O líder da Renamo, Ossufo Momade, manifestou fim-de-semana preocupação com a falta de pagamento de pensões aos antigos guerrilheiros desmobilizados no âmbito do Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR), apelando ao Governo e aos parceiros internacionais para resolverem a situação.
“É uma lamentação legítima e que nos preocupa porque, quando os guerrilheiros estavam nas bases, tiveram algumas promessas, e nós gostaríamos de vê-las materializadas”, declarou Ossufo Momade, que falava no distrito de Marínguè, província de Sofala, numa visita de trabalho à região.
Momade considerou preocupante o silêncio do Governo e dos parceiros internacionais em relação à matéria, assinalando que foram dadas garantias de pagamento de pensões e financiamento de projetos de geração de renda para os antigos guerrilheiros, no quadro do DDR.
Na semana passada, o secretário-geral da Renamo, André Majibire, avançou que cerca de mil antigos guerrilheiros que aderiram ao DDR não recebem pensões há seis meses.
Majibire disse que os combatentes desmobilizados devem receber pensão de sobrevivência paga pelas Nações Unidas, através do Governo moçambicano, durante um ano, no âmbito do Acordo de Paz e Reconciliação Nacional. Após esse período, estes passam a receber pensão vitalícia do Estado moçambicano.
Os Estados Unidos já retiraram 3.200 pessoas do Afeganistão, incluindo pessoal diplomático norte-americano no país, disse na terça-feira um alto funcionário da Casa Branca.
Os Estados Unidos retomaram na segunda-feira os voos militares no aeroporto de Cabul, que tinham sido interrompidos devido ao caos provocado pela concentração de centenas de afegãos na pista, tentando desesperadamente abandonar o país, após a tomada da capital pelos talibãs.
Segundo o funcionário da Casa Branca, que pediu para não ser identificado, citado pelas agências France-Presse (AFP) e Efe, Washington retirou nos últimos dias 3.200 pessoas do Afeganistão, número que o Governo norte-americano espera aumentar nos próximos dias.
Só na terça-feira, foram repatriados 1.100 cidadãos norte-americanos e residentes permanentes, bem como as suas famílias, a bordo de 13 aviões militares. Com a reabertura do aeroporto de Cabul, o Pentágono prevê que os aviões militares descolem a um ritmo de um por hora.
O Pentágono acredita que é possível transportar entre 5.000 a 9.000 pessoas por dia, incluindo pessoal diplomático e colaboradores afegãos.
Até agora, cerca de 2.000 afegãos foram retirados do país pelos Estados Unidos, através de um visto especial, o SIV, criado pelo Congresso norte-americano para acolher refugiados que enfrentam ameaças por terem colaborado com Washington.
Atualmente, no Afeganistão, há cerca de 11.000 pessoas que se identificam como “cidadãos norte-americanos”, disse na terça-feira a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, durante a conferência de imprensa diária.
Pelo menos 37 civis, incluindo uma dúzia de mulheres e crianças, foram mortos na segunda-feira (16) na região ocidental do Níger, quando alegados ‘jihadistas’ atacaram uma aldeia na região de Tillabéri, perto do Mali, segundo fontes locais.
“O ataque teve lugar em Darey-Daye por volta das 15:00 [locais, 16:00 em Moçambique]” de segunda-feira por “homens armados em motos” que dispararam contra agricultores, segundo um autarca, citado pela agência France-Presse (AFP).
Segundo a mesma fonte, 37 pessoas foram mortas, incluindo quatro mulheres e 13 menores. Outras quatro mulheres ficaram feridas.
O ataque foi confirmado por um jornalista local, que o descreveu como “muito sangrento”.
“Encontraram as vítimas nos seus campos e dispararam contra tudo o que se movia”, disse.
Uma fotografia divulgada, pelo órgão de comunicação norte americano Defense One está a correr o mundo, mostrando os momentos de caos e desespero que os civis afegãos têm vivido nas últimas horas em Cabul, após a conquista da capital pelos talibãs.
Na imagem, cedida à Reuters pelo referido meio, é possível ver-se o avião militar dos Estados Unidos C-17 Globemaster III lotado com afegãos que fugiram de Cabul.
O Defense One adianta que a fotografia foi tirada no domingo e que a aeronave transportou 640 pessoas, de Cabul para o Qatar, depois de centenas de civis terem subido pela rampa do avião.
Importa recordar que várias pessoas terão perdido a vida, esta segunda-feira, no aeroporto de Cabul, onde cidadãos nacionais e estrangeiros a tentar fugir do país, no primeiro dia do Afeganistão sob controlo do movimento radical talibã desde a invasão dos Estados Unidos, em 2001.
Na madrugada da segunda-feira, sublinhe-se, as forças militares norte-americanas dispararam para o ar para demover pessoas de tentar embarcar em voos militares.
Quem o diz é o Chefe de Estado moçambicano que, na terça-feira (17.08), defendeu ainda que o “extremismo violento” é “uma ameaça à paz regional”. Nyusi falava na 41.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da SADC.
O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, defendeu, na terça-feira (17.08), que a intervenção militar contra os grupos armados em Cabo Delgado deve ser complementada com projetos de desenvolvimento social e económico, visando a eliminação das causas que favorecem o “extremismo violento”.
“Estamos cientes da necessidade de complementar essas intervenções militares com o apoio humanitário imediato e investimento no desenvolvimento a médio e longo prazos”, afirmou o Presidente moçambicano, em declarações na 41.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), que se realiza, na terça-feira (17.08), na cidade de Lilongwe, capital do Malawi.
Filipe Nyusi apontou igualmente a prevenção e sensibilização dos cidadãos da SADC contra o extremismo violento, observando que este fenómeno é uma ameaça à paz e segurança regional.
“A paz e segurança constituem um dos alicerces do processo de integração regional” visando “propiciar a promoção da cooperação e desenvolvimento social para o progresso e bem-estar dos povos”, destacou Filipe Nyusi.
Retorno das populações deslocadas devido ao conflito armado em Cabo Delgado deve ser feito com garantia de segurança.
O diretor-geral da Organização Internacional para as Migrações (OIM) defendeu na terça-feira que o retorno das populações deslocadas devido ao conflito armado em Cabo Delgado deve ser feito com garantia de segurança, sugerindo um modelo gradual e devidamente planeado.
“Neste momento, é preciso avaliar as condições de segurança em cada uma das regiões e, nesta perspetiva, é preciso planear o retorno”, disse António Vitorino, durante uma conferência de imprensa em Pemba, capital provincial de Cabo Delgado, no âmbito de uma visita de três dias que realiza a Moçambique.
Num momento em que as forças conjuntas de Moçambique e do Ruanda registam avanços nas operações, tendo recuperado posições importantes como a sede da vila de Mocímboa da Praia, tida como a base dos insurgentes, o diretor-geral da OIM entende que um retorno massivo às zonas reconquistadas não seria exequível.
Frascos rotulados como de vacina para Covid-19 em foto de ilustração
05/12/2020
REUTERS/Dado Ruvic
Autoridades da região metropolitana da cidade norte-americana de Houston anunciaram na terça-feira que vão pagar 100 dólares para qualquer pessoa que tomar a primeira dose de uma vacina contra a Covid-19, à medida que os hospitais da região devem ultrapassar recordes de pacientes internados pela doença.
A juíza do Condado de Harris, Lina Hidalgo, principal autoridade eleita do condado que engloba a cidade de Houston, implorou que os moradores aproveitem o incentivo de 100 dólares, que segundo ela irá durar até o dia 31 de agosto.
Hidalgo disse que o programa do Condado de Harris tinha 2,3 milhões de dólares e estava sendo financiado pelo Plano Americano de Resgate, que chega após o governo do presidente Joe Biden pedir em julho aos governos locais tais pagamentos como uma tentativa de impulsionar as taxas de vacinação pelo país.
O médico Esmaeil Porsa, chefe do sistema hospitalar de Harris, apareceu ao lado de Hidalgo na terça-feira e disse que suas unidades de saúde estavam mais cheias de pacientes de Covid do que nunca.
A altamente contagiosa variante Delta continua se alastrando pelo Texas e por outros Estados norte-americanos com baixas taxas de vacinação.
O vento continua a dificultar o trabalho dos bombeiros para impedir que o maior incêndio florestal dos Estados Unidos atinja uma cidade a norte da Califórnia que poderá ter de ser evacuada.
O incêndio ‘Dixie Fire’ foi empurrado pelo vento até cerca de 12,8 quilómetros de Susanville, com cerca de 18 mil habitantes, onde vários meios e operacionais foram posicionados e os residentes colocados em prevenção para serem retirados das suas casas, revelou na terça-feira o responsável de operações, Mark Brunton.
“Não estão livres de perigo e as próximas 24 horas são cruciais para observar o comportamento do fogo”, explicou, citado pela agência AP.
Este é o maior incêndio florestal dos cerca de cem que estão ativos em mais de uma dúzia de Estados ocidentais norte-americanos, alimentados pelas secas históricas e semanas de altas temperaturas e clima seco que deixaram árvores e arbustos altamente inflamáveis.
Por outro lado, a sudoeste da Califórnia, um incêndio de menor dimensão, o ‘Caldor Fire’, atravessou a localidade de Grizzly Flats, com cerca de 1.200 habitantes.
Foram poucas as casas que se mantiveram intactas em Grizzly Flats, algumas reduzidas a cinzas e metal retorcido. As ruas ficaram cheias de cabos de energia e postes caídos. Um posto de correios e uma escola primária também foram destruídos.
A leste, incêndios pontuais surgiram nas proximidades da pequena comunidade de Janesville, que já tinha sido evacuada e onde algumas estruturas foram consumidas pelas chamas, segundo mostraram imagens captadas pela AP.
O Dixie Fire já queimou mais de 2.434 quilómetros quadrados no norte de Sierra Nevada e no sul de Cascades.
O Procurador Geral da República (PGR) brasileiro abriu uma investigação preliminar ao Presidente do país, Jair Bolsonaro, após este ter lançado suspeitas de fraude sobre as urnas electrónicas, informaram fontes oficiais na segunda-feira (16).
Augusto Aras informou sobre a abertura da investigação após a juíza do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia ter classificado como graves as declarações de Bolsonaro contra o sistema eleitoral do país e ter dado, na segunda-feira, 24 horas à PGR para se manifestar sobre uma eventual investigação.
Um pedido de abertura de inquérito havia sido apresentado em 30 de Julho por um grupo de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT, oposição), em que denunciaram um caso de alegada improbidade administrativa cometido pelo Presidente brasileiro, que usou a TV Brasil para transmitir uma intervenção em directo (‘live’) em que atacou adversários políticos e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O pedido de inquérito também exigia investigação à alegada prática de propaganda eleitoral antecipada, abuso de poder político e económico e divulgação de ‘fake news’ (notícias falsas) eleitorais por parte de Bolsonaro durante a mesma transmissão ao vivo, em que chegou a convocar jornalistas dizendo que mostraria provas de fraudes no processo de votação através das urnas electrónicas, sem de facto cumprir essa promessa.
Bolsonaro desencadeou uma forte campanha contra as urnas electrónicas e chegou a acusar membros do TSE de participar num esquema para defraudar as eleições presidenciais de 2022 em favor do antigo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que lidera todas as sondagens de intenção de voto para as presidenciais.
As denúncias sem provas feitas por Jair Bolsonaro levaram o TSE a abrir um processo administrativo contra o Presidente e a pedir que seja investigado pelo Supremo Tribunal Federal por supostamente cometer atentados à democracia e divulgar informações falsas.
Mais 17 pessoas, das quais 13 homens e quatro mulheres, perderam a vida e outras 1.033 tiveram o resultado positivo para o teste do novo Coronavírus, nas últimas 24 horas.
Segundo um comunicado do Ministério da Saúde (MISAU), trata-se de cidadãos nacionais, cujas mortes ocorreram entre os dias 21 de Julho último e 17 de Agosto corrente. Com estas mortes, o total no país sobe para 1.748.
Quanto aos novos infectados, são 1.012 indivíduos de nacionalidade moçambicana e 21 estrangeiros. Ao todo são 572 mulheres e 461 homens, que contraíram o vírus dentro do território nacional.
No mesmo comunicado, o MISAU diz que “a cidade de Maputo registou 211 casos, correspondendo a 20.4% do total dos casos novos reportados em todo o país e uma taxa de positividade de 21.5%, seguida pela província de Niassa com 189 casos, o equivalente a 18.3% do total de casos novos e uma taxa de positividade de 40.2%”.
Em Moçambique existe um cumulativo de 140.071 casos diagnosticados, sendo 139.702 resultantes de transmissão local e 369 importados.
Dados divulgados indicam, ainda, que 31 indivíduos foram internados e outros 19 tiveram alta hospitalar, o que totaliza 267 pacientes acamados devido à covid-19.
Contudo, no mesmo período, 1.868 moçambicanos e 22 cidadãos de origem desconhecida recuperaram-se da infecção, elevando para 121.449 o número de pessoas livres do vírus no país.
Moçambique tem 16.870 casos activos do Coronavírus.
Autarca de Mocímboa da Praia, que considera que “guerra não tem base nem objetivo”, diz ainda que rasto de destruição deixado pelos rebeldes durante mais de um ano é profundo.
Nós tínhamos um total de 62.390 mil pessoas, que está dispersa em todos os cantos do país. Uns estão em Pemba [a capital provincial de Cabo Delgado] e outros estão fora, em províncias como Nampula”, disse Cheia Carlos Momba, presidente da autarquia de Mocímboa da Praia.
Em mais de um ano nas “mãos” de rebeldes, a vila costeira de Mocímboa da Praia, uma das principais do norte da província de Cabo Delgado, foi saqueada profundamente, tendo os insurgentes destruído quase todas as infraestruturas públicas e privadas, bem como os sistemas de energia, água, comunicações e hospitais.
“Eles queimaram tudo”, declarou o presidente daquela autarquia, acrescentando que algumas casas que foram poupadas são as mesmas que estes grupos usavam para habitar.
“Depois de eles tomarem aquela vila, tornaram-na na sua base. Suspeito que mesmo o ataque a Palma [em 24 de março deste ano] foi originado e preparado em Mocímboa da Praia”, acrescentou.
Doença tinha sido detetada no passado sábado em Abidjan, numa jovem guineense de 18 anos.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou na terça-feira que, para além do caso confirmado de infeção por Ébola na Costa do Marfim no sábado, foi identificado mais um caso suspeito e outros nove casos de contacto.
“Temos um caso confirmado, uma jovem mulher, e há também outro caso suspeito”, disse a porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic, durante uma conferência de imprensa em Genebra, na qual anunciou que “existem atualmente nove casos de contacto identificados”.
O caso da febre hemorrágica de Ébola foi detetado no sábado em Abidjan, numa jovem guineense de 18 anos, que chegou à Costa do Marfim a 11 de agosto proveniente da cidade guineense de Labe, no norte do país, depois de viajar mais de 1.500 quilómetros por estrada.
A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, caiu em 7 pontos percentuais para o nível mais baixo até agora conforme o governo afegão apoiado pelos norte-americanos desmoronou no final de semana em um episódio que fez milhares de civis e conselheiros militares afegãos fugirem em busca de segurança, de acordo com uma pesquisa Reuters/Ipsos.
A pesquisa nacional de opinião, realizada na segunda-feira, mostrou que 46% dos adultos norte-americanos aprovam o desempenho de Biden no cargo, o menor número registrado nas pesquisas semanais que começaram desde o início do governo Biden em janeiro.
O número caiu dos 53% que se sentiam da mesma maneira em uma outra pesquisa Reuters/Ipsos similar publicada na sexta-feira.
A popularidade de Biden caiu conforme o Taliban varreu de lado as forças afegãs e adentrou a capital, Cabul, superando duas décadas da presença militar dos Estados Unidos, que custou trilhões de dólares aos contribuintes e milhares de vidas norte-americanas.
Uma pesquisa separada da Ipsos, também conduzida na segunda-feira, mostrou que menos da metade dos norte-americanos gostam da maneira que Biden conduziu as Forças Armadas e as iniciativas diplomáticas no Afeganistão neste ano. O presidente, que no mês passado elogiou as forças afegãs por serem “tão bem equipadas quanto qualquer outra no mundo” foi avaliado de maneira mais negativa do que os outros três presidentes que governaram durante a guerra mais longa dos Estados Unidos.
O país acumula 570 mil mortes desde o início da pandemia.
Conselho Nacional de Secretários de Saúde do Brasil revelou na terça-feira que foram identificados 37.613 novos casos de infeção e morreram mais 1.106 pessoas no último dia. Em termos acumulados, o Brasil contabiliza 20.416.183 casos confirmados e 570.598 vítimas mortais.
A incidência acumulada situa-se em 9.715,2 casos por 100 mil habitantes. A incidência de óbitos fixa-se em 271,5 óbitos por 100 mil habitantes. 19,3 milhões de pessoas já foram dadas como recuperadas da Covid-19 desde o início da pandemia. 523 mil pessoas estão a ser acompanhadas pelas autoridades de saúde brasileiras.
A Organização para Promoção da Paz e Desenvolvimento Humanitário (ORPHAD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dez (10) Voluntários ou Estagiários. Saiba mais.
O Instituto Superior de Ciências Empresariais e Tecnologia (ISCET) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal duas (2) Gestoras de Marketing e Vendas. Saiba mais.
A empresa nota que se trata de uma organização terrorista reconhecida pelos EUA.
A tomada de poder pelos talibãs no Afeganistão veio colocar novos desafios às redes sociais, que estão atentas à disseminação de notícias falsas, assim como de imagens e vídeos alterados.
É nesta sequência que o Facebook já veio confirmar que banirá todo o conteúdo de apoio aos talibãs das respetivas plataformas. “Os talibãs são reconhecidos como organização terrorista perante a lei dos EUA e estão banidos dos nossos serviços”, afirmou um porta-voz da gigante tecnológica à BBC.
A tecnológica liderada por Mark Zuckerberg adiantou ainda que, além do conteúdo, banirá também qualquer conta de membros dos talibãs ou de quem demonstre apoio pela organização.
“Também temos uma equipa de especialistas no Afeganistão, que são falantes nativos em Dari e Pashto e têm conhecimento do contexto local, a ajudar a identificar e a alertar-nos para questões emergentes na plataforma”, adianta a empresa.
A Esposa do Presidente da República, Isaura Nyusi, participa, esta terça-feira no seu Gabinete de Trabalho, na Cimeira Virtual das Primeiras Damas da SADC.
O encontro contará com a participação das Esposas dos Chefes de Estado e de Governo da SADC, indica um comunicado da Presidência da República.
O encontro, segundo o documento, visa discutir aspectos sócio-económicos, e vai decorrer sob o lema “Assistência Humanitária às Comunidades da Província de Cabo Delgado, no Contexto Regional da SADC em Moçambique”.
Segundo a nota, o objectivo do encontro é mobilizar assistência para as camadas vulneráveis, nomeadamente, mulheres, crianças e idosos.
O Cantor norte-americano Bob Dylan está a ser processado num tribunal de Nova Iorque, acusado de agredir sexualmente uma menor há quase 60 anos, em 1965.
A acção apresentada na passada sexta-feira (13) pela queixosa, identificada apenas pelas iniciais J.C., alega que Bob Dylan a agrediu quando tinha 12 anos, durante um período de seis semanas, entre Abril e Maio de 1965, de acordo com a agência de notícias France-Presse (AFP).
Segundo a queixa, o cantor “abusou do seu estatuto de músico para fornecer álcool e drogas a J.C. e para a agredir sexualmente em várias ocasiões”.
Dylan é ainda acusado de ameaçar fisicamente a menor.
Algumas das alegadas agressões terão tido lugar no apartamento de Bob Dylan em Nova Iorque, no famoso Chelsea Hotel, de acordo com a ação, citada pela AFP.
A queixosa afirma que Dylan lhe causou “graves danos psicológicos e traumas emocionais”.
Parentes de mortos pela Covid-19 na Argentina fizeram na segunda-feira uma passeata em sua memória e protestaram contra o presidente Alberto Fernández, por ele ter festejado no ano passado o aniversário da primeira-dama quando as reuniões sociais eram proibidas.
Em forma de protesto e recordação, centenas de pedras com nomes de vítimas da Covid foram deixadas no chão em frente à Casa Rosada, sede do governo, e à residência presidencial de Olivos, nos arredores de Buenos Aires.
A chamada “marcha das pedras” foi convocada após a divulgação de uma foto de Fernández tirada no fim de um jantar de comemoração pelo aniversário da primeira-dama, Fabiola Yañez, que reuniu dezenas de convidados na residência presidencial. O festejo aconteceu em julho de 2020, quando os argentinos cumpriam uma quarentena que proibia reuniões e até velórios.
Um total de 109.105 pessoas morreram e mais de 5 milhões contraíram o novo coronavírus na Argentina desde o começo da pandemia, segundo cifras oficiais. A divulgação da foto de Fernández gerou uma enxurrada de críticas de aliados e adversários, alguns dos quais ameaçaram abrir um julgamento político para destituí-lo, em plena campanha para as eleições legislativas de novembro.
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