Os militares do Burkina Faso anunciaram que estão no poder após a detenção do PR e a dissolução do Parlamento. Também fecharam as fronteiras do país e prometeram um “regresso à ordem constitucional” num “prazo razoável”.
Os militares amotinados do Burkina Faso declararam, na segunda-feira (24), na televisão estatal que uma junta militar assumiu o controlo do país após a detenção do Presidente democraticamente eleito e a dissolução do Parlamento.
O capitão Sidsore Kaber Ouedraogo disse que o Movimento Patriótico de Salvaguarda e Restauração trabalharia para estabelecer um calendário “aceitável para todos” para a realização de novas eleições, mas sem avançar pormenores.
Os soldados disseram que o Presidente estava detido, mas numa declaração na sua conta do Twitter o chefe de Estado não deixou claro a situação em que se encontra no momento. Roch Kaboré, exortou os militares rebeldes a deporem as armas.
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