Ontem, em conferência de imprensa, o partido Frelimo, reagiu às acusações do líder da Renamo, sobre o suposto atentado à comitiva da Renamo.
De acordo com Damião José, porta-voz da Frelimo, o ataque em Manica foi uma simulação, perpetuada pela própria Renamo, que revelam as suas verdadeiras intenções (provocar uma guerra), e, pelas próprias palavras de Dhlakama “se eu morrer pode vir um outro malandro pior que Dhlakama.” O porta-voz disse: “o senhor Dhlakama não é, e nunca foi, Pai da democracia,… haverá alguma dúvida que o simulado ataque, em Manica, é mesmo obra de um malandro como o senhor Dhlakama?”
Do ponto de vista de Damião José, a Renamo, esperou durante todo esse tempo por um pretexto para voltar a guerra, e porque mesmo abusando as autoridades, tal não acontecia o líder decidiu simular um ataque para atribuir a responsabilidade as Forças de Defesa e Segurança do País, e depois a culpa a Frelimo. “Estas acções não passam de pretexto do líder da oposição, para iniciar o que sempre quis fazer, a única coisa que sabe fazer bem: a guerra”. explicou o porta-voz
Em defesa de seu partido e do governo de Moçambique, o porta-voz, lembrou: “antes do senhor Dhlakama dispensar os agentes da Polícia da República de Moçambique, estes o acompanhavam em todos os lugares garantindo a sua segurança e integridade física. Não faz sentido que a mesma Polícia que o protegia e o protege como cidadão, seja hoje acusada de o emboscar.”
José reiterou que apesar da insistência de Dhlakama em inviabilizar o dialogo, (devolução de carta-convite, desacordo com agenda, imposições e recusa em desmilitarizar os seus homens) o governo continua disponível para conversar com a Renamo e devolver a tranquilidade aos moçambicanos.
Nesta perspectiva, pede ao senhor Dhlakama que deixe de ser malandro, manda-lhe recado:” A Frelimo não é um partido de malandros; a Frelimo não é organização criminosa como aquela organização liderada por um malandro, cometeu diversos crimes, durante 16 anos de guerra de desestabilização do nosso País. A Frelimo é o Partido do povo para o povo que desde 1962 tem estado a trabalhar para o bem-estar dos moçambicanos.”
















