Notre-Dame está salva, mas há zonas da estrutura que revelam debilidade, principalmente nas paredes laterais.
“Há a preocupação com a parte do tecto, que é de pedra, e algumas fragilidades das paredes. No entanto, não há indicação de que algo possa cair no imediato.
E importante é que não haja risco para o futuro”, explica o português Hermano Sanches Ruivo, vereador da Câmara de Paris.
Na catedral parisiense, que ardeu na segunda-feira, continuam os trabalhos de estabilização e estão a ser retiradas estátuas do edifício para serem restauradas e não pesarem no monumento.
Grande parte das obras e relíquias que sobreviveram vão para o Louvre. O presidente francês, Emmanuel Macron, já disse que quer reconstruir a catedral em 5 anos e até ao momento foram doados perto de mil milhões de euros.
Hermano Sanches Ruivo acredita que podem ser necessárias “décadas” para Notre-Dame ser restaurada mas “cinco anos é um prazo que devemos respeitar para entregar a catedral às pessoas”.
A ilha onde se situa Notre-Dame está encerrada, mas em redor têm sido milhares as pessoas que se dirigem à zona para saber como resistiu a catedral ao incêndio. O altar foi uma das áreas que escaparam, bem como a maioria das relíquias.
CM
















