Sociedade Três distritos de Sofala privados de energia eléctrica

Três distritos de Sofala privados de energia eléctrica

Os distritos de Búzi, Chibabava e Nhamatanda, na província central de Sofala, em Moçambique, encontram-se privados de energia eléctrica desde a última terça-feira na sequência duma “avaria técnica” registada na Subestação do Lamego, localizado na mesma província.

Segundo um comunicado da empresa pública Electricidade de Moçambique (EDM), já se encontra no local uma equipa técnica para a reposição do sistema, que avariou cerca das 11.30 de terça-feira.

“Contudo, devido a complexidade da avaria, a normalização poderá ocorrer dentro das próximas duas semanas”, indica o comunicado.

Na quarta-feira última, parte considerável dos bairros da cidade e província de Maputo passaram horas a fio sem energia eléctrica devido a uma avaria grossa registada na madrugada do mesmo dia na Subestação da EDM em Infulene.

A empresa pública disse ter trabalhado na reparação do problema, com o apoio dos seus parceiros da África do Sul, e até ao meio dia o problema havia sido resolvido.

Outros comunicados da EDM emitidos hoje avisam os clientes das províncias de Cabo Delgado, Niassa e Nampula (norte do país), Manica, Sofala, Tete e Zambézia (centro) e Gaza e Maputo (no sul) que haverá interrupção no fornecimento de energia no próximo domingo devido a trabalhos de manutenção de várias subestações.

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Nas províncias de centro e norte do país, a interrupção deve-se aos trabalhos de manutenção na Subestação de Songo, enquanto no sul os trabalhos serão realizados nas subestações de Macia, Chicumbane e Lindela.

Ao todo, a EDM conta com 1,2 milhão de clientes ligados a sua rede nacional.

Falando recentemente à AIM, o Presidente do Conselho de Administração da EDM, Augusto de Sousa, disse que, as ligações de energia em Moçambique crescem a uma taxa anual de 14 por cento.

Este ano, a empresa pretende estabelecer 125 mil novas ligações. “Até o primeiro semestre ligamos cerca de 53 mil e queremos ligar o remanescente neste segundo semestre”, disse de Sousa.

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