Apesar dos esforços para conter a doença, continuam a surgir novos casos de coronavírus, na Europa. O Reino Unido informou que um terceiro paciente está em isolamento. Em Wuhan, morreu o médico chinês que deu o alerta público sobre o coronavírus.

Li Wenliang contraiu o vírus através de uma pessoa infectada, foi hospitalizado a 12 de Janeiro e, finalmente, sucumbiu à doença. Por toda a Europa foram confirmados quase 30 casos, em nove países.

Ainda não existe uma cura, mas os investigadores europeus estão unidos na procura de um tratamento. Um laboratório francês de Lyon, é pioneiro na modificação de medicamentos existentes.

Portanto, o nosso objectivo é avaliar e, esperamos, validar estes medicamentos modificados muito rapidamente, no espaço de um mês… um mês e meio… para conseguirmos propor uma solução terapêutica aos pacientes, com estes medicamentos modificados

A China abraçou a cooperação internacional, mas lamenta o aumento preocupante do racismo associado à propagação da doença. Um ponto abordado pelo embaixador do Reino Unido, em Pequim: “É claro que também existe algum racismo arraízado, não apenas neste país, mas em todo o lado. Acredito que durante uma crise como esta, os países devem permanecer juntos e as pessoas devem perceber que temos um inimigo comum”.

Contra o preconceito, um cidadão italiano de origem chinesa publicou um vídeo de protesto individual, no Facebook. No centro de Florença, com toda a frontalidade, colocou-se frente a um cartaz que dizia: “Não sou um vírus, sou humano”.