Um total de 1530 funcionários e agentes do Estado que exercem cargos de chefia e função estão em situação irregular no que se refere à declaração de bens prevista na Lei de Probidade Pública nº16/2012, sendo alvos de multas e sujeitos à instauração de processos criminais pela Procuradoria Provincial de Sofala.

O facto foi revelado ontem, na Beira, em conferência de imprensa, pelo porta-voz daquele sector da administração da Justiça, Joaquim Tomo, o qual acrescentou que, neste momento, do universo daquelas personalidades pelo menos 25 já foram vítimas das penas de multas, equivalentes a dois meses de salário.