A manifestação nesse sentido ocorreu no final do desfile que marcou a passagem de mais 1 de Maio, Dia Internacional dos Trabalhadores. Os 70 jornalistas que trabalham nos diferentes órgãos de Comunicação Social sediados na capital provincial da Zambézia marcharam ao lado de outros trabalhadores enquadrados pelas respectivas organizações sindicais.
Aqueles profissionais de Comunicação Social, na cidade de Quelimane, que marcharam sob o pretexto de maior abertura das fontes de informação, disseram na sua mensagem serem contra algumas interferências de alguns políticos e dirigentes governamentais que, vezes sem conta, tentam impor critérios de noticiabilidade contrários aos estatutos editoriais dos seus órgãos de informação.
Mário Silva, indicado como porta-voz do grupo socioprofissional, acusou alguns desses políticos e dirigentes governamentais de usarem os gestores de determinados órgãos de Comunicação Social para intimidarem os jornalistas a pretexto de preservarem os seus lugares.

A propósito, disse que com a aproximação do processo eleitoral, nomeadamente das eleições autárquicas agendas para Novembro próximo, tal pressão sobre os profissionais de Comunicação Social poderá intensificar-se. “Não queremos interferências nos órgãos de Comunicação Social”, asseverou.
Os jornalistas da capital provincial da Zambézia, Quelimane, pedem aos diferentes segmentos da sociedade para não se intrometerem no seu trabalho, não apenas nas eleições que se avizinham, mas também no seu dia-a-dia. Aqueles profissionais têm vindo a fazer várias reflexões sobre os antecedentes da classe.
Os vários órgãos de Comunicação Social representados na cidade de Quelimane, entre públicos e privados, com destaque para as rádios comunitárias locais, ganharam muita audiência nos últimos tempos pelo facto de funcionarem com a devida transparência, isenção e imparcialidade.
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