Érika de Souza Vieira Nunes, sobrinha da vítima, foi detida sob acusações de tentativa de furto mediante fraude e profanação de cadáver, enquanto a polícia brasileira investiga se ela tentou usar o tio já falecido para obter empréstimos em outros bancos.
A polícia, representada pelo oficial Fábio Luiz da Silva Souza, planeja solicitar à Justiça do Rio de Janeiro a quebra do sigilo bancário de Paulo Roberto Braga, de 68 anos, para acessar seu histórico financeiro e detalhes de suas transações.
Imagens registradas no interior de um shopping mostram Érika empurrando uma cadeira de rodas com o tio já falecido, sugerindo que ele já estava morto quando chegaram ao banco. Ela supostamente tentou enganar os funcionários do banco, segurando a cabeça do tio e fingindo conversar com ele para solicitar o empréstimo.
Érika levou o cadáver de Paulo Roberto a uma agência bancária em 16 de abril, na tentativa de fazer um empréstimo em seu nome. O vídeo que circulou chocou o Brasil e o mundo.
Atualmente detida, Érika enfrenta acusações graves relacionadas à tentativa de fraude e desrespeito ao cadáver. Sua defesa alega que o tio estava vivo quando chegaram ao banco.















