A Sociedade Interbancária de Moçambique (SIMO), Gestora da Rede Única Nacional de Pagamentos, reconhece os prejuízos causados pelo apagão registado desde sexta-feira nas ATM’s e POS’s.

A SIMO esclarece não haver ainda solução para a reposição do sistema e que esta envidar esforços para que o problema seja ultrapassado com a máxima urgência.

Segundo a Presidente do Conselho de Administração (PCA) da SIMO, a paralisação deve-se a condições insustentáveis impostas pelo provedor do software.

A Sociedade Interbancária de Moçambique (SIMO), esclarece ainda que não tem nenhuma dívida com o provedor do sistema, reagindo assim as informações postas a circular nas redes sociais.

A PCA da SIMO, afirmou ainda que em Agosto deste ano a sua empresa, pagou a licença, e sendo esta anual é válida até Agosto de 2019, portanto o provedor esta agir de má fé, mostrando não ter interesses nacionais.

“A atitude que este provedor está a tomar, não é de um provedor que tenha interesses nacionais, porque num momento de tratamento deste assunto, o que ele diz e ameaça é eu vou cortar este sistema, que é um bem público. Nós pagamos tudo que devíamos pagar…isto foi feito em Agosto”, disse a PCA da SIMO.

Folha de Maputo