Julius Malema, líder do partido de esquerda Combatentes pela Liberdade Económica (EFF), foi expulso do Parlamento Sul-africano, na quarta-feira, porque chamou o Vice-presidente Cyril Ramaphosa de assassino.
Malema, trajado do habitual macacão vermelho – marca do seu partido – não retirou os comentários, dizendo: “eu nunca pedirei desculpas a Cirilo.”
O partido de Malema acusa Ramaphosa de mandar a polícia assassinar de 34 mineiros em greve com o patronato, em 2012, perto da mina de platina Marikana, de Lonmin.
O Presidente da Assembleia, Mmatlala Graça Boroto, decidiu que os comentários foram depreciativos e ordenou a saída, mas Malema resistiu e a segurança do parlamento retirou-o à força.
Malema, que anteriormente dirigiu a Liga da Juventude do Congresso Nacional Africano (ANC), já habituou os colegas parlamentares à confusão. Em Fevereiro, ele e os membros do partido foram retirados à força, depois de terem interrompido o discurso do Presidente Jacob Zuma.
















