Paulo Nazaré, alegado cabecilha da rede, recusou revelar ao juiz Carlos Alexandre a carteira de clientes envolvidos em esquema.
Começou no tráfico de diamantes, passou para o tráfico de droga, mas foi no branqueamento de capitais que ‘marcou pontos’. Paulo Nazaré, ex-sargento dos Comandos, agora em prisão preventiva, recusou revelar a Carlos Alexandre quem foram os diplomatas e generais angolanos que utilizaram os seus serviços de lavagem de dinheiro.














