O tribunal de primeira instância de Kiyumba, localizado no distrito de Muhanga, no sul do Ruanda, proferiu uma sentença de 20 anos de prisão contra Germain Musonera, um antigo líder juvenil e ex-candidato a deputado, por cumplicidade no genocídio contra os tutsis em 1994.
Além da pena de prisão, Musonera foi condenado a pagar 50 milhões de francos ruandeses, o equivalente a quase 30 mil euros, à Ibuka, uma organização que representa os sobreviventes do genocídio.
Durante o processo judicial, a procuradoria tinha solicitado a pena máxima de prisão perpétua, argumentando que Musonera desempenhou um papel de liderança na mobilização de jovens envolvidos nas matanças, evidenciando assim a sua clara cumplicidade nas atrocidades cometidas durante o genocídio.















