Barack Obama, presidente dos Estados Unidos da América, há poucos meses de deixar a Casa Branca, reconhece que o principal erro da sua governação foi ter ordenado, inconsequentemente, os ataques bélicos à Líbia.

libia guerra

Numa entrevista concedida à Tv Fox, Obama admitiu, ontem, que a intervenção militar de 2011 na Líbia, para paralisar e eliminar definitivamente a ditadura de Muammar Kadhafi, foi propositada, porém, ressente-se da inconsequência da decisão – não ter pensado no futuro dos líbios.

Perguntado “Qual foi seu pior erro?” respondeu: “Provavelmente, não planear ‘o dia seguinte’ do que, penso, foi a decisão correta de intervir na Líbia.”

Obama reconhece o papel preponderante dos rebeldes, que, desde 2011, tiveram apoio militar,  para findar a ditadura de Khadhafi.

obama

Em torno da intervenção militar no país africano, Obama expectava um envolvimento incisivo do Reino Unido e da França tendo em conta a proximidade geográfica.

“Quando olho para trás e me pergunto O que correu mal? há margem para críticas, porque tinha mais fé em que o europeus, dada a proximidade da Líbia, se envolvessem mais.”

Reagindo aos comentário de Obama, Reino Unido disse que está sendo feito um trabalho árduo para a criação de um governo estável na Líbia.

epa04964957 A handout frame grab taken from a video footage made available on the official website of the Russian Defence Ministry on 05 October 2015 shows bombs dropped by a Russian warplane during an airstrike against what Russia says was a large concentration of terrorist Islamic State (ISIS or IS) military equipment in the forest area near the city of Idlib, Syria, and a sub-window in the upper-left coner showing the site targeted for a strike. EPA/RUSSIAN DEFENCE MINISTRY PRESS SERVICE HANDOUT BEST QUALITY AVAILABLE HANDOUT EDITORIAL USE ONLY/NO SALES

Os Estados Unidos Ainda estão sob as rédeas de Obama quanto, entre outras, às decisões de ataques. Incredível torna-se o seu arrependimento quando assistem-se bombardeamentos norte-americanos na Líbia para eliminar o Estado Islâmico.

Havendo ou não razão para guerrilha, mais pessoas morrem diariamente! Há outra maneira de se resolverem os problemas?

DN