Uma ‘joint-venture’ entre a China e a Rússia concluiu a construção da primeira ponte ferroviária a ligar os dois países, informou hoje a imprensa chinesa.
A ponte, de 7,19 quilómetros, e cuja construção arrancou, em 2014, vai ligar as cidades de Tongjiang, no nordeste da China, e de Nizhneleninskoye, no leste da Rússia.
As obras enfrentaram problemas, como as diferentes bitolas dos dois países – 1.435 milímetros nas chinesas e 1.520 nas russas – e as adversas condições climáticas do local no inverno.
A ponte vai encurtar a rota entre Heilongjiang, a província mais ao norte da China, e Moscovo em 809 quilómetros, em comparação com as ligações ferroviárias atuais.
A imprensa estatal observou que uma maior integração com a Rússia beneficiaria a revitalização do nordeste da China, cujas três regiões – Heilongjiang, Jilin e Liaoning — registaram crescimento económico anémico, nos últimos anos.
China e Rússia compartilham uma fronteira de mais de 4.000 quilómetros, que foi fechada para a grande maioria dos viajantes – não para mercadorias – desde o ano passado, como resultado da pandemia da covid-19.
Cento e onze viaturas de transporte de passageiros e carga foram apreendidas na cidade da Beira desde a entrada em vigor do decreto do Conselho de Ministros em conjugação do diploma ministerial do Ministério dos Transportes e Comunicações.
O balanço foi tornado público pelo delegado do Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (INATRO) em Sofala, José Chilevo.
A fonte revelou que a apreensão resultou da fiscalização de 3.021 viaturas, no âmbito de uma operação que visa fazer cumprir a lotação recomendada nas viaturas no contexto das medidas de prevenção contra a Covid-19.
Chilevo acrescentou que a acção culminou ainda com a aplicação de 183 multas por diversas infracções, destacando-se cartas incompatíveis para transporte de passageiros e veículos com problemas pneumáticos para serviços de longo curso e por excesso de lotação, o que levou ao desembarque de 1.105 pessoas.
O delegado do INATRO mostrou-se particularmente preocupado, porque a maioria dos veículos apreendidos com problemas de pneus são de passageiros de longo curso e pertencentes a grandes empresas.
Entretanto, congratulou-se pelo facto de estar a ser observado o uso da máscara. Mesmo assim, 13 pessoas foram desembarcadas, por terem-se recusado a usar este instrumento de protecção facial.
A companhia mineira brasileira Vale assegurou ao Governo moçambicano que “a empresa quer sair de Moçambique de forma responsável”, deixando activos e mão-obra com valor competitivos, disse hoje.
A garantia foi dada pela Vale Moçambique durante um encontro com o ministro dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique, Max Tonela.
“A Vale assegurou-nos que não quer uma saída precipitada e está a trabalhar por um processo de desinvestimento e por uma solução o menos lesiva possível para os interesses de todas as partes”, adiantou a fonte.
A Vale Moçambique afirmou que a empresa está a analisar propostas de seis companhias interessadas em ficar com os activos em Moçambique, na sequência da decisão de desinvestimento que a firma brasileira tomou, no âmbito da aposta na neutralidade em relação aos combustíveis fósseis.
Apesar de estar de saída de Moçambique, a empresa quer deixar uma operação competitiva, estando empenhada em incrementar a sua produção de carvão na província moçambicana de Tete, centro do país, dos actuais 10 milhões de toneladas para 15 milhões de toneladas no próximo ano.
O carvão é um dos principais produtos de exportação de Moçambique e a Vale emprega cerca de 8.000 pessoas, perto de 3.000 trabalhadores próprios e os restantes subcontratados.
A Vale justifica a sua saída com o objectivo de ser neutra ao nível das emissões de carbono até 2050 e reduzir algumas das suas principais fontes de poluição daquele tipo até 2030.
Ontem foi o primeiro dia do Afeganistão sob controlo talibã, desde 2001. Cidadãos nacionais e estrangeiros estão a tentar fugir do país.
Várias pessoas terão perdido a vida, na segunda-feira, no aeroporto de Cabul, onde estão cidadãos nacionais e estrangeiros a tentar fugir do país, no primeiro dia do Afeganistão sob controlo do movimento radical talibã desde a invasão dos Estados Unidos, em 2001.
De acordo com a Reuters, que cita testemunhos, pelo menos cinco pessoas morreram no caos que se instalou no local, que ainda é controlado pelos militares norte-americanos. Não é ainda claro como é que as pessoas morreram.
Na madrugada da segunda-feira, sublinhe-se, as forças militares norte-americanas dispararam para o ar para demover pessoas de tentar embarcar em voos militares.
O departamento de Estado dos Estados Unidos assumiu o controlo do tráfego aéreo do aeroporto. Esta semana, a presença militar norte-americana deverá aumentar, com o único objetivo de organizar operações de retirada de diplomatas e civis.
Antigos pastores da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Moçambique relatam esquemas e injustiças alegadamente cometidas pela agremiação religiosa. Um deles foi expulso por se recusar a fazer uma vasectomia.
Moisés Tembe, de 38 anos de idade, é um dos vários antigos pastores da IURD que hoje manifesta o seu desapontamento com a igreja. Natural do distrito de Matutuine, na província de Maputo, no sul de Moçambique, entrou para a IURD há 24 anos e durante duas décadas desempenhou a função de pastor em diversos pontos do país.
Foi afastado das suas funções depois de ter recusado submeter-se a uma vasectomia, uma regra que se tornou obrigação para os pastores por forma a evitar que alarguem as suas despesas gerando filhos, uma vez que a igreja é responsável por custear todas as necessidades dos seus servos.
O ex-pastor conta que a igreja o proibiu de frequentar a escola ainda muito novo, afastando-o da sua família. A mesma igreja abandonou-o agora, deixando-o de mãos vazias, afirma. Também se diz arrependido por ter dedicado a sua vida à IURD.
O presidente do Conselho Cristão de Moçambique ao nível da província de Tete, Rosário dos Santos, classifica estas atitudes como anti-religiosas. “Lançar fora o servo de Deus, o pastor, quer dizer servir como se fosse uma pessoa que não presta, estar no lixo, esse tipo de comportamento não é bom”, lamenta.
O Governo da Malásia, liderado pelo primeiro-ministro, Muhyiddin Yassin, apresentou hoje a demissão ao rei, indicou um ministro, abrindo um novo período de instabilidade política no país, a braços com um novo surto de covid-19.
“O Governo apresentou a demissão ao rei”, escreveu o ministro da Ciência, Khairy Jamaluddin, na rede social Instagram.
Uma nota refere que o primeiro-ministro malaio chegou ao poder em março de 2020, sem eleições, liderando um governo de coligação, após a queda do executivo de Mahathir Mohamad.
Muhyiddin Yassin tinha adiado as eleições por vários meses, ao impor o estado de emergência, devido à pandemia.
O chefe do executivo, de 74 anos, tentou novamente, na sexta-feira, manter-se no poder, pedindo o apoio dos políticos da oposição em troca da adoção de várias reformas.
Depois de não ter conquistado o apoio dos parlamentares, realizou hoje a sua última reunião com membros do executivo, antes de se dirigir ao palácio para apresentar a sua demissão ao monarca malaio.
A demissão do primeiro-ministro, que tem de ser aceite pelo chefe de Estado, implica a dissolução automática do governo e, se nenhum candidato conseguir obter uma maioria parlamentar, poderá levar a eleições antecipadas.
O dirigente planeia falar à nação esta tarde, numa mensagem televisiva.
Apesar de ter sido primeiro-ministro durante pouco mais de um ano, Muhyiddin demonstrou ser um verdadeiro sobrevivente e, em várias ocasiões, conseguiu manter-se no poder, face aos numerosos desafios da oposição.
No entanto, Muhyiddin não conseguiu evitar o último desafio, quando no final de julho o parlamento realizou as primeiras sessões do ano, após o encerramento, devido à pandemia, e concordou em realizar uma moção de censura contra o seu governo, em setembro.
Nas últimas semanas, o líder e os seus correligionários procuraram, sem sucesso, reunir o apoio de pelo menos 111 legisladores, o que lhes permitiria manter uma maioria simples no parlamento.
Segundo os cálculos dos analistas políticos, o atual primeiro-ministro teria apenas o apoio de cerca de 100 deputados, não havendo até agora nenhum potencial sucessor com apoio maioritário.
A crise política da Malásia surge numa altura em que o país enfrenta a pior vaga de covid-19 desde o início da pandemia, tendo chegado a ultrapassar os 21.500 casos diários e 350 mortes por dia.
A 29 de julho, o rei Abdullah desautorizou publicamente o governo, mantendo o decreto de emergência contra a pandemia, que Muhyiddin deveria levantar a partir de 01 de agosto.
Com uma população de 32 milhões, a Malásia diagnosticou mais de 1,4 milhões de pessoas infetadas pela covid-19 desde o início da pandemia e 12.510 mortes.
Tropas americanas atiraram para o alto e os voos comerciais foram cancelados na segunda-feira (16) no aeroporto de Cabul, onde milhares de afegãos invadiram as pistas com a esperança de embarcar em um avião que permita a fuga do novo regime talibã. Vídeos publicados nas redes sociais mostram cenas de caos absoluto nas pistas, com civis lutando para subir nas passarelas ou escadas que levam aos aviões.
As pessoas tentam escapar desesperadamente do Afeganistão, onde os talibãs assumiram o poder no domingo. A maior parte da população teme que os insurgentes instaurem o mesmo regime fundamentalista de quando governaram o país entre 1996 e 2001.
Sob o olhar de centenas de pessoas, os que conseguiram subir ao topo das escadas, principalmente jovens, tentavam ajudar os outros a fazer o mesmo, e muitos deles agarraram-se com todas as forças às grades. Famílias, com crianças assustadas, também tentavam fugir com seus pertences. O tumulto atingiu tal nível que as tropas americanas, responsáveis pela segurança no aeroporto, atiraram para o alto para controlar a multidão. Todos os voos comerciais foram cancelados.
“Tenho muito medo. Atiraram para o alto”, declarou à AFP uma testemunha, que não revelou seu nome, por temer que isto comprometa as possibilidades de deixar o país. O Departamento de Estado afirmou que tropas americanas protegem o perímetro do aeroporto. Washington enviou 6.000 militares para retirar quase 30.000 funcionários americanos e afegãos que cooperaram com os Estados Unidos e que temem represálias dos talibãs. A embaixada dos Estados Unidos em Cabul pediu no Twitter a seus cidadãos que ainda estão no país, assim como aos afegãos, que “não sigam para o aeroporto”.
Porém, milhares de afegãos, que nunca trabalharam para os americanos e que não têm nenhuma possibilidade de obter um visto, correram em massa para o aeroporto. Algumas horas antes, os talibãs pediram a seus combatentes que entraram em Cabul a manutenção da ordem. Em seguida, os insurgentes ocuparam o palácio presidencial, de onde o presidente Ashraf Ghani acabara de fugir para outro país.
O antigo Presidente sul-africano, Jacob Zuma, foi submetido a uma cirurgia no sábado e deverá realizar observações nos próximos dias, indicaram ontem os Serviços Penitenciários, citados pela imprensa internacional.Com o mau estado de saúde do antigo Presidente, o julgamento, que estava previsto para esta semana, continua adiado à espera da sua recuperação. Jacob Zuma, de 79 anos, deixou a prisão para ser hospitalizado.
Recorde-se que Zuma foi condenado a 15 meses de prisão por recusar-se a comparecer numa comissão que investigava casos de corrupção no Estado, sob a sua Presidência, que decorreu entre 2009 e 2018.
A Organização para Promoção da Paz e Desenvolvimento Humanitário (ORPHAD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dez (10) Voluntários ou Estagiários. Saiba mais.
O Instituto Superior de Ciências Empresariais e Tecnologia (ISCET) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal duas (2) Gestoras de Marketing e Vendas. Saiba mais.
Milhares de pessoas cruzavam diariamente a travessia de barco entre Maputo e KaTembe, num frenesim que só a ponte veio colocar ponto final.
Hoje, as embarcações que durante uma vida garantiram a movimentação de pessoas e bens de e para o outro lado do estuário Espírito Santo estão fundeadas e sem perspectiva de voltar a levantar a âncora.
Bagamoyo, Mpfumu, Nyeleti e recentemente Nossa Senhora da Boa Viagem são algumas das “estrelas” da época, cujo brilho está a ser apagado pela ferrugem que ameaça destruir a memória colectiva.
Um homem de meia-idade, que prefere não revelar a sua identidade, venceu na passada quinta-feira o terceiro maior prémio da lotaria australiana: 80 milhões de dólares, cerca de 68 milhões de euros.
Segundo o Daily Mail, o australiano tinha ficado desempregado recentemente por causa da pandemia de Covid-19 e começou a trabalhar como empregado de limpeza para conseguir ganhar algum dinheiro.
O prémio da lotaria servirá para pagar a hipoteca da casa e outras contas, mas também para assegurar o melhor futuro para os filhos.
Moçambique registou mais 17 óbitos devido ao novo coronavírus e 931 novos casos de infecção pelo novo coronavírus, anunciou o Ministério da Saúde (MISAU).
As mortes ocorreram nos últimos cinco dias e as vítimas tinham idades entre 25 e 90 anos, sendo todas de nacionalidade moçambicana, refere a nota de actualização de dados da Covid-19 distribuída à imprensa.
O país eleva o total de mortes por Covid-19 para 1.707 e os casos positivos para 138.344, dos quais 84% recuperados da doença.
Moçambique tem ainda um total de 19.234 casos activos do novo coronavírus, 304 dos quais estão em internamento.
Brasil contabilizou, nas últimas 24 horas, 13.957 novos casos de Covid-19 e 270 óbitos associados à doença, de acordo com os dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde.
Com estes dados, o mais populoso país sul-americano, com cerca de 212 milhões de habitantes, soma já 20.364.099 infetados e 569.058 de vítimas mortais desde o início da pandemia.
A taxa de letalidade da Covid-19 no Brasil está, atualmente, em 2,8%. A taxa de incidência é de 9.690,4 casos por 100 mil habitantes.
O Brasil é o segundo país com mais mortos devido à covid-19, atrás dos Estados Unidos, e o terceiro com mais casos acumulados, depois dos Estados Unidos e da Índia.
Um cidadão de nacionalidade tanzaniana está à contas com as autoridades desde sábado, na fronteira da Ponta Do Ouro, na província de Maputo, após ter sido surpreendido com cocaína a tentar atravessar ilegalmente para a África do Sul.
Segundo a porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM), Carmínia Leite, a violação da fronteira e o tráfico de droga foram travados mercê da patrulha da Polícia de Guarda Fronteira.
“O indivíduo foi surpreendido a três quilómetros do posto de travessia da Ponta D`Ouro a tentar violar a fronteira para África do Sul. Ele trazia duas pastas, numa das quais havia uma substância que se presume ser cocaína”, disse Leite, acrescentando que o tanzaniano não dispunha de identificação.
Para além da droga, a Polícia apreendeu dois telemóveis e cerca de 600 rands na posse do traficante.
Entretanto, o indivíduo contou que aceitou transportar o produto a mando do irmão em troca de 400 rands para renovar o passaporte, uma vez que não dispunha de valores para o efeito.
O Governo prevê receber, ainda este ano, 100 autocarros para o reforço da frota de transportes de passageiros na zona metropolitana do Grande Maputo.
A importação destes autocarros faz parte da iniciativa presidencial denominada, PLANO MIL, que preconiza a aquisição de mil autocarros para responder a demanda de transporte na região do Grande Maputo.
O Ministro dos Transportes e Comunicações disse que neste momento o governo já adquiriu cerca de 670 autocarros.
Janfar Abdulai adiantou que parte dos autocarros, a serem importados no âmbito do plano presidencial, está a ser fabricado, e que nos próximos tempos, o país poderá começar a receber alguns lotes dos mesmos.
O Ministro dos Transportes e Comunicações, Janfar Abdulai, falava na passada sexta-feira, na Matola, província de Maputo, durante a fiscalização dos terminais de transporte rodoviários, no âmbito das medidas de prevenção da covid-19.
A polícia angolana impediu uma manifestação de estudantes na cidade do Huambo, alegando falta de autorização. O Movimento de Estudantes de Angola critica o que considera ser a “mercantilização” do ensino no país.
Um grupo de jovens ativistas, afetos ao Movimento de Estudantes de Angola (MEA), foi impedido de realizar, no final da tarde de sábado (14.08), na cidade do Huambo, uma vigília pacífica com o objetivo de manifestar o seu descontentamento contra aquilo que o MEA considera ser a banalização do ensino no país.
Os estudantes que tencionavam se manifestar pelas alegadas irregularidades no setor de ensino afirmam ter cumprido com os pressupostos necessários para a realização do evento, mas foram surpreendidos pela presença da polícia no local, que os terá informado da falta de autorização da governadora da província do Huambo, Loti Nolika.
Ex-presidente acusa Biden de ter permitido a crise que está a acontecer no Afeganistão.
Numa declaração feita via e-mail aos seus apoiantes este domingo, o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump exigiu que Joe Biden renuncie ao cargo de presidente dos Estados Unidos após ter “permitido” a vitória dos talibãs no Afeganistão.
“É tempo de Joe Biden renunciar pelo que permitiu que acontecesse no Afeganistão, além dos surtos tremendos de Covid, a catástrofe na fronteira a supressão da nossa independência energética e a nossa economia destruída”, apontou o antecessor de Biden.
Trump mantém as acusações de que o atual chefe de Estado norte-americano ganhou as presidenciais através de fraude eletrónica.
Os talibãs entraram este domingo de manhã em Cabul forçando a retirada de funcionários e diplomatas norte-americanos da embaixada juntamente com a fuga do presidente afegão Ashraf Ghani que alegou que abandonou o país para evitar um banho de sangue.
Esta manhã, mullah Baradar Akhund, chefe do gabinete político dos rebeldes no Qatar, emitiu a primeira declaração pública de vitória dos talibãs. “Conseguimos uma vitória que não era esperada (…), devemos mostrar humildade perante Alá”, disse o antigo número dois do movimento rebelde, numa mensagem de vídeo, citado pela agência Efe, na que é a primeira declaração pública de um líder talibã após a conquista do país.
“Trata-se agora de como servimos e protegemos o nosso povo, e como asseguramos o seu futuro, para lhe proporcionarmos uma boa vida da melhor forma possível”, acrescentou.
Instalados em bancos, acomodados em cadeiras ou deitados no chão sobre lençóis, os feridos no terremoto que atingiu o sudoeste do Haiti no sábado lotam o serviço de emergência do hospital de Les Cayes, que começou a receber reforços no domingo (15).
Nas pequenas salas deste hospital, pacientes e médicos se acotovelam.
Imediatamente após o violento terremoto de magnitude 7,2, os hospitais da terceira cidade do país ficaram saturados diante do afluxo maciço de feridos.
Já tratados, mas em observação, muitos feridos se acomodam nos gramados ao redor dos edifícios. Eles ainda temem voltar para suas casas, traumatizados pelas réplicas frequentes.
A bandeira norte-americana foi hoje retirada da embaixada dos Estados Unidos em Cabul, numa altura em que praticamente todos os funcionários se encontram no aeroporto à espera de sair do Afeganistão, informou o Departamento de Estado.
Quase todo o pessoal da embaixada foi transferido para um local no aeroporto Hamid Karzai. A bandeira americana foi retirada do recinto da embaixada dos Estados Unidos e posta em segurança”, disse um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, citado pela agência France-Presse (AFP).
O embaixador dos Estados Unidos no Afeganistão, Ross Wilson, também está no aeroporto, segundo a mesma fonte.
O exército norte-americano assumiu o controlo do tráfego aéreo no aeroporto, “para permitir a partida segura do pessoal norte-americano e aliado no Afeganistão em voos civis e militares”, indicaram o Departamento de Estado e o Pentágono, em comunicado conjunto.
“Durante as próximas 48 horas, teremos expandido a nossa presença de segurança para cerca de 6.000 tropas, com uma missão centrada unicamente em facilitar estes esforços”, afirma-se no comunicado.
Nos próximos dias, os Estados Unidos deverão “realojar milhares de cidadãos norte-americanos que residiam no Afeganistão, bem como funcionários locais da missão dos EUA em Cabul e respetivas famílias, e outros afegãos particularmente vulneráveis”, acrescenta-se na nota.
Cerca de 2.000 afegãos elegíveis para o programa especial de imigração chegaram aos Estados Unidos nas últimas duas semanas.
Um agente da Polícia da República de Moçambique (PRM) suicidou-se com recurso uma arma de fogo, na cidade de Maputo, após se envolver num acidente de viação múltiplo, na sequência da perseguição de uma viatura.
O agente que conduzia uma viatura da Policia teria perdido direcção da mesma e embateu contra três carros, dois dos quais da marca Toyota com as matrículas ACA 953 MC e ADG 115 MC e Isuzu com a chapa de inscrição AEZ 161 MC, esttacionadas em frente ao hotel Tivoli, na avenida 25 de Setembro, causando danos avultados.
Testemunhas contam que depois do choque, o polícia teria simulado ir a esquadra mais próxima para dar o relatório, mas no meio do caminho estacionou o carro e tirou a vida com a sua própria arma. Por outro lado, a viatura perseguida conseguiu escapar.
Ainda na manhã de ontem, os proprietários das três viaturas, agentes do Serviço Nacional de Investigação Criminal e da PRM estiveram no local do acidente para a perícia. O corpo da vítima foi removido para uma morgue.
A Primeira-Dama da República, Gueta Chapo, marcou presença na Gala de Angariação de Fundos da Organização das Primeiras-Damas Africanas para o Desenvolvimento (OAFLAD), que...
Os recentes episódios de violência xenófoba na África do Sul têm levado um número crescente de moçambicanos, que trabalham nas minas e explorações agrícolas,...
O Tribunal do Malawi proferiu, recentemente, uma sentença que resultou na condenação de cinco cidadãos moçambicanos a quatro anos de prisão. Os indivíduos foram...
A Prime Rate do sistema financeiro moçambicano permanecerá fixada em 15,50% durante o mês de Agosto. Esta decisão visa preservar as condições de acesso...