Destaque Bolsonaro permanece em prisão preventiva após danificar pulseira electrónica

Bolsonaro permanece em prisão preventiva após danificar pulseira electrónica

O ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, vai continuar em prisão preventiva, decisão tomada na segunda-feira após o antigo chefe de Estado ter danificado a sua pulseira electrónica. Até então, Bolsonaro encontrava-se em prisão domiciliária.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil deliberou na segunda-feira sobre a manutenção da prisão preventiva do ex-presidente. Desde o passado sábado, dia 22 de Novembro, Bolsonaro está detido numa sala da Polícia Federal em Brasília, após ter tentado abrir a pulseira electrónica utilizando um ferro de soldar.

A decisão que originou a prisão preventiva foi proferida pelo juiz Alexandre de Moraes, que considerou que Bolsonaro representava um risco “concreto” de fuga e de “ameaça à ordem pública”. Esta posição foi agora confirmada pelo STF.

Dos quatro juízes que compõem o plenário da Primeira Turma do STF, três já se pronunciaram a favor da permanência de Jair Bolsonaro em prisão preventiva na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. A juíza Cármen Lúcia ainda não votou, mas os votos de Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin são suficientes para sustentar a decisão.

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No seu voto, Alexandre de Moraes destacou: “A continuidade no desrespeito às medidas cautelares, entretanto, não cessou. Pelo contrário, ampliou-se na última sexta-feira, dia 21/11, quando Jair Messias Bolsonaro violou dolosa e conscientemente o equipamento de monitorização electrónica.”

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