Alain Orsoni, uma figura proeminente do separatismo corso e ex-presidente do clube de futebol AC Ajaccio, foi morto a tiro na segunda-feira durante o funeral da sua mãe, numa cerimónia que deveria ser de luto e recordação.
O crime está a ser investigado pela Procuradoria Nacional contra a Criminalidade Organizada e, segundo as autoridades, está supostamente ligado a rivalidades entre grupos criminosos organizados na ilha mediterrânica.
Orsoni, de 71 anos, foi atingido no peito por um único disparo, efectuado por um atirador furtivo a uma longa distância, a várias centenas de metros, conforme esclareceu o procurador de Ajaccio, Nicolas Septe. O tiro foi fatal e provocou a sua queda imediata.
O padre Roger Polge, que estava a conduzir a cerimónia fúnebre, relatou à emissora France 3 Corse ViaStella que ouviu o disparo durante o velório e presenciou a queda de Orsoni, que ficou inanimado.
As circunstâncias deste crime brutal estão a ser intensamente investigadas pelas autoridades locais, enquanto a comunidade corsa lamenta a perda de uma figura tão influente.
















