SociedadeCIP defende que a recuperação de ativos será ineficaz devido a ocultação...
CIP defende que a recuperação de ativos será ineficaz devido a ocultação de património no exterior
O Centro de Integridade Pública (CIP) de Moçambique considera que a recuperação de ativos comprados com o dinheiro das dívidas ocultas será ineficaz, porque parte do património está escondido no estrangeiro.
Na análise, intitulada “Processo das dívidas ocultas: ainda é possível recuperar um volume substancial dos ativos?”, Faela observa que face a situações deste tipo, a Assembleia da República deve produzir uma lei de repatriamento de capitais para tornar o regime jurídico de recuperação de ativos mais eficaz.
Esse dispositivo legal, prossegue, vai permitir o retorno ao país dos capitais ilegalmente transferidos para o exterior. O jurista assinala que dados do Gabinete Central de Recuperação de Ativos, uma entidade estatal, referem que até agosto de 2021 tinham sido recuperados cerca de 15,6% do total do valor dos prejuízos causados ao Estado pelas chamadas dívidas ocultas.
Baltazar Fael defende que os autores de crimes financeiros devem ser “despojados” dos lucros obtidos com a atividade criminosa, além do cumprimento da pena de prisão. “É fundamental que se privilegie a realização de investigações financeiras bastante aturadas de modo a seguir o caminho do dinheiro”, lê-se no documento.
A Associação Centro para a Democracia e Desenvolvimento (CDD) manifesta-se contra a decisão do governo moçambicano que impõe um monopólio estatal na importação de...
O Conselho de Ministros aprovou uma proposta de revisão do Código de Estrada, cujo objectivo primordial é reforçar os mecanismos de fiscalização e controlo...
A Fundação de Caridade Tzu Chi Moçambique irá realizar a distribuição de arroz para mais de 4.000 famílias vulneráveis nas províncias de Maputo, Gaza...
A décima quinta ronda da campanha de vacinação contra a poliomielite iniciou destacando-se como uma iniciativa crucial para a saúde infantil na província da...