O Costa do Sol venceu a União Desportiva do Songo por quatro bolas a duas (4-2), em partida em atraso referente à 27ª jornada do campeonato nacional de futebol, o Moçambola 2019.

Com o triunfo desta tarde os canarinhos sagraram-se campeões nacionais, quebrando um jejum que durava a doze anos ou seja 2007 foi a última vez que conquistaram o título.

Na partida de hoje diante da União Desportiva do Songo, segundo classificado da prova o Costa do Sol entrou com os olhos postos na baliza dos hidroeléctricos, com o objectivo de resolver a contenda ao seu favor nos minutos iniciais, e foi mesmo quando alguns adeptos procuravam um lugar nas bancadas que o capitão Isac mostrou o caminho para a festa atirando a contar aos sete minutos.

A União Desportiva do Songo que estava obrigada a vencer para manter viva a esperança da revalidadação do título, tentou esboçar uma reacção mas sem lograr os seus intentos, porque o Costa do Sol fazia uma pressão alta nos primeiros minutos.

Depois dos primeiros quinze minutos os hidroelétricos, equilibraram os acontecimentos dentro das quatro linhas e a passagem do minuto 26 empataram a partida por intermédio de Luís Miquissone, que contou com ajuda de um defesa dos canarinhos que desviou a bola, dificultando a acção do guarda-redes Victor.

O empate galvanizou a União Desportiva do Songo que começou a acreditar que podia vencer, mas foi sol de pouca dura porque aos 31 minutos Chawa desviou a bola para o fundo da baliza de Leonel fazendo o segundo, resultado com que os dois conjuntos foram ao intervalo.

Na segunda parte o Costa do Sol voltou a entrar forte, e o terceiro não tardou a passagem da hora de jogo Chawa bisou na partida na cobrança de um livre directo, mas porque quem gosta de marcar quer sempre colocar o seu nome na lista dos marcadores, Eva Nga fez o quarto depois tirou a camisete e os calções e foi expulso.

O pequeno mas grande jogador Luís Miquissone, voltou a dar esperanças a UDS de poder discutir o resultado na cobrança de um livre fez as redes de Victor balançarem pela segunda vez.

A equipa da casa começou a gerir o resultado enquanto os forasteiros tentavam chegar ao terceiro para depois forçar o empate, algo que não aconteceu até ao apito final do árbitro…que confirmou o fim do jejum que durava a 12 anos….é caso para dizer que o Campeão voltou…

Folha de Maputo