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Segunda-feira, Julho 27, 2026
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Joaquim Mangrasse eleito novo Chefe do Estado Maior-General das FADM

O Presidente da República, Filipe Nyusi, nomeou através de Despacho Presidencial, Joaquim Rivas Mangrasse, para o cargo de Chefe do Estado Maior-General das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM).

Ainda em Despacho Presidencial, Joaquim Rivas Mangrasse foi promovido ao posto de Almirante.

Num outro dispositivo legal, o Chefe do Estado nomeou através de Despacho Presidencial, Tiago Alberto Nampele, para o cargo de Chefe da Casa Militar, tendo igualmente o promovido à patente de Major-General.

Á luz das mesmas competências o Presidente da República, exonerou Joaquim Rivas Mangrasse do cargo de Chefe da Casa Militar.

Sri Lanka pretende banir a burca e encerrar mais de mil escolas islâmicas

O Sri Lanka pretende proibir o uso da burca e encerrar mais de mil escolas islâmicas, anunciou o ministro da Segurança Pública, Sarath Weerasekera.

Essas medidas afectam a minoria muçulmana no país asiático – cerca de 9% dos 22 milhões de habitantes.

Weerasekera revelou que assinou a ordem para ser aprovada pelos restantes membros do Governo, e justificou-a com motivos de “segurança nacional”.

“A burca tem um impacto directo na nossa segurança nacional. Antigamente as mulheres e raparigas muçulmanas nunca usavam a burca. É um sinal de extremismo religioso que surgiu recentemente. Vamos bani-lo definitivamente”, afirmou o ministro, citado pela Reuters.

O uso de burca no Sri Lanka já tinha sido temporariamente proibido em 2019, depois dos ataques a várias igrejas e hotéis, reivindicados pelo Daesh, que mataram mais de 250 pessoas.

Weerasekera anunciou ainda que o Governo planeia proibir mais de mil escolas islâmicas (madrassas) que estão a desrespeitar as políticas nacionais de educação.

“Ninguém pode abrir uma escola e ensinar o que quiser às crianças”, criticou o ministro.

As novas medidas surgem um ano depois de uma outra decisão polémica para a comunidade muçulmana, quando o Governo tornou obrigatória a cremação de todas as vítimas mortais por Covid-19 – um ritual que é contrário ao islão, que manda enterrar os mortos.

Essa proibição foi, no entanto, levantada no início deste ano, depois de os Estados Unidos e de diversas organizações internacionais terem criticado o Governo do Sri Lanka.

Há possibilidade de os países da SADC uniformizarem período de quarentena domiciliar

Os países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) estão a analisar a possibilidade de uniformizar o período de quarentena domiciliar, no âmbito da implementação das medidas de prevenção e combate à covid-19.

A informação foi partilhada, na sexta-feira (12), em Maputo, pela ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo, no termo de uma reunião virtual mantida com os seus homólogos da região Austral de África.

“Nós temos estado sempre a articular. Uma das coisas que foi colocada é que cada país tem o seu tempo de quarentena. É importante que o tempo de quarentena seja o mesmo, uns têm 14 dias, outros 21 dias, outros têm um pouco menos, “ disse.

Verónica Macamo afirmou também que os países da SADC tem estado a discutir em torno da eficácia das vacinas contra o novo coronavírus.

Manica: Crise alimentar pode afectar 6 mil famílias de Tambara

Crise alimentar pode afectar seis mil famílias do distrito de Tambara, na província de Manica durante os próximos 4 meses.

Em causa, o insucesso da primeira época da presente campanha agrária. O insucesso deveu-se a queda irregular da chuva e a inundação dos rios Kongue, Mwira e Zambeze, que afectou sobretudo as culturas de milho e feijão nhemba.

Segundo o director dos serviços distritais de Actividades Económicas de Tambara, Fernando Kingston, dos 37 mil hectares da área semeada, 525 foram afectados.

Kingston garantiu que esforços estão a ser envidados com vista ao relançamento da produção da segunda época e garantir a segurança alimentar para os meses subsequentes.

Governo moçambicano garante funcionamento de 10 silos até Março de 2022

O Governo moçambicano espera ter 10 silos e armazéns em funcionamento até o primeiro trimestre de 2022. No total, as infra-estruturas terão capacidade para conservar 75.500 toneladas de cereais e leguminosas.

São 10 complexos, sendo sete para serem reabilitados e três para serem construídos. Como forma de minimizar as perdas após as colheitas e garantir as quantidades viáveis para a exportação, o executivo decidiu reabilitar e construir os complexos de silos e armazéns para cereais e leguminosas.

Para o efeito, foram seleccionadas duas empresas MozGrain Lda. e AgroBusiness Lda., para a execução dos trabalhos.

Conforme explicou o Ministro da Indústria e Comércio, Carlos Mesquita, com a empresa Mozgrain, Lda foram assinados dois contratos, sendo um na modalidade de Reabilitação, Operação e Devolução (ROT) para os complexos de silos e armazéns localizados em Gorongosa e Nhamatanda, Lichinga, Mugema e Milange, Ulónguè e outro na modalidade de Construção, Operação e Devolução (BOT), no Complexo de Báruè.

Com a Agrobusiness, Lda foram igualmente dois contratos, na mesma modalidade ROT para o Complexo de Malema e outro na modalidade BOT para os complexos de Iapala-Ribáuè e Cuamba.

“A capacidade total de armazenagem destes Complexos de Silos e Armazéns localizados, como se sabe, em zonas com potencial agrícola, é de 75.500 toneladas. Os complexos de silos e armazéns por reabilitar, na sua maioria, vão estar operacionais a partir de Junho do presente ano, sendo que os por construir estarão operacionais no primeiro trimestre do próximo ano”, disse Mesquita.

Com os contratos, os parceiros garantem a geração de emprego, combate a pobreza e fome no país.

Representante da Mozgrain, Lda Beira, disse que dentro de 30 ou 60 dias poderão estar operacionais dois complexos, sob a sua gestão.

Os contratos assinados preveem, ainda, a construção de fábricas, conforme explica Ângelo Ferreira, director da Agrobusiness.

“Já estamos a instalar uma fábrica no silo de Malema e isso vai garantir o direito a venda da sua produção, bem como reforçar a produção de alimentos no país”, avançou.

O projecto visa impulsionar a exportação de produtos para Quénia e Ruanda e, por via disso, reduzir o nível de importação. O governo prevê o aumento de centros logísticos daqui a três ou quatro anos.

Família de Di Maria sequestrada durante jogo com o Nantes

A casa do antigo jogador do Benfica Angel Di Maria foi assaltada e a família sequestrada, no domingo (14), enquanto o jogador argentino representava o PSG no duelo contra o Nantes.

Tudo aconteceu na noite de domingo. Di Maria foi titular no encontro, que acabaria com uma derrota para os parisienses por 1-2, mas segundo o jornal L’Équipe, o jogador foi retirado de campo aos 62 minutos, tendo posteriormente sido informado do que estava a acontecer na sua habitação.

Foi Leonardo Araújo, o diretor desportivo do PSG, que telefonou para o banco de suplentes a dar conta da situação. Mauricio Pochettino retirou de imediato o jogador de campo e foi o técnico a acompanhar Di Maria, já em lágrimas, aos balneários.

A mesma fonte explica que a família do ex-jogador do Benfica, estava em casa na altura deste assalto violento, com as duas filhas e a mulher no interior, mas sem revelar mais pormenores sobre a situação.

O L’Équipe escreve ainda que a casa dos pais de Marquinhos também foi assaltada neste domingo, num método semelhante ao que aconteceu com a família de Di Maria já que os parentes do internacional brasileiro também foram sequestrados. Ainda assim, o defesa central apenas foi informado desta situação após o apito final do jogo.

Brasília: Ministro da Saúde Eduardo Pazuello pede demissão

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, durante entrevista ao programa Brasil em Pauta.

O ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, deve deixar o comando da pasta alegando problemas de saúde. Depois de muitos rumores sobre a queda de Pazuello, iniciou-se, de facto, o processo de substituição do general à frente da área actualmente mais nefrálgica da Esplanada, que é responsável pelo enfrentamento direto da pandemia.

Ministro próximo a Bolsonaro confirmou o movimento de troca, mas disse que o processo pode levar alguns dias. O representante do primeiro escalão afirmou que Pazuello enfrenta problemas de saúde relacionados à pressão e ao coração e teria chegado a seu limite no governo.

De acordo com informações de integrantes do governo, a pressão para a saída do ministro foi muito forte e se intensificou depois de reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), na tarde de sábado (13), no Palácio da Alvorada. Após o encontro com Lira, Bolsonaro se dirigiu para o hotel de trânsito dos oficiais, no Setor Militar, onde teria comunicado sua decisão ao ministro, na noite de sábado.

Segundo o jornal O Globo publicou, aliados de Bolsonaro já teriam entrado em contato com dois médicos cardiologista cotados para substituir Pazuello. Seriam eles, Ludhmilla Abrahão Hajjar e Marcelo Queiroga. Ela é professora associada da USP e ele, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

O deputado federal Marcelo Freixo publicou em sua conta no Twitter um post sobre a possível saída de Pazuello:

“Pazuello pediu demissão. Depois de usar o general para fazer o trabalho sujo, Bolsonaro manobra e descarta seu capataz para tentar salvar a própria pele. Pazuello é um incompetente, já vai tarde. Mas ele é um mero executor, o mandante dessa política de morte é Bolsonaro”.

Ministério nega

Embora à tarde o presidente Jair Bolsonaro tivesse se reunido com o nome cotado para substituir Pazuello – o da cardiologista Ludhmila Hajjar – à noite, o Ministério da Saúde informou que o atual ministro segue no comando da pasta.

“Não estou doente, o presidente não pediu o meu cargo, mas o entregarei assim que o presidente pedir. Sigo como ministro da Saúde no combate ao coronavírus e salvando mais vidas”, afirmou Pazuello, por meio de sua assessoria de imprensa.

Australianas manifestam-se contra desigualdade de género

Milhares de australianas saíram à rua em protesto contra a desigualdade de género e para criticar o Governo pela forma como tratou vários casos de abuso sexual no Parlamento.

Milhares de australianas saíram hoje à rua em protesto contra a desigualdade de género e para criticar o Governo pela forma como tratou vários casos de abuso sexual no Parlamento.

Mais de 40 marchas decorreram em todo o país, incluindo uma em frente da sede do poder legislativo, em Camberra, onde estava presente a antiga conselheira do Partido Liberal Brittany Higgins, que denunciou em fevereiro o alegado abuso por um antigo colega ocorrido no Parlamento.

“O sistema está partido, o teto de vidro permanece no lugar e existem falhas significativas nas estruturas de poder dentro da nossa instituição”, disse Higgins, num discurso dirigido à multidão.

Após a queixa pública de Higgins, cuja alegada violação ocorreu em 2019, três mulheres, cuja identidade não foi divulgada, alegaram terem sido vítimas de agressão ou de toque inapropriado pelo mesmo homem, que foi despedido por estas alegações.

Além disso, uma acusação de 32 anos contra o procurador-geral, Christian Porter, antes de entrar para a política, foi arquivada por falta de provas após a morte da alegada vítima em 2020.

Porter, que nega a alegação e permanece em funções, disse que vai apresentar uma queixa por difamação contra a estação de televisão ABC, que tornou a alegação de abuso pública, embora sem revelar o nome do político acusado.

No início de março, o Governo australiano anunciou a abertura de um inquérito sobre a cultura de trabalho no Parlamento. O relatório final deverá ser apresentado em novembro com uma série de recomendações para alterar algumas práticas de trabalho internas.

Tete: Ossufo Momade está a monitorar a reintegração de ex -guerrilheiros

O líder da Renamo, Ossufo Mamade, está em Tete para monitorar o processo de reintegração social dos ex -guerrilheiros do seu Partido e sensibilizá-los a abraçar novos projectos, em ambiente de paz e tranquilidade.

A sua chegada na tarde de ontem (14) na província de Tete, para uma visita de trabalho, Ossufo Momade anunciou que trinta integrantes da auto-intitulada Junta Militar da Renamo, largaram as matas e juntaram-se à Renamo, para integrar o processo de Desmilitarização, Desarmamento e Reintegração (DDR), na semana finda.

Enalteceu o facto dos ex- integrantes da auto-intitulada Junta Militar da Renamo, terem respondido positivamente aos apelos do seu Partido e do governo moçambicano, para se retirarem das matas e abraçarem novos projectos de vida.

Ossufo Mamade, que diz estar satisfeito com o decurso do processo de Desmilitarização, Desarmamento e Reintegração social dos ex-guerrilheiros do seu Partido e apela a Mariano Nhongo, a abandonar as matas e regressar ao partido.

República Centro Africana vota na segunda volta das legislativas

Debaixo de fortes medidas de segurança os eleitores na República Centro Africana foram ontem (14) a votar na segunda volta de eleições parlamentares cuja primeira volta foi marcada por ataques de rebeldes em redor do país.

A segunda volta da votação de decorre em 49 distritos eleitorais enquanto 69 outros distritos estão a votar ainda na primeira volta porque em Dezembro a violência impediu a votação nessas zonas.

Em Dezembro Faustin Archange Touadéra foi re-eleito presidente mas rebeldes que a ONU diz serem apoiados pelo antigo Presidente François Bozizé tentaram apoderar-se do poder no meio de alegações de irregularidades na votação.

Em Janeiro os rebeldes cercaram a capital Bangui forçando dezenas de milhar de pessoas a fugirem da cidade.

Ontem, a votação decorreu sem problemas de maior na capital onde pequenas filas de residentes podiam ser vistas nos locais de voto sob a vigilância de grande número de soldados e polícias.

O governo e a missão da ONU no país, MINUSCA, expressaram confiança que a votação de hoje irá decorrer sem violência devido à presença de uma maior segurança e também porque desde Janeiro os rebeldes sofreram derrotas.

“Vamos unir esforços na ajuda ao povo moçambicano” – Guterres

Moçambique necessita urgentemente de 254 milhões de dólares para fazer frente às consequências dos ciclones que abateram sobre o país em 2019, das tempestades deste ano e da pandemia da Covid-19.

O apelo foi feito num vídeo divulgado pelo secretário-geral das Nações Unidas, no sábado (13) para assinalar o segundo ano, na segunda-feira, 15, da passagem do ciclone Idai, que provocou a morte de mais de 600 pessoas e afectou cerca de um milhão e 800 mil moçambicanos.

“Dois anos após o ciclone Idai, muitas famílias ainda lutam para reconstruir as suas vidas”, lembrou António Guterres.

“São catástrofes atrás de catástrofes. O povo de Moçambique precisa da nossa ajuda urgente para enfrentar a tripla ameaça resultante da violência, das crises climáticas e da pandemia da Covid-19”, disse Guterres, que sublinhou ter ficado “profundamente comovido” com o que viu na visita realizada a Moçambique, após a passagem dos ciclones Idai e Kenneth, em 2019.

“Fiquei profundamente comovido com a força e a resiliência de todos aqueles que foram afectados e também inspirado pelo heroísmo das equipas de ajuda de emergência”, declarou o secretário-geral, quem lembrou ainda que “o tempo está a esgotar-se no combate às alterações climáticas”.

“Há regiões em África que estão a aquecer a um ritmo duas vezes superior face à média global do planeta. Na verdade, o continente africano, sendo dos que tem menores responsabilidades na crise climática, é dos que mais sofre as suas consequências”, lembrou o secretário-geral, para quem “é urgente adoptar medidas imediatas destinadas a mitigar o aquecimento global e, ao mesmo tempo, apoiar as nações que estão na linha da frente das alterações climáticas para que vejam reforçada a sua resiliência e capacidade de adaptação”.

“Vamos unir esforços na ajuda ao povo moçambicano”, concluiu António Guterres.

Moçambique foi abatido por dois ciclones em 2019, Idai e Kenneth e, neste ano, pelo menos três tempestades tropicais deixaram estragos consideráveis no país.

Moscovo: Polícia russa detém 150 participantes num fórum da oposição

A polícia russa interrompeu no sábado (13) um fórum em Moscovo e prendeu todos os 150 representantes de vários grupos da oposição que pretendiam discutir as eleições regionais e locais marcadas para Setembro.

Num vídeo divulgado por um deputado, o polícia que liderou a acção disse que todos os detidos participavam de uma “organização indesejável” e que serão acusados de infrações administrativas.

O OVD-Info, um grupo independente que monitora prisões e repressão política, disse que, entre os mais de 150 detidos, estão Ilya Yashin, um político da oposição que lidera um dos distritos municipais de Moscovo, o antigo presidente da Câmara Munical de Yekaterinburg, Yevgeny Roizman, e a vereadora municipal de Moscovo, Yulia Galyamina.

“O objectivo deles era assustar as pessoas para que não se engajem na política”, disse Andrei Pivovarov, que ajudou a organizar o fórum, num vídeo gravado e publicado dentro de uma carrinha da polícia.

Pivovarov desempenhou um papel de liderança na Rússia Aberta, um grupo fundado pelo magnata russo auto-exilado Mikhail Khodorkovsky, que se mudou para Londres depois de passar 10 anos na prisão por desafiar o Governo de Vladimir Putin.

Imagens publicadas pelos órgãos de comunicação mostraram dezenas de carrinhas da polícia estacionadas em frente ao hotel, onde decorria o forum.

Em Chemba verifica-se a subida de preços devido a suspensão da circulação de comboios

Produtos alimentares estão mais caros no distrito de Chemba, em Sofala. Em causa está a suspensão da circulação de comboios de passageiros na linha de Sena devido a pandemia da covid-19.

Para além da subida contínua de preços, os bens essenciais começam a escassear em Chemba.

A título de exemplo, um saco de 25kg de arroz custa 1.700 mil meticais, contra os anteriores 1.200. 5 litros de óleo alimentar passaram de 500 meticais para 800 e o quilograma de açúcar, que custava 70 meticais, teve aumento de 10 meticais.

Os comerciantes de Chemba afirmam que com a paralisação dos comboios passaram a usar o transporte rodoviário, que é mais caro.

Vacina da AstraZeneca suspensa nos países Baixos até 28 de Março

Os Países Baixos suspenderam, no domingo (14), por precaução, a vacina contra a covid-19 da AstraZeneca, até 28 de Março, depois de se terem registado “possíveis efeitos secundários” na Dinamarca e na Noruega.

“Com base em novas informações, a Autoridade holandesa do medicamento aconselhou, como medida de precaução e enquanto se aguarda investigação adicional, a suspensão da administração da vacina da AstraZeneca” contra a covid-19, anunciou o ministério da Saúde holandês num comunicado citado pela Agência France Presse.

Para o ministro da saúde holandês, Hugo de Jonge, citado no comunicado, “a questão crucial é de saber se são queixas depois da vacinação ou devido à vacinação”.
“Não deve haver dúvidas sobre as vacinas. Devemos sempre ter cuidado, por isso é aconselhável pressionar o botão de pausa por precaução”, acrescentou.

De acordo com o ministério da Saúde, não há registo de casos semelhantes nos Países Baixos. No entanto, a tutela aconselha os cidadãos que tomaram a vacina a contactarem o seu médico, caso apresentem sintomas “inesperados e/ou desconhecidos” três dias após a vacinação.

Os Países Baixos juntam-se assim a outros países europeus onde a vacina da AstraZeneca foi suspensa. As autoridades de saúde irlandesas recomendaram a suspensão da administração da vacina AstraZeneca contra a covid-19 como “medida de precaução”, após relatos de casos de formação de coágulos sanguíneos em pessoas vacinadas na Noruega.

A recomendação do Comité do Programa de Vacinação na Irlanda foi emitida depois de um relatório da Agência Norueguesa de Produtos de Saúde ter reportado “quatro novos casos graves de coágulos sanguíneos em adultos” depois de terem recebido a vacina do laboratório anglo-sueco.

A Noruega, a Dinamarca e a Islândia anunciaram na quinta-feira a suspensão das injecções da vacina da AstraZeneca contra a covid-19, invocando o princípio da “precaução” devido aos receios relacionados com a formação de coágulos sanguíneos.

A Bulgária fez o mesmo na sexta-feira e a Tailândia atrasou a sua campanha.
Já no início desta semana, a Áustria parou de administrar um lote de vacinas da AstraZeneca após a morte de uma enfermeira, de 49 anos, devido a “graves problemas de coagulação” alguns dias após ter sido vacinada.

Em resposta, o grupo farmacêutico disse na sexta-feira que a sua vacina não implica qualquer “risco agravado” de formação de coágulos sanguíneos.
Também na sexta-feira, a Organização Mundial da Saúde afirmou que “não há razão para não usar” aquela vacina.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.649.334 mortos no mundo, resultantes de mais de 119,4 milhões de casos de infecção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Os Mambas iniciam Preparativos para operação Ruanda

A Selecção Nacional de Futebol “ os Mambas”, inicia esta 2ªfeira os preparativos da operação Ruanda, tendo no horizonte a dupla ronda de qualificação ao Campeonato Africano de Futebol, Can.

O seleccionador nacional, Luís Gonçalves, chamou para os trabalhos de preparação 33 jogadores.

O jogo com o Ruanda realiza-se no próximo dia 24, em Kigali, e conta para quinta e penúltima jornada das qualificações ao CAN 2022, nos Camarões.

Já no dia 26, a selecção nacional bate-se no Estádio Nacional do Zimpeto com sua congénere de Cabo Verde para a última jornada.

Guterres pede transparência nas detenções de ex-governantes da Bolívia

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu que seja transparente e respeitado o processo legal nas detenções de ex-governantes na Bolívia devido ao seu alegado envolvimento suposto num golpe de Estado.

“O Secretário-Geral recorda a importância” de que se “garanta a total transparência de todos os processos legais”, afirmou em comunicado o porta-voz de Guterres, Stéphane Dujarric.

No mesmo dia, o ex-líder da Bolívia Evo Morales pediu que os responsáveis pelo “golpe de Estado” de Novembro de 2019 sejam “investigados e punidos”, após a detenção de ex-governantes, entre eles a ex-Presidente interina, Jeanine Ánez, que o sucedeu na chefia do país.

Ánez, à frente do país de Novembro de 2019 a Novembro de 2020, tinha já reagido à emissão do mandado de captura com uma frase na rede social Twitter: “A perseguição política começou”.

Antes, dois antigos membros do Governo tinham sido detidos na cidade de Trinidad, os ex-ministros da Energia e da Justiça, Rodrigo Guzmán e Álvaro Coimbra.
O inquérito aberto pela Procuradoria segue-se a uma queixa apresentada em Dezembro por Lídia Patty, antiga deputada do partido de Evo Morales, o Movimento para o Socialismo (MAS).

A antiga parlamentar acusa Jeanine Ánez, antigos ministros, responsáveis militares e policiais de terem derrubado Morales em Novembro de 2019. Apresentou queixa por “sedição”, “terrorismo” e “conspiração”.
Foram igualmente emitidos mandados de captura para os ex-ministros do Interior, Arturo Murillo, da Presidência, Yerko Núnez, e da Defesa, Fernando López, bem como para vários ex-chefes militares e policiais.

Após as presidenciais de Outubro de 2019 e na confusão que rodeou os resultados que davam Morales como vencedor, a oposição alegou fraude e registaram-se incidentes violentos em todo o país. O escrutínio foi anulado.

Num contexto de protestos que causaram pelo menos 35 mortos, polícia e exército retiraram o apoio a Morales, que acaba por se demitir e partir para o exílio, inicialmente no México e depois na Argentina.

Morales voltou à Bolívia após a vitória de seu delfim, Luís Arce, nas presidenciais de Outubro de 2020.

Procuradoria da Bolívia pede 6 meses de prisão para ex-Presidente Ánez

A Procuradoria da Bolívia pediu no domingo (14) seis meses de prisão para a ex-Presidente interina Jeanine Ánez e dois dos seus ministros, detidos no sábado no âmbito do inquérito sobre o alegado golpe de Estado em 2019.

Os ex-ministros da Energia e da Justiça, Rodrigo Guzmán e Álvaro Coimbra, também foram detidos pelo presumível golpe de Estado contra o Presidente socialista, Evo Morales.

Segundo a acusação, assinada por três procuradores, à qual a agência France Presse teve acesso, é pedida “a medida cautelar que consiste numa detenção preventiva (…) por um período de seis meses” numa prisão de La Paz.

Jeanine Ánez, à frente do país de Novembro de 2019 a Novembro de 2020 e detida numa caserna da polícia de La Paz, denunciou um “ato abusivo e de perseguição política”.
O inquérito aberto pela Procuradoria segue-se a uma queixa apresentada em Dezembro por Lídia Patty, antiga deputada do partido de Evo Morales, o Movimento para o Socialismo (MAS).

A antiga parlamentar acusa Jeanine Ánez, antigos ministros, responsáveis militares e policiais de terem derrubado Morales em Novembro de 2019. Apresentou queixa por “sedição”, “terrorismo” e “conspiração”.

Morales, que voltou à Bolívia após um exílio no México e na Argentina depois da vitória do seu delfim, Luís Arce, nas presidenciais de Outubro de 2020, pediu no sábado que os responsáveis pelo “golpe de Estado” de Novembro de 2019 sejam “investigados e punidos”.

Ontem, voltou a insistir no assunto na rede social Twitter, considerando que “esclarecer o golpe de Estado (…) não é apenas defender a democracia na Bolívia, mas também na América Latina e no Caribe”.

Após as presidenciais de Outubro de 2019 na Bolívia e na confusão que rodeou os resultados que davam Morales como vencedor para um quarto mandato, a oposição alegou fraude e registaram-se incidentes violentos em todo o país. O escrutínio foi anulado.

Morales insiste que não houve fraude, assinalando que tal é demonstrado pelos resultados das eleições presidenciais quase um ano depois, que deram a vitória a Luís Arce, apoiado pelo MAS.

País regista mais 3 mortes por covid-19 e 220 novas infecções

Mais três pessoas morreram de covid-19 elevando o total de óbitos para 725, no país. As vítimas mortais incluem dois homens e uma mulher, todos de nacionalidade moçambicana, com idades entre 39 e 64 anos.

Um comunicado do Ministério da Saúde recebido no domingo refere que 220 indivíduos testaram positivo para covid-19.
A cidade de Maputo registou 105 casos, correspondendo a 47.7% do total dos casos novos hoje reportados em todo o país, seguida pela província de Maputo com 25 casos, correspondendo a 11.4%.

Assim, o país passa a ter cumulativamente 64.516 casos positivos registados.

Juventus define preço para deixar sair Cristiano Ronaldo

Juventus está a planear uma remodelação do atual plantel para a próxima temporada e não descarta a saída de Cristiano Ronaldo no próximo verão.

Segundo informações avançadas pela imprensa italiana, a Vecchia Signora vão conversar com o português sobre o seu futuro em Turim, sendo que existe a possibilidade do internacional luso sair em junho deste ano, um ano antes do final do atual contrato.

E no caso de Cristiano Ronaldo pensar em sair dos bianconeri, a Juventus já definiu o valor que pretende receber para deixar partir o português.

Depois de ter pago 100 milhões de euros para contratar o dianteiro luso ao Real Madrid em 2018, o jornal Corriere dello Sport escreve que a Juventus está disposta a abrir mão de Ronaldo por 29 milhões de euros, sendo que os dirigentes da formação italiana não estão a considerar um novo contrato dado o elevado salário que o luso aufere.

A possível saída de Ronaldo da Juventus já fez, inclusive, correr tinta em Espanha. Segundo relatos na imprensa do país vizinho, o seu agente Jorge Mendes já conversou com o Real Madrid para um possível regresso à capital espanhola no verão. O luso também estará interessado nessa mudança.

Grécia: Incêndio deflagra em navio cruzeiro atracado

epa09069959 A fire broke out on the 'MSC Lirica' cruiseship on 12 March 2021, while it was tied at the Corfu port, Ionian Sea, Greece, since January 30 for the winter season. Onboard were crew members only. The cause of the fire, which broke out at starboard, was not made known as of this writing. Firefighters were trying to put out the blaze. EPA/STAMATIS KATAPODIS

Um incêndio deflagrou na sexta-feira (12), no navio cruzeiro MSC Lirica, atracado na costa de Corfu, na Grécia.

Quando o fogo começou, estavam apenas 51 tripulantes na embarcação, que, segundo a imprensa grega, se encontra parada no local desde o final de Janeiro. As chamas, que eclodiram a estibordo e cuja causa ainda não foi divulgada, não terão causado feridos.

As imagens do incêndio, entretanto partilhadas nas redes sociais, mostram uma densa coluna de fumo a sair do navio. Os bombeiros estão no local a combater o fogo.

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