O futebol está de luto. O ex-jogador argentino, Diego Armando Maradona, morreu aos 60 anos de idade, vítima de parada cardiorrespiratória, na quarta-feira (25).

O astro da selecção argentina passou mal de saúde, de repente, no fim da manhã de ontem. Ambulâncias foram chamadas para a sua casa, onde se recuperava de uma cirurgia no cérebro. O ex-jogador não resistiu e a sua morte foi confirmada pela imprensa argentina e pela televisão pública do país no começo da tarde, escreve a imprensa internacional.

Os jornais argentinos Clarín e Diário Olé, por exemplo, avançam que os fãs já estavam preocupados com a saúde de Diego Maradona, quando no começo do mês foi internado às pressas, com sintomas de anemia.

Na altura descobriu-se uma pequena hemorragia no cérebro, e o ex-jogador precisou passar por uma cirurgia para drená-la. Após mais de uma semana de internamento, Maradona recebeu alta médica no dia 12 de Novembro.

O antigo jogador do Nápoles, Barcelona, Sevilha e Boca Juniors, entre outros clubes, deixou o mundo do futebol em choque.

O Jornal de Notícias em Portugal descreve a morte do argentino como “perda de um autêntico fora de série, um rebelde dentro e fora de campo, que assinou algumas das páginas mais memoráveis do desporto-rei”.

“Considerado um dos melhores futebolistas de todos os tempos”, vida de Maradona foi marcada por muitos problemas de saúde decorrentes da sua vida de excessos.

“Em 2000 teve um ataque cardíaco, após uma overdose de drogas, durante umas férias em Punta del Este, no Paraguai, a que se seguiu um longo processo de cura em Cuba. Em 2004, numa altura em que pesava mais de 100 quilos, sofreu outro enfarte em Buenos Aires, e chegou a ser submetido a uma cirurgia de estômago para perder peso”, diz a tvi24.