O Professor Doutor Lourenço do Rosário, Chanceler da Universidade Politécnica, entende que no começo a sociedade minimizou o impacto da COVID-19, mesmo quando a Europa, a América e a Ásia, por exemplo, eram assolados.
Em relação aos ataques armados atribuídos à Junta Militar da Renamo, o académico diz que, ao contrário de Afonso Dhlakama, Mariano Nhongo “só tem faro militar e perde a oportunidade de protagonismo político no futuro”.
E avisa que não se deve acreditar cegamente nas palavras de João Machava, ex-porta-voz do grupo, segundo as quais Nhongo está isolado. “Ele tem que dizer alguma coisa porque tem que ser bem recebido”.
Há mais de um ano que a pandemia da COVID-19 assola o mundo e Moçambique vive uma segunda vaga desta doença. O vírus, mais infeccioso e mortífero, está a criar pressão no Sistema Nacional de Saúde.
Só no mês de Janeiro tivemos 18 mil novas infecções, mais de 200 mortos, número completamente assustador se compararmos com o ano passado. Como é que analisa essa subida de infecções no país?
Sobre a pandemia, temos que considerar que quando tivemos a primeira vaga, houve uma avaliação minimalista, talvez porque o país, a sociedade e os moçambicanos no geral já estão habituados a sofrer tantas catástrofes.
















