Centrais sindicais de Angola vão remeter ao Presidente João Lourenço uma nota de protesto relativa ao aumento do salário mínimo nacional e admitem uma paralisação geral, se não tiverem resposta.
As centrais sindicais angolanas anunciaram na quinta-feira (03) que vão remeter uma nota de protesto relativa ao aumento do salário mínimo nacional ao Presidente angolano por “não se reverem” na proposta do Governo e admitem uma “paralisação geral” caso não sejam atendidos.
A decisão da Central Geral dos Sindicatos Independentes e Livres de Angola (CGSILA), da União Nacional dos Trabalhadores Angolanos — Confederação Sindical (UNTA-CS) e da Força Sindical foi apresentada hoje, no final de uma reunião de concertação.
O sindicalista lamentou o facto de o Governo angolano ter aprovado o aumento do salário mínimo nacional e o ajuste dos salários da função pública “sem chamar e convidar os sindicatos para uma discussão e abordagem profunda” sobre o assunto.
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