As autoridades da Faixa de Gaza relataram que cinco bombardeamentos israelitas, ocorridos na noite de terça-feira e na madrugada seguinte, resultaram na morte de 57 pessoas, incluindo vítimas num ataque a uma escola que abrigava deslocados.
Inicialmente, a Defesa Civil da Faixa de Gaza, controlada pelo movimento islamita palestiniano Hamas, havia comunicado a morte de 44 pessoas em três ataques distintos.
Além das 57 vítimas mortais, “dezenas de feridos” foram registados, conforme informado pela mesma organização.
Os bombardeamentos atingiram diversas áreas: próximo de um posto de gasolina em Al-Mawasi, perto de Khan Yunis; numa residência em Al-Zawaida; numa mesquita no campo de refugiados de Nusseirat; numa escola administrada pela agência das Nações Unidas para os refugiados palestinianos (UNRWA) no mesmo campo de Nusseirat; e perto de uma rotunda em Beit Lahia, conforme detalhado pela Defesa Civil.
O exército israelita justificou os ataques alegando ter como alvo “terroristas que utilizavam uma escola da UNRWA na região de Nusseirat” e “um comandante de companhia” do movimento Jihad Islâmica “no oeste de Khan Yunis”, segundo comunicado oficial.
O exército também afirmou ter tomado “numerosas medidas” para minimizar o risco de atingir civis no ataque à escola, acusando novamente o Hamas de usar a população civil como escudo humano, alegação que o Hamas nega frequentemente.

















