As portagens da Estrada Nacional Número seis, nos Distritos de Dondo e Nhamatanda, na província de Sofala, já contam com duas ambulâncias para transportar vítimas de eventuais acidentes de viação naquela via pública.
Oferecidos pela Rede Viária de Moçambique (REVIMO), uma concessionária da EN6, os meios circulantes vão funcionar 24 horas para possibilitar que as vítimas dos possíveis sinistros cheguem às unidades sanitárias a tempo de receber os primeiros socorros.
Para o feito, estarão disponíveis linhas telefónicas para as quais as pessoas podem ligar à central de atendimento e solicitar os serviços das ambulâncias.
Os automobilistas mostraram-se satisfeitos pela iniciativa e comprometem-se a conduzir com disciplina, tendo afirmado que as ambulâncias não constituem uma resposta definitiva aos acidentes de viação que por ali ocorrem.
“A ideia de termos uma ambulância aqui na portagem vai ajudar bastante aos automobilistas e a todos os utentes desta via. Acredito que, em caso de um acidente, a ambulância logo será accionada para socorrer às vítimas”, afirmou Orlando Cumbe um automobilista.
Titos Francisco, também utente da via, manifestou satisfação com a iniciativa. No entanto, o automobilista apontou para a necessidade de prudência na estrada de modo a reduzir a ocorrência de sinistros.
Para além da alocação das duas ambulâncias, a REVIMO pretende, segundo fonte da empresa, desenvolver obras de iluminação pública no troço.
A Estrada Nacional Número seis liga as províncias de Sofala e Manica. A mesma tem registado, de forma recorrente, acidentes de viação. No passado mês de Janeiro, um acidente culminou na morte de três pessoas e nove ficaram gravemente feridas.
O país vai dispor, ainda este ano, de equipamento de ponta para a deteção de novas variantes da Covid-19.
O Director-Geral do Instituto Nacional de Saúde, Ilesh Jani, que revelou o facto a esta quinta-feira, a Rádio Moçambique, disse que a instalação do equipamento resulta da cooperação existente com laboratórios internacionais parceiros da instituição.
Ilesh Jani disse que, das centenas de variantes do novo coronavírus até aqui descobertas, três continuam a preocupar os cientistas no mundo. Trata-se de variantes identificadas na África do Sul, Reino Unido e Brasil.
O Director Geral do Instituto Nacional de Saúde explicou que as vacinas que, neste momento, estão a ser usadas como imunizantes tem por objectivo evitar doenças graves, internamentos e óbitos devido a Covid-19.
De 2014 a esta parte, pelo menos 114 pessoas com albinismo desapareceram, em Moçambique, em circunstâncias ainda não esclarecidas. A informação foi avançada pela Comissão Nacional dos Direitos Humanos, que explicou que há 55 processos-crime em trâmite na Justiça.
Apesar de haver melhorias no país, quanto à protecção da pessoa com albinismo, ainda persistem desafios. Dados do Instituto Nacional de Estatística, citados pela Comissão Nacional dos Direitos Humanos, apontam que existem 20 mil indivíduos com albinismo, em Moçambique.
As pessoas com albinismo são estigmatizadas, discriminadas, abandonadas, submetidas a maus-tratos e, na pior das hipóteses, assassinadas para fins obscuros.
Sheila Massuque, em representação do Presidente da Comissão Nacional dos Direitos Humanos, repudia aquelas práticas ainda vigentes na sociedade moçambicana e, a seguir, traça o quadro crítico no país.
“Dados até aqui existentes apontam para 114 pessoas albinas desaparecidas em todo o país, 58 casos participados às entidades competentes e 55 processos-crime instaurados”.
A fonte supracitada diz que, perante esta situação, é urgente a tomada de acções para a inversão do cenário.
“Nós sabemos que antes da pandemia da Covid-19, os hospitais chamavam 15 pessoas com albinismo por semana e agora chamam apenas 9. Por isso, sentimo-nos afectados nesse capítulo da acessibilidade à saúde devido à pandemia”.
O Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, representado pelo Secretário Permanente, Manuel Malunga, reconhece que o problema de albinismo em Moçambique continua preocupante. Por isso, como garantiu, há acções com vista a proteger os cidadãos com esta doença na sociedade.
“A problemática do albinismo continua preocupante no país, por isso estamos cientes da responsabilidade de continuar a desenvolver as acções energéticas para a protecção das pessoas vivendo com albinismo e para erradicar a discriminação e exclusão social, aprovando instrumentos legais que estabelecem direitos à educação, à saúde e ao emprego”.
As universidades moçambicanas estão a desenvolver um projecto denominado CLIMATEU, cujo objectivo é tornar estas instituições de ensino superior cada vez mais promotoras de pesquisas sobre as mudanças climáticas.
Moçambique é, segundo a Organização Não-Governamental GermanWatch, o país mais vulnerável às mudanças climáticas em todo o mundo. A ocorrência das tempestades Chalane, Eloise e dos ciclones Idai e Kenneth é o exemplo disso.
São estas e outras razões que levam as universidades a buscarem soluções capazes de reduzir os efeitos das alterações do clima.
Patrício Langa, coordenador do projecto, apontou para a introdução, nas instituições de ensino superior, de cursos ligados ao meio ambiente, tal é o caso de educação e engenharia ambiental.
“A universidade, por tradição, ensina e dela as pessoas aprendem. Mas tem também uma outra componente importante que é a investigação e isso é notável, por exemplo, com os currículos que vão sendo introduzidos”
Para Langa, as pesquisas, que se pretendem, devem ter resultados positivos e devem, para além dos factores das alterações climáticas como aquecimento global, procurar estudar as acções humanas sobre o ecossistema.
“Há uma dimensão humana tremenda na questão das mudanças climáticas. Portanto, há milhares e milhares de pessoas que não acataram mensagens sobre o cuidado com o meio ambiente”, disse Patrício Langa.
Ainda na senda de reverter o actual cenário em que o país se encontra, o coordenador do projecto aponta para a necessidade de outras instituições, sobretudo de tomada de políticas, acolham iniciativas pro-ambientais desenvolvidas pelas universidades.
Desenvolvido pela Universidade Eduardo Mondlane, Universidade Lúrio e Católica, o projecto está orçado em cerca de 1.9 milhões de libras do Fundo britânico Para Pesquisa e Inovação e Fundo Global Para Pesquisa e Desenvolvimento.
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin reagiu, ontem (18), as acusações do seu homólogo norte-americano que o acusou de ser um “assassino”.
“O que lhe responderia eu? Eu diria: Fique bem! Desejo-lhe saúde”, comentou Vladimir Putin, ontem, referindo-se à recente entrevista de Joe Biden à ABC News em que o Presidente norte-americano chamou o seu homólogo russo de assassino.
Putin salientou que as suas palavras não têm qualquer sentido irónico ou humorístico.
O presidente russo recuou à infância para responder, dizendo que quando era miúdo, durante as suas brincadeiras, se dizia muito “quem o diz é quem o é”. Putin acrescentou que não era “coincidência nem uma simples expressão infantil, mas que tinha um significado psicológico bastante profundo, uma vez que vemos sempre as nossas características nas outras pessoas e partimos do princípio que são tal como nós”.
“Na história de cada povo, de cada Estado, há acontecimentos muito difíceis, dramáticos e sangrentos, mas quando avaliamos outras pessoas, ou mesmo outros Estados, outros povos, é como se nos olhássemos sempre ao espelho. Vemos sempre o nossa reflexo”, refletiu o líder russo.
Vladimir Putin, prosseguiu dizendo que “transferimos sempre para outra pessoa o que respiramos, aquilo que é a nossa essência e vemos sempre noutra pessoa as nossas próprias qualidades e pensamos que ela é o mesmo que nós”, afirmou o estadista.
O Presidente russo defendeu que “a classe dominante dos Estados Unidos resolve problemas de política interna e externa” fazendo acusações fortes contra outros países, recordando que os Estados Unidos são o único país do mundo que utilizou armas nucleares, “e ainda por cima contra um Estado não nuclear, como o Japão”.
Falando das relações bilaterais entre os EUA e a Rússia, o líder russo concluiu que a Casa Branca, em geral, está pronta para manter “certas relações” com o Kremlin, “mas sobre as questões que são do interesse dos próprios Estados Unidos, e sobre as suas condições”.
“Embora pensem que somos iguais a eles, somos pessoas diferentes, temos um código genético, cultural e moral distintos, mas sabemos como defender os nossos próprios interesses e trabalharemos com eles, embora nas esferas que são do nosso interesse e sob as condições que consideramos benéficas para nós. E eles terão de ouvir isto”, advertiu Putin.
“Nós, tendo em conta os nossos interesses nacionais, vamos desenvolver relações com todos os países do mundo, incluindo os Estados Unidos”, concluiu.
A Agência Europeia do Medicamento (EMA) determinou, após revisão dos dados sobre casos de formação de coágulos em pacientes imunizados com a vacina da Covid-19, que o fármaco é “seguro e eficaz”.
“O nosso Comité Consultivo Global para a Segurança das Vacinas chegou a uma conclusão após a revisão de casos de coágulos sanguíneos em pessoas imunizadas com a vacina da AstraZeneca contra a Covid-19. O comité chegou a uma conclusão clara e científica: esta é uma vacina segura e eficaz”, indicou uma responsável do regulador europeu, numa conferência de imprensa que pode acompanhar abaixo.
“Os seus benefícios na protecção de pessoas infectadas com Covid-19, com os riscos associados de morte e hospitalização, são superiores aos possíveis riscos”, acrescentou Emer Cooke, diretora-executiva da EMA.
Depois de uma investigação nos últimos dias dos especialistas do regulador europeu, Emer Cooke garantiu que a administração da vacina da AstraZeneca “não está associada a um aumento do risco de eventos tromboembólicos responsáveis pelos coágulos sanguíneos” nalguns dos vacinados com este fármaco.
A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) organizou uma reunião extraordinária para discutir a segurança da vacina da AstraZeneca e os casos de formação de coágulos após a vacinação.
Vários países europeus deixaram de administrar temporariamente a vacina devido a estes relatos e às dúvidas que emergiram sobre a mesma. No total são já 21 países a nível global.
Até 10 de Março, foram relatados pelo menos 30 casos de eventos tromboembólicos. Além destes efeitos secundários, a AstraZeneca tem estado na ‘mira’ da Comissão Europeia por demoras na entrega de vacinas à UE e, no fim-de-semana passado, anunciou novos atrasos, invocando as restrições impostas pela UE à exportação.
Devido a tal cenário, a Comissão Europeia anunciou na terça-feira ter chegado a acordo com a BioNTech-Pfizer para a entrega antecipada de 10 milhões de doses da vacina contra a Covid-19, que estarão disponíveis já no segundo trimestre.
Na quarta-feira, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, lamentou que os atrasos na produção e entrega de vacinas da Covid-19 pela farmacêutica AstraZeneca tenham “reduzido a velocidade da campanha de vacinação” na UE.
Até agora, foram administradas na região europeia 107 milhões de doses da vacina e “03% da população em 45 países recebeu uma série completa da vacina”. Em 23 países, pelo menos “51% dos profissionais de saúde recebeu pelo menos uma dose”.
Uma pessoa ficou gravemente ferida e outras duas contraíram ferimentos ligeiros num acidente de viação que bloqueou ontem (18), por mais de cinco horas, uma das principais vias alternativas de ligação entre as cidades de Maputo e Matola.
Foi através de um vídeo amador que circulou nas redes sociais, por volta das 9 horas da quinta-feira, que a notícia se espalhou. No referido vídeo, via-se uma pessoa entalada no interior da sua viatura envolvida no acidente de viação do tipo despiste e capotamento na zona da Manduca.
Francisco José, que teve a sua viatura no meio de outras três, envolvidas no acidente, conta o susto que presenciou. “A minha sorte é que, na minha frente, ia outro carro que também foi afectado pelo embate do camião que se desgovernou, mas foi muito chocante ver a cena”, relatou.
Afinal, o camião cisterna que se envolveu no acidente estava sem o respectivo condutor e estacionado na via com calços improvisados.
“Esta viatura estava estacionada aqui desde as primeiras horas da manhã, com calços de pedra, acredito que não tenha suportado o peso e, daí, cedeu e foi embater nas outras viaturas e capotou, mas não tinha motorista”, contou uma testemunha que não quis se identificar.
As vítimas do sinistro foram evacuadas para os serviços de urgência do Hospital Geral José Macamo e a mais grave para o Hospital Central de Maputo.
“Recebemos três vítimas do acidente, das quais uma em estado grave, que a tivemos de transferir para o Hospital Central de Maputo, porque não temos aparelho de raio X, disse a médica do Serviço de Urgência daquela unidade sanitária.
Até à saída da nossa equipa de reportagem do terreno, os agentes da polícia recolhiam os detalhes do acidente e, porque havia congestionamento, as vias alternativas tiveram que ser a salvação.
O antigo presidente do Malawi, Peter Mutharika e o então secretário de estado, Lioyd Muhara, foram condenados ao pagamento de 69,5 milhões de kwachas, cerca de seis milhões de meticais, por terem ordenado a reforma compulsiva do colectivo de juízes do tribunal supremo, que chumbou o recurso interposto para impedir a anulação das eleições.
O tribunal superior condenou os réus, por violação do princípio de separação de poderes e abuso de poder, ao ordenarem a reforma compulsiva do juiz presidente e três outros magistrados, que julgaram o caso.
A comunicação da reforma compulsiva, ao juiz presidente do tribunal supremo do Malawi, Adrew Nyirenda, foi feita em Junho de 2019.
A decisão considerada ilegal, levou a magistratura judicial a promover marchas de contestação, nas cidades do país.
Na altura, a coligação de defesa dos direitos humanos e a ordem dos advogados, intentaram uma acção judicial ao tribunal superior de Lilongwe, contra o presidente Peter Mutharika e seu secretário de estado, Lioyd Muhara.
A interferência do poder executivo sobre o judicial, pesou para a condenação de Mutharika e Muhara, que devem pagar seis milhões de meticais num prazo de catorze dias.
Em solidariedade, simpatizantes do partido de Peter Mutharika, o DPP, lançaram uma campanha nacional de angariação de apoio ao antigo estadista malawiano a fim de pagar o valor fixado na sentença.
A campanha tem o símbolo de uma tigela de ofertório, denominada msonkhe-msonkhe, o que traduzido significa, dê o que tiver.
O gesto dos membros do DPP, deve se à incapacidade financeira de Peter Mutharika, cujas contas bancárias estão congeladas pelos órgãos da justiça, em conexão com outros crimes.
O Conselho de ministros reúne-se, esta sexta-feira, para abordar a morte do presidente da República Unida da Tanzânia, John Magufuli.
A informação foi avançada pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, numa comunicação por ocasião da morte do seu homólogo da Tanzânia. Na mesma comunicação, Filipe Nyusi endereçou uma mensagem de condolências à família enlutada, ao povo e governo da Tanzânia.
“Rogamos pela família enlutada, o povo e governo da Tanzânia encontrem forças e o alento para superar esta dor. Fazemos votos que a nossa irmã Samia Suluhu Hassan, vice-presidente da República Unida da Tanzânia, que com o falecimento do presidente Magufuli, assume a liderança, aceite os protestos da nossa mais elevada consideração e estima pessoal e o nosso apoio para continuar a unir o povo e em paz prosseguir a obra do presidente John Magufuli”, disse.
Na comunicação, Filipe Nyusi, reconheceu a importância da Tanzânia na conquista da independência e na consolidação da soberania de Moçambique
O Presidente da República, Filipe Nyusi, dirige esta sexta-feira no distrito de Monapo, em Nampula, a cerimónia central de abertura do ano lectivo escolar 2021.
Na mesma cerimónia terá lugar o lançamento do Plano de acção para a aceleração da alfabetização de jovens e adultos em Moçambique 2021/2029.
Um comunicado da Presidência da República indica que ainda que em Monapo, o Chefe do Estado irá proceder a inauguração da Escola secundária de Carapira.
Rapidinho – Sociedade unipessoal, Lda, é uma Empresa Moçambicana, de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Frotas. Saiba mais.
Rapidinho-Sociedade unipessoal, Lda, é uma Empresa Moçambicana, de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista em Treinamento. Saiba mais.
Uma Empresa Moçambicana, de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Call Centers. Saiba mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor Especialista em Cuidados Alternativos (M/F). Saiba mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Distrital de Monitoria, Avaliação, Prestação de Contas e Aprendizagem (MEAL) do Projecto STAR-G. Saiba mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Programas de Educação em Emergências (M/F). Saiba mais.
A Associação ActionAid Moçambique (AAMoz) pretende recrutar um (1) Gestor de Direito a Justa Colecta de Recursos e Governação Democrática, PLDs e Projectos. Saiba mais.
On Time Investiment é uma Empresa Moçambicana de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Marketing Social. Saiba mais.
A ADPP Moçambique pretende recrutar para um projecto financiado pela USAID intitulado “Advancing Girls Education” (AGE) um (1) Director Técnico de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A ADPP Moçambique pretende recrutar para um projecto financiado pela USAID intitulado “Advancing Girls Education” (AGE) um (1) Director Financeiro. Saiba mais.
A ADPP Moçambique pretende recrutar para um projecto financiado pela USAID intitulado “Advancing Girls Education” (AGE) um (1) Director Técnico. Saiba mais.
A ADPP Moçambique pretende recrutar para um projecto financiado pela USAID intitulado “Advancing Girls Education” (AGE) um (1) Director do Projecto. Saiba mais.
O Centro Internacional para Saúde Reprodutiva Moçambique (ICRH-M) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Nacional (M/F). Saiba mais.
A Tracker Moçambique Segurança SA pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Instalação de Sistemas de GPS e Car-Tracking. Saiba mais.
O Ministério da Saúde (MISAU) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Aquisições para Unidade Gestão do Fundo Global. Saiba mais.
O Presidente da República e Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança (FDS), Filipe Nyusi, exortou na terça-feira (16) às novas chefias militares a serem implacáveis na perseguição e neutralização dos que perturbam a paz. Considerou que a injecção de sangue novo vai dinamizar a acção operativa da tropa.
Nyusi fez este recomendação depois de conferir posse a Joaquim Mangrasse, recentemente nomeado Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) depois de promove-lo a Almirante, tornando-se no primeiro a ostentar esta patente na história da carreira militar em Moçambique.
Na mesma ocasião, o Presidente Nyusi empossou ainda o Chefe da Casa Militar, Tiago Nampele; Inspector das FADM, Ezequiel Muianga; e aos Comandantes do Exército, Cristóvão Chume; Força Aérea, Cândido Tirano; Academia Militar, Francisco Mataruca; e do Serviço Cívico, Messias Niposso.
A todos os empossados, o Comandante-Chefe das FDS responsabilizou para não permitirem que malfeitores continuem a perturbar o curso normal de vida no país, tendo depositado a confiança neles para a manutenção de um clima de paz e segurança em todo o território nacional.
Especificamente ao novo Chefe do Estado Maior General, Filipe Nyusi recomendou que continue a liderar as FADM nas missões combativas, de modo a acelerar a restauração do ambiente de paz e tranquilidade das populações em todo o território.
Joaquim Mangrasse tem também a responsabilidade de assegurar a devida planificação logística que permita a salvaguarda de condições para o abastecimento completo, oportuno e ininterrupto das forças empenhadas em diversas missões operativas.
Incentivar o espírito de gestão racional e criteriosa de todos os recursos humanos, logísticos, financeiros, materiais, incluindo equipamentos alocados às FADM, são outras responsabilidades atribuídas ao novo comando, onde a proactividade deve ser a regra, não devendo o exército ser surpreendido.
Para tal, de acordo com o Presidente, deve haver levantamento de informações antecipadas que permitam o conhecimento operacional profundo e outros fenómenos que constituem ameaças.
“Exigimos que cada comandante do ramo saiba, ao detalhe, sobre os recursos de que dispõe. No caso do ramo do exército, queremos que garantam desdobramentos oportunos das tropas terrestres nos teatros operacionais. Têm de assegurar que o inimigo não use a via terrestre para cometer atrocidades contra nosso povo. Protejam a área sob vossa responsabilidade”, instruiu o Comandante-Chefe das FDS.
A Força Aérea deve ser mais actuante, em função dos meios e condições alocados, garantindo maior presença nas missões de apoio às forças terrestres e navais, assim como no apoio às operações humanitárias, busca e salvamento das populações em caso de desastres naturais.
Para o Serviço Cívico, exige-se criatividade no processo de formação de jovens, principalmente na arte do saber fazer, incutindo neles os valores do patriotismo. Quanto ao novo inspector, Filipe Nyusi quer que preste apoio ao chefe do Estado-Maior General, concorrendo para o bom uso dos recursos humanos, infra-estruturas, cumprimento das normas e disciplina no seio das tropas.
A formação de comandantes audazes e bravos é responsabilidade do timoneiro da Academia Militar Marechal Samora Machel, “de modo a não haver dificuldades de indicar quadros para comandar diferentes unidades por falta de qualidade e devido à escassez de oficiais com competência”.
Pelo menos nove membros do exército afegão morreram hoje num acidente com um helicóptero militar na província de Maidan Wardak, no centro do Afeganistão.
O acidente do helicóptero Mi-17 ocorreu no distrito de Behsud, matando quatro pilotos e cinco membros das forças de segurança, disse o Ministério da Defesa.
Lê-se na nota: “O Ministério da Defesa está a investigar e a recolher informações sobre o que aconteceu”.
O vice-governador de Maidan Wardak, Jawad Muradi, disse à agência espanhola Efe que o acidente ocorreu por volta das 02 horas.
O distrito de Behsoud é uma região relativamente segura, mas as milícias permanecem ativas, em especial a minoria Hazara Ali Poor, que já teve confrontos com as forças de segurança afegãs em várias ocasiões no passado.
Um membro do Conselho Provincial de Maidan Wardak, Sharifullah Hotak, disse à Efe que os combatentes da milícia Hazara atacaram o helicóptero, que estava a abastecer as forças de segurança na sede distrital.
Hotak disse que “quando o helicóptero estava a aterrar, homens armados do comandante Ali Poor abriram fogo sobre a aeronave e abateram-na, matando cinco membros das forças de segurança e quatro pilotos”.
A violência no Afeganistão continua a níveis muito elevados, apesar das conversações de paz intra-afegãs, que têm tido lugar desde setembro passado, em Doha, entre os talibãs e o Governo afegão, procurando pôr fim a duas décadas de guerra através do diálogo.
Um grupo de 39 profissionais de saúde cubanos, entre médicos e enfermeiros especializados em cuidados intensivos, vai reforçar, nos próximos dias, o atendimento a pacientes internados nos centros de tratamento da Covid-19.
Os especialistas, que chegaram na terça-feira (16) ao país, serão distribuídos pelos 15 centros de isolamento instalados no país.
O Secretário Permanente do Ministério da Saúde, Zacarias Zindoga, recebeu os técnicos cubanos, tendo no momento dito que o sector definiu uma equipa-tipo a ser alocada aos centros de tratamento de pacientes com Covid-19, trabalhando em regime de três turnos.
“Havendo necessidade de garantir a provisão de mão-de-obra qualificada e dada a insuficiência de médicos nacionais especializados nesta área de cuidados intensivos, o Ministério da Saúde propõe o recurso à contratação da mão-de-obra de nacionalidade cubana, no âmbito do acordo bilateral”, explicou.
Recordou que a cooperação entre os dois países prevê a prestação de cuidados de saúde, desenvolvimento e investigação de doenças, assessoria na implementação dos programas prioritários e promoção da educação sanitária.
Este novo grupo de profissionais de saúde cubanos se junta a outros 14 que se encontram em território nacional desde Janeiro último.
Já o embaixador cubano em Maputo, Pavel Hernandez, afirmou que a chegada dos profissionais acontece numa altura crítica para o mundo, em que mais de 2.6 milhões de pessoas morreram e outras 120 milhões foram infectadas pela doença.
Afirmou que a esperança no combate à doença reside nas vacinas que vêm sendo produzidas e testadas em todo o mundo, e Cuba tem dois imunizantes na terceira fase de ensaios clínicos e que poderá estar disponível para o país.
O Congresso do Maryland aprovou o pagamento de 577 milhões de dólares, ao longo de 10 anos, para encerrar um processo federal por discriminação e subfinanciamento de quatro universidades historicamente orientadas para afro-americanos.
Na quarta-feira (17), a Câmara dos Representantes aprovou, por 120 votos contra 14, o envio da decisão para o governador Larry Hogan, republicano, que tinha vetado uma decisão similar em 2020, citando dificuldades económicas criadas pela pandemia do novo coronavirus. Mais cedo no mesmo dia, o Senado tinha aprovado a medida com 47 votos favoráveis e nenhum contrário.
O gabinete do governador não respondeu, de imediato, a um pedido de reação a esta resolução de um processo velho de 15 anos.
No processo, datado de 2006, alegava-se que o Estado tinha subfinanciado as instituições, ao mesmo tempo que desenvolvia programas em escolas tradicionalmente de brancos, que competiam e podiam atrair potenciais estudantes das designadas Escolas e Universidades Historicamente para Negros (HBCU, na sigla em Inglês).
Em 2013, um juiz federal considerou que o Estado manteve “um sistema de educação dual e segregado”, que violava a Constituição.
Em 2019, o Tribunal de Apelo do Quarto Círculo ordenou uma quarta tentativa de mediação, mas o caso permaneceu por resolver.
Em fevereiro de 2018, Hogan tinha proposto a resolução do caso por 100 milhões de dólares, ao longo de 10 anos, mas os queixosos rejeitaram a oferta e contrapuseram 577 milhões, a serem pagos “ao longo de um período de tempo razoável”. O governador, mais tarde, contrapropôs 200 milhões de dólares.
As quatro instituições são as universidades estaduais de Bowie, Coppin e Morgan e a Universidade da Margem Oriental do Maryland.
Os fundos envolvidos vão ser usados em bolsas e serviços de ajuda financeira, bem como em contratações e desenvolvimento das instituições. Podem também ser usados para expandir os programas académicos existentes, incluindo em versão on line, bem como no desenvolvimento e concretização de novos programas académicos.
A medida instituiu também a criação de um Fundo de Reserva HBCU para guardar os fundos não usados no fim de cada ano orçamental.
Vai ainda ser criada uma unidade de avaliação do programa académico na Comissão do Ensino Superior do Maryland.
O avançado internacional moçambicano Clésio Baúque, que actua no Zira FC, do Azerbeijão, é a mais recente baixa confirmada nos Mambas, elevando para três o número de “estrangeiros” que não poderão dar o seu contributo na dupla jornada do Grupo “F” de qualificação ao CAN dos Camarões-2021 contra o Ruanda e Cabo Verde, a 24 e 30 de Março, respectivamente.
O atleta confirmou a impossibilidade de responder à convocatória para representar a Selecção Nacional, porque o clube não aceitou cedê-lo, alegando problemas que possam daí advir devido à pandemia da Covid-19.
Para tanto, o Zira FC socorreu-se da liberdade que a FIFA deu aos clubes para, julgados os seus interesses, não poderem ceder atletas às respectivas selecções no quadro da pandemia da Covid-19.
Com Clésio indisponível, sobe para três o número de atletas que mesmo convocados não poderão dar o seu concurso porque os seus clubes não cederam à convocatória, depois de Mexer e Zainadine Jr, respectivamente do Bordeaux da França e Marítimo de Portugal.
Witi em dúvida
Entretanto, quem também corre sérios riscos de falhar a convocatória dos Mambas é o extremo esquerdo Witi, do Nacional da Madeira, condicionado com uma lesão no adutor direito, sofrida na passada sexta-feira no embate da 23ª jornada da Liga Portuguesa, em que a sua equipa perdeu para o Marítimo por 2-1.
O Presidente da República e Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança (FDS), Filipe Nyusi, desafiou ontem (17), o Comando Geral da Polícia da República de Moçambique a criar mecanismos de reconhecimento dos militares que se destacam no combate ao terrorismo e ataques armados nas regiões Centro e Norte do país.
“O Comando-Geral da Polícia e o Ministério do Interior devem começar a introduzir subsídios para reconhecer aqueles que estão a combater o terrorismo. Tenho muitos no teatro Operacional Norte e Centro. São jovens que não ligam se é sábado ou domingo, esforçam-se debaixo da chuva e calor, de dia e noite estão no terreno, tomam conta do colega e da sua arma para prosseguir com a luta”, avançou Nyusi.
O Presidente falava no seu discurso de encerramento do 16º curso da Academia de Ciências Policiais (ACIPOL), em que foram graduados as níveis de mestrado e licenciatura, cuja cerimónia decorreu em Michafutene, distrito de Marracuene, província de Maputo.
Nyusi acrescentou que os jovens que se encontram nos teatros operacionais Centro e Norte merecem o nosso respeito, reconhecimento e admiração, porque estamos a registar constantes melhorias e deserções dos inimigos resultantes do fogo intensivo das FDS.
O Comandante-Chefe exigiu a PRM mais bravura e fidelidade a pátria, aprimorando o conhecimento científico e tecnológico para responder aos desafios das redes de criminosas que se desenvolvem no mundo, de modo a garantir a defesa, segurança e paz no país.
O comandante da Polícia da República de Moçambique (PRM), Bernardino Rafael, disse ontem (17) que as Forças de Defesa e Segurança “tudo estão a fazer” para devolver a tranquilidade no centro de Moçambique.
“Estamos a fazer um trabalho no centro para devolver a ordem e tranquilidade públicas”, disse à comunicação social Bernardino Rafael, à margem da cerimónia de graduação de oficiais superiores na Academia de Ciências Policiais, nos arredores de Maputo.
Em causa estão os ataques armados contra civis e forças governamentais protagonizados pela autoproclamada Junta Militar da Renamo, um grupo de dissidentes do principal partido de oposição no centro de Moçambique.
As incursões daquele grupo já provocaram a morte de, pelo menos, 30 pessoas desde agosto de 2019.
Segundo o comandante da PRM, as operações para neutralização do líder daquele grupo, Mariano Nhongo, continuam, mas em situação de guerra é difícil definir prazos, embora haja progressos.
“Uma guerra não se acaba com prazos, portanto, deixemos as forças de defesa e segurança trabalharem”, afirmou Bernardino Rafael, acrescentando que as autoridades “tudo estão a fazer para repor a paz e segurança na região”.
A Junta liderada por Mariano Nhongo, antigo líder de guerrilha da Renamo, contesta a liderança do partido e as condições para a desmobilização decorrentes do Acordo de Paz e Reconciliação Nacional assinado entre o Governo e a Renamo.
Nos últimos meses, vários membros influentes do grupo abandonaram as matas e juntaram-se ao processo de paz, mas o seu líder mantém as revindicações, acusando os desertores de traição.
A Agência de Aviação Civil do Irão insistiu no seu relatório final divulgado em acusar um operador do sistema de defesa aérea pelo derrube de um avião ucraniano em Janeiro de 2020, que vitimou os 176 ocupantes.
O relatório, de 285 páginas, concluiu que “o avião foi identificado como um objetivo hostil devido a um erro do operador do sistema defensivo aéreo situado nos arredores de Teerão”. Devido a este equívoco, “disparou dois mísseis” contra o aparelho, um Boeing 737-800 da Ukranian International Airlines (UIA), que tinha descolado do aeroporto de Teerão na manhã de 08 de janeiro passado com destino a Kiev.
A Agência de Aviação Civil considerou que “a explosão do míssil perto do avião foi a causa do seu derrube“, e que o plano de voo do Boeing 737-800 “não teve interferência na origem desse erro”. O documento recorda que um erro de 105 graus na colocação de uma das unidades do sistema de defesa aéreo implicou que o avião fosse identificado como uma ameaça e que ocorreram problemas de comunicação entre o operador e o centro de coordenação.
Este incidente originou uma forte controvérsia, após o Irão ter negado durante três dias o disparo contra o avião pelo seu sistema de defesa aéreo, enquanto a Ucrânia manifestava suspeitas sobre um derrube acidental do aparelho.
As Forças Armadas do Irão encontravam-se em alerta máximo nesse dia, após terem efetuado algumas horas antes um ataque contra um base militar no Iraque com a presença de tropas norte-americanas, e aguardavam uma ação de represália pelos Estados Unidos. Este ataque foi a resposta ao assassínio cinco dias antes, por um ‘drone’ [aparelho aéreo não-tripulado] norte-americano no aeroporto de Bagdade, do poderoso general iraniano Qasem Soleimani.
O governo iraniano aprovou uma indemnização de 150.000 dólares para cada uma das 176 vítimas: 82 iranianos, 63 canadianos, a maioria com dupla nacionalidade iraniana, 11 ucranianos (dois passageiros e nove tripulantes), dez suecos, quatro afegãos, três alemães e três britânicos.
Um ano após o sinistro, o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, pediu justiça para as vítimas e suas famílias, assegurando que “não é possível que um crime como este fique sem resposta”. Zelenskiy sublinhou “impossível” que o Irão não estivesse informado que o aparelho que efetuava a rota Teerão-Kiev era um avião de passageiros, e que a generalidade da “comunidade internacional considerou tratar-se de um crime”.
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