Dezanove arguidos, oito advogados e Ministério Público tiveram a palavra esta semana, na reta final do julgamento das dívidas ocultas em Maputo. Para muitos, faltam provas e figuras-chave no processo.
1 de agosto de 2022 é a data apontada pelo juiz Efigénio Baptista para a leitura da sentença do julgamento das dívidas ocultas. Mas ainda poderá sofrer alterações, já que, pela frente, defesa, acusação e juiz ainda têm alguns atos processuais e despachos, incluindo o debate sobre um pedido de arresto provisório dos 19 arguidos.
O Ministério Público quer a pena máxima ou próxima dela para quase todos. E todos, por sua vez, reiteraram esta semana a sua inocência. Houve tempo ainda para apontar mais uma vez o dedo à acusação pela politização do julgamento, que começou em agosto do ano passado.
O advogado Isálcio Mahanjane, que defende Ndambi Guebuza, filho do ex-chefe de Estado, e Inês Moiane, secretária de Armando Guebuza, acusa a Procuradoria de trabalhar com uma agenda oculta, tirana, e presa às amarras políticas. O alvo: a família do ex-Presidente.
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