A Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) admitiu a sua incapacidade para atender à crescente demanda de passageiros, tanto em rotas nacionais como regionais.
O porta-voz da companhia, Alfredo Cossa, comunicou à Imprensa que a situação se agravou recentemente em virtude da rescisão unilateral do contrato de aluguer de uma aeronave pela empresa SEMER.
Com esta alteração, a frota operacional da LAM foi reduzida a apenas três aviões, dos quais um foi contratado recentemente. Esta limitação tem gerado dificuldades em acomodar o número cada vez maior de passageiros que procuram viajar.
Cossa sublinhou que, para enfrentar este desafio, a LAM está a envidar esforços para estabelecer parcerias com novos operadores aéreos que possam disponibilizar aeronaves adicionais. A empresa precisa, com urgência, de pelo menos dois aviões com capacidade para mais de 80 passageiros, de forma a corresponder à actual demanda.
















