Diante de um preocupante aumento da imigração ilegal, devido ao tráfico humano, a Zâmbia decidiu reforçar a segurança e terá, pela primeira vez, guardas de fronteiras. Ativistas dos direitos humanos pedem mais medidas.
A Zâmbia tem assistido nos últimos meses a um aumento dramático da imigração ilegal, com traficantes de pessoas a usar o país como rota de trânsito, uma situação que levou à morte de 27 migrantes etíopes e cujos corpos foram descobertos numa área agrícola, no arredores de Lusaka, há três meses. Um crime que chocou o país.
Ativistas dos direitos humanos, como Josphat Njobvu, pedem medidas.
“É uma preocupação com os direitos humanos, é claro, quando se fala sobre tráfico humano, contrabando de meninas, abuso sexual e outras formas de abuso, isso está a acontecer. Esperamos que, como país e, claro, outros países, possamos trabalhar em conjunto e fortalecer as políticas e leis que deveriam conter o tráfico”, apela.
O Governo decidiu, entretanto, fortalecer os controlos de fronteira e, pela primeira vez na história do país, vai ter guardas a gerir as portas de entrada no país.

















