Enviado especial a Jerusalém (Israel) – Um grupo de aproximadamente 30 pessoas organizou um protesto contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL) no bairro Rehavia, em Jerusalém. No domingo (31), o presidente brasileiro deu início a uma viagem de três dias pelo país.
Munidos de faixas e livros de história, eles chamavam Bolsonaro de “assassino” em português e hebraico — língua falada em Israel.
Além disso, eles criticaram a ditadura, que esteve no comando do país de 1964 a 1984. Em 31 de Março, há 55 anos, um golpe militar deu início a um dos períodos mais obscuros da história brasileira.
Bolsonaro, nos últimos dias, defendeu o regime instalado pelos militares alegando que o período, ao longo do qual não houve eleição directa para presidente, não configurou uma ditadura.
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