O saco de 50 kg que em Dezembro do ano passado custava 800 meticais, agora custa entre 2100 e 2400 meticais.
O molho de carvão no mercado de Xiquelene, na cidade de Maputo, custa 50 meticais, o balde 350 e a lata 500 meticais. Com estes preços, muitos preferem usar gás para cozinhar em detrimento do carvão vegetal.
Vendedores alegam que com estes preços a quantidade de carvão que era vendida em um dia, agora demora uma semana a ser comercializada, e que a actividade no momento não está a ser rentável.
A falta de atribuição de licenças é apontada pelos comerciantes como a principal causa para esta subida do preço. Gaza era a principal fonte para a aquisição do carvão vegetal, com a não renovação de licenças os vendedores são obrigados a trazer o produto de Inhambane.
Os comerciantes que conversaram com a nossa equipa de reportagem não percebem o porque da proibição estar somente na província de Gaza e não em demais lugares, e pedem a intervenção do Governo.
O País














