Junta militar divulga carta redigida após reuniões com sociedade civil e CEDEAO, na qual define missão do Governo de transição. Membros da junta e do partido de Alpha Condé estão proibidos de concorrerem nas eleições.
A junta militar que tomou o poder na Guiné-Conacri divulgou na terça-feira (28.09) uma carta em que define a missão e deveres do Governo de transição e proíbe os membros da junta de concorrerem às próximas eleições.
O tenente-coronel Mamady Doumbouya – que liderou o golpe militar em 5 de setembro último – manter-se-á como presidente durante o período de transição, e a data das eleições não foi ainda determinada. A carta foi lida na televisão estatal esta segunda-feira ao final da noite.
Na carta revela-se o esboço de um Governo, chefiado por um primeiro-ministro civil e um Conselho Nacional de Transição, que servirá como Parlamento. O conselho será composto por 81 membros, que incluem membros de partidos políticos, líderes juvenis, forças de segurança, sindicatos, líderes empresariais e outros.
















