainda aos beirenses a abrir canais para o escoamento de águas pluviais para as valas de drenagem.
A bola vai rolar, este fim-de-semana, para no final vermos quem rebola e quem é…o dono dela! Atenções, claramente, viradas para o bairro Hanhane, na Matola, onde teremos o primeiro clássico da edição 2021 do Moçambola: Desportivo Maputo vs Ferroviário de Maputo.
Espera-se, decerto, um jogo dentro do que são os clássicos. Muito competitivos, difíceis para as três equipas porque são muito intensos e importantes.
Pressão e margem de erro nula mantém-se para os “locomotivas”, crónicos candidatos ao título. A estreia (empate a zero com a União Desportiva do Songo) não deixa saudades, até porque em pleno Estádio da Machava transpirou uma equipa fraquinha, pobre tacticamente e sem estabilidade com a bola. Não se pode, e nem tao pouco, descurar o facto de tal poder derivar da falta de ritmo causada por longa paragem dos jogadores devido às limitações impostas pela COVID-19.
Mas ainda assim, pelo investimento e histórico do clube, esperava-se mais do Ferroviário de Maputo, conjunto que campeou pela última vez em 2015.
Hoje , no bem tratado tapete verde do campo da Liga Desportiva, espera-se um Ferroviário de Maputo mais ousado, consistente e a desbloquear espaços para sair em transições.
Sem pressão para dar voos mais altos. Mas sempre focado no que o investimento feito, estrutura montada e realidade actual do clube permitem traçar em termos de sonhos e objectivos reais.
É este Desportivo Maputo que teremos no primeiro clássico do Moçambola 2021, assim como na maratona de 26 jornadas que corporizam o campeonato. Um conjunto humilde a lutar por amealhar pontos a cada que se lhe permitam manutenção tranquila na elite do futebol moçambicano. Depois do empate a duas bolas, em Quelimane, numa partida em que até esteve a perder, o conjunto de Rogério Mariannii não assume favoritismo no duelo com os “locomotivas” da capital.
Pelo contrário, e como tratou mesmo de deixar bem claro Mariannii, os “alvi-negros” sobem ao relvado com claro objectivo de contrariar os verde-e-brancos e jogarem à Desportivo Maputo. Em tempos, e oxalá no sábado haja mais do mesmo, o duelo Desportivo Maputo vs Ferroviário de Maputo foi marcado por grande espectacularidade.
CAMPEÃO PRESSIONADO?
Uma entrada em falso no Moçambola, uma pesada derrota no Caldeirão do Chiveve por 3-1. Resumo fiel da prestação do Costa do Sol na ronda inaugural do campeonato! Agora, e feita a análise do desaire, há que vestir o fato-macaco e mostrar a áurea ganhadora.
Uma equipa sólida, que concede poucas oportunidade, é o que se espera dos “canarinhos”! Sem Telinho, forçado a parar dois meses, mas com o capitão Isac, o canário aponta para a primeira vitória no campeonato nacional.
E se é certo que o Costa do Sol é obrigado a vencer, também é claro que o Incomáti de Xinavane não irá medir esforços para criar dissabores ao campeão em título.
Com um arranque notável (vitória sobre o Textáfrica de Chimoio por 3-0), os ‘açucareiros” sobem ao relvado sintético do Costa do Sol bastante motivados e, acima de tudo, cientes de que uma vitória pode dar cada vez mais alento à equipa na luta pela manutenção.
Filho da casa à parte! Artur Comboio, conhecido por montar equipas com intensidade e a jogar de forma mais ofensiva, não vai facilitar ao seu clube de coração! Nem tão pouco.
É ilegal e perigoso vender cimento em locais não autorizados como contentores e ruas, avisa a Inspecção Nacional de Actividades Económicas (INAE). Nos últimos nove dias, a INAE apreendeu 220 toneladas de cimento vendido em locais impróprios e em condições não recomendadas.
É uma batalha que só está a começar. De 13 a 21 de Janeiro, 250 estabelecimentos de venda de cimento foram inspecionados e os resultados são alarmantes. É que, em quase todas as ruas e esquinas do país, há uma pessoa a vender cimento, e afinal, muitos deles não devem estar lá por não reunirem os requisitos mínimos decretados, como local em condições e devida arrumação.
“Foram apreendidos e cativados cerca de 220 toneladas de cimento. A que se deveu essa apreensão ou cativação de cimento? Venda ilegal, sem licença. Não tem licença, não pode vender, isso é número 1. Numero 2, as condições em que estão a ser vendidos os produtos, se está a vender no passeio, se está a vender na via pública, na banca, o produto é apreendido”, disse a inspectora-geral do INAE, Rita Freitas.
É também nesses locais não autorizados onde o INAE diz haver especulação de preços, daí que recomenda a compra do cimento em revendedores autorizados, embora, muitas vezes, este estejam em locais distantes dos compradores, factor que agrava os custos devido ao transporte.
Os proprietários do cimento apreendido têm um mês para regularizar a sua situação. Passado o período, o produto será encaminhado ao tribunal competente para que haja desfecho do caso.
Já a Cimentos de Moçambique explica que de Agosto de 2020 a Janeiro corrente aumentou cerca de 15% o preço de cimento na fábrica para cobrir seus custos que subiram 25% devido à depreciação do metical face ao dólar, facto que encarece grande parte das matérias-primas importadas, e por causa da subida da tarifa da energia eléctrica na ordem dos 16%.
“São factores que impuseram ao sector cimenteiro uma conta pesada e o sector decidiu, por conta dos problemas da pandemia, que nós não faríamos o ajuste durante o período crítico da pandemia, foi um período de calamidade em Moçambique que ficou vigorando ali até finais de Agosto. Em Setembro, Sua Excia. Presidente da República deu um passo atrás a essa situação e foi aí que nós fizemos o nosso primeiro ajuste de preço”, disse o director geral da Cimentos de Moçambique, Edney Vieira.
Por seu turno, Sidónio dos Santos, director nacional da indústria, explica que a produção de cimentos nas 14 indústrias existentes no país aumentou cerca de dois por cento em 2020, apesar das diversas dificuldades enfrentadas pelas fábricas.
O director revela ainda que a capacidade anual instalada para a produção de cimento, no país, é de 5.7 milhões de toneladas. Os responsáveis falavam nesta sexta-feira numa conferência de imprensa conjunta que visava apresentar acções para travar a especulação do preço de cimento.
Mais um dos 12 arguidos do caso de desvio de 11 milhões da Autoridade Tributária foi detido ontem e o seu advogado defende que seu constituinte não precisa de ser detido porque vem colaborando no processo desde que foi instaurado.
É o nono dos doze envolvidos no desvio de mais de 11 milhões de meticais da Autoridade Tributária de Moçambique e o primeiro cujo nome é anunciado pelo próprio advogado. Chama-se Alexandre Xavier, é despachante aduaneiro que tratou do expediente de seis dos mais de 11 milhões desviados.
Como não podia ser diferente, o advogado defende seu constituinte e diz que o que cabe a ele enquanto despachante aduaneiro foi feito com zelo. “O dinheiro que devia ser entregue à Autoridade Tributária de Moçambique foi canalizado e o funcionário a quem entregámos, deu os devidos comprovativos”, relata Gonçalves Sigaúque, advogado do arguido detido esta sexta-feira.
São esses comprovativos que são considerados falsos e por isso a falsificação de documentos é um dos crimes arrolados nos cinco processos. Sobre isso, o advogado de Alexandre Xavier diz não saber nada relativo à autenticidade dos recibos. O facto é que, hoje, seu cliente deverá também juntar-se aos oito arguidos detidos esta quinta-feira em Maputo e isso preocupa-lhe porque “o meu cliente sempre esteve disponível para colaborar com o processo”.
Antes de se juntar aos oito já detidos, Alexandre Xavier viu a sua casa e seu escritório a serem alvos de uma busca do Serviço Nacional de Investigação Criminal. Até aqui não se sabe o que se procura nestas operações.
As noves detenções ainda não foram legalizadas e é lá onde se vai ver se eles, os arguidos, poderão ou não pagar caução e serem restituídos à liberdade.
A Presidente do Instituto Nacional de Gestão e Redução de Riscos de Desastres (INGD), Luísa Meque, defendeu na quinta-feira na cidade da Beira, a rápida evacuação das pessoas residentes em locais considerados de risco, face à tempestade tropical Eloise, que deve atingir o país a partir de hoje.
A Eloise influencia desde quinta-feira o estado de tempo no Canal de Moçambique, como tempestade tropical moderada, mas pode atingir o país, já como ciclone tropical, com ventos de velocidade até 170 km/h e chuvas intensas nas províncias da Zambézia, Sofala, Manica, Inhambane e Gaza.
Perante o potencial de ameaça da tempestade Eloise, Luísa Meque defende que a evacuação deve acontecer já hoje.
Para o efeito, foram asseguradas 12 embarcações, estando aberta a possibilidade de mobilização de mais meios, de forma a retirar o maior número possível de pessoas dos locais de risco.
Na ocasião, Luísa Meque revelou que existe stock suficiente de víveres para alocar aos afectados em caso de necessidade.
Reafirmou a urgência da retirada das pessoas para locais mais seguros ou para os centros de acomodação já criados, no sentido de prevenir danos maiores tal como aconteceu com o ciclone Idai, em Março de 2019.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) alertou que a tempestade vai tocar em terra entre os distritos de Machanga, Muanza e cidade da Beira, todos pontos da província de Sofala.
O INAM refere ainda que perante a prevista ocorrência de muita chuva nas próximas 72 horas, haverá um incremento significativo dos níveis dos rios nas bacias do Save, Púnguè e Búzi,o que vai agravar as inundações que já se verificam nestas regiões do país na presente época.
O ministro da Saúde, Armindo Tiago, assegurou ontem que o Hospital Geral de Mavalane terá 320 camas, até à próxima semana, para o internamento de doentes com o novo Coronavírus. A mobilização de camas é consequência do aumento de infecções no país, sobretudo na cidade de Maputo.
O governante avançou ainda que três edifícios serão readaptados para responderem a questões de emergência imposta pela pandemia, bem como a instalação de uma tenda com capacidade para albergar 200 camas.
Em todo o país, segundo Armindo Tiago, cerca de 1.500 profissionais de saúde já foram acometidos pela COVID-19. Neste momento, perto de 400 continuam com o vírus no organismo.
O ministro apelou ao reforço da prevenção contra a doença, “independentemente da variante que possa existir” no país. O vírus “não se transporta” sozinho “de um local para outro”, mas sim “de uma pessoa para outra”.
O ministro falava à imprensa após uma visita do Presidente da República, Filipe Nyusi, ao Hospital Central de Maputo (HCM).
Ontem, o director-geral da maior unidade sanitária do país, Mouzinho Saíde, informou que a enfermaria de trânsito ali montada foi transformada num centro de internamento para pacientes com COVID-19. A mesma tem capacidade para 100 camas, mas 65 já estão ocupadas e as outras 35 podem esgotar, a qualquer momento, devido à pressão.
Aliás, no HCM, pelo menos 375 profissionais de saúde foram infectados pelo Coronavírus, 110 dos quais são médicos.
O país tem 290 óbitos devido ao Coronavírus e um total de 10.696 casos activos.
Cumulativamente, 30.848 pessoas já testaram positivos à doença, 19.858 (64.7%) das quais recuperaram.
Autoridade para a Proteção de Dados Pessoas anunciou, em comunicado, a determinação de “bloquear a rede social chinesa” com efeitos imediatos até 15 de fevereiro.
A rede social TikTok foi hoje bloqueada temporariamente em Itália, para utilizadores cuja idade não está confirmada, na sequência da morte de uma menina de 10 anos que participava num desafio naquela plataforma.
A Autoridade para a Proteção de Dados Pessoas anunciou, em comunicado, a determinação de “bloquear a rede social chinesa” com efeitos imediatos até 15 de fevereiro, altura em que se estima que o TikTok já tenha correspondido às obrigações do regulador italiano.
Em concreto, a rede social está proibida de utilizar “os dados de utilizadores cuja idade não foi determinada com uma segurança absoluta”, detalhou aquela autoridade, citada pela agência AFP.
A decisão surgiu poucas horas após ter sido revelada a morte de uma menina de 10 anos, em Palermo, no sul da Sicília, por asfixia enquanto participava no desafio ‘jogo do lenço na cabeça’ [Blackout Challenge, em inglês], que consiste em estar o maior tempo possível sem respirar, e se filmava com o próprio telemóvel para o Tik Tok.
O registo desta criança na rede social, que é muito popular entre adolescentes, “não foi recusado pela empresa” apesar da idade, que era inferir ao mínimo de 13 anos previsto pelo TikTok, sublinhou ainda.
A autoridade de proteção de dados instaurou um processo contra a rede social em dezembro de 2019, criticando a “falta de atenção à proteção de menores, a facilidade de contornar a proibição de registro de menores e a falta de transparência e clareza nas informações fornecidas aos usuários, bem como configurações pré-definidas que não respeitam a privacidade”.
A inspetora-geral das Atividades Económicas de Moçambique, Rita Freitas, assegurou ontem que a polícia vai devolver aos donos todos os produtos ilegalmente apreendidos em ações de controlo das restrições de horários para combate à covid-19.
“Os produtos que tiverem sido ilegalmente apreendidos em estabelecimentos devidamente autorizados para o exercício de comércio serão devolvidos aos legítimos proprietários”, disse Rita Freitas, em entrevista ao canal público Rádio Moçambique.
A responsável assinalou que, por outro lado, as mercadorias apreendidas em locais não autorizados para venda, principalmente bebidas alcoólicas, vão reverter a favor do Estado.
A inspetora-geral das Atividades Económicas considerou positivo o comportamento dos agentes económicos em relação às restrições impostas pelo Governo para o combate à covid-19, assinalando a ocorrência de incumprimentos pontuais.
“No geral, estamos satisfeitos com a observância do decreto presidencial que impõe restrições no exercício das atividades económicas”, avançou.
Rita Freitas não entrou em detalhes sobre como será feita a devolução das mercadorias apreendidas, tendo em conta que várias entidades criticaram o facto de o confisco não ter sido feito mediante inventário nem termo de apreensão para identificação dos produtos e respetivos proprietários.
Imagens de polícias a retirar bebidas alcoólicas de pequenas mercearias que funcionam no interior de mercados em Maputo por suposta violação das regras de prevenção de covid-19 provocaram repúdio na sociedade moçambicana.
A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido da oposição, qualificou na quinta-feira como “catástrofe moral” e “ilegal” a apreensão pela polícia de produtos alimentares de vendedores que supostamente violaram as restrições impostas no âmbito do combate à covid-19.
“Esta atuação, além de ilegal, representa uma catástrofe moral por parte das autoridades policiais, porque aqueles produtos apreendidos ilegalmente são a única fonte de rendimento e de alimento daquelas famílias”, disse o porta-voz da Renamo na cidade de Maputo, Ivan Mazanga.
Na terça-feira, a Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM) considerou como “ilegal” e um “roubo” a atuação da polícia.
“O que vimos foi uma ação diretamente dirigida à apreensão de bebidas alcoólicas em mercearias, em total desrespeito da lei. Aquilo que a polícia fez compara-se mais a roubo”, declarou a presidente da Comissão dos Direitos Humanos na OAM, Feroza Zacarias.
Moçambique contabiliza 283 óbitos por covid-19 e 30.225 casos, dos quais 19.510 (64%) recuperados.
A quantidade de carga movimentada pelo porto de Maputo diminuiu 13% em 2020 face a 2019, anunciou a companhia gestora em comunicado, que diz ser um reflexo da pandemia de covid-19.
Passaram pelo porto de Maputo 21 milhões de toneladas de carga em 2019, valor que desceu para 18,3 milhões de toneladas em 2020, referiu a Maputo Port Development Company (MPDC).
A MPDC considerou o declínio como um reflexo das restrições impostas a par da pandemia de covid-19, “nomeadamente o encerramento de fronteiras e o ‘lockdown’ sul-africano entre março e abril”, além de “restrições no funcionamento da fronteira que se sentiram durante todo o ano”.
Ainda assim, “o volume ferroviário de crómio e ferro-crómio”, minérios exportados pela África do Sul através de Maputo, “registaram um crescimento notável de 33% quando comparado com 2019”.
A MPDC realçou que a pandemia promoveu a migração do transporte de minérios a granel, da estrada para a ferrovia.
A parcela de carga em ferrovia subiu de 20% em 2019 para 25% do total dos volumes manuseados em 2020.
Para 2021, o porto de Maputo prevê uma recuperação “cautelosamente otimista”: “iremos colher os frutos do nosso investimento na infraestrutura portuária e em soluções tecnológicas”, referiu Osório Lucas, diretor executivo da MPDC, citado no comunicado.
Apesar do decréscimo nos volumes totais manuseados em 2020, a empresa disse apoiar “plenamente” as medidas tomadas para conter a pandemia, defendendo os valores da vida, e manter o compromisso de investir na expansão e reabilitação da infraestrutura portuária.
Moçambique registou mais sete mortes por covid-19, elevando o total de óbitos para 290, tendo ainda 623 novos casos de infeção pelo novo coronavírus, anunciou ontem, o Ministério da Saúde.
As sete vítimas mortais são de nacionalidade moçambicana, com idades entre 23 e 70 anos.
As mortes foram registadas desde quarta-feira, indicou um boletim de atualização de dados sobre a pandemia.
O total acumulado de casos em Moçambique subiu para 30.848, 64% dos quais recuperados.
Moçambique tem um total de 10.696 casos ativos, a maioria na cidade de Maputo.
No país, desde o anúncio do primeiro caso em 22 de março, foram testados cumulativamente 319.169 casos suspeitos, dos quais 2.998 nas últimas 24 horas.
A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.092.736 mortos resultantes de mais de 97,4 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
O Presidente da República, Flipe Nyusi, enalteceu o esforço dos profissionais de saúde, no país, no combate que têm vindo a travar visando minimizar os efeitos da pandemia da Covid-19.
Filipe Nyusi fez este elogio durante a visita que efectuou, na sexta-feira (22), ao Hospital Central de Maputo.
“Eu pedi o vosso Ministério, em coordenação com a vossa direcção do Hospital, para passar aqui. É solidariedade simplesmente. Faço isso como nos outros desafios que tenho tido, me desloco ao terreno, converso com a tropa, converso com aquele que estão directamente em problemas. Estamos totalmente atentos aquilo que vocês estão a fazer, as dificuldades que vocês estão a passar. Quando na altura decretamos um subsídio, não o fizemos por emoção, não o fizemos sabendo que não temos muitas possibilidades que poderiam merecer muito mais até, não necessariamente por causa da Covid, mas estamos porque vivemos o dia-a-dia do enfermeiro, do médico, do socorrista, do motorista de ambulância etc..estamos aqui em nome do país, em nome do povo e não só, a todos aqueles que residem em Moçambique, para reconhecer o vosso papel, a vossa entrega em momentos bastantes difíceis”, disse.
O tratado internacional de proibição das armas nucleares, não assinado pelos países que possuem armamento atómico, entrou na sexta-feira (22) em vigor, numa concretização saudada pelas Nações Unidas (ONU) e pelo papa Francisco.
“O tratado representa uma etapa importante no caminho para um mundo sem armas nucleares e demonstra forte apoio a iniciativas multilaterais de desarmamento nuclear”, sublinhou, em comunicado, o secretário-geral da ONU, António Guterres.
Trata-se do “primeiro tratado multilateral de desarmamento nuclear concluído em mais de 20 anos”, acrescentou o responsável, que pediu “a todos os Estados para trabalharem no sentido (…) do progresso da segurança e proteção coletivas”.
O documento proíbe a utilização, o desenvolvimento, a produção, os testes, o estacionamento, o armazenamento e a ameaça de uso de tais armas.
É o “primeiro instrumento juridicamente vinculativo a proibir explicitamente estas armas, cuja utilização tem um impacto indiscriminado, atinge um grande número de pessoas em pouco tempo e causa danos a muito longo prazo ao ambiente”, considerou ainda esta semana o papa.
“Encorajo vivamente todos os Estados e todas as pessoas a trabalharem com determinação para promover as condições necessárias a um mundo sem armas nucleares, contribuindo para o avanço da paz e da cooperação multilateral, de que a humanidade tanto precisa hoje em dia”, acrescentou.
Também o presidente do Comité Internacional da Cruz Vermelha, Peter Maurer, disse, em comunicado, que esta era uma vitória para a humanidade, destacando a necessidade de atingir o objetivo do tratado: “um mundo sem armas nucleares”.
Em 24 de outubro, o tratado, aprovado por uma centena de nações, foi ratificado por 50 países, o que permitiu a entrada em vigor 90 dias depois, ou seja, hoje.
Com os Estados Unidos e a Rússia, que detêm 90% deste tipo de armamento, o mundo conta nove potências nucleares: China, França, Reino Unido, Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte.
A maioria destes países defendem que estes arsenais servem de dissuasão e afirmam aplicar o tratado de não-proliferação, que visa impedir a disseminação deste armamento a outras nações.
O tratado de proibição das armas nucleares foi estabelecido por iniciativa da Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (ICAN), uma organização não-governamental distinguida com o prémio Nobel da Paz em 2017.
O Japão, único país bombardeado com armas nucleares, não assinou o tratado e questionou a eficácia do documento por não ter sido aprovado pelas potências atómicas.
Também Portugal não assinou o tratado por considerar que não responde à necessidade de desarmamento e não observa as preocupações de segurança de muitos países, afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, em entrevista ao jornal ‘online’ SeteMargens.
Um agente da Polícia da República de Moçambique (PRM) na província da Zambeza está detido por suspeita de liderar um grupo de assaltantes à mão armada.
O agente, afecto ao regimento da Polícia de Fronteira, no distrito de Milange e indiciado de constituir uma quadrilha, foi detido após investigações sobre um roubo num estabelecimento comercial, disse o porta-voz da PRM na Zambézia, Miguel Caetano.
Segundo a PRM, o agente e outras três pessoas, entre as quais um funcionário do Conselho Municipal da vila de Milange, assaltaram o estabelecimento na quarta-feira e levaram duas motorizadas e 21 mil meticais.
“Após a denúncia do assalto houve um trabalho de averiguação, pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal, e foi possível deter o agente e, a partir dele, os outros três membros da grupo”, acrescentou.
De acordo com a PRM, o agente da polícia, agora detido, tinha sido destacado para Cabo Delgado, integrando as forças que combatem a insurgência armada na região, mas desertou, sendo agora encontrando a liderar o grupo de assaltantes.
Pelágio Pascoal deverá dentro de dias ser confirmado candidato à presidência da Federação Moçambicana de Voleibol (FMV), encabeçando uma lista maioritariamente composta por integrantes do actual elenco directivo.
Será o chamado candidato da continuidade segundo escreve o Olhoclínico, o que aos eleitores irá prometer prosseguir com o trabalho feito por Khalid Cassam durante os oito anos nos quais esteve à frente dos destinos do voleibol nacional.
À imprensa, o actual secretário-geral não descarta a possibilidade de se candidatar, mas diz ser prematuro dar qualquer garantia neste momento. Deixa tudo nas mãos da actual direcção, “que vai ter de reunir e decidir quem dará continuidade ao trabalho”.
“Será feita uma proposta e o candidato deverá ser legitimado. Nós trabalhamos em grupo”, determina, em breves parêntesis, Pelágio Pascoal.
As eleições para a escolha dos novos órgãos sociais da FMV estão marcadas para o próximo dia 29 de Março.
Refira-se que Khalid Cassam está impedido de concorrer por ter atingido o limite de dois mandatos consecutivos na presidência deste organismo desportivo.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente um (1) Operador de Máquinas. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
AIPDC Moçambique – Associação de Iniciativa Para o Desenvolvimento da Comunidade, é uma organização não-governamental Moçambicana, sem fins lucrativos; pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Supervisor/a de HIV Pediátrico. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), pretende recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Provincial de Ensino e Aprendizagem do Projecto STAR-G. Saiba mais.
A Fundação AVSI pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) um/a (1) Arquitecto Júnior (Ref:01/Arquitecto Júnior/01/Pemba/2021/AVSI. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma empresa que actua no ramo de Petróleos um (1) Jurista. Saiba mais.
A Agência de Cooperação Austríaca para o Desenvolvimento (CAD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Administrativo e Financeiro. Saiba mais.
A Agência de Cooperação Austríaca para o Desenvolvimento (CAD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Administrativo e Financeiro. Saiba mais.
A GIZ – Deutsche Gesellsschaft fur Internationale Zusammenarbeit pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um(a) Administrador(a) de Projecto. Saiba mais.
A GIZ – Deutsche Gesellsschaft fur Internationale Zusammenarbeit pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um(a) Administrador(a) de Projecto. Saiba mais.
A GIZ – Deutsche Gesellschaft fur Internationale Zusamemenarbeit pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Assessor/a de Recursos Humanos. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente um (1) Designer Gráfico. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Agente de Limpeza. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Motoristas Mecânicos. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Assistente de Escritório. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Oficial de Administração e Recursos Humanos. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Oficial de Procument e Logística. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Oficial de Procument e Logística. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Oficial Sénior de Finanças. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Coordenador(a) Provincial. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Coordenador(a) Nacional de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Oficiais Provinciais de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Oficiais Provinciais de Capacitação e Comunicação. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dez (10) Oficiais de Campo. Saiba mais.
A Aldeia das Crianças SOS Kinderdorf International pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Escola Primária e Secundária para Maputo. Saiba mais.
World Vision-Moçambique (WV-Moç), no âmbito de implementação dos projectos de recuperação pós Ciclone Idai, torna público que pretende recrutar um (1) Motorista para o Projecto UNICEF Education. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente um (1) Caixa. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente dois (2) Motoristas. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civíl (CESC) está a recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Gestor/a de Projecto para Maputo. Saiba mais.
Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar um (1) Assistente Administrativo e Financeiro para Sofala. Saiba mais.
Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar Enfermeiras de Saúde Materno Infantil (ESMI) baseadas na provincia de Sofala. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente uma (1) Recepcionista. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente um (1) Técnico de Contabilidade. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Cooperação Alemã para o Desenvolvimento- (GIZ) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um(a) (1) Assessor/a Para a Promoção do Emprego Juvenil nas Zonas Rurais para Nampula. Saiba mais.
A Cooperação Alemã para o Desenvolvimento- (GIZ) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um(a) (1) Assessor/a Para a Promoção do Emprego Juvenil nas Zonas Rurais para Beira. Saiba mais.
A organização humanitária Médicos Sem Fronteiras pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Recursos Humanos para Maputo. Saiba mais.
A DSD Capital, Lda. pretende recrutar para o seu quadro 30 Agentes de Crédito, em regime de prestação de serviços, a fim de atender a demanda do mercado pelos serviços. Saiba mais.
A DSD Capital, Lda pretende recrutar para o seu quadro 20 Agentes Comerciais, em regime de prestação de serviços, a fim de atender a demanda do mercado pelos serviços, entre outras o agente de crédito. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director do Projecto. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director Financeiro. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente três (3) Contabilistas. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Gestor de Projectos. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Engenheiro Mecânico. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director Financeiro e de Administração. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente (1) Secretária Executiva. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A MECO Empreendimentos é uma Empresa de Consultoria em Recursos Humanos está a rectutar para uma Instituiçâo privada de Ensino, Professores. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) ,o âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Assessor Técnico Sénior de Pediatria. Saiba mais.
A empresa mineira Vale assinou na quarta-feira (20) um acordo para a aquisição das participações da firma japonesa Mitsui na mina de carvão de Moatize e no Corredor Logístico de Nacala (CLN). O memorando de entendimento é o primeiro passo para a saída da Mitsui do negócio de carvão.
Segundo o comunicado de imprensa da Vale, trata-se também “do primeiro passo para o desinvestimento da Vale no negócio de carvão”.
“A transação está em linha com o foco da empresa em dar prioridade aos seus principais negócios e à sua agenda ESG (Estratégia, Social e Governamental), empenhada em tornar-se carbono neutro até 2050 e em reduzir 33% de suas emissões até 2030”, refere uma nota da empresa.
O acordo estabelece os principais termos para a aquisição pela Vale da totalidade das participações da Mitsui – 15% na mina de Moatize, juntamente com 50% de participação e todos os outros créditos minoritários que a Mitsui detém na CLN, aponta o documento.
O memorando de entendimento (HoA – Heads of Agreement) prevê que a Vale compre, por um dólar americano, a participação em cada um dos activos de mina e logística de titularidade da Mitsui. O objectivo das partes é que a saída da Mitsui possa ser concluída durante o ano 2021.
“Após o encerramento da transação, a Vale consolidará as entidades da CLN e, portanto, todos os seus activos e passivos, incluindo o Project Finance do Corredor de Nacala, que tem cerca de 2,5 biliões de dólares de saldo remanescente”, indica o comunicado de imprensa.
A conclusão do negócio e a saída da Mitsui está sujeito à execução do contrato definitivo e a condições precedentes usuais neste tipo de transação.
“A consolidação do Project Finance implicará aproximadamente 300 milhões de dólares por ano em despesas operacionais na mina de Moatize, associadas à tarifa do CLN”, sublinha a nota.
Importa lembrar que ao longo dos últimos 15 anos, a Vale tem actuado em parceria com os governos de Moçambique e Malawi, na implantação da mina de Moatize e dos 912 km do CLN.
“A Vale continuará a suportar o ramp-up do projecto e manterá todos os seus compromissos com a sociedade e os stakeholders, incluindo obrigações já assumidas quanto a direitos trabalhistas e reassentamentos”, compromete-se a empresa mineira brasileira.
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