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Segunda-feira, Julho 27, 2026
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TPI foi criado para evitar “atrocidades nazis” mas“virou-se contra judeus”

O Tribunal Penal Internacional “virou-se contra o povo judeu”, apesar de ter sido criado para evitar a repetição das “atrocidades nazis” contra os judeus, disse hoje o primeiro-ministro israelita.

O Tribunal Penal Internacional (TPI) “virou-se contra o povo judeu”, apesar de ter sido criado para evitar a repetição das “atrocidades nazis” contra os judeus, disse ontem (03) o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.

A decisão do TPI de abrir um inquérito sobre presumíveis crimes de guerra cometidos nos territórios palestinianos, que envolvem Israel e milícias palestinianas, mereceu uma dura condenação por parte do Governo israelita e do chefe do executivo, que não poupou nas críticas.

“O parcial tribunal de Haia tomou uma decisão que é a essência do anti-semitismo e da hipocrisia. Decidiu que os soldados heróicos e de moralidade que lutam contra os terroristas mais cruéis da Terra são na verdade criminosos de guerra”, afirmou Netanyahu num vídeo publicado nas redes sociais.

“O tribunal criado para evitar a repetição das atrocidades perpetradas pelos nazis contra o povo judeu agora está a virar-se contra o Estado do povo judeu. E, claro, não está a dizer uma palavra contra o Irão, a Síria e outras ditaduras que estão a cometer crimes de guerra reais”, acrescentou.

A procuradora-geral do TPI disse hoje ter aberto uma investigação na Palestina, depois dos juízes terem confirmado em fevereiro que o tribunal é competente para julgar presumíveis crimes de guerra realizado por todas as partes em conflito nos territórios ocupados por Israel.

Num comunicado, Fatou Bensouda indicou que “a investigação incidirá sobre os crimes da competência do tribunal que terão sido cometidos desde 13 de junho de 2014”.

A investigação incluirá alegados crimes de guerra cometidos tanto pelo exército de Israel como pelo movimento islamita palestiniano Hamas, que governa a Faixa de Gaza, por ataques contra a população civil.

A procuradora assinalou que a investigação será conduzida “de forma independente, imparcial e objetiva, sem medo ou favorecimento”.

Para o primeiro-ministro israelita, a decisão é “um ataque ao Estado de Israel” e o seu Governo irá “proteger cada soldado, cada comandante e cidadão”.

Também o presidente israelita, Reuvén Rivlin, qualificou a abertura das investigações como “escandalosa” e garantiu que as autoridades permanecerão “vigilantes” para garantir que seus militares “não sejam prejudicados” pelas providências do TPI.

A decisão do TPI foi saudade pela Autoridade Nacional Palestiniana (ANP), cujo Ministério dos Negócios Estrangeiros afirmou em comunicado tratar-se de “um passo há muito esperado que dá resposta à busca incansável por justiça e prestação de contas” que “o povo palestiniano procura e merece”.

“Os crimes cometidos pelos dirigentes da ocupação israelita contra o povo palestiniano, que são crimes contínuos, sistemáticos e generalizados tornam a investigação necessária e urgente”, considerou a diplomacia palestiniana.

Apelou também “aos Estados partes para respeitarem as suas responsabilidades e não politizarem o desenvolvimento desta investigação independente”, comprometendo-se, por sua vez, a dar “toda a assistência” necessária ao tribunal para que possa realizar o inquérito.

Contrariamente aos palestinianos, Israel não é membro do TPI, sediado em Haia, e sempre se opôs firmemente a qualquer investigação.

A gambiana Bensouda deve deixar o cargo em junho e será substituída pelo britânico Karim Khan.

Reposta ao apelo humanitário do Governo sem data prevista

Nações Unidas dizem que há vontade de prestar assistência no norte de Moçambique mas a pandemia do novo Coronavírus reduziu significativamente a capacidade dos doadores.

Moçambique solicitou em Dezembro de 2020, através do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, um apoio de 254.4 milhões de dólares junto das Nações Unidas para prestar assistência humanitária no norte de Moçambique.

Entretanto, a coordenadora residente das Nações Unidas em Moçambique, Myrtha Kaulard, disse que o apelo do Governo moçambicano para assistência em Cabo Delgado está longe de ser respondido devido às dificuldades financeiras que os países doadores enfrentam por causa da pandemia da COVID-19.

Kaulard referiu que alguns países já deram sinal positivo, mas os desembolsos ainda não aconteceram. O atraso é, segundo a representante da ONU, causado pela pandemia que afectou negativamente a todos parceiros de cooperação.

Recorde-se que o governo moçambicano ainda não pediu formalmente aos parceiros de cooperação nenhuma intervenção militar directa para combater o terrorismo em Cabo Delgado, tendo limitando-se no apoio logístico.

Ataques: Ajuda alimentar vai chegar a mais de 500 mil pessoas

O Programa Alimentar Mundial (PAM) prevê expandir a ajuda a mais de 500 mil pessoas na crise humanitária de Cabo Delgado, região do norte de Moçambique sob ataque de rebeldes há três anos.

“A ajuda já chegou a mais de 400 mil pessoas” e o plano após fevereiro “é chegar a 500 mil”, referiu ontem (03) Antonella D’Aprile, representante do PAM em Moçambique.

“Sabemos que não é suficiente: há mais pessoas que fogem para chegar a zonas seguras por causa do conflito”, acrescentou, na cerimónia de entrega de um donativo de 3,6 milhões de dólares (2,9 milhões de euros) do Japão a agências das Nações Unidas.

As autoridades moçambicanas e agências humanitárias estimam que haja 670 mil pessoas obrigadas a fugir das suas terras para junto de comunidades de acolhimento nas províncias de Cabo Delgado, Niassa e Nampula.

Assim, no global, e num contexto agravado por ciclones e covid-19, estima-se que 1,3 milhões de pessoas necessitem de diferentes tipos de ajuda.

Além do PAM, também o Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) beneficiam do donativo entregue hoje pelo Japão.

Cerca de metade dos deslocados são crianças e jovens, muitos dos quais “perderam os pais ou estão separados deles”, destacou Maria-Luisa Fornara, representante do UNICEF, agência que tenta dar amparo aos mais novos e que recebe uma parcela de 686 mil dólares (568 mil euros) do donativo japonês.

O FNUAP vai conduzir um milhão de dólares (830 mil euros) para manter ativos serviços que garantam cuidados de saúde sexual e reprodutiva, bem como de combate à violência de género: “A crise humanitária agravada pelo impacto da covid-19 tem um impacto extremamente negativo na saúde e situação financeira das mulheres”, referiu Andrea Wojnar, representante desta agência das Nações Unidas.

O PAM vai receber dois milhões de dólares (1,6 milhões de euros) numa altura em que fortaleceu a operação logística com recurso a uma aeronave para chegar a zonas mais remotas.

O Japão “estará sempre” ao lado de Moçambique, destacou o embaixador Hajime Kimura, que classifica o donativo às agências da ONU como uma forma de “aliviar” o país ao enfrentar “graves desafios, como a deterioração da situação de segurança em Cabo Delgado”, além do impacto da covid-19, referiu.

A doação é apontada como “um exemplo” por Myrta Kaulard, coordenadora residente das Nações Unidas em Moçambique, que espera vir a ser seguido, face ao apelo lançado em dezembro para angariação de 254 milhões de dólares (210 milhões de euros) para apoio humanitário a Cabo Delgado.

Os ataques de grupos armados começaram em 2017 e o conflito com forças moçambicanas prossegue, sendo que a origem e motivações dos agressores continua por esclarecer – alguns ataques foram reivindicados pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico, entre junho de 2019 e novembro de 2020.

A crise humanitária resultante inclui mais de dois mil mortos, numa região identificada há anos como parte de rotas do tráfico internacional de droga, pedras preciosas, madeira e outros recursos.

Cabo Delgado é também a região onde avança o maior investimento privado de África para extração de gás natural.

França apoia Moçambique para combater efeitos de calamidades

A França disponibilizou cerca de dois milhões de euros para combater os efeitos dos ciclones e desastres climáticos nas áreas de conservação de Moçambique, anunciou hoje a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD).

O valor é destinado a apoiar projetos da Fundação para a Conservação da Biodiversidade (Biofund) de Moçambique, tendo sido assinado ontem um acordo entre as duas partes.

“O combate pela preservação da biodiversidade é um dever de cada um de nós e a esse respeito saúdo a firme vontade do Governo moçambicano em integrar melhor a conservação e a biodiversidade no centro das políticas e estratégias do país”, disse David Izzo, embaixador de França em Moçambique, durante a assinatura do acordo, em Maputo.

“É por conta do empenho do Governo que cerca de 25% do território nacional está hoje protegido pelo estatuto das áreas de conservação”, concluiu.

Moçambique está em plena época chuvosa e ciclónica, que ocorre entre os meses de outubro e abril, com ventos oriundos do Índico e cheias com origem nas bacias hidrográficas da África Austral.

De acordo com o Instituto Nacional de Gestão de Desastres (INGD), 440.000 pessoas foram afetadas pelas intempéries e mais de 56.000 casas foram severamente danificadas ou destruídas.

As mais graves foram a tempestade Chalane, no final do ano, e o ciclone Eloise, em janeiro, com um balanço oficial total de 19 mortos, mas relatos de autoridades locais apontam para o dobro.

Detido suposto “assassino em série” na província de Maputo

Trata-se de um jovem de 25 anos de idade, acusado e confesso de ter matado três mulheres e um homem, no intervalo de dois meses, na província de Maputo, alegadamente para roubar.

O presumível homicida diz ter 63 irmãos. Viveu e trabalhou na África do Sul, onde por várias vezes foi detido, indiciado de prática de vários crimes, nomeadamente, roubo e furto em residências.

Em Agosto do ano passado, beneficiou de indulto e foi deportado para Moçambique.  Por cá trabalhou numa loja, de onde foi dispensado em Dezembro passado.

As ofensivas da suposta acção homicida em série começaram no dia de Natal (25 de Dezembro). Invadiu uma das residências do município da Matola e assassinou o chefe da família.

“Seja feita a justiça, que seja feita mesmo de verdade, porque este homem que está aqui é um homem assassino. Não merece viver este tipo de homem”, exigiu uma das vizinhas da primeira vítima.

Depois daquele crime, o alegado homicida começou a assassinar empregadas. No dia 25 de Fevereiro passado, o jovem, de 25 anos de idade, entrou numa outra residência, agrediu três menores de idade e, alegadamente, matou a empregada da casa.

A acção não parou por ali. No bairro de Tchumene II, foi a outra residência onde confessou, perante a polícia, ter assassinado uma empregada doméstica.

Já nesta terça-feira (02), no bairro de Juba, no Distrito de Boane, Província de Maputo, matou uma outra empregada doméstica e deixou com ferimentos graves uma menor de cinco anos de idade.

Segundo contou à imprensa, na presença da polícia, para entrar na última residência, subiu pelo muro de vedação, chegou ao tecto da casa, donde vigiou, durante algum tempo, os movimentos dos proprietários da residência. Quando saíram da casa para o serviço, começou a sua actuação, que resultou no assassinato da emprega e ferimentos no guarda, que tentou deter o homicida.

Criança morre por afogamento em Marracuene

Uma criança de 10 anos de idade morreu afogada num charco na zona baixa de Ricatla, no distrito de Marracuene, província de Maputo. Segundo testemunhas, a vítima, cujo corpo foi encontrado na quarta-feira (03), estava a tomar banho no local, na companhia de amigos.

O charco em causa está num local que, segundo contam os residentes de Ricatla, serviu de zona de extração de areia que era usada para a indústria do vidro. Mas com o abandono das escavações deu lugar à concentração de água, onde crianças da zona fazem os seus mergulhos.

De acordo com os moradores da zona, a vítima vivia no Bairro Mumemo, há seis quilómetros do local do incidente.

“Ele teria vindo cá na companhia dos amigos. Eles tentavam a nadar aqui, acabaram não conseguindo sair” contou Daniel Frederico, tio da vítima.

Covid-19: Advogados acusam PRM de erros na fiscalização

A Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM) acusou na quarta-feira (03) a polícia de “total despreparação” na fiscalização do recolher obrigatório em vigor na região do grande Maputo, imputando à corporação condutas como “abuso de poder e excessiva arbitrariedade”.

As acusações fazem parte das “principais constatações” da “Operação plantão” executada pela Comissão de Direitos Humanos da OAM (CDH), no âmbito acompanhamento do recolher obrigatório decretado pelo Governo moçambicano em 04 de fevereiro para as cidades de Maputo e Matola e os distritos de Boane e Marracuene, na província de Maputo, sul de Moçambique.

A intervenção da CDH verificou “um total despreparo por parte da PRM [Polícia da República de Moçambique], consubstanciado no abuso de autoridade e pela excessiva arbitrariedade e subjetivismo na apreciação e valoração dos fundamentos objetivos apresentados pelos diversos cidadãos para justificar a sua presença na rua até depois das 21:00”.

As autoridades têm ignorado razões atendíveis para a presença na via pública de muitos cidadãos, como a falta de transporte público, saída tardia do serviço e casos de urgência médica, lê-se no documento.

Como consequência da ausência de “uniformidade” no tratamento dos casos de permanência na via pública depois das 21:00 e falta de condições para acomodação dos cidadãos prevaricadores nas esquadras, registam-se aglomerações sem o necessário distanciamento físico, condições de higiene e sanitária e, muito menos, água para beber, prossegue o texto.

A CND da OAM assinala que “muitas das detenções feitas pela polícia não foram registadas em autos, ou seja, não respeitaram o devido processo legal” e os visados não tiveram “a oportunidade de informar aos seus familiares que tinham sido detidos”.

Em alguns casos, prossegue a entidade, os cidadãos detidos foram libertados ao amanhecer e, noutros casos, houve tentativas de extorsão por parte de alguns agentes, como condição para restituição da liberdade.

Por outro lado, continua, “as celas das esquadras não oferecem condições para a observância das medidas de prevenção contra a covid-19”, uma lacuna que “contraria” as disposições do decreto que impõe o recolher obrigatório.

Os advogados assinalam que “o desconhecimento e fraca divulgação do decreto gera uma interpretação contrária ao espírito do documento por parte dos cidadão e da própria PRM”.

A OAM refere que a sua intervenção no âmbito da “Operação Plantão” permitiu a libertação, da custódia policial, de 57 detidos, em várias esquadras da cidade de Maputo, não se referindo ao balanço noutros pontos da região do grande Maputo abrangidos pelo recolher obrigatório.

A cidade de Maputo e os distritos de Matola, Marracuene e Boane vivem sob recolher obrigatório desde o dia 05 e por um período de 30 dias, das 21:00 às 04:00.

As novas restrições foram decretadas face ao aumento do número de óbitos, internamentos e casos de covid-19, que só em janeiro superaram os números de todo o ano de 2020, concentrando-se em Maputo.

Moçambique contabiliza 665 mortes por covid-19, tendo também um total acumulado de 59.914 casos, 71% dos quais recuperados e outros 199 internados.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.549.910 mortos no mundo, resultantes de mais de 114,7 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Isaura Nyusi assinala progressos no empoderamento da mulher mas aponta obstáculos

A primeira-dama, Isaura Nyusi, diz que “é cada vez maior a proporção de raparigas no universo de alunos”, mercê da expansão da rede escolar, da isenção do pagamento de matrículas no ensino primário, elevação da escolaridade obrigatória para 9ª classe, distribuição gratuita do livro escolar e melhoria de condições nos lares para as raparigas.

Segundo a esposa do Presidente da República, é igualmente “visível a expansão do acesso aos programas de saúde sexual e reprodutiva, planeamento familiar, rastreio do cancro do colo do útero, tratamento anti-retroviral e outros, específicos para raparigas”.

Na assistência social, por exemplo, aumentou o número de agregados familiares vulneráveis que beneficiam de projectos e outras formas de apoio, o que resultou na “melhoria das condições de vida e resiliência”, considera Isaura Nyusi.

“Apostamos na capacitação e sensibilização das famílias e comunidades, das raparigas e rapazes, visando a prevenção da violência baseada no género, uniões prematuras, gravidez precoce e outras práticas sociais nocivas”, refere a primeira-dama numa mensagem proferida esta quarta-feira, por ocasião do lançamento do mês da mulher.

Este ano, o momento será celebrado sob lema “Mulheres na liderança: contribuindo para um futuro igual num mundo com a COVID-19”.

O propósito do tema, de acordo com a primeira-dama, é sensibilizar a sociedade para reforçar as acções com vista ao empoderamento e maior participação da mulher nos processos de tomada de decisões.

Isaura Nyusi aponta que a pandemia da COVID-19, as calamidades naturais decorrentes dos ciclones, as chuvas intensas, os ataques armados em Manica e Sofala, bem como o terrorismo em Cabo Delgado como problemas que apoquentam a população, em particular as mulheres.

Apesar do envolvimento das mulheres nos órgãos de poder e tomada de decisão, em diferentes áreas, sobretudo que “outrora eram consideradas de domínio masculino”, persistem desafios. Destes, consta o facto de Moçambique estar entre os países com maior índice de pobreza, o que “condiciona o empoderamento das pessoas, assim como o alcance da almejada igualdade do género, condições necessárias para a conquista da cidadania e capacidade de ser actor social, individual ou colectivo de usar os seus recursos económicos”.

A esposa do Chefe do Estado fala ainda da necessidade de “remoção das barreiras socioculturais que dificultam o pleno desenvolvimento das mulheres, raparigas e o reforço do acesso aos serviços básicos”.

Eldevina Materula apela por investimento nas obras nacionais

“Tempos & percursos em 3D” é o título da mostra de Mankew, Makamo e Noel Langa, patente no Museu Nacional de Arte – MUSART, em Maputo. A colectiva de artes plásticas recebeu a visita da Ministra da Cultura e Turismo, Eldevina Materula, que, no local, apelou às instituições públicas, privadas e apreciadores das artes plásticas a continuarem a priorizar a aquisição de obras de artistas moçambicanos.

De acordo com a nota de imprensa do Ministério da Cultura e Turismo, Materula entende que comprar obras de artistas nacionais é um apoio necessário para a classe e um caminho importante para o desenvolvimento do sector artístico. Com a visita realizada esta terça-feira, a ministra pretende incentivar o consumo da arte e, acima de tudo, prestar o seu apoio e a sua solidariedade a Mankew, através da aquisição de duas obras.

“Tal como muitos artistas em situação difícil, seja por doença ou por conta da pandemia que assola o mundo, quero, desta forma, abraçar o Mankew e reconhecer o excelente trabalho que já fez pelas artes plásticas e que ainda tenciona fazer”, lê-se na nota do ministério.

Portanto, a exposição “Tempos & percursos em 3D” proporciona o contacto com artistas em actividade desde há décadas, e, ao mesmo tempo, o contacto com uma geração que ocupa um lugar muito particular na história da arte do país.

Covid-19: País regista mais 3 mortos e ultrapassa 60 mil casos

O País registou mais três mortos devido à covid-19 e 481 infectados com o novo coronavírus nas últimas 24 horas, elevando o número de casos para 60.395, anunciou ontem (03) o Ministério da Saúde.

De acordo com o documento recebido na nossa redacção, o cumulativo de óbitos eleva para 668 e 43.996 recuperados.

Nas últimas 24 horas mais 1.205 indivíduos recuperaram da covid-19.
No país mais 18 infectados pela covid-19 foram internados em centros de isolamento e 30 receberam alta, refere o documento do MISAU.

Presidente da República autoriza treinos, mas não Moçambola

O Presidente da República, Filipe Nyusi, autorizou o regresso aos treinos dos clubes que disputam o Moçambola 2021, devendo cumprir os protocolos sanitários, isolando os jogadores e intervenientes que testaram positivo para a COVID-19, mas não autorizou a retoma do campeonato nacional, por considerar que os clubes ainda não estão preparados.

Filipe Nyusi diz que apesar dos resultados encorajadores dos testes realizados, os clubes devem ter o compromisso de realização de testes regulares para melhor controlarem a pandemia, lamentando o facto de muitos clubes não terem feito testes antes do início do Moçambola.

Ou seja, alguns clubes só realizaram dois testes de despiste da COVID-19, os mesmos que foram exigidos pelo Governo. Estes pronunciamentos foram feitos durante o encontro que o Chefe do Estado manteve com os desportistas, para debater possível retoma do desporto.

Covid-19: Mais países africanos recebem vacinas

Quénia, Ruanda e Lesoto foram alguns dos países africanos que receberam, esta quarta-feira, as primeiras doses de vacinas contra a covid-19 entregues pela iniciativa global Covax, que pretende assegurar doses para as nações de rendimento baixo e médio.

O Quénia recebeu agora 1,02 milhões de doses da vacina da AstraZeneca, fabricada pelo Serum Institute da Índia. O ministro da Saúde queniano, Mutahi Kagwe, citado pela agência Associated Press (AP), afirmou que serão administradas vacinas a cerca de 400.000 trabalhadores do sector da saúde, com as restantes a serem alocadas para trabalhadores na linha da frente, como professores e agentes da polícia.
“Temos estado a combater a pandemia com balas de borracha, mas o que adquirimos hoje é equivalente, metaforicamente falando, a bazucas e metralhadoras”, saudou Kagwe.

Segundo o porta-voz do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Andrew Brown, o carregamento hoje entregue ao Quénia faz parte de um pedido de 3,5 milhões de doses feitas pelo país da África Oriental.
O Quénia conta até agora com mais de 106.000 casos de infecção, incluindo 1.800 mortes. Os profissionais de saúde têm mostrado o seu descontentamento com o fornecimento inadequado de equipamento de protecção pessoal e assinalam que nunca receberam os subsídios prometidos pelo Governo pelo trabalho extra e pelo risco ao combate à covid-19.

O Ruanda recebeu hoje 240.000 doses da vacina da AstraZeneca, devendo receber, esta quarta-feira, outras 102.960 doses da Pfizer, tornando-se assim no primeiro país africano a receber doses desta farmacêutica.
A vacina precisa de ser armazenada em temperaturas muito baixas, pelo que torna complexa a sua distribuição em países quentes ou em áreas rurais.
De acordo com o ministro da Saúde ruandês, Daniel Ngamije, o objectivo do Governo é vacinar 30% da população até ao final deste ano e 60% até ao final de 2022 no país que registou 19.111 casos desde o início da pandemia, incluindo 265 mortes.

O reino do Lesoto, que conta oficialmente com mais de 10.000 infecções e 295 mortes, recebeu hoje 36.000 doses da vacina da AstraZeneca.

Até agora, Gana, Costa do Marfim, Nigéria, Angola, Gâmbia e República Democrática do Congo (RDCongo) receberam também as suas primeiras doses da vacina entregue pela Covax, com outros países, como Mali, Senegal, Maláui e Uganda a esperar receber a fórmula ainda esta semana.

A plataforma Covax pretende entregar 90 milhões de doses de vacinas no continente africano até final deste mês. Até ao fim de maio, o planeamento prevê a entrega de 237 milhões de doses de vacinas da AstraZeneca e de 1,2 milhões de doses da vacina Pfizer.
Fundada pela OMS, em parceria com a Vaccine Alliance (Gavi, presidida pelo antigo primeiro-ministro português José Manuel Durão Barroso) e a Coalition for Epidemic Preparedness Innovations (Cepi), a Covax pretende garantir a vacinação a 20% da população de 200 países e tem acordos com fabricantes para o fornecimento de dois mil milhões de doses em 2021 e a possibilidade de comprar ainda mais mil milhões.

O director do Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), John Nkengasong, alertou na semana passada para a necessidade da vacinação de pelo menos 60% da população do continente, que soma 1,3 mil milhões de pessoas.
“Seremos conhecidos como o continente da covid-19”, assinalou o director da organização africana.

A Covax tem enfrentado atrasos relacionados com o fornecimento das vacinas, limitadas a nível global, assim como condicionamentos logísticos.
Dada a incapacidade de a plataforma assegurar aos 54 países africanos as doses necessárias para alcançar a imunidade de grupo, alguns Estados, como a África do Sul, estão a tentar assegurar vacinas através de acordos bilaterais ou através do programa de compra em massa da União Africana.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.549.910 mortos no mundo, resultantes de mais de 114,7 milhões de casos de infecção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

De acordo com os dados mais recentes do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número de infectados neste continente desde o início da pandemia é de 3.914.044 e o de mortes 104.382.

Moçambique sob o risco de terceira vaga da pandemia

Nos próximos dois ou três meses, Moçambique pode ser assolado por uma terceira vaga da COVID-19, alerta o epidemiologista e membro da Comissão Técnico-Científica, Avertino Barreto. O especialista diz ainda que para evitar a situação, o Presidente da República podia estender o recolher obrigatório para as províncias de Sofala, Zambézia.

Enquanto o número de casos positivos da COVID-19 tende a reduzir nos últimos dias no país, o número de recuperados tem tendência a aumentar, uma situação que traz nuvens de esperança. Entretanto, um dos membro da comissão Técnico-Científico alerta que dias dias piores ainda estão por vir.

“As pessoas dizem que estamos melhores, mas eu digo, não se convençam, não lancemos foguetes porque daqui há dois ou três meses teremos uma terceira onda, se não tomarmos precauções agora”.

O epidemiologista alerta que esta vaga pode ser pior do que as já vividas anteriormente.

Barreto vai mais longe e diz que mesmo com a vacina que acaba de chegar ao país, se não houver reforço das medidas de prevenção, a situação pode agravar-se ainda mais e por isso já prevê o agravamento das medidas.

“Não é para aliviar neste momento, nem um bocado e não podemos. Eu sou da opinião que deve-se manter o recolher obrigatório e mais, estender para algumas cidades que julgavam que a situação estava controlada, como Nampula, Beira e Quelimane”.

O Membro da Comissão Técnico científico defende a decisão pelo facto de a segunda vaga ter sido resultante do relaxamento das medidas em Dezembro, onde aumentaram as transmissões e principalmente de uma estirpe que ainda era desconhecida.

Avertino Barreto defende ainda que foram “as elites que contribuíram grandemente para a propagação da doença”, que resultou na segunda vaga.

Covid 19: Alemanha assegura que mais de 2 milhões para Moçambique

A Alemanha assegura que mais de 2 milhões de vacinas AstraZeneca Oxford, disponibilizadas através da iniciativa COVAX, chegarão a Moçambique, ainda este semestre.

Até ao momento e na qualidade de membro fundador do acelerador de acesso às ferramentas covid-19, a Alemanha já disponibilizou mais de 2 biliões de euros em prol de pesquisas, provisão e distribuição de medicamentos para o tratamento dos portadores da covid-19, bem como para reforçar o acesso a testes.

Um comunicado da embaixada da Alemanha, em Moçambique, indica que o governo federal defende uma abordagem multilateral comum para a luta global contra a pandemia do novo coronavírus.

Turismo em agonia, mas sem despedir em massa

O sector de Turismo vive o pior momento em Nampula. Os hotéis, na cidade, andam com uma taxa de ocupação média que não supera 10%. Mesmo assim, há poucos despedimentos de trabalhadores.

A natureza deu uma grande maravilha à Ilha de Moçambique que geralmente é fonte de inspiração e lazer para nacionais e estrangeiros, fazendo do turismo a principal base económica naquele que é considerado um dos destinos de eleição no país. Mas a pandemia da COVID-19 está a impor uma crise sem precedentes.

Nos últimos dois meses, 852 turistas escalaram aquele ponto, dos quais, 720 nacionais. “Existem 179 quartos, equivalentes a 281 camas e que a taxa de ocupação passou para 40%” disse Mussagy Neeno, director de Turismo no Município da Ilha de Moçambique e acrescenta um dado que justifica a baixa ocupação: dos hóspedes que chegam à Ilha de Moçambique, parte deles é que vai aos hotéis. Muitos vão à casa de familiares e amigos.

Na cidade de Nampula, os hotéis andam bem arrumados, à espera de hóspedes que nunca chegam, deixando os empresários que operam nesta área a caminharem no corredor escuro da crise.

Com 117 quartos, o Grande Plaza é o hotel de referência. Abriu em princípio de 2018 e sempre teve uma ocupação satisfatória. Entretanto, em um ano de pandemia, tudo ficou estranho, tal como deu a saber Carlos Soares, representante daquela estância hoteleira.

“Se antes da crise tínhamos uma ocupação média de 80, 85% e 90%, depois da adopção das medidas e com o avançar da pandemia, passamos para taxas de ocupação de 10% em média e tivemos períodos de taxas de ocupação de 6%. Só indicando estes valores é perceptível a dimensão da crise que nos assolou”.

Sem hóspedes e com despesas fixas para pagar mensalmente. A equação é difícil, mas os 111 trabalhadores continuam nos seus empregos.

“Os custos fixos são enormes e a componente de custos fixos em que se pode mexer de alguma forma com flexibilidade é a de recursos humanos, mas a administração, conversando com o comité sindical da empresa tudo fez para evitar mexer demasiado os recursos humanos porque sabemos que é uma situação de que os nossos trabalhadores não têm culpa e têm que ser, de alguma forma, protegidos”, concluiu Carlos Soares, que deixou claro que não houve despedimento relacionado com a crise imposta pela pandemia da COVID-19.

Uso de máscara continua a ser ignorado na Zambézia

Numa altura em que província da Zambézia já registou mais de três mil casos da COVID-19, grande parte da população contínua a não usar máscaras. No distrito e cidade de Mocuba, que tem como lema “Todos os caminhos se cruzam e Moçambique se abraça”, a população mostra-se resistente.

Um facto que aumenta o risco de se infectarem pela pandemia do novo coronavírus. Nas ruas e mercados, é possível ver o desrespeito da medida, que está entre as mais eficazes para a prevenção da doença.

Se por um lado os munícipes não usam máscaras, o edil de Mocuba Geraldo Sotomane acaba de recuperar da COVID-19.

“Lamento o facto de os munícipes ignorarem o uso das máscaras mesmo com todos os apelos necessários. Esta doença é real e todos precisam prevenir-se”, disse.

Actualmente, Zambézia é a sexta província com mais casos de infeção pela COVID-19.

 

Governo da Venezuela condecora antigo Presidente Joaquim Chissano

O governo da Venezuela condecorou o antigo presidente da República, Joaquim Chissano, com a Ordem Francisco Miranda da 1ª classe, pelo seu empenho na luta pela busca da liberdade em África, com destaque para a região Austral do continente.

A cerimónia de condecoração teve lugar, na quarta-feira (03), e foi orientada a partir de Caracas, na Venezuela em formato virtual, devido a pandemia da covid-19.

Na ocasião, o Antigo Presidente da República agradeceu a distinção do governo venezuelano e manifestou interesse de ver crescer os laços de cooperação entre Moçambique e Venezuela.

“ Ao aceitar este galardão, manifesto a esperança de ver a crescer e a fortificarem–se cada vez mais os laços existentes entre os povos venezuelano e moçambicano, para que os nossos povos possam disfrutar da paz, desenvolvimento económico e social sustentáveis e da prosperidade que merecem “, disse.

A condecoração com o galardão da “Ordem Francisco Miranda” abrange ainda outras cinco personalidades africanas entre antigos presidentes não só, como Sam Nujoma, Luzia Inglês Van-Dúnen de Angola e Duma Moses Kosse, da África do sul.

Moçambola: PR autoriza retoma de treinos a 8 clubes

O Presidente da República, Filipe Nyusi, autoriza a retomarem os trabalhos, os oito clubes que até esta parte estavam impedidos de regressar aos treinos por terem uma taxa superior a 10% de casos positivos de Covid-19.

O Chefe do Estado anunciou a decisão, na quarta-feira (03), no encontro com o movimento desportivo nacional, onde esteve em reflexão o Desporto em Tempos da Covid-19.

Filipe Nyusi disse que autorização deve ser encarada com responsabilidade. “ Pelo menos para treinos, isolando os contaminados mas os clubes têm que ter a capacidade de fazer os testes. Isso para os treinos tem que acontecer.. se é Costa do Sol, dos 25 jogadores 10 estão contaminados , ficam em casa os 10, mas com aquelas medidas todas”, disse.

No entanto, em relação ao regresso do campeonato nacional Moçambola, o Presidente da República disse ser ainda prematuro, uma vez que os próprios clubes não estão devidamente preparados para os desafios que a covid-19 impõe.

PR derige-se à Nação hoje no âmbito da Situação de Calamidade Pública

O Presidente da República, Filipe Nyusi, fala à Nação, esta quinta-feira, às 19 horas, no âmbito da Situação de Calamidade Pública.

A comunicação do Chefe do Estado será feita no contexto da situação da pandemia da COVID-19 no país.

A última comunicação de Filipe Nyusi à Nação foi a 4 de Fevereiro. Na altura, o país tinha 42.488 infecções pelo novo Coronavírus, desde 22 de Março passado, data em que a Saúde anunciou o primeiro paciente com a doença. Até esta quarta-feira, o país tinha um cumulativo de 60.395 casos positivos.

Entretanto, os pacientes recuperados da doença aumentaram de 25.673 para 44.002, no período em referência.

Os óbitos passaram de 427 para 688, entre 4 de Fevereiro e 3 de Março. A boa nova é que os internamentos baixaram de 335 para 188 no mesmo período.

As pessoas ainda com COVID-19 no organismo também diminuíram, de 16.638 para 15.721.

Vagas de emprego do dia 03 de Março de 2021

Foram publicadas hoje, dia 03 de Março no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Lista de oportunidades de emprego para hoje

1. Vaga para Director Financeiro

A MECO Empreendimentos está a recrutar um (1) Director Financeiro (m/f). Saiba mais.

2. Vaga para Consultor 

O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) pretende recrutar um (1) Consultor. Saiba mais.

3. Vaga para Assistente de Desenvolvimento Comunitário de Saúde Sexual Reprodutiva – Morrumbala

A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Desenvolvimento Comunitário de Saúde Sexual Reprodutiva do Projecto Ungumi.Saiba mais.

4. Vaga para Assistentes de Desenvolvimento Comunitário de Saúde Sexual Reprodutiva – Derre

Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário de Saúde Sexual Reprodutiva do Projecto Ungumi. Saiba mais.

5. Vaga para Analista Financeiro 

A VITA, Sociedade Unipessoal, Lda está a recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista Financeiro (m/f). Saiba mais.

6. Vaga para Estagiário De Linha “Alô Adolescente Seguro“

A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário de Linha “Alô Adolescente Seguro” – NORAD (M/F). Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Auditor Interno

A N´weti, Organização Nacional não Governamental, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Auditor Interno.Saiba mais.

2. Vaga para Oficial De Logística, Recursos Humanos E Procurement 

A ADDP Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Logística, Recursos Humanos e Procurement. Saiba mais.

3. Vaga para Analista E Programador Júnior

A Miro Software, Lda pretende recrutar para a sua empresa um (1) Analista e Programador Júnior.Saiba mais.

4. Vaga para Psicólogo Clínico Para Saúde Mental (PCSM)

A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Psicólogo Clínico para Saúde Mental. Saiba mais.

5. Vaga para Assistente Comercial

A R.C.L Consultoria e Serviços, Lda está a recrutar para o seu Cliente que dedica-se a Medição de Seguros, nos ramos de “Vida” e “Não Vida”, um Assistente comercial. Saiba mais.

6. Vaga para Assistente De Controle De Crédito E Sinistros

A RCL Consultoria e Serviços, Lda pretende recrutar para o seu cliente no ramo de seguros um (1) Assistente de Controle de Crédito e Sinistros. Saiba mais.

7. Vaga para Gestor De Projectos

A Future Proof Building (FPB) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Projectos. Saiba mais.

8. Vaga para Contabilista De Custos

A Matchedje Manutenção pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista de Custos. Saiba mais.

9. Vaga para Contabilista Sénior

A Matchedje Manutenção pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista Sénior. Saiba mais.

10. Vaga para Gerente De Armazém

A Matchedje Manutenção pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Armazém. Saiba mais.

11. Vaga para Vulcanizador

A EA-APE pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Vulcanizador. Saiba mais.

12. Vaga para Responsável Técnico Da Pecuária

A Inther-Beira pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Responsável Técnico de Pecuária. Saiba mais.

13. Vaga para Supervisor De Operações/ Logístico

Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende admitir para o quadro de pessoal um (1) Supervisor de operações/ Logístico. Saiba mais.

14. Vaga para Responsável Administrativo Da Pecuária

A empresa Inther-Beira, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Responsável Administrativo da Pecuária. Saiba mais.

15. Vaga para Coordenador da Componente de Cuidados e Desenvolvimento da Primeira Infância

A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador da Componente de Cuidados e Desenvolvimento da Primeira Infância. Saiba mais.

16. Vaga para Consultor

O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor (M/F). Saiba mais.

17.Vaga para Engenheiro Mecânico

Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende admitir para o quadro de pessoal um (1) Engenheiro Mecânico. Saiba mais.

18. Vaga para Técnico De Informática

Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A” pretende admitir para o quadro de pessoal um (1) Técnico de Informática. Saiba mais.

19. Vaga para Especialista Em Educação

O CESC pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um/a (1) Especialista em Educação, baseado. Saiba mais.

20. Vaga para Agentes De Suporte Ao Cliente

A Elephant Bet pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Agentes de Suporte ao Cliente (M/F). Saiba mais.

21. Vaga para Técnico De Reparação De Laptops

A Técnica PC pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Reparação de Laptops. Saiba mais.

22. Vaga para Auxiliar De Produção Gráfica

A TechZone Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Auxiliar de Produção Gráfica. Saiba mais.

23. Vaga para Balconista/ Vendedor

A TechZone Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Balconista/ Vendedor. Saiba mais.

24. Vaga para Estagiário Em Desenvolvimento De Sistemas 

A Techzone, Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário em Desenvolvimento de Sistemas. Saiba mais.

25. Vaga para Operador De Equipamento – Blast Hole Drilling

A Geoma Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Operador de Equipamento de Perfuração Roque Mineiro – Blast Hole Drilling. Saiba mais.

26. Vaga para Frontend Developer

A Medihealth pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Frontend Developer. Saiba mais.

27. Vaga para Torneiro Sénior

A Haps Soluções, Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Torneiro Sénior. Saiba mais.

28. Vagas para Motoristas Ligeiros 

A Inther-Beira pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Motoristas Ligeiros. Saiba mais.

29. Vaga para Mecânico de Máquinas e Equipamentos de Construção

A Geoma Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Mecânico de Máquinas e Equipamentos de Construção. Saiba mais.

30. Vaga para Técnico Social – Beira

A Fundação AVSI pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Social. Saiba mais.

31. Vaga para Técnico Social – Dondo

A Fundação AVSI pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Social. Saiba mais.

32. Vaga para Gestor de Vendas

A PHC pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Vendas. Saiba mais.

33. Vaga para Técnico Médio de Informática/ Engenheiro Informático – Inhambane

A Venyl Connection Services pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Médio de Informática/ Engenheiro Informática. Saiba mais.

34. Vaga para Técnico Médio de Informática/ Engenheiro Informático – Manica

A Venyl Connection Services pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Médio de Informática/Engenheiro Informática. Saiba mais.

35. Vaga para Técnico Médio de Informática/ Engenheiro Informático – Maputo

A Venyl pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Médio de Informática/ Engenheiro Informática. Saiba mais.

36. Vaga para Técnico Médio de Informática/ Engenheiro Informático – Tete

A Venyl Connection Services pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Médio de Informática/ Engenheiro Informática. Saiba mais.

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