A entrada de novos investidores na cadeia de valor do arroz está a trazer uma nova dinâmica à produção deste cereal na região de regadio do Limpopo, localizada na província de Gaza.
Este influxo de investimento está a provocar uma competição crescente pelo arroz do Limpopo, o que tem resultado numa valorização do preço. Esta valorização é uma boa notícia para os produtores, que em campanhas agrícolas anteriores enfrentavam prejuízos devido à falta de mercado.
Durante a campanha agrícola 2022/2023, mais de seis mil toneladas de arroz ficaram armazenadas nos celeiros dos produtores em Chókwè, com o risco iminente de deterioração devido à ausência de acordos comerciais.
No entanto, na presente campanha, um acordo entre produtores, processadores e a empresa Regadio do Baixo Limpopo permitiu a comercialização do arroz a 17,5 meticais por quilograma, nas cidades de Xai-Xai e Chókwè.
Além disso, no distrito de Chókwè, a comercialização do arroz será agora assegurada pelo Jampur Group, um investidor de origem saudita. Este grupo está a operacionalizar o Complexo Agro-Industrial de Chókwè (CAIC), que abrange a produção de cereais, hortícolas, avicultura, além de calçado e uniformes de campo.
















