A junta que assumiu o poder no Chade após a morte do Presidente Idriss Déby Itno nomeou um governo de transição, anunciou à televisão estatal o porta-voz do exército, general Azem Bermandoa Agouna.
Mahamat Idriss Déby, filho do falecido Presidente, que assumiu a liderança de um Conselho militar de transição (CMT), designou por decreto 40 ministros e secretários de Estado. Foi ainda anunciado um novo ministério da Reconciliação Nacional e do Diálogo.
Na segunda-feira, Mahamat Idriss Déby nomeou Albert Pahimi Padacké para o cargo de primeiro-ministro de transição.
Pahimi Padacké, o último primeiro-ministro de Idriss Déby Itno antes da sua decisão em extinguir este posto em 2018, prometeu um “governo de reconciliação nacional” e iniciou “consultas alargadas” durante a semana para sugerir nomes ao presidente do CMT.
O novo cargo da Reconciliação Nacional e do Diálogo foi atribuído a Acheick Ibn Oumar, antigo chefe rebelde que em 2019 se tornou conselheiro diplomático da presidência.
Mahamat Ahmat Alhabo, do Partido para as liberdades e o desenvolvimento (PLD) e opositor histórico de Idriss Déby Itno, foi nomeado ministro da Justiça.
O CMT prometeu “eleições livres e democráticas” num prazo de 18 meses. Durante este período, a Carta de transição prevê a formação de um governo de transição, cujos membros serão nomeados e revogados pelo presidente do CMT.
Os principais partidos da oposição, e ainda sindicatos e sociedade civil, consideraram a chegada ao poder do filho de Idriss Déby Itno um “golpe de Estado institucional” e apelaram a uma “transição dirigida por civis”.
O país lusófono mais afetado pela pandemia acumula 14.754.910 casos de infeção e 407.639 mortes.
Brasil notificou no domingo 28.935 novos casos de infeção pelo novo coronavírus e 1.202 mortos relacionados com a Covid-19, indicam os dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde.
Trata-se de uma redução significativa tanto do número de contágios como do número de mortos, mas esta pode dever-se à subnotificação comum aos fins de semana.
Este sábado, o Brasil reportou 66.964 casos de infeção pelo novo e 2.656 mortes.
Um homem armado matou duas pessoas e deixou uma outra gravemente ferida no Cassino Oneida-Radisson Hotel, no estado de Wisconsin, norte dos Estados Unidos (EUA).
O crime aconteceu no sábado (01). O homem foi morto pela polícia.
O tenente Kevin Pawlak, da polícia do condado de Brown, afirmou que o atirador aparentemente tinha um alvo. “Não foi um tiroteio aleatório”, disse.
O alvo do atirador seria um funcionário do cassino que não estava lá. Com isso, ele resolveu atirar contra outros funcionários do estabelecimento.
Jovem de 29 anos morreu dois dias depois de ter sido picada no braço. Tinha dois filhos, entre eles uma bebé de três meses.
Uma jovem de 29 anos morreu na sexta-feira, dia 30, depois de ser picada por uma serpente venenosa, em Vila Rica, no estado brasileiro de Mato Grosso.
Franciele Bergamin estava em casa quando foi picada por uma jararaca-da-mata no braço, na passada quarta-feira.
Foi socorrida e levada para um hospital onde recebeu soro antiofídico (um antídoto contra o veneno da serpente), o que não foi suficiente para lhe salvar a vida.
O seu estado de saúde agravou-se, acabando por ficar internada numa unidade de cuidados intensivos de outro hospital, onde acabou por não resistir.
Depois de ser picada, a jovem sofreu um choque tóxico, hipotensão, hipotermia, insuficiência renal aguda, entre outros problemas.
Pelo menos 25 pessoas morreram na colisão entre dois barcos no rio Padma, no centro do Bangladesh, anunciou a polícia.
“Socorremos cinco pessoas e recuperámos 25 corpos”, declarou o chefe da polícia local, Miraz Hossain.
A colisão ocorreu entre uma embarcação que transportava pelo menos 30 passageiros e uma barcaça carregada com areia, no Padma, perto da localidade de Shibchar.
Para já, são apenas testes-pilotos para conferir a segurança da realização de espetáculos ao ar livre. Mas para os amantes de música, este regresso era há muito aguardado.
Numa altura em que Portugal entra em estado de calamidade e começa, gradualmente, a retomar os hábitos de vida comuns antes da chegada da pandemia, este concerto permitiu aos fãs da música, e do cantor em particular, recordar o que é estar num espetáculo do género. Algo de que muitos já tinham saudades.
Com medição de temperatura à entrada, obrigatoriedade do uso da máscara e distanciamento social estes testes piloto pretendem provar que é seguro o regresso dos espetáculos.
Mais de mil pessoas desfilaram, entre a avenida Almirante Reis e a Alameda, em Lisboa, no âmbito das celebrações do 1º de maio, organizadas pela CGTP para “lutar pelos direitos e combater a exploração.
A concentração começou no Largo dos Anjos, onde chegaram vários autocarros de diferentes zonas do país, com pessoas para participar no protesto do Dia do Trabalhador.
Os manifestantes cumpriram a obrigação do uso de máscara para proteção da covid-19, mas a regra do distanciamento foi difícil de cumprir.
Entre as palavras de ordem ouviu-se “o trabalho é um direito, sem ele nada feito” e “tele-exploração enche os bolsos ao patrão”.
Além das palavras de ordem ouvidas, os manifestantes ergueram vários cartazes com frases como “Não aos despedimentos, não somos descartáveis”.
Alguns dos manifestantes, muitos deles jovens, usaram cravos vermelhos numa alusão ao 24 de abril de 1974 e alguns apresentaram-se como representantes de classes de profissionais, nomeadamente da saúde e da polícia.
Estes manifestantes vão ainda juntar-se na Alameda a outros grupos, vindos do Campo Grande, também no âmbito das celebrações do Dia do Trabalhador.
Helicópteros resgataram mais de 30 pessoas com sintomas de Covid-19 do acampamento base no Everest, de acordo com o alpinista polonês Pawel Michalski, membro da expedição rumo ao topo da montanha mais alta do mundo.
O tema preocupa interessados em escalar o monte há algum tempo, e especialistas acreditam que o local possa se tornar um “super transmissor” do coronavírus.
Em depoimento ao portal Blog da Escalada, Michalski se uniu a outras fontes, que preferiram não se identificar, mas estimam que ocorram 5 a 8 resgates por dia. De acordo com o jornal The New York Times, vários alpinistas tiveram que ser retirados às pressas do acampamento desde o primeiro caso confirmado, em 21 de Março.
O primeiro paciente estava com sintomas de edema pulmonar causado pela altitude, mas testou positivo para a doença causada pelo coronavírus após ser retirado do local de helicóptero e levado para o hospital da capital nepalesa, Katmandu.
Oficialmente, no entanto, as autoridades do país não confirmaram o número exato de infectados no monte. Recentemente, o Nepal emitiu 377 autorizações de escalada para estrangeiros que tentam subir o Everest este ano, quase o mesmo número emitido em 2019.
No acampamento base, placas e cordas carregam avisos para demarcar as diferentes equipes e encorajar todos a se manterem distantes.
“Tempestade perfeita”
Mesmo no auge da pandemia na Índia e sem controle do vírus no Nepal, o país asiático voltou a permitir que alpinistas subam o monte Everest. Os donos das empresas que levam turistas internacionais para escalar a montanha estão preocupados, uma vez que poucos alpinistas e equipes seguem as medidas de segurança.
Há pessoas vindo de todo o mundo. O Nepal não exige exame negativo ou quarentena dos viajantes, e os sintomas da Covid-19 são similares aos sentidos por causa da altitude. Sem certeza do diagnóstico, muitos alpinistas contaminados podem passar o vírus para outras pessoas.
Pelo menos 16 soldados nigerinos foram mortos e um outro está “desaparecido” na sequência de uma emboscada no sábado por homens amados contra uma patrulha da Guarda nacional junto à fronteira com o Mali, indicaram as autoridades locais.
Os nossos homens tombaram ontem [sábado] cerca das 14:00, numa emboscada efetuada por bandidos armados no departamento de Tillia. O balanço deste ataque cobarde é de 16 mortos, seis feridos e um desaparecido”, anunciou na televisão pública Ibrahim Miko, secretário-geral da região de Tahoua, sudoeste do país, onde decorreu o incidente.
A região de Tahoua, vasta e desértica, situa-se a leste de Tillabéri, ambas próximas da fronteira com o Mali onde desde 2021 se regista uma intensa atividade de grupos ‘jihadistas’.
Esta zona fica próxima das designadas “três fronteiras” entre o Níger, Burkina Faso e Mali, regularmente atingidas por ataques, mas também tem sido flagelada pela ação dos grupos armados ‘jihadistas’.
Em 21 de março, as localidades de Intezayane, Bakorat, Woursanat e algumas outras povoações e acampamentos situados no departamento de Tillia, região de Tahoua, foram atacadas por homens armados que mataram 141 pessoas, segundo um balanço oficial.
Estes ataques foram os mais mortíferos dos últimos anos cometidos no Níger por presumíveis grupos ‘jihadistas’.
O Níger confronta-se no sudeste, junto à Nigéria, com os ataque do grupo ‘jihadistas’ Boko Haram, e na sua parte oeste, perto do Mali, com as ações de grupos que com alegadas ligações ao Estado Islâmico (EI) e à Al-Qaida.
Os ataques contra civis multiplicaram-se desde o início de 2020, com mais de 300 pessoas mortas em três séries de ataques contra aldeias e acampamentos no oeste do Níger.
Pelo menos três pessoas morreram e 27 ficaram feridas, no domingo, quando um barco, que aparentemente transportava migrantes clandestinos, naufragou na costa da Califórnia, disseram as autoridades.
A embarcação, com 12 metros de comprimento, naufragou junto à costa, de San Diego, levando os ocupantes a saltar para a água, de acordo com vídeos de testemunhas.
Mais de 150 empresas na província de Sofala suspenderam as suas actividades, desde Maio do ano passado, devido a crise provocada pela Covid-19.
De acordo com Bento Cotine, secretário para a Administração e Finanças na Organização do Trabalhadores Moçambicanos-Central Sindical (OTM-CS) em Sofala, como consequência, mais de 3.500 trabalhadores ficaram desempregadas.
“Os trabalhadores estão em casa sem salários e sem saber quando é que irão ter os seus salários, mesmo as respectivas indemnizações. Então, isto para nós é uma preocupação. O caminho para podermos minimizar isso, parte do princípio de que tem que haver apoio para o sector privado”, disse.
A União Europeia (UE) e a Organização das Nações Unidas (ONU) doaram equipamentos e meios para apoiar ações de combate à violência baseada no género em Moçambique, anunciaram as entidades.
Trata-se de 10 viaturas, 50 motorizadas e 20 computadores doados ao Governo moçambicano como parte das ações visando “eliminar todas as formas de violência contra as mulheres e raparigas” no país, refere-se numa nota de imprensa conjunta da UE e ONU.
“Os equipamentos irão flexibilizar e reforçar o trabalho das autoridades policiais e dos setores da justiça, saúde, género e proteção social na prevenção e resposta a casos de violência, tornando os serviços mais acessíveis às mulheres e raparigas”, acrescenta-se no documento.
A doação é feita no âmbito da iniciativa Spotlight, lançada em março de 2019, que visa a eliminação da violência sexual e de género, das uniões prematuras e à promoção dos direitos de saúde sexual e reprodutiva das mulheres e raparigas.
A iniciativa com duração de quatro anos, conta com um investimento de 35 milhões de euros, financiados pela UE, e deverá beneficiar mais de seis milhões de pessoas, das quais metade são mulheres e raparigas.
Pelo menos 37 empresários moçambicanos vão participar na primeira cimeira de negócios da Confederação Empresarial da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CE-CPLP), anunciou o presidente da agremiação.
Esta conferência tem o objetivo de perseguir aquilo que é a grande agenda do setor empresarial, rumo aos objetivos do 4.º pilar da CPLP, o económico, que ainda está em construção”, destacou Salimo Abdula, empresário moçambicano.
O presidente da CE-CPLP falava hoje durante uma conferência de imprensa em Maputo, onde avançou que a cimeira da CE-CPLP vai realizar-se entre 05 e 07 de maio, em Malabo, capital da Guiné Equatorial.
Os 37 empresários moçambicanos que vão participar da cimeira são de diferentes áreas, destacando-se os setores de energia, turismo e agroindústria, avançou Salimo Abdula.
“Todas as condições logísticas para a realização do evento já estão criadas. A partir da próxima segunda-feira, 03 de maio, teremos um voo charter a recolher a delegação moçambicana, cujo regresso está previsto para 8 de maio”, acrescentou.
Além dos nove estados lusófonos, a cimeira vai contar também com a participação de outros países observadores, alguns chefes de Estado e de Governo, assim como ministros.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) de Moçambique registou desvios de mais de 556 milhões de meticais (mais de 7,9 milhões de euros) dos cofres do Estado, por atos de corrupção notificados pelas autoridades em 2020.
Em consequência da prática do crime de peculato, continuámos a registar prejuízos para o Estado que, numa avaliação baseada em processos instaurados, é de cerca 556.293.979 meticais”, afirmou a procuradora-geral da República, Beatriz Buchili.
A responsável da PGR falava na Assembleia da República, durante a informação anual do controlo da legalidade em 2020, cuja sessão terminou.
O valor correspondente aos desvios de fundos do Estado em 2020, tipificados como peculato – traduzem um aumento quando comparado com o ano anterior, em que o montante resultante da apropriação ilícita dos recursos públicos foi de pouco mais de 544 milhões de meticais (mais de 7,7 milhões de euros), acrescentou Buchili.
Entre os casos de peculato, prosseguiu, merecem particular preocupação os que estão a ser protagonizados por magistrados, tendo em 2020 sido instaurados 10 processos-crime contra 12 em 2019, totalizando 22 nos últimos dois anos.
“Dos 22 processos tramitados, estão indiciados 12 magistrados do Ministério Público, nove judiciais e três judiciais administrativos por suspeita de prática de crime de corrupção”, afirmou Beatriz Buchili.
Na informação que prestou ao parlamento, a procuradora-geral da República indicou que o número de denúncias de atos de corrupção encaminhadas às instituições do Estado aumentou para 1.343 no último ano, das quais 1.221 foram autuadas, 41 arquivadas por inexistência de crime e 90 canalizadas para outras jurisdições por serem ilícitos não penais.
Um total de 14 crianças da província de Manica, no centro de Moçambique, traficadas entre 2017 e 2018 para o Zimbabué, vão ser repatriadas, anunciou a procuradoria provincial.
Constatamos que as 14 crianças que se deslocaram ao Zimbabué foram levadas com indivíduos que as usavam para o trabalho infantil”, declarou Manuel Machaze, procurador responsável pela secção de família e menores em Manica.
O responsável falava à margem de uma reunião de coordenação transfronteiriça entre Moçambique e Zimbabué, que pretendia, entre outros pontos, desenvolver ações para identificar os mandantes dos crimes de tráfico de menores e garantir a sua responsabilização.
O procurador não avançou dados sobre as condições e forma como as crianças foram recuperadas, nem a data do seu repatriamento.
O Serviço Nacional de Migração (Senami) assume dificuldades no controlo das fronteiras da província, mas entretanto nega haver fragilidades.
“Fragilidades não existem porque nas nossas fronteiras moçambicanas, em particular aqui em Manica, o controlo tem sido serrado”, disse Manuel Mapendera, porta-voz do Senami em Manica, referindo que “é difícil o controlo na íntegra porque a linha de fronteira é maior, é muito grande”.
Segundo os últimos dados, avançados em 2015, as autoridades de Manica resgatavam anualmente uma média de 20 crianças nas rotas de tráfico para a África do Sul, onde eram “vendidas para o trabalho infantil”.
O Programa Alimentar Mundial (PAM) alertou que a seca não acabou e está a agravar a fome no sul de Madagáscar, tendo o número de crianças em desnutrição aguda quase duplicado em quatro meses.
Esta desnutrição de crianças menores de cinco anos atingiu agora o espantoso valor de 16,5%, de acordo com uma recente avaliação do Ministério da Saúde malgaxe”, afirmou o PAM num comunicado emitido hoje.
O distrito mais afetado é Ambovombe, no sul daquela ilha do Oceano Índico, onde a subnutrição aguda excede os 27%, “pondo em risco a vida de muitas crianças”.
“A escala da catástrofe está para além da compreensão. Se não invertermos esta crise, se não fornecermos alimentos (…) as famílias morrerão à fome e perder-se-ão vidas”, sublinhou o diretor de operações do PAM, Amer Daoudi, em missão naquela zona.
“Temos visto cenas desoladoras de crianças gravemente desnutridas e famílias famintas. Precisamos de dinheiro e recursos imediatamente”, insistiu, na nota.
O PAM, que já está a ajudar quase 750.000 malgaxes com alimentos e donativos em dinheiro, estima que são necessários mais de 61 milhões de euros durante os próximos seis meses para “evitar uma catástrofe”.
Vários anos consecutivos de seca deixaram 1,35 milhões de pessoas numa situação vulnerável, necessitando de “ajuda alimentar e nutricional de emergência”.
Desde setembro, o início da estação seca, as famílias esgotaram as suas reservas alimentares e consumiram as suas reservas de sementes, não deixando nada para a época de plantio de novembro/dezembro de 2020. E as perspetivas para a colheita de 2021 são “pobres”, dada “a falta de chuva durante a última época de plantio”, segundo o PAM.
As condições semiáridas, no sul de Madagáscar, combinadas com elevados níveis de erosão do solo, desflorestação e tempestades de areia sem precedentes, transformaram terras aráveis em terrenos baldios em toda a região.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo “A” pretende admitir para o quadro de pessoal um (1) Supervisor Administrativo e de Operações/ Logística. Saiba mais.
O Instituto Nacional do Turismo, I.P. (INATUR I.P) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Serviços de Promoção (SP). Saiba mais.
O Instituto Nacional do Turismo, I.P. (INATUR I.P) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Serviços de Classificação e Formação (SCF). Saiba mais.
O Instituto Nacional do Turismo, I.P. (INATUR I.P) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Serviços de Gestão do Património. Saiba mais.
A Max Computer Lda, empresa da área de Informática pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico em Informática e Eletrônica. Saiba mais.
A Reencontro – Associação Moçambicana Para Apoio e Desenvolvimento da Criança órfã e Vulnerável pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Paralegal de Saúde, Proteção e Justiça. Saiba mais.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Divisão de Controlo de Concentrações e Acompanhamento de Mercados. Saiba mais.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Divisão de Assuntos Jurídicos e Contencioso. Saiba mais.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Divisão de Recursos Humanos, Administração e Finanças. Saiba mais.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Divisão de Estudos Económicos. Saiba mais.
A EA – Private Employment Agency pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Operações de OGC – Óleos, Gases e Químicos. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Sénior de Avaliação de Programa. Saiba mais.
A Justiça dos Estados Unidos anunciou quinta-feira que a gigante de software alemã SAP vai pagar mais de oito milhões de dólares (mais de seis milhões de euros) em penalizações por exportar ilegalmente os produtos para o Irão.
De acordo com os procuradores norte-americanos responsáveis pelo processo, a empresa poderia ter sofrido penalizações adicionais se não tivesse revelado voluntariamente as atividades que violaram as sanções de Washington contra Teerão.
A empresa concordou com as penalizações que vai sofrer e com as alterações às práticas que vai ter de implementar como parte de um acordo firmado com os departamentos da Justiça, Comércio e Tesouro dos Estados Unidos da América (EUA).
“Aceitámos a responsabilidade total pela nossa conduta passada, e melhorámos os nossos controlos internos para garantir que cumprimos com as leis aplicáveis”, respondeu a empresa através de uma declaração.
A SAP não implementou as alterações necessárias para impedir o download do software que desenvolve no Irão durante vários anos, explicitou Nathaniel Mendel, procurador-geral pelo Massachusetts.
Mais de 40% das crianças entre 6 e 10 anos não tiveram acesso à educação no Brasil, em novembro de 2020, devido à pandemia de covid-19, informou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
Segundo o estudo “Cenário da Exclusão Escolar no Brasil, um alerta sobre os impactos da pandemia de covid-19 na Educação”, lançado pela Unicef em parceria com o Cenpec Educação, o Brasil vinha avançando, lentamente, no acesso de crianças e adolescentes à escola, mas a pandemia pode fazer o país regredir duas décadas.
“No Brasil, a exclusão escolar atingiu sobretudo crianças de faixas etárias em que o acesso à escola não era mais um desafio. Dos 5,1 milhões de meninas e meninos sem acesso à educação em novembro de 2020, 41% tinham de 6 a 10 anos de idade, 27,8% tinham de 11 a 14 anos, e 31,2% tinham de 15 a 17 anos, faixa etária que era a mais excluída antes da pandemia”, informou a Unicef.
A agência das Nações Unidas acrescentou que, “em novembro de 2020, mais de 5 milhões de meninas e meninos não tiveram acesso à educação no Brasil, número semelhante ao que o país tinha no início dos anos 2000”.
Um dos países mais afetados pela pandemia de covid-19, o Brasil manteve a maioria de suas escolas fechadas no ano passado e quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos não frequentavam a escola nem remota ou presencialmente em novembro.
“A eles, somam-se outros 3,7 milhões que estavam matriculados, mas não tiveram acesso a atividades escolares e não conseguiram se manter aprendendo em casa. No total, 5,1 milhões tiveram seu direito à educação negado em novembro de 2020”, frisou a Unicef.
Florence Bauer, representante da Unicef no Brasil, afirmou num comunicado que crianças de 6 a 10 anos sem acesso à educação eram exceção antes da pandemia e essa mudança observada em 2020 pode ter impactos em toda uma geração.
“São crianças dos anos iniciais do ensino fundamental, fase de alfabetização e outras aprendizagens essenciais às demais etapas escolares. Ciclos de alfabetização incompletos podem acarretar reprovações e abandono escolar. É urgente reabrir as escolas, e mantê-las abertas, em segurança”, destacou Florence Bauer.
O estudo da Unicef mostrou, também, que a exclusão afetou mais quem já vivia em situação vulnerável já que a exclusão escolar foi maior entre crianças e adolescentes pretos, mulatos e indígenas, que correspondem a 69,3% do total de crianças e adolescentes sem acesso à educação no Brasil.
“Os números são alarmantes e trazem um alerta urgente. O país corre o risco de regredir duas décadas no acesso de meninas e meninos à educação, voltado aos números dos anos 2000. É essencial agir agora para reverter a exclusão, indo atrás de cada criança e cada adolescente que está com seu direito à educação negado, e tomando todas as medidas para que possam estar na escola, aprendendo”, ponderou a representante da Unicef no Brasil.
Além de apresentar um panorama sobre os problemas de acesso a escolas, a Unicef recomendou que as autoridades do país realizem a busca ativa de crianças e adolescentes que estão fora da escola para garantir acesso à Internet para todos, em especial os mais vulneráveis.
A Unicef avaliou que o maior país da América do Sul precisa “realizar campanhas de comunicação comunitária, com foco em retomar as matrículas nas escolas, mobilizar as escolas para que enfrentem a exclusão escolar e fortalecer o sistema de garantia de direitos para garantir condições às crianças e aos adolescentes para que permaneçam na escola ou retornem a ela”.
Um grupo armado desconhecido atacou as instalações da secretaria da localidade de Samoa, no posto administrativo de Capirizange, na província de Tete, informaram as autoridades locais.
O ataque ocorreu por volta das 23h00 de segunda-feira e o grupo terá efetuado vários disparos contra as instalações da secretaria local, disse à comunicação social Américo Nfumane, chefe da localidade de Samoa.
“Não sabemos quem são. Quando ouvimos os tiroteios, começamos a fazer contactos para reforçarmos a vigilância”, declarou Américo Nfumane, acrescentando que não houve feridos, pois não estava ninguém nas instalações.
Segundo a fonte, depois de disparar contra a secretaria da localidade, o grupo terá deixado uma carta de quatro páginas na porta das instalações, contestando a liderança do presidente da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), Ossufo Momade, e “manchando” o chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi.
“A carta falava de Ossufo Momade e manchava também no nosso Presidente da República [Filipe Nyusi], dizendo que a Frelimo deve tirar este presidente”, afirmou o chefe da localidade, sem avançar mais detalhes sobre o conteúdo da suposta carta.
Este é o segundo ataque armado no posto administrativo de Caphirizange neste mês.
O primeiro ocorreu em 10 de abril, quando um grupo armado desconhecido disparou vários tiros contra o posto policial de Caphirizange e posteriormente se colocou em fuga.
Desde a assinatura do acordo de paz em agosto de 2019, a liderança do principal partido de oposição (Renamo) tem sofrido fortes críticas da autoproclamada Junta Militar da Renamo, um grupo dissidente acusado de protagonizar ataques armados que já provocaram a morte de pelo menos 30 pessoas.
O grupo é liderada por Mariano Nhongo, antigo líder de guerrilha da Renamo, e contesta a liderança do partido e as condições para a desmobilização decorrentes do acordo de paz.
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