A organização Human Rights Watch (HRW) denunciou na terça-feira que o número de detidos nos protestos ocorridos em Cuba “passa de 150”, e exigiu o fim das violações aos direitos humanos no território cubano.
A lista inicial de detidos nos protestos em Cuba passa de 150. Não se sabe o paradeiro de muitos deles. Exigimos o fim dessas violações aos direitos humanos. Protestar é um direito, não um crime”, escreveu no Twitter o diretor da divisão das Américas da organização Human Rights Watch (HRW), José Miguel Vivanco.
Milhares de pessoas saíram às ruas cubanas para exigir “liberdade” no domingo (11.07). Várias foram detidas e alguns confrontos ocorreram após as declarações do Presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, que pediu aos seus apoiantes para defenderem a Revolução.
Vivanco divulgou uma lista de desaparecidos cuja autoria atribuiu à ONG Cubalex, que contabiliza 171 pessoas reportadas como desaparecidas, das quais 17 já foram libertas ou encontradas.
A lista inclui nomes e sobrenomes das pessoas, o local onde foram vistas pela última vez, a hora e a data da detenção e o “último relato” sobre a sua situação”.
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