Um tiroteio ocorrido na prisão de Turi, localizada em Cuenca, no sul do Equador, resultou na morte de quatro reclusos na sexta-feira.
As autoridades locais abriram uma investigação, tendo como principal suspeito um cidadão venezuelano.
De acordo com informações veiculadas pela televisão Ecuavisa e reportadas pela Europa Press, a Polícia Nacional do Equador confirmou que todos os falecidos eram reclusos daquela instituição prisional.
A investigação em curso já levou à apreensão de duas armas de fogo, dois carregadores e várias munições dentro da prisão.
O Serviço Nacional de Atenção Integral a Pessoas Privadas de Liberdade (SNAI) não divulgou informações adicionais sobre os acontecimentos que ocorreram na prisão.
A cadeia de Turi tinha sido devolvida a uma gestão civil a 10 de agosto, após mais de 20 meses sob controlo militar, uma medida que decorreu da declaração de conflito armado interno contra organizações criminosas, determinada pelo presidente Daniel Noboa no início de 2024.
Desde 2021, mais de 500 presos foram assassinados nas prisões equatorianas, na maioria das vezes como resultado de confrontos entre gangues rivais, reflectindo uma crescente onda de violência criminal que também se tem intensificado nas ruas.
















