Sindicatos de enfermeiros de 28 países, incluindo Portugal, apresentaram hoje uma queixa na ONU contra a União Europeia, Reino Unido e três outros países por “bloquearem” o levantamento da propriedade intelectual para a produção de vacinas contra a Covid-19.
A iniciativa, coordenada pelo sindicato mundial de enfermeiros Global Nurses Union e a Progressive International, uma organização internacional de ativistas e organizações alinhadas com políticas de esquerda, ganha relevância com o aparecimento de uma nova variante do coronavírus na África do Sul.
O aparecimento da nova variante B.1.1.529, afirmou a dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, Guadalupe Simões, é mais uma prova da urgência para as patentes serem levantadas.
Além da União Europeia (UE), e Reino Unido, são nomeadas na queixa a Noruega, a Suíça e Singapura por terem “sistematicamente bloqueado uma renúncia temporária de direitos de propriedade intelectual farmacêutica empresarial sob o Acordo da Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio (Acordo TRIPS)”.
A recusa em aceitar o levantamento das patentes, alegam os enfermeiros, representa uma “ameaça imediata ao direito das pessoas à saúde” e sublinham que a pandemia causou a morte de pelo menos 115.000 profissionais de saúde.
A proposta de suspensão das patentes industriais para a produção de vacinas e tratamentos à Covid-19 foi feita no ano passado pela África do Sul e Índia na Organização Mundial do Comércio (OMC) para acelerar o fabrico e distribuição de vacinas a países em desenvolvimento.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, procede hoje, no distrito de Chongoene, à inauguração do Aeroporto na província de Gaza.
Trata-se de uma infra-estrutura construída de raiz para “atender e dinamizar o desenvolvimento da província de Gaza, cuja construção foi financiada por fundos desembolsados no âmbito da cooperação com a República Popular da China”, segundo refere um comunicado da Presidência da República na Posse da “Folha de Maputo”.
Com a inauguração do referido aeroporto, a província de Gaza passa a contar com uma infra-estrutura dimensionada para receber cerca de 220 mil passageiros por ano, além de manuseamento de carga diversa.
Na referida deslocação, o Chefe do Estado far-se-á acompanhar pelo Ministro dos Transportes e Comunicações, Janfar Abdulai, membros do Governo, quadros da Presidência da República e de outras instituições do Estado.
O Exército sudanês anunciou a morte de vários dos seus soldados num ataque das forças etíopes na região agrícola de Al-Fashaga, disputada pelo Sudão e Etiópia.
O exército sudanês referiu no domingo (28) ter “respondido” a um ataque das forças etíopes na região agrícola de al-Fashaqa, uma zona disputada pelo Sudão e Etiópia, em confrontos que provocaram vários mortos aos dois lados.
As tropas sudanesas “repeliram o ataque” e “sofreram perdas humanas e materiais significativas”, adiantou o comunicado, sem especificar o número de mortos. O confronto reaviva o conflito fronteiriço entre os dois países em torno das terras férteis da vasta região de Al-Fashaga, no Estado sudanês de Gedaref.
O exército sudanês reivindicou que as suas forças repeliram o ataque, causando “muitas perdas humanas e materiais nas fileiras dos atacantes”, assumindo também que as Forças Armadas do país sofreram igualmente baixas nas suas fileiras, sem avançar um número preciso de mortos em ambos os lados.
A zona de al-Fashaqa, no sudeste da província sudanesa de Qadarif, é uma área disputada entre Cartum e Adis Abeba, onde ocorrem confrontos esporádicos entre militares e agricultores de ambos os países sobre a exploração dessas terras férteis e abundantes em recursos hídricos.
Quinhentos e sessenta e dois mil, duzentos e trinta e oito alunos da 10.ª e 12.ª classes realizam a partir de hoje, em todo o país, os exames finais, que se vão prolongar por cinco dias.
Até 3 de Dezembro, serão examinados 360.765 estudantes da 10.ª classe e 201.473 da 12.ª classe.
Segundo a porta-voz do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH), Gina Guibunda, tudo está a postos para a realização destas provas.
O MINEDH garantiu, recentemente, ter tomado medidas para que os exemplares dos exames finais deste ano lectivo não circulem antes da sua realização.
A Organização para o Desenvolvimento Auto Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Supervisores Provinciais Siyakha. Saiba mais.
A Organização para o Desenvolvimento Auto Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Orientação e Ligação. Saiba mais.
A Organização para o Desenvolvimento Auto Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Preparação para o Mercado de Trabalho. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal dois (2) Mecânicos Auto. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Fiel do Armazém. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Recursos Humanos. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista de Custos. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Negócios. Saiba mais.
Um grupo de trabalho vai avaliar as boas práticas e lacunas na proteção dos direitos humanos dos afrodescendentes em Portugal e apresentar um relatório com conclusões e recomendações ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, foi divulgado este sábado.
Esta delegação de especialistas, que se desloca a Portugal, entre 29 de novembro e 6 de dezembro, a convite do Governo, marcará presença em Lisboa, Setúbal e Porto, refere a ONU em comunicado.
Durante a visita do Grupo de Trabalho de Peritos sobre Pessoas de Ascendência Africana das Nações Unidas estão previstos encontros com representantes do Governo, instituições nacionais, afrodescendentes, organizações da sociedade civil e pessoas que trabalham na temática do racismo e discriminação racial.
Alemanha reportou 67.125 novas infeções e mais 303 mortes devido à Covid-19 nas últimas 24 horas, segundo os dados divulgados este sábado pelo Instituto Robert Koch. Em termos globais, a Alemanha soma 5.717.295 casos confirmados e 100.779 vítimas mortais.
A incidência voltou a atingir um novo máximo, tendo aumentado para 444,3 casos por 100 mil habitantes nos últimos sete dias. A Saxónia é o estado alemão com a incidência mais elevada – 1.201,1 casos por 100 mil habitantes.
Perto de 28 mil pessoas recuperaram da Covid-19, o que elevou o total de recuperados para cerca de 4.803.100. Os casos ativos continuam a subir e já superam os 813 mil.
O ministro dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique disse que os consórcios petrolíferos que operam na bacia do Rovuma, norte do país, estão a negociar formas de parceria para a redução de custos e maximização de ganhos.
O governante falava à margem do lançamento do sexto concurso internacional para o licenciamento de áreas para a pesquisa e produção de hidrocarbonetos no país.
Tonela avançou a partilha de recursos logísticos entre as petrolíferas como uma área de parceria que pode resultar na redução de custos.
A parte de infraestruturas também vai gerar vantagens para o Estado moçambicano, prosseguiu o ministro dos Recursos Minerais e Energia.
A Área 1 está concessionada a um consórcio liderado pela petrolífera francesa Total, que teve de suspender as obras de construção do empreendimento de produção de gás natural liquefeito, devido aos ataques de grupos armados na província de Cabo Delgado.
A esse propósito, Max Tonela disse que o executivo está a estudar com o consórcio a data de retoma do projeto, face à melhoria da segurança provocada pela ação de forças conjuntas de Moçambique, Ruanda e Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).
A Área 4 da bacia do Rovuma foi concessionada a um consórcio liderado pela Mozambique Rovuma Venture (MRV), uma ‘joint venture’ da Exxon Mobil, Eni e CNPC (China) que detém 70% de interesse participativo no contrato de concessão.
Após reunir com a principal central sindical do país, o primeiro-ministro guineense recomenda a criação de uma comissão que deve ainda apresentar um “plano de amortização da dívida” aos funcionários em greve há um ano.
O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Nuno Gomes Nabiam, quer a criação de uma comissão para apurar as dívidas existentes aos funcionários públicos do país, que estão em greve há um ano.
O primeiro-ministro guineense reuniu-se esta semana com a comissão negocial da União Nacional dos Trabalhadores da Guiné-Bissau (UNTG), principal central sindical do país, com o “objetivo de desbloquear o que tem sido o ponto de estrangulamento nas negociações” entre o Governo e os parceiros sociais.
Na sequência do encontro, o primeiro-ministro recomendou a criação de uma comissão, composta por membros do Governo e sindicatos, “para o apuramento de todas as dívidas existentes”.
A comissão deve ainda apresentar um “plano de amortização da dívida, tendo em consideração a situação financeira do país”.
A Linha férrea do Corredor de Nacala, que liga o porto de águas profundas e o interior das províncias de Nampula, Tete e Niassa, arrasta consigo riscos de vária ordem para os munícipes.
Na cidade de Nampula, os comboios atravessam vários bairros residenciais, incluindo o centro da cidade onde se localiza a estação central dos CFM. O dia-a-dia dos munícipes tem sido tenebroso, pois, por um lado, algumas passagens de nível não têm guarda nem cancelas e, por outro, estão as zonas comerciais e residenciais a menos de 10 a 20 metros.
Aliás, o maior perigo está no mercado grossista do Waresta, onde a linha férrea atravessa o local entre o centro de vendas e a estrada de acesso, tendo já sido reportados vários casos de cidadãos trucidados por comboios.
Diariamente, para além dos comboios carregados de carvão e vazios, já de regresso, com composições de mais de 100 vagões, a linha é usada também pelos comboios de passageiros e carga, estes últimos maioritariamente com destino para o Malawi.
Não se consegue estimar o número médio de comboios diários mas, de acordo com informações populares, rondam os 20, tomando em conta os sentidos ascendente e descendente. Aventa-se a hipótese de no intervalo de uma hora passar um comboio pela zona.
Com o projecto de transporte do carvão mineral de Moatize, na província de Tete, para o terminal de Nacala-à-Velha, na província de Nampula, que movimentaria dezenas de comboios por dia, chegou a existir a possibilidade de a nova linha contornar o centro da cidade de Nampula, através de um ramal, a partir da vila-sede distrital de Rapale, até ao posto administrativo de Anchilo.
Não tendo concretizada a projecção, por alegada exiguidade de fundos do investidor, o cenário é actualmente de risco, dada a interferência de comboios na mobilidade urbana, que afecta não somente os pedestres como também veículos diversos quando pretendem passar de um lado para o outro.
Como forma de minimizar a situação, a empresa gestora da linha férrea decidiu instalar-se em zonas consideradas críticas, em termos de segurança, pontes pedonais, concretamente na chamada antiga Gorongosa, na ECMEP, nos bairros de Namutequeliua, Murrapaniua e Nampaco, para além da construção de muros de vedação ao longo da linha férrea no interior da cidade.
Entretanto, a população não usa as pontes pedonais e até vandaliza os muros de vedação para usar a via mais rápida de travessia da linha férrea.
A RENAMO equaciona pagar uma pensão à família do ex-líder da autoproclamada “Junta Militar”, Mariano Nhongo. A família agradece o gesto, mas impõe uma condição.
O presidente do maior partido da oposição, a Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), Ossufo Momade, disse, na sexta-feira (26.11), na cidade da Beira, que o seu partido pondera o pagamento de uma pensão à família do antigo líder da autoproclamada “Junta Militar”, Mariano Nhongo. “Nós estamos a estudar como apoiar a família de Nhongo, porque a família de Nhongo não tem nada a ver com aquilo que ele fez”, disse Momade.
Mariano Nhongo foi morto em combate a 11 de outubro numa mata de Cheringoma, na província de Sofala. A “Junta Militar” por ele liderada foi acusada de realizar ataques armados no centro de Moçambique, que levaram à morte de mais de 30 pessoas.
Carlitos Mariano, filho do ex-líder da “Junta Militar”, que uma pensão seria muito bem-vinda. Mariano conta que a família carece de quase tudo para se reerguer depois de se ver obrigada a abandonar a sua casa durante cerca de três anos, por temer perseguições.
O presidente do Grupo Desportivo Maputo, Paulo Ratilal, referiu que o facto da actual estar a cortar comissões e alguns esquemas de corrupção, tem criado certo desconforto a certas pessoas que estavam a aproveitar-se do clube.
“Nós somos pessoas sérias, fazer bagunça é fácil, organizar coisas é difícil e é por isso mesmo que eu tenho trabalhado nos últimos meses, tenho estado a organizar muita coisa aqui neste clube que não estava de acordo, e é isso que está a incomodar algumas pessoas, o facto da direcção actual não deixar mais haver esquemas, não haver mais comissões, não haver mais custos exagerados, que desde que entramos aqui temos estado a cortar financeiramente, e algumas pessoas que estavam a se aproveitar do clube, estão desagradadas com esta situação” referiu o dirigente máximo do Desportivo Maputo, em reação as manifestações protagonizadas por parte de um conjunto do clube ( sócios e simpatizantes).
Sobre a vandalização nas instalações por parte dos manifestantes, Ratilal disse que já identificou as pessoas e já está a tratar o assunto com as autoridades competentes.
A revolta de alguma parte da claque “Alvi-negra”, que exige a demissão do dirigente, reside no facto do mesmo não estar a conseguir cumprir com o pagamento de salários aos funcionários e, treinadores e atletas do clube.
O comprimido anti-covid-19 desenvolvido pela Merck é eficaz no tratamento do novo coronavírus, afirmou a Administração de Alimentos e Drogas dos Estados Unidos (FDA) num relatório preliminar em que não se recomenda o uso em grávidas.
A publicação do relatório na sexta-feira precede uma reunião de uma comissão de peritos da FDA agendada para 30 de novembro, onde serão avaliadas recomendações para aprovação de emergência do medicamento, chamado molnupiravir.
A ser aprovado, o medicamento representaria um grande avanço na luta contra a pandemia, segundo os especialistas, ao tornar possível reduzir as formas graves da doença com relativa facilidade.
A farmacêutica Merck divulgou na sexta-feira os resultados completos de um ensaio clínico do comprimido, revelando que o medicamento reduziu as taxas de hospitalização e morte em 30% – bem abaixo do valor inicial – em doentes em risco que a tomaram pouco depois de terem sido infetados.
No relatório, a FDA considerou o molnupiravir eficaz em doentes com covid-19 em risco de hospitalização.
Contudo, propôs que a comissão não recomendasse a aprovação do molnupiravir em mulheres grávidas, acreditando que “não existe um cenário clínico em que os benefícios superem os riscos” nesta população.
Embora nenhuma mulher grávida tenha sido incluída no ensaio clínico da Merck, a FDA baseou a sua recomendação nos resultados do estudo em ratos e coelhos grávidos, verificando-se mais malformações do que nos grupos de controlo.
A Merck tinha inicialmente dito que o comprimido, num ensaio clínico, reduzia para metade a taxa de hospitalização e morte.
Os resultados foram suficientemente convincentes para que uma comissão independente de monitorização de dados, em consulta com a FDA, decidisse interromper o ensaio prematuramente.
Os resultados completos, por outro lado, provêm da análise de mais de 1.400 pacientes, resultando numa redução mais modesta da taxa de hospitalização e morte.
Tanto os resultados intercalares como os totais apoiam “a avaliação global favorável do benefício/risco e eficácia do molnupiravir” para o tratamento de covid-19 leve a moderado em adultos de alto risco, disse a Merck e, comunicado.
De acordo com os resultados completos, a taxa de hospitalização dos pacientes a quem foi dado o medicamento foi de 6,8%, em comparação com 9,7% naqueles a quem foi dado um placebo.
O Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC na sigla original) alertou na sexta-feira que a nova variante do vírus SARS-CoV-2 suscita “sérias preocupações de que possa reduzir significativamente a eficácia das vacinas e aumentar o risco de reinfeções”.
Num comunicado sobre a avaliação da ameaça da variante B.1.1.529 da SARS-CoV-2-Omicron, e com base na informação genética atualmente disponível, o ECDC diz que a nova variante detetada na África Austral é a mais divergente (em relação ao vírus original) detetada até esta sexta-feira.
A diretora da ECDC, Andrea Ammon, disse citada no comunicado que há ainda muitas incertezas em relação à transmissibilidade, eficácia das vacinas ou risco de reinfeções, e pede proatividade na implementação de medidas para “ganhar tempo” até haver mais informação.
A África do Sul disse na sexta-feira que impor restrições aos viajantes do país por causa de uma variante da Covid-19 recém-identificada é uma decisão injustificada, após a proibição britânica de voos da África do Sul e países vizinhos, seguida por outras nações.
O ministro da Saúde, Joe Phaahla, afirmou em coletiva de imprensa que a África do Sul está agindo com transparência e que as proibições de viagens vão contra as normas e padrões da Organização Mundial da Saúde (OMS), que realizou uma reunião de emergência sobre a variante chamada ômicron.
Os cientistas até agora detectaram a variante em números relativamente pequenos, principalmente na África do Sul, mas também em Botsuana, Hong Kong e Israel. Mas eles estão preocupados com seu alto número de mutações, que levantaram alarme de que poderia ser mais resistente à vacina e transmissível.
O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, e o presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, conversaram na tarde da sexta-feira e discutiram maneiras de retomar as viagens internacionais, disse um porta-voz de Downing Street.
Investigação apurou que grupos criminosos organizados transacionais usavam a internet para retirar milhões de dólares às suas vítimas.
Cerca de mil suspeitos foram questionados e 27 milhões de dólares apreendidos no quadro de uma vasta operação de luta contra a pirataria informática conduzida pela Interpol em todos os continentes, anunciou na sexta-feira a organização internacional de cooperação policial.
A operação, batizada ‘HAECHI-II’, desenrolou-se entre junho e setembro e apurou que grupos criminosos organizados transacionais usavam a internet para retirar milhões de dólares às suas vítimas, antes de os depositar em contas bancárias em todo o mundo”.
No total, foram questionadas 1.003 pessoas, 2.350 contas bancárias apreendidas e mais de 50 alertas emitidos, incidentes sobre usurpação de identidade, investimentos fraudulentos e lavagem de dinheiro em ligação com atividades ilegais, especificou a Interpol, em comunicado.
O arcebispo de Paris, Michel Aupetit, apresentou ao Papa Francisco a sua renúncia, após ter sido divulgado, por um órgão de comunicação social francês, um alegado relacionamento íntimo com uma mulher que o próprio negou.
Nomeado em 2017, o arcebispo, de 70 anos, “propôs ao Papa a sua renúncia” através de “uma carta enviada esta semana”, revelou a diocese de Paris à agência AFP.
Será o Papa Francisco a decidir se aceita ou não a renúncia de Michel Aupetit. Em 2012, o arcebispo “comportou-se de uma forma ambígua com alguém muito próximo dele”, admitiu a diocese de Paris.
Na quarta-feira, o semanário francês Le Point revelou na sua página na Internet que o arcebispo manteve naquele ano uma relação íntima e consentida com uma mulher, citando um ‘email’ que o próprio enviou por engano e que deixou poucas dúvidas sobre este relacionamento.
Já Michel Aupetit reconheceu, citado no artigo do Le Point, que o seu “comportamento” em relação à mulher pode ter sido ambíguo, sugerindo a existência de uma relação íntima e de relações sexuais, mas refutou “veementemente” estas acusações.
França suspendeu os voos provenientes de Moçambique, África do Sul, Lesotho, Botsuana, Zimbabué, Namíbia e Essuatini, com efeito imediato e durante pelo menos 48 horas, após ter sido encontrada uma nova variante do coronavírus.
A nova variante identificada pela África do Sul, denominada B.1.1.529, que provocou uma queda de 4% na abertura da bolsa de Paris, preocupa as autoridades francesas, que afirmaram esta manhã que agiriam para impedir a sua entrada em território francês.
França junta-se à Áustria, Itália, Israel e Singapura na lista de países que proibiram hoje a entrada de viajantes provenientes de Moçambique, a par de outros países da África Austral, como medida de precaução devido à nova variante do coronavírus detetada na África do Sul.
Reino Unido, Alemanha e Japão anunciaram igualmente a imposição de medidas restritivas à entrada de viajantes provenientes de países daquela região africana, em particular, da África do Sul, onde foi detetada a nova variante.
Nos últimos dias, bases de insurgentes foram destruídas por forças moçambicanas, ruandesas e da SAMIM. Vila sede de Mueda recebe fluxo cada vez maior de famílias das zonas próximas à fronteira com a Tanzânia.
A região de Mueda tornou-se nas últimas semanas o foco dos combates contra os insurgentes em Cabo Delgado. A informação é de fontes da sociedade civil na província, que preferem não ser identificadas. A vila sede de Mueda tem recebido fluxo cada vez maior de famílias das zonas próximas à fronteira com a Tanzânia.
Nesta semana, a força conjunta composta por militares do Ruanda e de Moçambique destruíram duas bases montadas por insurgentes nas matas dos distritos de Mueda e Macomia. Os acampamentos haviam sido instalados durante o fluxo de afastamento do grupo armado das regiões mais próximas do litoral de Cabo Delgado.
A operação foi facilitada pelo apoio aéreo da missão militar conjunta da África Austral em Moçambique (SAMIM, na sigla em inglês). Dois líderes insurgentes foram mortos nos combates de neutralização das bases. Segundo ativistas, homens armados – supostamente compostos por radicais islâmicos em atividade em Cabo Delgado – realizaram no mês de novembro ataques a comunidades ribeirinhas em território tanzaniano.
Uma nova variante do coronavírus que causa a Covid-19 foi detectada na África do Sul, país africano oficialmente mais afectado pela pandemia e que está a sofrer um novo aumento de infecções.
A variante B.1.1.529 tem um número “extremamente elevado” de mutações, de acordo com cientistas sul-africanos que já tinham detectado a variante Beta, contagiosa.
Nesta fase, os cientistas não têm a certeza da eficácia das vacinas anti-Covid-19 contra esta nova forma do vírus.
O aparecimento desta variante é provavelmente a razão do aumento “exponencial” das infecções nas últimas semanas, segundo o ministro da Saúde, Joe Phaahla, que participou na conferência de imprensa.
A África do Sul, que teme uma nova vaga da pandemia até ao final do ano, é oficialmente o país mais afectado pela pandemia do continente, com mais de 2,9 milhões de casos e mais de 89.600 mortes.
O Tribunal Supremo de Moçambique condenou Fernando Francisco Tsucana, ex-Vice-Comandante Geral da Polícia da República de Moçambique, pela prática de dois crimes de difamação...
Um impressionante acidente registado em Brisbane, Austrália, capturado por câmeras de segurança, mostrou um carro sendo lançado ao ar e atravessando um autocarro ....