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Dívidas Ocultas: Tribunal acusa OAM de agir de má-fé contra advogado Imran Issá

O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo referiu que a Ordem de Advogados de Moçambique (OAM) agiu de má-fé ao suspender o advogado Imran Issá, por ter colaborado com o tribunal.

De acordo com o juiz, Imran Issá prestou depoimentos importantes sobre actividades comerciais entre os co-réus Fabião Mabunda, Gregório Leão, António Carlos de Rosário e Ângela Leão, o que teria fragilizado a estratégia de defesa.

Efigénio Baptista disse ser inédito que a OAM, que se assume como assistente do Ministério Público, tenha procurado revogar a sua assistência nestas circunstâncias.

Ademais, a OAM suspendeu, segundo Efigénio Baptista, por 10 anos o advogado Imran Issá por ter esclarecido o tribunal sobre factos criminais ocorridos na fraude, usando a empresa M Moçambique de Fabião Mabunda.

Por outro lado, o advogado Vicente Manjate deslocou-se ao cartório do tribunal para solicitar cópias dos processos do caso das “Dívidas Ocultas”. Por isso, considera Gregório e Ângela Leão como “aqueles que agiram em consonância nos negócios e nos investimentos milionários desde Agosto de 2013”.

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Acrescentou que o réu Fabião Mabunda não conseguiu explicar ao tribunal o total de valores referentes ao contrato de financiamento para as obras da Privinvest.

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