Internacional Africa Rebeldes islâmicos massacraram pelo menos 160 pessoas no Burkina Faso

Rebeldes islâmicos massacraram pelo menos 160 pessoas no Burkina Faso

Ataques na região do Sahel intensificam-se apesar da presença de milhares de soldados da ONU e da França.

O governo do Burkina Faso declarou três dias de luto nacional depois de rebeldes islâmicos terem massacrado no sábado pelo menos 160 pessoas no nordeste do país.

O governo descreveu de “terroristas” os reponsáveis pelo ataque contra a aldeia de Solhan na província de Yagha, que faz fronteira com o Níger e em que segundo as autoridades 40 outras pessoas foram feridas.

O secretário-geral da ONU António Guterres, disse ter ficado “indignado” pelo ataque em que entre as vítimas se encontram sete crianças.

Apesar da presença de milhares de tropas da ONU , ataques por extremistas islâmicos ligados à al Qaeda e ao Estado Islâmico na África Ocidental aumentaram grandemente desde o começo do ano particularmente no Burkina Faso, Mali e Níger sendo os civis as principais vítimas.

A França possui também mais de 5.000 soldados na região para ajudar os governos locais a combater os extremistas islâmicos.

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Este último ataque faz subir para mais de 500 o número de civis mortos por rebeldes islâmicos na região do Sahel desde Janeiro.

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