O porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, anunciou que estão a decorrer trabalhos intensos em colaboração com as empresas gestoras das portagens em todo o país.
O objectivo é avaliar os impactos resultantes da falta de pagamento das tarifas e das vandalizações das infraestruturas.
Durante a sua declaração, Impissa salientou que estas avaliações envolvem não apenas o sector financeiro, mas também as áreas de transportes e logística. “Estamos a realizar um trabalho muito intenso para compreender ou aprofundar as questões dos prejuízos da TRAC [Trans African Concessions] enquanto empresa, mas, acima de tudo, dos danos que o país está a acumular”, referiu o governante.
O exercício de avaliação está a ser igualmente implementado junto da Rede Viária de Moçambique (REVIMO), que detém a gestão do maior número de portagens no território nacional. Em Maputo, destacam-se as portagens da Bela Vista, em Matutuíne, Maputo-Katembe, Costa do Sol, Zintava, Matola Gare, Cumbeza e Macaneta.
Adicionalmente, diversas organizações não governamentais (ONGs) já levantaram questões acerca da legalidade das portagens geridas pela REVIMO, suscitando um debate sobre a legitimidade e a necessidade de tais tarifas no contexto actual.
















