A Casa Banca anunciou na sexta-feira (12) que os primeiros cheques e pagamentos de 1.400 dólares por pessoa previstos no plano de apoios e estímulos económicos começam a ser recebidos neste fim de semana.
Os primeiros pagamentos são enviados por transferência e “alguns destinatários vão começar a recebê–los no fim de semana e os outros durante a semana”, indicaram a secretária do Tesouro e a administração fiscal, em comunicados de imprensa.
O número exato de beneficiários não foi especificado, mas o montante total pode ascender a 400 mil milhões de dólares.
Milhões de norte-americanos, cujos rendimentos anuais são inferiores a 75 mil dólares por pessoa ou 150 mil dólares por casal, vão receber um cheque de 1.400 dólares por adulto e por criança.
O montante é degressivo até 80 mil dólares de rendimento por pessoa e 160 mil por casal. Os que ganham mais não recebem cheque.
As famílias norte-americanas, para responderem à crie provocada pela pandemia do novo coronavirus, já tinham recebido cheques de 1.200 dólares por adulto e 500 dólares por criança, em abril de 2020, e de 600 dólares por pessoa no início de janeiro de 2021
O plano do presidente Joe Biden, que ascende a 1,9 biliões (milhão de milhões) de dólares, foi aprovado pelo Congresso na quarta-feira e promulgado na quinta-feira.
Segundo a Casa Branca, deve permitir criar mais de sete milhões de empregos este ano, tornar os cuidados de saúde mais acessíveis, financiar a campanha de vacinação e reduzir em metade a pobreza das crianças.
O Ministério Público (MP) de Angola pediu a condenação de 5 a 14 anos de prisão para ex-ministro da Comunicação e antigo diretor do extinto GRECIMA, Manuel Rabelais, e ao coarguido, Hilário dos Santos, por crimes de peculato e branqueamento de capitais.
“Pela lei vigente na data dos factos, os arguidos seriam punidos, tendo em conta o montante defraudado, com a penalidade abstrata de 12 a 16 anos de prisão maior, e com o mesmo montante a nova lei prevê uma moldura abstrata de cinco a 14 anos de prisão”, afirmou Manuel Domingos, magistrado do MP, durante a apresentação das alegações finais.
A acusação sustentou que Manuel Rabelais, com o apoio de Hilário Santos, “transformou o GRECIMA numa autêntica casa de câmbios, angariando empresas e pessoas singulares para depositarem kwanzas em troca de moeda estrangeira, vendendo divisas ao câmbio superior” do que era praticado pelo BNA, tendo defraudado o Estado em cerca de 23 mil milhões de kwanzas (33 milhões de dólares”.
A alegação da defesa de que Manuel Rabelais agia sob segredo de Estado foi rejeitada pelo MP que lembrou que tal cenário “não implica ausência de documentos da instituição”.
Outro argumento da defesa contrariado pelo MP é que Rabelais seguia orientações do então Presidente José Eduardo do Santos, com o procurador a destacar que, em carta enviada ao TS, Santos garantiu que desconhecia as operações do GRECIMA, que eram supervisionadas pelo chefe da Casa de Segurança do Presidente da República.
Para o MP, ficou provado no julgamento que Rabelais e Santos desviaram dinheiro do Estado e agiram “ardilosamente em seu benefício”.
“Sem provas”, a defesa
Do lado da defesa, Amaral Gourgel disse que a acusação está eivado de argumentos “subjectivos e enfermos de enormes contradições”, lembrou que as transacções foram feitas no circuito bancário, portanto não houve nenhuma “casa de câmbio”, e reiterou que “não houve cometimento de crimes” no GRECIMA.
Na sua intervenção o advogado de Hilário Gaspar Santos também negou as acusações imputadas e pediu a absolvição dele porque “nenhuma das acusações atribuídas a este ficou provada”.
Belchior Catongo sublinhou, por exemplo, que “não há registo nos autos de que Hilário Gaspar Santos seja funcionário público” e que era apenas um mensageiro.
O juiz vai definir o dia da leitura da sentença.
O GRECIMA, criado por José Eduardo dos Santos em 2012, era o responsável pelo marketing e propaganda do Governo e foi extinto em 2017.
Pelo menos oito pessoas morreram e 47 ficaram feridas devido a uma explosão de carro-bomba na província de Herat, no Afeganistão, disseram hoje as autoridades.
Espera-se que o número de mortos aumente porque vários dos feridos estavam em estado crítico. A explosão de sexta-feira também destruiu 14 casas, adiantou um porta-voz do hospital provincial, Rafiq Sherzai.
Um dos mortos e 11 dos feridos pertenciam às forças de segurança afegãs, enquanto os restantes eram civis, incluindo mulheres e crianças, disse o porta-voz do Ministério do Interior, Tariq Arian.
Ninguém reivindicou a responsabilidade.
Poucas horas após o ataque, o Conselho de Segurança das Nações Unidas, numa conferência de imprensa em Nova Iorque, condenou o aumento “alarmante” dos ataques no Afeganistão contra civis, apesar de os talibãs e o Governo afegão manterem novas conversações no Qatar.
O banco timorense, BNCTL, avisou na sexta-feira (12) os seus clientes de que podem ser alvo de processos, incluindo congelamento de contas, se forem captados a desinfetar as máquinas ‘multibanco’ da instituição, devido à covid-19.
“Não reguem com desinfetante as ATM, bem o teclado nem o ecrã, porque isso estraga as máquinas”, refere um aviso do Banco Nacional de Comércio de Timor-Leste (BNCTL), numa publicação na sua página oficial no Facebook.
“Em vez disso usem desinfetante nas mãos antes e depois de usar os ATM”, considera.
Os gestores do BNCTL avisam que o incumprimento destas instruções será detetado por câmaras de vigilância e que os infratores podem ser punidos.
“Se usarem desinfetantes no teclado ou ecrã, isso é captado pelas câmaras e serão alvo de um processo do banco, incluindo bloqueio do dinheiro no banco”, conclui.
As instituições financeiras do país estão sem atendimento ao público no município de Díli desde terça-feira, sob instruções nesse sentido do Banco Central de Timor-Leste (BCTL), mantendo os serviços bancários a funcionar, incluindo no fornecimento de dinheiro às ATM.
Timor-Leste tem atualmente 76 casos ativos da covid-19 e Díli está sob cerca sanitária e confinamento obrigatório até pelo menos segunda-feira, período que deve ser alargado pelo Governo.
O Governo moçambicano sofreu na quinta-feira (11) uma derrota jurídica na Grã-Bretanha, no processo das “dívidas ocultas”, envolvendo a companhia Privinvest, o seu director Iskandar Safa e o banco Credit Suisse.
A Reuters escreve que o Tribunal de Apelação da Grã Bretanha decidiu que o caso deve ser resolvido por um processo de arbitragem como exigido por aquela companhia.
Moçambique iniciou uma acção em tribunal contra os três exigindo a devolução de centenas de milhões de dólares de empréstimos de dois mil milhões de dólares garantidos pelo Governo, grande parte dos quais desapareceram.
A Privinvest tinha em separado iniciado um processo de arbitragem contra as três companhias estatais moçambicanas envolvidas no escândalo, reivindicando indemnização por quebra de contrato.
Um tribunal britânico tinha anteriormente rejeitado um pedido da Privinvest para a suspensão da queixa moçambicana, alegando que isso deveria ser resolvido por arbitragem.
Moçambique alegou que a Privinvest tinha pago subornos para garantir os contratos.
“As queixas da república contra as companhias da Privinvest caiem dentro dos parâmetros de acordos de arbitragem”, disse a decisão do tribunal citada pela agência Reuters.
Não houve reacção imediata das autoridades moçambicanas.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, apelou ontem (12) às autoridades nigerianas para garantirem a segurança nas escolas, depois de um novo rapto de estudantes numa instituição de ensino no noroeste do país.
Através do seu porta-voz, Stéphane Dujarric, Guterres condenou o rapto e exigiu a libertação “imediata e incondicional” dos estudantes que até ao momento não foram resgatados.
De acordo com as autoridades locais, homens armados atacaram a Escola Superior de Mecanização Florestal, na zona de Mando, no estado de Kaduna, na noite de quinta-feira.
As forças do Exército conseguiram salvar um total de 180 pessoas, na sua maioria estudantes, mas pelo menos 30 alunos continuam por encontrar, segundo o Governo nigeriano.
“O secretário-geral insta as autoridades a salvaguardar as escolas para garantir o direito à educação num ambiente seguro”, disse Dujarric na sua conferência de imprensa diária, citado pela agência noticiosa Efe.
Dujarric recordou que os ataques a escolas são “uma grave violação” dos direitos humanos e que as escolas devem ser sempre “espaços seguros” para as crianças.
A Nigéria sofreu já vários incidentes deste tipo desde o início do ano.
No passado dia 02, um total de 279 alunas raptadas em 26 de fevereiro no estado de Zamfara, no noroeste da Nigéria, foram libertadas.
O rapto em Zamfara, que as autoridades atribuíram a “bandidos” ativos na região, ocorreu, por sua vez, duas semanas depois do rapto por homens armados de 38 alunos e professores de uma escola em Kagara, no estado nigeriano do Níger, e que acabaram também por ser libertados.
Em 11 de dezembro de 2020, 344 estudantes foram sequestrados de uma escola em Kankara, no estado de Katsina, no noroeste, num ataque reivindicado pelo grupo ‘jihadista’ Boko Haram, que até então se tinha limitado a ataques no nordeste do país.
Os estudantes foram localizados e resgatados uma semana mais tarde, depois de uma resposta rápida pelas forças de segurança no estado vizinho de Zamfara.
Mariano Nhongo, diz que não pretende aderir ao processo de Desmilitarização, Desmobilização e Reintegração (DDR), antes do Governo aceitar negociar sobre os detalhes do processo.
Em teleconferência, concedida a jornalistas a partir de “parte incerta”, Nhongo disse que ainda não está ultrapassado o problema que levam a si e seus homens armados a não aderirem ao DDR. Insiste que quer negociar com o Governo.
“Isso depende do Governo. Eu passei o documento no ano passado, no dia 02 de Outubro do ano passado e até hoje”, ainda não há resposta, segundo o líder do movimento militar apontado como responsável pela instabilidade que se vive nas províncias de Manica e Sofala.
O pronunciamento do líder da Junta Militar Mariano Nhongo acontece na mesma semana em que, André Matade Matsangaíssa, dissidente da Junta, realizou uma conferência de imprensa na cidade de Maputo onde propôs trégua definitiva, amnistia e retirada das posições das Forças de Defesa e Segurança para que os homens que ainda permanecem no mato possam sair.
“É trégua de quê? Amnistia de quê?”, desvaloriza Nhongo, esclarecendo que “a amnistia deve vir depois da negociação. Quando negociarmos sobre o documento e entendermo-nos em ambas partes, depois da trégua é que iremos ao acantonamento”, refere.
Só cumpridas estas exigências, diz o líder da Junta Militar da Renamo, é que ele e seus homens vão aderir ao DDR e assim assegurar a paz definitiva na região centro do país.
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO, na sigla inglesa) e o Governo moçambicano lançaram ontem (12) um projeto que visa promover uma agricultura “sensível à nutrição” em Moçambique.
O projeto, com a duração de três anos, pretende fortalecer as capacidades dos pequenos agricultores para a adoção de práticas sustentáveis para uma produção agrícola sensível à nutrição nas províncias do norte e sul do país, segundo um comunicado da Fao distribuído à comunicação social.
Além de Moçambique, o projeto, orçado 2 milhões de dólares e designado Aumento da Produtividade da Água para uma Agricultura Sensível à Nutrição”, vai abranger também Ruanda, Benin, Níger, Egipto e Jordânia.
“Mais do que nunca, precisamos de soluções inovadoras, ação inteligentes e sistémicas e de parcerias sólidas para produzir mais e produzir melhor, levando o alimento que tanto precisamos aos lares das famílias Moçambicanas”, declarou Hernâni Coelho da Silva, representante da FAO, durante a cerimónia virtual de lançamento da iniciativa.
O projeto vai ser desenvolvido pela FAO, em parceria com o Ministério de Agricultura e Desenvolvimento Rural e o Fundo Internacional do Desenvolvimento Agrícola.
Dados oficiais estimam que 43% das crianças até aos 5 anos, em Moçambique, enfrentem desnutrição crónica, sendo a província de Cabo Delgado, no norte, a mais afetada, com uma incidência superior a 50%, e a cidade de Maputo, a capital do país, no sul, a menos assolada.
O Conselho Nacional de Defesa e Segurança exorta ao povo moçambicano para continuar a apoiar os esforços da Paz, denunciando quaisquer situações que possam minar a segurança e o bem-estar de todos.
Reunido na sua quarta sessão ordinária, o órgão encorajou as Forças de Defesa e Segurança a envidarem mais esforços visando a protecção da população, bem como a reposição da ordem, segurança e tranquilidade necessárias para a promoção do desenvolvimento e bem-estar.
Congratulou as FDS pelas sucessivas vitórias, fruto da intensificação das operações e da entrega abnegada à defesa dos interesses supremos do povo moçambicano, facto que se consubstancia nas derrotas infligidas aos terroristas.
O órgão enalteceu a liderança do Chefe do Estado pelo sucesso alcançado na implementação do Desarmamento, Desmobilização e Reintegração dos homens da Renamo, reforçado pela adesão, ao processo, de um número significativo de membros destacados da autoproclamada Junta Militar da Renamo.
O Conselho Nacional de Defesa e Segurança recomendou a promoção de oficiais das Forças Armadas de Defesa de Moçambique aos postos de Gerenal do Exército, Major-General, Brigadeiro e Comodoros.
De igual modo, recomendou a promoção de oficiais da Polícia da República de Moçambique à patente de Adjunto de Comissário da Polícia, visam imprimir maior dinâmica às Forças de Defesa e Segurança, no contexto dos desafios que o país enfrenta nos domínios da defesa e segurança.
Os ministros da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) aprovaram, na sexta-feira (12), o distrito de Nacala para ser a sede do centro humanitário de emergência da região Austral de África.
Segundo a ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo, que presidia o encontro virtual com os sus homólogos da SADC, a reunião também serviu para consertar ideias uniformes para o combate a pandemia da covid-19.
Na reunião Verónica Macamo reforçou a prontidão de Moçambique para acolher a Cimeira da SADC, entre Maio e Junho de 2021 na cidade de Maputo, caso estejam criadas as condições básicas de prevenção da covid-19.
Actualmente Moçambique preside a SADC sob o lema ” 40 anos construindo a paz e segurança, promovendo o desenvolvimento face aos desafios globais.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) não vê motivos para que países suspendam campanhas de imunização com a vacina da AstraZeneca.
“Devemos continuar a utilizar a vacina da AstraZeneca. Não há qualquer razão para não a utilizar”, declarou uma porta-voz da OMS, Margaret Harris, numa conferência de imprensa na sexta-feira (12) em Genebra.
Esta indicação surge depois de vários países terem suspendido a administração da vacina.
O primeiro país foi a Áustria, no fim-de-semana passado, na sequência da morte de uma enfermeira e de outra pessoa ter ficado doente, na mesma altura, após tomar uma vacina de um mesmo lote.
Seguiram-se a Bulgária, Itália, Noruega, Dinamarca, Estónia, Lituânia, Luxemburgo e Letónia que tomaram a decisão com o objectivo de dar tempo ao Comité de Avaliação dos Riscos em Farmacovigilância (PRAC) da EMA para conduzir uma investigação.
Na sexta-feira, a OMS esclareceu que não recebeu nenhum registo de mortes relacionadas com nenhuma das vacinas aprovadas pela OMS e reforçou que não há uma recomendação para que a vacinação seja suspensa.
A família de George Floyd, o afroamericano morto por um polícia a 25 de Maio de 2020, chegou a um acordo civil com a cidade de Minneapolis para receber uma indemnização de 27 milhões de dólares (cerca de 22 milhões de euros).
“Este é o maior acordo no caso do homicídio de um homem negro, e envia uma mensagem poderosa de que a vida dos negros importa e que a brutalidade policial contra pessoas de cor deve acabar”, informaram os advogados da família num comunicado sobre o acordo.
Derek Chauvin, o agente que colocou o seu joelho sob o pescoço de Floyd, causando-lhe a asfixia, está actualmente a ser julgado pelos crimes de homicídio em segundo e terceiro grau e de assassínio. Três outros agentes também enfrentam acusações. Foram todos despedidos da polícia.
O acordo com a cidade chegou após a família de Floyd ter interposto um processo federal contra Minneapolis, em Julho do ano passado. O município foi acusado de fomentar o uso excessivo de força, racismo e impunidade na polícia local, mas o processo será agora retirado.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, disse ontem (12) que o nacionalista, poeta e herói nacional, Marcelino dos Santos, deixa um legado literário valioso para o povo moçambicano.
O Chefe do Estado falava, na sexta-feira (12) em Maputo, no lançamento dos livros “ Canto do Amor Natural” e “Marcelino dos Santos, Personalidade Multifacetada e Homem do Povo”.
Filipe Nyusi sublinhou o empenho inquestionável de Marcelino dos Santos, em prol da nação e do povo moçambicano.
“O conteúdo e legado de Marcelino dos Santos, tanto político quanto poético, elucida-nos sobre o amor incondicional que sempre nutriu pela pátria que o viu nascer e a vontade de ver a sua terra e o seu povo livres da dominação colonial que durava cinco séculos”, disse.
Marcelino dos Santos nacionalista, poeta e herói nacional, perdeu a vida a 11 de Fevereiro de 2020.
O Presidente da República Filipe Nyusi, nomeou Cristóvão Artur Chume, para o cargo de Comandante do Ramo do Exército.
Noutros Despachos Presidenciais, o Chefe do Estado promoveu o Brigadeiro Cândido José Tirano para o posto de Major-General e nomeou-o para o cargo de Comandante do Ramo da Força Aérea.
O Presidente da República promoveu igualmente o Brigadeiro Francisco Zacarias Mataruca para o Posto de Major-General, tendo-o nomeado para o cargo de Comandante da Academia Militar “Marechal Samora Machel”.
Ainda no uso das competências que lhe são conferidas pela Constituição da República, sob proposta do Ministro da Defesa Nacional e ouvido o Conselho Nacional de Defesa e Segurança, nomeou Tenente Freitas Norte para o cargo de Vice-Comandante da Academia Militar “Marechal Samora Machel”.
Noutros Despachos Presidenciais, o Chefe do Estado nomeou Messias André Niposso, para o cargo de Comandante do Serviço Cívico de Moçambique.
O Presidente da República nomeou igualmente Ezequiel Isac Muianga para o cargo de Inspector das Forças Armadas de Defesa de Moçambique.
Mais oito pessoas morreram de covid-19, elevando o total de óbitos para setecentos e dezanove, no país.
As vítimas mortais incluem quatro homens e igual número de mulheres, cujas idades variam entre 24 e 66 anos.
Um comunicado do Ministério da Saúde (MISAU) refere que nas últimas 24 horas, trezentos e cinquenta e nove indivíduos testaram positivo para covid-19.
A cidade de Maputo registou noventa e cinco 95 casos, correspondendo a 24.5% do total dos casos novos hoje reportados em todo o país, seguida pela Província de Nampula com 59 casos, correspondendo a 16.4%.
Assim, o País passa a ter cumulativamente sessenta e quatro mil e quatro casos positivos registados, dos quais trezentos e dezasseis importados.
Segundo o comunicado de actualização de dados, no país existe, até ao momento, um cumulativo de dois mil novecentos e trinta e oito pacientes internados, dos quais cento e setenta e um estão actualmente nos Centros de Internamento de covid-19 e noutras unidades hospitalares.
As autoridades de saúde anunciaram ainda mais trezentos e vinte e dois indivíduos totalmente recuperados da covid-19.
Uma pessoa morreu e nove ficaram feridas, na manhã de sexta-feira, em consequência de um acidente do tipo colisão carro-ciclista, em Quelimane, província da Zambézia.
O sinistro ocorreu por volta das 05h00, na Estrada Nacional número 10 (EN10), entre o bairro do Padeiro e a zona da lixeira municipal.
Segundo testemunhas, o ciclista, que seguia em direcção à cidade de Quelimane, fez uma inversão de marcha e embateu numa viatura de transporte semi-colectivo de passageiros, que fazia o trajecto Quelimane-Nicoadala.
Na tentativa de evitar o acidente, o motorista não conseguiu imobilizar a viatura para evitar o embate com o ciclista. Este perdeu a vida no local. Na sequência, o condutor despistou e embateu numa mangueira que se encontrava a sete metros da EN10, causando danos avultados na viatura.
“Seguia para o distrito de Nicoadala e não sei o que terá acontecido com o ciclista para me cortar a prioridade”, explicou o motorista, Faimo Sadique.
A ADDP Moçambique pretende recrutar para um projecto financiado pela USAID intitulado “Advancing Girls Education” (AGE) um (1) Director Técnico de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A ADDP Moçambique pretende recrutar para um projecto financiado pela USAID intitulado “Advancing Girls Education” (AGE) um (1) Director Financeiro. Saiba mais.
A ADDP Moçambique pretende recrutar para um projecto financiado pela USAID intitulado “Advancing Girls Education” (AGE) um (1) Director Técnico. Saiba mais.
A ADDP Moçambique pretende recrutar para um projecto financiado pela USAID intitulado “Advancing Girls Education” (AGE) um (1) Director do Projecto. Saiba mais.
A Lycée Français International Gustave Eiffel pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador das Actividades Extracurriculares. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Supervisores de Campos de Retenção. Saiba mais.
O Centro Internacional para Saúde Reprodutiva Moçambique (ICRH-M) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Nacional (M/F). Saiba mais.
A Tracker Moçambique Segurança SA pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Instalação de Sistemas de GPS e Car-Tracking. Saiba mais.
A Caritas Diocesana de Pemba pretende contratar para o preenchimento do seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação (MEAL). Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar vinte e três (23) Formadores na área de Género e Protecção dos Direitos da Mulher e da Rapariga. Saiba mais.
O Ministério da Saúde (MISAU) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Aquisições para Unidade Gestão do Fundo Global. Saiba mais.
A RCL Consultoria e Serviços, Lda pretende recrutar para o seu cliente no ramo de seguros um (1) Assistente de Controle de Crédito e Sinistros. Saiba mais.
Os secretários-gerais dos partidos Frelimo e Renamo, Roque Silva e André Magibire, abriram ontem (11) uma plataforma de diálogo permanente sobre a paz e debate de ideias, entre as duas formações políticas, para o bem da sociedade moçambicana.
O facto foi anunciado no final do encontro entre os dois dirigentes políticos, ocorrido no gabinete de trabalho do Secretário-geral da Frelimo, Roque Silva, na cidade de Maputo.
Roque Silva disse à imprensa que, a sua formação política continua aberta para o diálogo com todos interessados no crescimento do país,
“Felizmente, desta vez o secretário-geral da Renamo assumiu este entendimento de que podemos nos encontrar para dialogara sobre o projecto de paz e reconstrução nacional, que não é apenas do Presidente Filipe Nyusi, nem do líder da Renamo, mas uma agenda de todos os Moçambicanos”, disse Roque Silva.
Durante o encontro discutiram as suas responsabilidades como partidos políticos e o que os mesmos podem fazer para a consolidação da paz que foi arduamente conquistada. Acredito que vamos continuar a dialogar com a Renamo, MMM, Palmo e qualquer outro partido sobre assuntos que possam devolver a tranquilidade aos moçambicanos, no combate as doenças e estabilidade económica e social.
Por sua vez, André Magibire, defendeu que o partido Renamo pretende que haja um diálogo permanente entre os diferentes actores da sociedade, entre os partidos sobre o futuro deste país, que está nas mãos dos políticos.
Três indivíduos encontram-se detidos na 23ª Esquadra da polícia da República de Moçambique (PRM), no bairro de Chihango, indiciado de furto de uma viatura.
Os indicados teriam roubado a viatura, na terça-feira (09), no bairro do Albazine, indica um comunicado de imprensa emitido pela PRM na cidade de Maputo.
A nota salienta que, durante as diligências realizadas pela corporação foi possível neutralizar o grupo e recuperar a viatura no distrito de Chókwè.
Na sequência da neutralização da quadrilha, um dos indiciados foi alvejado na perna, quando tentava pôr-se em fuga, refere.
Os três indivíduos confessam a prática do crime e assumem que se dedicam ao furto de carros na cidade de Maputo, sobretudo, no bairro do Zimpeto, usando chaves falsas e o principal destino dos carros é a província de Inhambane.
O presidente sul-africano Cyril Ramaphosa considerou hoje o rei Goodwill Zwelithini, que hoje perdeu a vida, um “monarca visionário” que contribui para a unidade nacional na África do Sul.
“Sua Majestade será lembrado como um monarca visionário muito amado que deu uma importante contribuição para a identidade cultural, unidade nacional e desenvolvimento económico no KwaZulu-Natal e, por meio disso, para o desenvolvimento do nosso país como um todo”, referiu em comunicado o Presidente Ramaphosa.
O rei Zulu Goodwill Zwelithini morreu hoje aos 73 anos, no hospital, anunciou o primeiro-ministro tradicional do monarca e da nação Zulu, Mangosuthu Buthelezi, em nome da casa real AmaZulu.
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