O tenista Roger Federer concedeu uma extensa entrevista à edição de ontem, quarta-feira, do jornal norte-americano The New York Times, na qual abordou o emotivo do ‘adeus’ ao mundo do ténis, na passada semana, durante a Laver Cup, prova que decorreu em Londres.
“Bem, foi um momento curto. Penso que, a certa altura, estava a chorar tanto que… Não sei. Tudo estava a passar-me pela cabeça, quanto a quão feliz estava, naquele momento, por ter vivido aquele momento, ali, com toda a gente”, começou por dizer.
“Foi muito bonito estar, simplesmente, lá sentado, a absorver tudo enquanto a música tocava, e o foco estava, talvez, mais sobre ela (Ellie Goulding). Por isso, quase te esqueces de que ainda te estão a tirar fotos”, prosseguiu Federer que se tornou numa ‘lenda’ da modalidade.
“É claro que não conseguia falar, e a música estava lá. Acho que lhe toquei, e talvez tenha sido um agradecimento secreto. Não sei o que foi, mas, para mim, talvez tenha sido a forma como me sentia, o que resultou nalgumas imagens”, completou.

















