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Sábado, Julho 25, 2026
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Explosão mata oito soldados somalis

Oito soldados somalis, incluindo um alto oficial dos serviços de inteligência, morreram no domingo (07), na sequência da explosão de uma mina que atingiu o veículo que os transportava, num ataque já reivindicado pelos radicais islâmicos Al-Shabab.

A explosão destruiu por o veículo militar à saída de Dhusamareb, localidade situada a cerca de 400 quilómetros a norte de Mogadíscio, capital da Somália.

“Pensamos que o veículo foi atingido por uma mina colocada pelos terroristas à saída de Dhusamareb. Oito elementos das forças de segurança foram mortos e duas pessoas ficaram feridas”, afirmou à agência France Press Mohamed Ali, responsável militar nesta localidade.

Segundo Mohamed Ali, Abdirashid Abdinur, comandante da agência de segurança nacional (NISA), figura entre as vítimas mortais.

Abdiweli Adan, outro oficial militar, citado pela France Presse, afirmou que os soldados realizavam operações de segurança na área quando o veículo atingiu um dispositivo explosivo.

“A explosão destruiu completamente o veículo e matou quase todos a bordo. Um ou dois soldados sobreviveram, mas estão gravemente feridos”, acrescentou.

Filiados à Al-Qaeda, os Al-Shabab assumiram a responsabilidade pelo ataque através de um comunicado, onde alegam ter matado catorze soldados, incluindo um alto quadro militar.

Os Al-Shabab controlavam Mogadíscio, capital da Somália durante 30 anos, antes de ser depostos, em 2011, pelas tropas da União Africana que apoiam o governo federal.

Este grupo islâmico controla e opera ainda grandes áreas rurais.

Pelo menos cinco civis morreram e dez ficaram feridos noutro ataque realizado no último domingo em Mogadíscio pelos Al-Shabab, e que tinha como alvo um ex-general aposentado.

Joe Biden quer renovar parcerias com África

A administração Biden manifesta o compromisso de reforçar as relações diplomáticas com o continente africano. A intenção foi manifestada por Joe Biden, numa mensagem por ocasião da abertura da 34ª Cimeira da União Africana.

Numa mensagem dirigida aos Chefes de Estado e de governos africanos, Joe Biden defende uma diplomacia sustentada, em concertação com a União Africana.
No seu primeiro discurso sobre os contornos da nova política estrangeira dos Estados Unidos, o Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, realçou a importância dos laços com o continente africano e o destino que liga o seu país e as Nações de África, escreve a RFI.

Joe Biden, afirmou que os Estados Unidos é um parceiro pronto, para ajudar a África a resolver os seus problemas económicos, políticos, em matéria de saúde e a superar os conflitos que têm destruído países e travado o desenvolvimento.

Segundo o chefe de Estado norte-americano nada será fácil, mas os Estados Unidos da América estão prontos para ser parceiros da África na realização da difícil tarefa.

Mais de mil cidadãos manifestam contra o golpe de Estado em Myanmar

Mais de mil pessoas começaram hoje a manifestar-se nas ruas de Rangum contra o golpe de Estado no início deste mês, no qual a líder Aung San Suu Kyi foi afastada do poder.

“Estou a participar neste movimento porque não quero a ditadura”, disse à agência de notícias France-Presse o trabalhador de uma fábrica de confeção Hnin Thazin, durante o protesto na capital económica do país, iniciado às 10:00 locais (03:30 em Lisboa).

Ao mesmo tempo, os manifestantes apelavam para a realização de uma greve geral, tal como haviam feito durante o fim de semana, um pouco por todo o país.

“Não vamos trabalhar mesmo que o nosso salário baixe”, acrescentou, desfilando ao lado de outros trabalhadores, monges e estudantes, que agitavam bandeiras vermelhas nas quais se podia ler: “Libertem os nossos dirigentes”, “Respeitem os nossos votos” ou “Rejeitem o golpe de Estado”.

Em várias cidades do país decorriam protestos idênticos, tal como no fim de semana, com os manifestantes a gritarem: “Não queremos ditadura militar”, “Libertem ‘Mãe Suu'”. Aung San Suu Kyi, prémio Nobel da Paz, foi detida, em local não conhecido, na segunda-feira.

As manifestações, as mais importantes desde a revolta popular de 2007, violentamente reprimida pelos militares, decorreram sem grandes incidentes.

Numa mensagem enviada aos órgãos de comunicação social, os organizadores dos protestos exigiram uma “revolução em todo o país contra a ditadura” e apelaram para uma greve geral, com um pedido aos funcionários públicos e trabalhadores das empresas privadas para se juntarem ao movimento.

Dezenas de funcionários públicos de vários ministérios tinham já deixado de trabalhar na semana passada, em sinal de protesto.

Os militares puseram fim, em 01 de fevereiro, a uma frágil transição democrática, ao instaurarem o estado de emergência por um ano e detiveram Suu Kyi e outros dirigentes da Liga Nacional para a Democracia (LND).

Mais de 150 pessoas, entre deputados, responsáveis locais e ativistas, foram interpelados e continuam detidos, indicou a AAPP.

As ligações à internet foram parcialmente reestabelecidas no domingo, depois de uma perturbação no serviço de 24 horas, mas o acesso à rede social Facebook, principal ferramenta de comunicação para milhões de birmaneses, continua a ser restrito.

O país viveu sob um regime militar durante cerca de 50 anos, desde a independência em 1948.

Uma liberalização progressiva começou em 2010, e cinco anos depois, com a vitória da LND nas eleições, chegou ao poder um governo civil, dirigido de facto por Suu Kyi.

Muito criticada até há pouco pela comunidade internacional pela alegada passividade na crise dos muçulmanos rohingyas, Aung San Suu Kyi, que viveu sob residência vigiada durante 15 anos pela oposição à junta, continua a ser extremamente popular no país.

De acordo com fontes partidárias, a ex-dirigente estará de “boa saúde”, confinada a uma residência em Naypyidaw, a capital construída pelos militares.

A LND venceu novamente as legislativas de novembro, num escrutínio cuja regularidade foi contestada pelos militares, apesar de observadores internacionais não terem constatado quaisquer problemas graves.

Os militares prometeram eleições livres depois do fim do estado de emergência.

Nyusi espera “firme propósito” da União Africana contra o terrorismo em Cabo Delgado

O Presidente da República espera manifestação de “firme propósito” da parte da União Africana na luta contra o terrorismo em Cabo Delgado. Filipe Nyusi expressou o desejo durante a abertura da 34ª cimeira do órgão, que decorreu de forma virtual de sábado até domingo (07).

Desde a eclosão do terrorismo em Cabo Delgado, há mais de três anos, a União Africana ainda não se pronunciou em relação a algum apoio concreto ao país.

Na busca pela assistência logística, capacitação e treinamento das Forças de Defesa e Segurança, Moçambique formulou um pedido à União Europeia. Entretanto, Filipe Nyusi acredita que a União Africana ainda pode fazer a sua parte, de forma específica, para ajudar no combate ao terrorismo em Cabo Delgado.

No primeiro dia da 34ª cimeira dos chefes de Estado e de Governo da União Africana, Filipe Nyusi abordou a questão do terrorismo em Cabo Delgado, como um dos problemas que o país quer eliminar.

“Em relação aos desafios da área de paz e segurança, permitam-me realçar, perante esta augusta assembleia [da União Africana], a ameaça do terrorismo e o radicalismo violento que o meu país tem vindo a ser vítima”, afirmou o Chefe do Estado, sem, no entanto, deixar de expressar gratidão pela disponibilidade em apoiar Moçambique, manifestada por alguns países do continente.

“Queremos manifestar a nossa imensa gratidão pelo apoio e pela solidariedade que temos vindo a receber, por parte da nossa região, como de grande parte dos países irmãos, aqui presentes [na União Africana]”, disse o Presidente da República, reiterando que o povo “é grato pelos apoios para fazer face às vicissitudes humanitárias, às mortes e à destruição perpetuadas por esses actores [terroristas] sem rosto”.

Jornalista Cheng Lei acusada de fornecer segredos de Estado

O Governo da Austrália disse hoje que a jornalista australiana Cheng Lei, detida na China, foi acusada de “fornecer segredos de Estado a um país estrangeiro”.

Aministra dos Negócios Estrangeiros australiana, Marise Payne, afirmou que as autoridades chinesas apresentaram na sexta-feira uma acusação formal contra Cheng, nascida na China e apresentadora da televisão pública chinesa CGTN, detida desde 13 de agosto.

O Governo australiano manifestou “grande preocupação” às autoridades chinesas acerca da detenção de Cheng e está a prestar-lhe assistência consular.

“Esperamos que as normas básicas de equidade, justiça processual e tratamento humano sejam cumpridas, de acordo com as normas internacionais”, disse Payne.

Além da jornalista, a China também deteve Yang Hengjun, escritor chinês-australiano, desde o início de 2019, por alegada espionagem.

As relações já tensas entre Camberra e Pequim têm estado sob pressão crescente desde que a Austrália lançou este ano uma investigação independente sobre a origem do novo coronavírus, cujos primeiros casos da doença foram detetados na cidade chinesa de Wuhan.

A Austrália também aprovou várias leis contra a interferência na política interna de países estrangeiros, sem citar explicitamente a China, com Pequim a responder impondo direitos aduaneiros a algumas importações australianas.

Nove pessoas morrem na Índia após destruição de barragem pelo Glaciar

A queda de um glaciar nos Himalaias, na Índia, destruiu uma barragem, causando inundações e morte de nove pessoas. Segundo a imprensa internacional, além de mortos, há várias pessoas desaparecidas.

O incidente aconteceu no estado indiano de Uttarakhand, que é atravessado pelos Himalaias. De acordo com fontes locais, a água da represa transbordou e atingiu várias vilas ao seu redor.

A Índia colocou várias regiões em alerta máximo em consequência do incidente. As pessoas foram retiradas das suas residências devido ao aumento do nível da água no rio que é alimentado pela massa de gelo.

Seca afeta Centenas de milhares de pessoas no sul da China

Centenas de milhares de pessoas no sul e no leste da China estão a enfrentar escassez de água potável, devido aos baixos níveis de precipitação registados nos últimos meses, revelaram as autoridades.

O Ministério dos Recursos Hídricos disse que mais de 500.000 hectares de terras aráveis foram afetados pela seca, deixando 330.000 pessoas em áreas rurais sem abastecimento suficiente de água potável.

Desde outubro que os níveis de precipitação nas regiões a sul do rio Yangtse se fixaram entre 50% e 80% abaixo do normal, indicou a mesma fonte, citada pela imprensa chinesa.

Cerca de 2,4 milhões de pessoas nas províncias de Zhejiang, Guangdong e Fujian já foram afetadas pela seca, e as preocupações estão a aumentar em Guangxi, Hunan e Yunnan, segundo o ministério.

Em Taizhou, província de Zhejiang, os residentes da vila de Sanmen estão a enfrentar a pior seca dos últimos 50 anos, informou a emissora estatal CCTV.

As autoridades locais ordenaram que o abastecimento de água para as famílias funcione apenas em dias alternados e que as empresas não essenciais que usam grandes quantidades de água suspendam as suas operações.

Nas áreas rurais, a água potável é entregue aos moradores por bombeiros e novos poços estão a ser abertos para aumentar o abastecimento.

Yuan Yuan, vice-diretor do departamento de previsão da Administração Meteorológica da China, disse em entrevista ao portal Thepaper.cn que a seca foi causada principalmente pela La Niña, um padrão climático complexo que ocorre devido às variações das temperaturas na banda equatorial do Oceano Pacífico.

“A circulação anormal do ciclone continuou desde outubro e a sua intensidade aumentou no inverno”, referiu.

Qian Yonglan, investigador do Centro Meteorológico Nacional, apontou que a seca já teve um impacto prejudicial nas safras de outono e inverno, como a batata, pimentão, tomate e banana, e pode representar uma ameaça às colheitas de arroz.

“Se a precipitação continuar baixa, pode afetar o plantio do arroz”, descreveu.

As medidas para reduzir a propagação do Coronavírus estão longe de serem cumpridas

Há proprietários de vários estabelecimentos comerciais e de restauração que ainda não cumprem as medidas previstas no decreto do Conselho de Ministros para conter a propagação do novo Coronavírus. Alguns assumiram que as regras previstas no documento ainda não são do seu domínio.

Sábado (06), segundo dia da vigência do Decreto 2/2021, de 4 de Fevereiro, que revê as medidas para a contenção da propagação da pandemia da COVID-19, no contexto da Situação de Calamidade Pública. O número quatro do artigo 20 estabelece que “nos locais de atendimento ao público é obrigatória a definição da capacidade máxima e sua respectiva afixação em locais bem visíveis da instituição, sendo que, os gestores destas instituições são responsáveis pelo seu cumprimento”.

Todavia, poucos agentes ou nenhum afixou a informação relativa à capacidade máxima do seu estabelecimento. Na baixa da cidade de Maputo o “festival” de irregularidades é de bradar aos céus.

Carlos Cuna trabalha num dos supermercados da capital do país. Porque a informação atinente à capacidade máxima das pessoas no seu estabelecimento ainda não foi afixada no local indicado pelo Governo, limita o número de clientes recorrendo à contagem de quem entra e sai.

Ainda na baixa da cidade de Maputo, no sector de venda de roupas, as lojas estão desprovidas de todos os meios de prevenção e combate à COVID-19. Os baldes que deviam conter água para a lavagem das mãos andam vazios, não existem termómetros para a medição da temperatura do corpo, os clientes não desinfectam as mãos à entrada por falta de produto para o efeito e as enchentes são comuns no interior das lojas.

Os supermercados como Shoprite e Grupo Mica, apesar de terem afixado os horários de funcionamento, não fizeram o mesmo em relação à capacidade máxima, o que preocupa os clientes.

No sector de restauração, verifica-se a mesma situação. Linda Argiropulos, gerente do South Beach, reconheceu que a informação sobre a capacidade máxima do seu estabelecimento ainda não é do seu domínio. Mas garantiu que iria corrigir a situação.

Lurdes Fernandes, gerente do restaurante Sagres, também reconheceu a importância da informação exigida pelas autoridades. Entretanto salientou que no actual contexto da pandemia, o estabelecimento não consegue ter 20 clientes. Aliás, segundo ela, esse número é grande, é difícil ter 10 pessoas.

Os nossos entrevistados alegaram ainda que precisam de um diálogo com o Ministério da Indústria e Comércio para melhor articulação e interpretação do Decreto 2/2021, de 4 de Fevereiro.

Homem de confiança de Mariano Nhongo, diz que este se encontra isolado

Leonardo Munguambe, ou simplesmente João Machava, foi um dos homens de confiança de Mariano Nhongo e diz que entrou para o movimento porque achava que a causa para os ataques armados em Manica e Sofala era justa. Por isso, segundo as suas palavras, juntou-se a Nhongo para defender os interesses do partido Renamo, mas ao meio do caminho desentendeu-se com o seu antigo líder.

“O programa, no geral”, era para resolver “os problemas dentro do partido” e “não andar a matar pessoas. Mas ter um dirigente como Mariano Nhongo, que não quer ouvir o que as pessoas falam, as coisas não correm bem”, disse João Machava, acrescentando que não tinha conhecimento de muitos dos problemas de que Nhongo falava.

O entrevistado alegou que se afastou do líder da Junta Militar da Renamo porque não concorda com os meios a que recorre para atingir os seus objectivos. Disse ainda que o projecto que lhe foi proposto já não tem pernas para andar, uma vez que muita gente que se juntou a Mariano Nhongo também desistiu, por causa do assassinato indiscriminado de civis.

João Machava narrou que a única base forte que apoiava Mariano Nhongo era a de Mabote, com mais de 170 homens, mas todos já se juntaram ao processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) por não acreditarem mais em Mariano Nhongo.

João Machava acredita que Mariano Nhongo está isolado porque mesmo quem ainda está impedido de sair da Junta Militar já não tem motivações para lutar pela causa que lhe foi incutida.

Questionado sobre quem realmente apoia Mariano Nhongo, o entrevistado afirmou que, actualmente, o homem mais procurado pelas Forças de Defesa e Segurança, em Manica e Sofala, encontra-se abandonado e vive de favores ou boa vontade de pessoas que lhe dão de comer.

Machava garantiu que não tem contacto com Mariano Nhongo desde o início do ano passado e deixou um recado para o seu antigo líder: “eu se fosse Mariano Nhongo, não precisaria ser perseguido”, mas sim, juntar-se ao processo do DDR “e resolver os problemas dentro do partido. Depois disso, não será perseguido”.

Missões espaciais terrestres chegam a Marte nos próximos dias

O orbitador dos Emirados Árabes Unidos chegará a Marte na próxima terça-feira e menos de 24 horas depois será seguido pelo conjunto orbitador-‘rover’ da China.

Por sua vez, o ‘rover’ da NASA, o vagão cósmico, chegará ao local uma semana depois, a 18 de fevereiro, para recolher rochas e voltar ao planeta Terra, com o intuito de determinar se alguma vez existiu vida em Marte.

Tanto os Emirados Árabes Unidos como a China são recém-chegados a Marte, onde mais da metade dos emissários da Terra falharam.

A primeira missão da China a Marte, numa parceria com Rússia em 2011, não chegou a passar da órbita da Terra.

“Como engenheiros e cientistas estamos muito entusiasmados, mas ao mesmo tempo stressados e felizes, preocupados e com receio”, afirmou Omran Sharaf, responsável pelo projeto dos Emirados Árabes Unidos.

Todas as três naves espaciais foram lançadas em julho passado, durante uma janela de lançamento Terra-Marte que ocorre apenas a cada dois anos, motivo pelo qual as respetivas chegadas são próximas.

Com o nome de ‘Amal’ (Esperança em árabe), a aeronave procura uma órbita especialmente alta – 22.000 quilómetros por 44.000 quilómetros – para melhor monitorizar o clima marciano.

Já a chinesa, batizada de Tianwen-1 ou ‘Busca pela Verdade Celestial’, irá permanecerá emparelhada em órbita até maio, quando o ‘rover’ se irá separar para descer à superfície empoeirada e avermelhada. Se tudo decorrer dentro da normalidade será o segundo país a pousar com sucesso no planeta vermelho.

Por sua vez, o ‘rover’ americano ‘Perseverance’ mergulhará imediatamente para o solo marciano, à semelhança do que já aconteceu em 2012 com o ‘Curiosity’. Até agora a NASA acertou em oito das nove tentativas de pousos em Marte.

Apesar das diferenças – o ‘Perseverance’ de uma tonelada é maior e mais elaborado do que o ‘rover’ ‘Tianwen-1’ – ambos procurarão sinais de vida microscópica ancestral.

A missão ‘Perseverance’ é a primeira etapa da parceria EUA-Europa para trazer amostras de Marte para a Terra na próxima década.

“Para dizer que estamos animados com isso, bem, isso seria um grande eufemismo”, disse Lori Glaze, diretora de ciência planetária da NASA.

O objetivo do ‘Perseverance’ é chegar ao delta de um antigo rio por parecer um local lógico para ter abrigado vida. Esta zona de pouso na cratera de Jezero é tão difícil que a NASA já a rejeitou aquando do ‘Curiosity’. Contudo os cientistas estão ansiosos por colherem as rochas desse local.

“Quando os cientistas observam um local como a cratera de Jezero, eles veem uma promessa, certo? Mas quando eu olho para Jezero, vejo perigo. Há perigo em toda parte”, disse Al Chen, que está encarregado da equipa de entrada, descida e pouso no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena, Califórnia.

Os penhascos íngremes, poços profundos e montanhas podem prejudicar ou condenar a ação do ‘Perseverance’, após a descida pela atmosférica que está prevista durar sete minutos.

Devido aos atrasos de comunicação, o ‘rover’ estará por conta própria, e não poderá contar com o apoio dos controladores de voo.

‘Amal’ e ‘Tianwen-1’ também precisarão operar de forma autónoma enquanto manobram para entrar em órbita.

Através de um elaborado plano, ainda em desenvolvimento pela NASA e pela Agência Espacial Europeia, este tesouro geológico deverá chegar ao planeta Terra no início de 2030.

Os cientistas consideram que é a única maneira de determinar se a existiu vida Marte.

O chefe da missão científica da NASA, Thomas Zurbuchen, salienta mesmo ser “uma das coisas mais difíceis já feitas pela humanidade e certamente na ciência espacial”.

Os EUA são o único país a pousar com sucesso em Marte, começando com os vikings de 1976.

Já as naves espaciais russas e europeias destruídas espalham-se pela paisagem marciana, junto com o módulo ‘Mars Polar Lander’ lançado pela NASA em 1999.

Atualmente, seis naves espaciais estão a operar na órbita de Marte: três dos EUA, duas da Europa e uma da Índia. Os Emirados Árabes Unidos esperam fazer ser os sétimos com a ‘Amal’, cuja chegada a Marte coincide com o 50º aniversário da fundação do país.

“Começar o ano com este marco é algo muito importante para o povo dos Emirados Árabes Unidos”, salientou Omran Sharaf.

A pandemia de coronavírus complicou cada etapa dos 480 milhões de quilómetros de cada nave espacial até Marte.

Obrigando a conjunta a Marte das agências espaciais europeia e russa ficar em terra até a próxima janela de lançamento em 2022.

Ilha do Lobo ameaçada de extinção

A constatação é da Faculdade de Ciências Naturais da Universidade Lúrio. A instituição aponta que entre as espécies ameaçadas de extinção na Ilha do Ibo, em Cabo Delgado, constam plantas e peixes, e apela para que haja medidas no sentido de resolver o problema.

Da lista das espécies ameaçadas constam Tarenna Pembensis, uma planta nativa de Cabo Delgado, mas já em risco de extinção; Coffea Racemosa, o conhecido café do Ibo, que igualmente pode desaparecer.

Em relação aos peixes em risco de extinção, pesquisadores aperceberam-se da existência de três espécies que também estão ameaçadas, nomeadamente: a epinepheluf fuscoguttatus, a garoupa manchada, a epinepheluf malabaricus, a garoupa malabarica e chaetodon trifascialis.

Entre as causas da ameaça à biodiversidade, de acordo com a pesquisa da Universidade Lúrio, está a sobrepesca, a introdução de espécies exóticas e o uso da terra para agricultura.

Entretanto, além do risco de extinção, os pesquisadores descobriram igualmente que não existe uma informação actualizada sobre o estado de conservação de mais de 50 espécies de plantas, peixes, anfíbios, répteis, insectos, macroinvertebrados, que estão na lista vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza.

Além da biodiversidade, o estudo incluiu ainda uma pesquisa sobre a cultura da Ilha do Ibo, um local histórico e um dos patrimónios da humanidade escolhidos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Viaturas danificadas por desabamento de parede em Quelimane

Parede lateral do prédio Monterogiro desabou, na manhã de ontem (07), na cidade de Quelimane, província da Zambézia, devido ao estrondo causado por uma descarga atmosférica. Duas viaturas ligeiras foram danificadas.

“A parede não aguentou e causou este” incidente. “Os danos ainda não posso quantificar. Na segunda-feira irei accionar a seguradora para intervir na viatura”, disse Sérgio Condja, proprietário de um dos veículos destruídos, tendo esclarecido que o facto ocorreu de forma rápida.

Jamal Omar, outro afectado pela ocorrência, viu o vidro da porta traseira do seu carro totalmente partido. Ele fez saber que a parede que ruiu já apresentava sinais visíveis de desgaste pelo tempo. Por isso, bastou a força de um fenómeno natural para ceder.

África do Sul suspende temporariamente vacinação com doses da AstraZeneca

A África do Sul anunciou no domingo (07) a suspensão temporária do seu programa de vacinação covid-19 após um estudo ter demonstrado uma eficácia “limitada” da vacina AstraZeneca/ Oxford contra a variante do novo coronavírus detetada no país.

O programa de vacinação deveria começar nos próximos dias com um milhão de vacinas desenvolvidas pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford.

O estudo, realizado pela Universidade de Witwatersrand em Joanesburgo e ainda não revisto pelos pares, diz que esta vacina oferece “proteção limitada contra formas moderadas da doença causada pela variante detetada da África so Sul em adultos jovens”.

“Este é um problema temporário, temos de suspender as vacinas AstraZeneca/Oxford até termos resolvido estes problemas”, disse o ministro da Saúde, Zweli Mkhize, numa conferência de imprensa ‘online’.

De acordo com os resultados preliminares, esta vacina é apenas 22% eficaz contra formas moderadas do vírus e ainda não estão disponíveis resultados sobre a sua eficácia contra formas graves.

A África do Sul, oficialmente o país mais afetado do continente, com mais de 1,5 milhões de casos e mais de 46.000 mortes atribuídas a covid-19, recebeu o seu primeiro carregamento de um milhão de vacinas na segunda-feira.

Espera-se a entrega de 500.000 doses adicionais em fevereiro.

Todas estas são vacinas AstraZeneca/Oxford produzidas pelo Sérum Instituto da Índia. Estas primeiras doses destinavam-se principalmente aos 1,2 milhões de profissionais de saúde.

“Nas próximas quatro semanas, teremos as vacinas Johnson & Johnson e Pfizer”, disse Mkhize.

Estão também em curso discussões com outros laboratórios, incluindo o da Moderna e o fabricante russo das vacinas Sputnik V, acrescentou.

O ministro sul-africano anunciou recentemente que tinha reservado 20 milhões de vacinas Pfizer/BioNTech.

As 1,5 milhões de vacinas Astrazeneca/Oxford obtidas pela África do Sul, que expirarão em abril, serão mantidas até que os cientistas deem indicações claras sobre a sua utilização, explicou.

“A segunda geração de vacinas para combater todas as variantes levará mais tempo a produzir”, avisou o Salim Abdool Karim, epidemiologista e co-presidente do comité científico do departamento de Saúde da África do Sul.

A África do Sul planeia vacinar pelo menos 67% da população até ao final do ano, ou cerca de 40 milhões de pessoas.

A vacina AstraZeneca/Oxford foi aprovada por vários países, mas alguns, incluindo mais de uma dezena de europeus, preferiram recomendá-la apenas para pessoas com menos de 65 anos de idade, devido à falta de dados sobre a eficácia em pessoas mais velhas.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.310.234 mortos no mundo, resultantes de mais de 105,7 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Denunciada a venda de bebidas alcoólicas em residências em Pemba

As barracas destinadas à venda de bebidas alcoólicas encontram-se encerradas na cidade de Pemba, capital da província de Cabo Delgado. Porém, os proprietários continuam a vender e permitir o consumo deste produto nos seus quintais, apesar da proibição pelo Executivo, para evitar o aumento do novo Coronavírus.

O número três do artigo 16 do Decreto 2/2021, de 4 de Fevereiro, que impõe medidas para a contenção da propagação da pandemia da COVID-19, no contexto da Situação de Calamidade Pública, estabelece que “é proibida a venda de bebidas alcoólicas nas barracas”.

Contudo, a prática persiste em algumas residências, principalmente na periferia. “Outros fecham as barracas e passam a beber nos quintais, para evitar as autoridades”, narrou Muanassa Marizane, morador de Pemba.

Nesta prática, algumas pessoas são mais ousadas e infringem o Decreto 2/2021, de 4 de Fevereiro, com as barracas fechadas e por “dentro bebe-se muito. A Polícia só anda no centro da cidade, mas nos subúrbios está-se a beber normalmente”, denunciou Zacarias Abudo, outro morador da cidade de Pemba.

Por conta destas práticas, alguns cidadãos dizem-se preocupados e propõem medidas duras no sentido de evitar que a cidade registe novamente contaminação comunitária.

Além de venda de bebida alcoólica às escondidas, há igualmente incumprimento de outras medidas de prevenção e combate à COVID-19, tais como o não uso da máscara e falta do distanciamento físico de pelo menos dois metros.

Covid-19: Moçambique regista mais nove mortes e 488 casos

O Ministério da Saúde (MISAU) de Moçambique anunciou ontem (07) mais nove mortes por covid-19 e 488 casos de infeção pelo novo coronavírus no país.

As mortes divulgadas, todas de pessoas de nacionalidade moçambicana, com idades entre os 26 e 86 anos, foram notificadas hoje (3), no sábado (5) e no dia 22 de janeiro (1).

Moçambique passa a ter um total acumulado de 460 mortes e 44.600 casos, dos quais 61% recuperados.

O país tem 316 pessoas hospitalizadas em centros de internamento de covid-19 e noutras unidades de saúde (79% destes pacientes encontram-se em Maputo).

Desde março de 2020, Moçambique já testou 363.047 casos suspeitos, dos quais 1.095 nas últimas 24 horas.

Infantários na Cidade de Maputo incertos devido a COVID-19

Há cerca de 11 meses que as creches se encontram encerradas como uma das medidas para travar a pandemia da COVID-19. Com o encerramento e sem perspectiva de reabertura, as mesmas queixam-se de vários prejuízos, como trabalhadores dispensados, rendas em atraso e problemas financeiros de vária ordem.

O problema agudiza-se com a entrada em vigor do decreto 2/2021, de 4 de Fevereiro, que no número um do artigo 15 prevê “a suspensão de aulas presenciais nas instituições de ensino pré-escolar, primário, secundário, técnico-profissional e superiores públicas e privadas por um período de 30 dias, em todo o território nacional.

As escolinhas fazem parte do ensino pré-escolar e, por isso, são mais uma vez abrangidas pelas medidas para evitar a propagação de uma doença que há mais de um ano fustiga o mundo.

Em Moçambique, os infantários fecharam as portas em Março de 2020, aquando da introdução do primeiro Estado de Emergência por causa do novo Coronavírus. Desde essa altura, nunca mais receberam crianças.

Com uma fita a sinalizar a proibição de passagem para o interior, as portas das creches ou jardins-infantis encontram-se fechadas. Os brinquedos estão vazios. Domina, agora, o silêncio ensurdecedor. Este é o cenário que constatado no Centro Infantil Nissia, na cidade de Maputo. A situação repete-se por quase todas as creches da metrópole.

O responsável da instituição, Abílio Matsinhe, conta que a escolinha tinha inscrito, no ano passado, mais de 30 crianças assistidas por seis trabalhadores. Estes perderam emprego porque sem os petizes não há receitas para assegurar os salários.

“Numa primeira fase, reduzimos o salário dos trabalhadores em 50 por cento. Depois 25 por cento, e como a situação [COVID-19] não passava e já estávamos sem fundos, tivemos mesmo que os despedir. E isso dói para nós porque são pais de família que perderam o seu sustento”, narrou Matsinhe.

O responsável pela Escolinha Nissia descreve a situação actual como “caótica e de total desespero”, porque mesmo com as portas fechadas as contas de luz, água e o salário dos guardas devem ser pagas, mesmo sem uma fonte de renda neste momento.

“Estamos sem esperança”. Se esta havia, esmoreceu a partir da altura em que o Presidente da República anunciou novas medidas para frear o aumento de infecções pelo novo Coronavírus. “Esperávamos que este ano reabríssemos” as creches, “mas deste jeito”, com ordens para encerrar, “não imagino o que vai ser no futuro”, concluiu.

Governo garante disponibilizar 1% do Orçamento para sector da Cultura e das Artes até 2030

O compromisso foi assumido no encerramento da 34ª cimeira dos chefes de Estado e de Governo da União Africana. A ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo, disse que se pretende valorizar o património histórico e cultural.

No evento, foi aprovado o lema que irá orientar várias actividades no continente, durante o ano de 2021, que é “Artes, Cultura e Património da Humanidade: Alavancas para a Construção da África que Queremos”.

Segundo a ministra, espera-se que com o tema haja galvanização das atenções para a “valorização e promoção do imenso património histórico e cultural do nosso continente, que é berço da humanidade”.

No país, “a preservação de tais tesouros” inclui a protecção da Ilha de Moçambique, da timbila, da gastronomia, do acervo escrito, da pintura e de várias manifestações religiosas para a “convivência inter-religiosa e coesão entre os moçambicanos”, explicou a governante.

No evento, disse Verónica Macamo, o Presidente da República assumiu um compromisso ligado ao sector da cultura. Apelou aos outros governantes para acelerarem a ratificação da Carta Renascimento Cultural Africano, cuja implementação permitirá aos estados membros alavancar iniciativas nos domínios da cultura e do turismo em toda a sua cadeia de valor.

Há avanço no combate ao narcotráfico em Moçambique

As recentes apreensões milionárias de heroína e outras substâncias no norte e ao largo de Moçambique mostram que as autoridades estão mais certeiras e que não estão sozinhas no combate ao narcotráfico, defendem as Nações Unidas.

“Se temos apreensões, é boa notícia: isso significa que as autoridades estão a fazer um trabalho mais certeiro, mais dedicado, mais profissional e dão as mãos com a cooperação internacional”, disse em entrevista à Lusa César Guedes, representante do Escritório das Nações Unidas para a Droga e Crime Organizado (UNODC) em Maputo.

No final de janeiro, uma fragata da marinha francesa apreendeu 444 quilos de metanfetaminas e heroína num ‘dhow’ (barco à vela, artesanal, típico do Índico) no Canal de Moçambique (onde França tem algumas ilhas), droga num valor superior a 40 milhões de euros.

Ao mesmo tempo, a polícia moçambicana deteve um homem na posse de 61 quilos de heroína e cinco de metanfetaminas em Nacala Porto, na província de Nampula.

Já esta semana, na terça-feira, as autoridades detiveram um empresário na cidade de Pemba, no norte do país, na posse de 180 quilos de efedrina, substância que se acredita teria como destino o fabrico de drogas.

Estas apreensões mostram de forma “clara” que “Moçambique não está sozinho neste combate e estas apreensões, em diferentes momentos, tiveram o apoio de países que têm uma agenda de trabalho” comum para o combate ao narcotráfico, referiu César Guedes.

A cooperação internacional assim como os treinos e formação prestados pela UNODC às autoridades moçambicanas para combate ao narcotráfico “estão a dar resultados”, resumiu.

O responsável destacou a tendência de traficantes entrarem “mais e mais” no sudoeste do oceano Índico, por a considerarem uma rota “fiável” e “previsível”, apesar de ser a mais longa para chegar aos mercados do hemisfério norte.

Moçambique é uma passagem, tem a maior costa entre a Somália e África do Sul e permite ligação terrestre para vários países e desses para o destino.

Tudo isto num contexto em que as nações a norte de Moçambique – Tanzânia e Quénia — têm empurrado o crime organizado para longe das suas costas, obrigando os traficantes a procurar entradas a sul (Moçambique) e numa altura em que o Afeganistão vive dias de instabilidade acrescida.

“Quanto maior instabilidade no Afeganistão”, mais a droga é uma “alternativa de negócio” num país responsável por 85% da heroína que circula no planeta e quase 100% da efedrina de origem vegetal – e isso reflete-se na costa moçambicana.

A resposta em Moçambique passa pelo esforço de parceiros, algo que faz parte “do ABC da cooperação internacional” porque “nenhum país pode enfrentar estas dinâmicas sozinho”, frisou.

Por outro lado, César Guedes salientou que há sinais claros de que as autoridades moçambicanas estão motivadas para o combate ao narcotráfico e abertas à cooperação, bem como à capacitação institucional que é prioridade da UNODC.

O país lusófono tem especificidades: é igualmente rico em fauna bravia, pedras preciosas e madeiras raras que dão origem a outras redes de tráfico que por vezes se interligam com o narcotráfico.

“Duas faces da mesma moeda”, descreveu César Guedes: por vezes, o ‘dhow’ que leva droga para Moçambique, regressa com o resultado de tráfico de recursos naturais do país.

O representante do UNODC em Moçambique abriu o escritório em 2019, após solicitação do Governo, chegando a Maputo após ter ocupado posto idêntico na Bolívia e depois de cinco anos no Paquistão – precisamente o país onde se fazem ao mar os barcos que atravessam o oceano Índico com heroína até Moçambique.

Portugal faz parte dos países que têm apoiado a consolidação da representação, grupo que inclui Alemanha, Canadá, Estados Unidos da América, Japão, Noruega, Suécia e Suíça, além da própria União Europeia.

Ao nível da cooperação regional, Maputo deverá receber este ano um escritório de segurança marítima tripartida, partilhado com especialistas da África do Sul e Tanzânia, em parceria com a UNODC.

Será um órgão consultivo e de troca de experiências para os países reforçarem em conjunto a vigilância sobre o sudoeste do oceano Índico.

As 10 melhores ligas do mundo

A Federação Internacional de História e Estatística de Futebol (IFFHS) publicou em 21 de janeiro de 2021 o ranking das melhores ligas do mundo de 2020, competições esportivas para desfrutar na Betway apostas desportivas, marca notável de apostas.

Esta lista é elaborada tendo em conta vários critérios: as vitórias das equipes em torneios internacionais, e a média de pontos dos cinco melhores de cada torneio doméstico de 1 de janeiro de 2020 a 31 de dezembro, a qualificação pode variar de acordo com a competição.

A Série A lidera o ranking 2020 tornando-se a melhor liga do mundo depois de 14 anos, acima da Premier League da Inglaterra e do Brasil. A liga italiana reconquista espaços e o magnífico galardão devido a mudanças estruturais profundas nos últimos anos.

Há um crescimento significativo no desempenho dos jogadores da Série A e melhorias na qualidade de tudo o que envolve o torneio para proporcionar aos fãs um futebol mais atraente.

A Itália recebeu 10 prémios desta categoria entre 1991 e 2006, antes de Inglaterra e Espanha dominarem no ranking. Nesta ocasião, a liga italiana superou as ligas poderosas da Europa, no ano acumulou 1026 pontos, enquanto a Premier inglesa ocupou o segundo lugar depois de receber 1003 pontos segundo a classificação da IFHHS.

No terceiro lugar encontra-se a liga Brasileirao, superou a Laliga espanhola por dez pontos, na ponderação obteve 964 pontos, avaliação que a posiciona como a melhor liga da região sul-americana.

Laliga espanhola teve uma pontuação de 954 pontos posicionando-se no quarto posto no pódio como melhor competição doméstica de 2020. A Bundesliga alemã terminou o ano com 864 pontos, subiu cinco lugares no ranking de classificação em relação a 2019, ano em que ocupou a décima posição.

A IFFHS coloca a liga portuguesa no sexto lugar com 721 de pontuação conservando a mesma posição que no ano passado, o mesmo aconteceu com a Liga 1, continua na sétima posição.

Vale a pena destacar a melhora da Primeira Divisão paraguaia apontando-se na oitava praça, uma classificação digna de menção desde sua fundação, a liga paraguaia conseguiu 610,5 prevalecendo sobre as ligas da Argentina e do Equador nas últimas posições do Top 10.

Entre os grandes ausentes do Top 10 estão a liga Eredivisie da Holanda que em 2019 ocupou a oitava posição e em 2020 desceu à décima oitava posição, e a liga colombiana que passou da quinta posição à décima quarta posição.

A seguir, a lista e pontuação divulgada:

  1. Série A, Itália (UEFA) / 1026 pontos
  2. Premier League, Inglaterra (UEFA) / 1003 pontos
  3. Série A do Brasil, Brasil (CONMEBOL) / 964 pontos
  4. A Liga, Espanha (UEFA) / 954 pontos
  5. Bundesliga, Alemanha (UEFA) / 864 pontos
  6. Primeira Liga, Portugal (UEFA) / 721 pontos
  7. Ligue 1, França (UEFA) / 661 pontos
  8. Liga do Paraguai, Paraguai (CONMEBOL) / 610,5 pontos
  9. Primera División de Argentina, Argentina, (CONMEBOL) / 603 pontos
  10. Ligapro de Ecuador, Ecuador, (CONMEBOL) / 579,5 pontos

Cada equipe luta para se tornar o melhor do país e conquistar a liga doméstica, a vitória gera emoções indescritíveis, especialmente se você apostar no seu favorito na casa de apostas Betway, combinando entretenimento e esporte.

Só os melhores classificados aparecem no ranking das melhores ligas de futebol do mundo por isso a abordagem competitiva e a importância de ganhar todos os jogos locais e internacionais.

 

Israel: Hospital diz ter encontrado a cura para a Covid-19

Um Hospital em Israel alega que pode ter encontrado a cura para a Covid-19, de acordo com o relatório da KAN News.

Os investigadores do Hospital Ichilov de Tel Aviv anunciaram resultados positivos em testes preliminares para a cura da Covid-19.

O professor Nadir Arber, do Centro Integrado de Prevenção do Cancro do hospital, testou o medicamento EXO-CD24 em 30 pacientes infectados com o novo coronavírus, em estado moderado e grave.

29 desses doentes melhoraram em apenas dois dias, tendo alta três a cinco dias depois de tomarem o medicamento. O outro paciente também recuperou, mas demorou mais alguns dias, de acordo com o hospital.

Arber garante que o medicamento é barato e eficaz e deve ser administrado uma vez por dia, durante cinco dias.

Depois destes resultados positivos, o hospital pediu ao Ministério da Saúde a extensão do estudo a mais pacientes.

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