O Songo, líder do campeonato nacional de futebol, com 22 pontos, recebe no domingo o Ferroviário da Beira, sexto classificado, com 12 pontos, no jogo mais importante da nona jornada do Moçambola.
Os ‘hidroelétricos’ de Tete vão tentar manter a vantagem na liderança, pela segunda jornada consecutiva sem o seu treinador, o sérvio Srdan Zivojnov, que teve de deixar Moçambique para tratamento médico no estrangeiro, devido a doença.
O Songo e o Ferroviário da Beira chegam a este embate galvanizados pelas vitórias na ronda anterior.
Na abertura da jornada este sábado a Associação Desportiva de Vilankulo vai à Nacala medir forças com o Ferroviário local.
Nos outros jogos da jornada 9, o campeão Black Bulls desloca-se à Nampula; o Costa do Sol recebe o Incomáti, que apenas tem cinco pontos; o Ferroviário de Maputo vai ao encontro do Matchedje de Mocuba; Liga Desportiva de Maputo defronta Ferroviário de Lichinga, em Niassa.
O Fundo de Energia, Fundo Público, (FUNAE, FP), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Administrador Executivo Para Área de Projectos. Saiba mais.
O Fundo de Energia, Fundo Público, (FUNAE, FP), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Administrador Executivo Para Área de Suporte. Saiba mais.
A CFAO – Motors Mozambique, representante oficial em Moçambique das marcas Toyota e Hino, está a recrutar para a sua equipa um (1) Motorista. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Supervisor de Vendas. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Pré-Representante de Vendas. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Representante de Vendas – Moto. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Supervisor de Vendas – Moto. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Supervisor Van Sales. Saiba mais.
A AMOCRED – Associação Moçambicana de Gestores para Concessão de Crédito pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Técnico. Saiba mais.
A Universidade Save (UniSave) pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior de Tecnologia de Informação e Comunicação N1 (TIC). Saiba mais.
A Universidade Save (UniSave) pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Profissional de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC). Saiba mais.
A Universidade Save (UniSave) pretende contratar para o seu quadro de pessoal dois (2) Auxiliares Administrativos (Condutor de veículos pesados). Saiba mais.
O Presidente do Borussia Dortmund, Hans-Joachim Watzke, colocou um ponto final, hoje, na especulação que envolvia Cristiano Ronaldo e o emblema germânico.
O responsável máximo do clube alemão, Watzke, disse numa conferência de imprensa, esta sexta-feira, que Ronaldo é um futebolista do seu agrado e que gostaria de vê-lo jogar em Dortmund. “Adoro-o como jogador, sem dúvida que seria uma ideia fantástica vê-lo a jogar no Signal Iduna Park, ele é um dos maiores futebolistas que o mundo já produziu”
No entanto, o dirigente deixou claro que apesar do desejo, “não houve contacto entre os envolvidos, por isso temos de deixar de falar sobre ele”.
Com um ano de contrato pela frente, CR7 parece atravessar um momento de instabilidade em Inglaterra, ultimamente fazendo correr muita tinta na imprensa internacional, dando conta da alegada insatisfação do balneário com a sua presença e do seu alegado desejo de vir a abandonar os Red Devils.
Nesta janela de transferências, o astro português já foi associado a mais clubes, de entre os quais, o Bayern Munique, o Chelsea, ou até mesmo do rival do Real Madrid, formação na qual se notabilizou, o Atlético Madrid.
Aos 37 anos, o futuro de Ronaldo continua envolto em incerteza.
African National Congress (ANC) election posters are seen on street poles in Alexandra township, in Johannesburg, South Africa, April 10, 2019. REUTERS/Siphiwe Sibeko
A África do Sul registou quase 70 assassínios por dia no primeiro semestre do ano, um aumento de 16,5% em relação ao primeiro semestre de 2021, anunciou sexta-feira a polícia.
O país, que tem uma das piores taxas de criminalidade do mundo, registou 6.424 assassínios de Abril a Junho, segundo a polícia, acima dos 6.083 registados no primeiro trimestre de 2022.
Em 2021, houve uma média de 65 assassínios por dia.
“O número de homicídios continua alto e preocupante”, admitiu o ministro da Polícia, Bheki Cele, numa conferência de imprensa.
Cele acrescentou que “disputas e mal-entendidos”, bem como “retaliação e vingança” foram os principais motivos dos assassínios, com a legítima defesa em terceiro lugar.
Fazer justiça com as próprias mãos é um fenómeno crescente na África do Sul, onde a maioria da população não pode pagar os serviços de empresas de segurança privada, que trabalham para pessoas com elevados rendimentos.
As selecções nacionais de Futebol de Sub-17 e Sub-23 não vão participar nas competições internacionais devido a falta de recursos financeiros, anunciou a Federação Moçambicana de Futebol (FMF).
Num comunicado de imprensa, a FMF tornou pública a informação momentos após a realização do sorteio da primeira eliminatória de apuramento à fase final do Campeonato Africano de Sub-23, pela CAF.
De acordo com o comunicado de imprensa desta quinta-feira, o organismo que gere o futebol no país escreve que “a Direcção Executiva da Federação Moçambicana de Futebol (FMF) decidiu, em Reunião Ordinária realizada a 17 de Agosto de 2022, prescindir da participação de algumas selecções nacionais de futebol nas competições internacionais que se avizinham”.
Devido a essa decisão, “a Selecção de Futebol Sub-23 não irá participar nas eliminatórias de acesso ao CAN Marrocos 2023, competição que dá acesso à XXXIII edição dos Jogos Olímpicos de Verão a terem lugar em Paris de 26 de Julho a 11 de Agosto de 2024”, segundo o comunicado da FMF.
Assim, as Maurícias ficam automaticamente qualificadas para defrontarem o Gana na segunda eliminatória de acesso ao CAN de Marrocos de sub-23, que vai decorrer no próximo ano e que qualifica aos Jogos Olímpicos de Londres.
A FMF decidiu, ainda, pela não participação da Selecção de Futebol Sub-17 nas competições internacionais.
A FMF diz que a mesma “não irá participar nos Jogos da AUSC–R5 a terem lugar em Lilongwe de 1 a 12 de Dezembro do corrente ano”.
Para justificar esta decisão, a Federação Moçambicana de Futebol fala de limitações financeiras. No comunicado, escreve que “a não participação das selecções moçambicanas de futebol nas provas supramencionadas têm origem nas limitações orçamentais, bem como na necessidade de garantir o curso normal do calendário do Campeonato Nacional da I Divisão – Moçambola 2022 face às interrupções que, por força dos compromissos, se têm verificado”.
Ou seja, além das dificuldades financeiras, a Casa do Futebol diz que desiste das competições internacionais dos Mambinhas Sub-23 e Sub-17 para permitir que o Moçambola não tenha mais paragens que acabam por comprometer o seu curso.
Desde o arranque do Moçambola 2022, já houve três paragens, concretamente em Junho, Julho e, agora, em Agosto, todas para dar lugar aos jogos dos Mambas que disputaram as primeiras duas jornadas do grupo L de qualificação ao CAN da Costa do Marfim, o torneio Cosafa e as eliminatórias de acesso ao CHAN-2023 que terá lugar na Argélia, próximo ano.
Magistrados moçambicanos foram colocados a tempo inteiro em cadeias do país para o julgamento célere de processos visando o descongestionamento das prisões, disse a ministra da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Helena Kida.
“É mais fácil ter magistrados afetos ao local onde tenham contacto com os processos, assim eles focam-se na questão da superlotação”, declarou Kida, citada pelo O País.
A colocação de magistrados a trabalhar a tempo inteiro nas cadeias faz parte de um projeto-piloto implementado pelo Ministério da Justiça e que numa primeira fase abrange a província e a cidade de Maputo, acrescentou a governante.
“Precisamos de fazer a réplica [do projeto-piloto], para ver como é que flui, para depois avançarmos para outros estabelecimentos penitenciários do país”, enfatizou.
A ministra assinalou que as prisões moçambicanas acolhem atualmente 22 mil reclusos contra uma capacidade de oito mil prisioneiros.
Helena Kida avançou que a aplicação de penas alternativas à prisão é outra das formas de redução do congestionamento das cadeias moçambicanas.
A aposta na concessão da liberdade condicional, nos casos legalmente justificados, também pode ajudar na diminuição da sobrelotação das prisões moçambicanas, referiu.
Quatro cidadãos sendo dois de nacionalidade moçambicana e dois de nacionalidade sul-aficana estão à contas com o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), em Maputo, indiciados de tentativa de introdução de armas de fogo no país, através da fronteira de Ressano Garcia no distrito da Moamba, na província de Maputo.
De acordo com a RM, as trinta e duas armas de fogo, do tipo caçadeiras, estavam na posse de dois cidadãos sul-africanos que foram surpreendidos pelas autoridades policiais no maior posto fronteiriço do país.
Em conexão com o caso, foram detidos mais dois nacionais, sendo um despachante aduaneiro e um proprietário de uma empresa privada de segurança, que teria alegadamente solicitado a importação das armas de fogo.
O porta-voz do Serviço Nacional de Investigação Criminal, em Maputo, Henrique Mendes, avança que os quatro cidadãos a contas com a Polícia, foram recolhidos às celas por não apresentarem nenhum tipo de documentação legal para a importação das armas de fogo.
O grupo rebelde Movimento 23 de Março (M23) negou, ontem, ter atacado, na quarta-feira, uma central hidroeléctrica financiada pela União Europeia dentro do Parque Nacional de Virunga, no Nordeste da República Democrática do Congo (RDC).
“O Instituto Congolês para a Conservação da Natureza (ICCN) e todas as suas instalações não constituem um objectivo militar e, portanto, não podem ser alvo do Exército Revolucionário Congolês, a ala armada do M23”, disse um porta-voz do grupo, Lawrence Kanyuka, numa declaração emitida ontem.
Kanyuka atribuiu o “acto atroz” ao Exército congolês, que também acusou de cooperar com outros grupos rebeldes, tais como as Forças Democráticas de Libertação do Rwanda (FDLR) e os grupos Nyatura, formados por alguns líderes do genocídio rwandês de 1994 e outros rwandeses exilados na vizinha RDC, com o objectivo de recuperarem o poder político no país de origem.
“Esta coligação não poupa meios para alcançar a vitória militar a qualquer custo, incluindo o sacrifício humano. Posicionou a artilharia junto de residências, centros de saúde, pátios escolares, igrejas, etc., para usar os civis como escudos humanos”, disse Kanyuka.
O porta-voz também ofereceu ao ICCN a “cooperação” do M23 para esclarecer o que aconteceu durante o incidente de quarta-feira.
“O ataque ocorreu na nova central hidroeléctrica em Rwanguba, cujas obras estão em curso para fornecer energia a todo Leste do país”, disse Lawrence Kanyuka, acrescentado que houve várias vítimas mortais nas aldeias circundantes”.
A União Europeia (UE), que financia a construção da barragem, condenou o ataque, e apelou ao M23 para “depor as armas e retirar-se das áreas ocupadas”, segundo uma declaração emitida pela sua delegação na RDC.
O M23 foi fundado no início de 2012 como uma cisão do extinto Congresso Nacional para a Defesa do Povo (CNDP), um grupo de rebeldes nascidos sobretudo no Rwanda, que lutou contra as FDLR em solo congolês. Em Novembro de 2012, o M23 avançou rapidamente para ocupar a cidade de Goma, capital do Kivu do Norte, onde permaneceu duas semanas.
Apesar de ter assinado um Acordo de Paz com o Governo congolês em 2013, o M23 voltou a atacar civis e posições das Forças de Segurança em toda a região do Kivu do Norte.
Em 29 de Junho, a chefe da Missão de Manutenção da Paz das Nações Unidas na RDC (MONUSCO), Bintou Keita, disse que o M23 é o grupo rebelde com uma capacidade militar mais robusta entre os cerca de 100 existentes na RDC.
O Governo congolês acusa o Rwanda de apoiar o M23, algo que Kigali sempre negou, embora um relatório confidencial de peritos da ONU, divulgado por alguns órgãos de informação em vários países, no início deste mês, confirme este facto.
Se o Barcelona quiser inscrever Jules Koundé e continuar a reforçar a equipa, como Xavi Hernández tanto deseja, não tem outra opção do que acelerar urgentemente a saída de jogadores e reduzir a massa salarial, que é atualmente mais elevada do que em período homólogo da temporada transata.
A LaLiga não vai permitir que o Barcelona continua a desbloquear alavancas financeiras, e que não são mais do que a venda de património para engordar a conta de fundos positivos. O presidente que lidera este organismo, Javier Tebas, rejeita totalmente a ativação de uma nova manobra deste calibre e ordenou à equipa blaugrana que transferisse futebolistas e também que baixasse os salários de alguns dos seus jogadores.
Segundo a Cadena SER, a LaLiga já avisou o Barcelona de que as alavancas por si só não são suficientes para aumentar o fair-play financeiro.
Portanto, a única forma do Barça poder inscrever a Koundé, que é a principal urgência da equipa técnica neste momento, e depois fechar a contratação de Marcos Alonso, é através da transferência de jogadores e também através da redução da massa salarial.
O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, acusou os Estados Unidos (EUA) de apoiarem o terrorismo na Síria e no Iraque e reiterou que o exército de Ancara está “pronto” para lançar uma nova ofensiva em território sírio.
“São os EUA e as forças da coligação [liderada por Washington] que principalmente alimentam o terrorismo na Síria. Eles fizeram-no brutalmente e ainda o fazem. Eles não se cansaram disso e também o alimentaram da mesma maneira no Iraque”, disse o presidente turco.
Erdogan falava na última noite a bordo do avião presidencial, após a sua viagem à cidade ucraniana de Lviv, onde se reuniu com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e o secretário-geral da ONU, António Guterres, encontro focado no conflito na Ucrânia, sob invasão da Rússia.
Erdogan, que desde Maio ameaça com uma invasão no norte da Síria contra grupos curdos que Ancara considera terroristas, reafirmou que o exército turco está “pronto” para lançar uma nova ofensiva a qualquer momento.
As forças turcas estão presentes em áreas do território sírio do norte, na fronteira com a Turquia, onde lançaram entre 2016 e 2019 três grandes operações, visando milícias e organizações curdas.
Ancara diz que quer criar uma “zona de segurança” de 30 quilómetros na sua fronteira sul.
Na terça-feira, o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH) informou que dezassete pessoas foram mortas em ataques aéreos turcos numa posição ocupada pelo regime sírio perto da fronteira turca.
No regresso da Ucrânia, Erdogan também pediu o “reforço” da coordenação com Moscovo no norte da Síria, para combater o “terrorismo”.
Disse ainda que está em contacto com a Rússia para cada passo que dá na Síria.
“O diálogo político ou a diplomacia entre os Estados nunca podem ser interrompidos”, acrescentou.
Segundo a agência de notícias Anatolia o presidente turco, na sequência da normalização das relações diplomáticas entre Turquia e Israel, manteve hoje uma conversa telefónica com o presidente israelita, Isaac Herzog, na qual transmitiu que a nomeação recíproca de embaixadores é um “passo importante para o desenvolvimento positivo” das relações bilaterais.
As relações entre Israel e Turquia foram interrompidas em 2010, após a Marinha israelita ter matado vários activistas turcos pró-palestianos, num bloqueio naval da Faixa de Gaza.
Embora ambos os países tenham chegado a um acordo em 2016 para retomar relações, os laços não foram totalmente restabelecidos e os respectivos embaixadores foram expulsos em 2018 devido à repressão das forças de segurança israelitas contra milhares de manifestantes palestinianos na Faixa de Gaza.
O médio do Real Madrid saiu dos merengues e já tem acordo com os Red Devils, reporta hoje Fabrizio Romano.
O emblema britânico vai pagar 60 milhões de euros mais 10 milhões de incentivo.
Os pormenores do contrato divulgados pela mesma fonte sugerem que o acordo seja válido por quatro anos com opção até 2027, faltando apenas os testes médicos por realizar neste fim-de-semana.
O internacional brasileiro esteve presente nas cinco conquistas da Liga dos Campeões do Real Madrid, (2014, 2016, 2017, 2018 e 2020), agora parte para uma nova aventura em terras de sua Majestade, depois de oito temporadas ao serviço de “Los Blancos.”
Moçambique está preparado para enviar a sua primeira carga de gás natural liquefeito para o estrangeiro, juntando-se às fileiras dos exportadores mundiais enquanto uma crise energética global empurra os preços do combustível para níveis recorde.
O petroleiro LNG British Mentor, operado pela BP, deverá chegar no dia 24 de Agosto a um novo terminal flutuante que a Eni está a completar ao largo da costa norte de Moçambique, segundo os dados de localização de navios compilados pelo programa Bloomberg.
O site da agência de notícias avança que a Eni não respondeu imediatamente a um pedido de comentários, mas, ainda assim, fez saber que está já a planear uma segunda plataforma flutuante de exportação em território moçambicano, que poderá entrar em funcionamento em menos de quatro anos.
Moçambique está acelerar o seu primeiro terminal de exportação, uma vez que os fornecimentos de gás após a invasão russa da Ucrânia enviaram os preços em alta para a Europa, onde países como o Reino Unido e a Alemanha alertaram que a compressão do combustível poderia provocar um racionamento e desencadear uma recessão.
Procurando acabar com a sua dependência do gás russo, os compradores europeus estão a pagar um pesado prémio, uma vez que competem com a Ásia para assegurar cargas de GNL antes do Inverno.
Após quase um mês de mar, o petroleiro LNG British Mentor partiu para o FLNG (floating liquefied natural gas, uma instalação flutuante de gás natural liquefeito) do Cabo-Sul em Moçambique, onde se espera que carregue a primeira carga de exportação da plataforma de produção offshore.
O projecto Coral-Sul da Eni, no valor de sete mil milhões de dólares, tinha como alvo as primeiras exportações até Outubro. Apesar da pandemia e da insurreição ligada ao Estado Islâmico em Moçambique, que descarrilou uma instalação de exportação TotalEnergies no valor de 20 mil milhões de dólares, a BP assinou, em 2016, um acordo para comprar toda a produção durante 20 anos à Coral-Sul, que foi concebida para produzir 3,4 milhões de toneladas métricas de GNL.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) deteve ontem, no Aeroporto Internacional de Maputo, um cidadão da Costa do Marfim, de 43 anos de idade que tentava entrar no país, vindo do Brasil com cocaína escondida em 25 lanternas, disse à Lusa o porta-voz da entidade.
“Feitas as revistas, foram encontradas 25 lanternas e no seu interior havia um pó que analisado deu resultado positivo para cocaína”, disse Hilário Lole, referindo que ainda não se conhece a quantidade da droga.
O homem terá obtido a droga no Brasil, tendo feito uma escala em Adis Abeba, na Etiópia.
Chegado a Moçambique, foi logo interceptado, avançou o porta-voz do SERNIC, referindo que o homem negou ser proprietário da mala contendo as droga.
Encontram-se detidos na Cidade de Xai -Xai, em Gaza, dois jovens de vinte e nove anos de idade, acusados de assalto a uma viatura que transportava avultadas somas em dinheiro. Na ocasião o SERVIÇO Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) recuperou 364 mil dos cerca de 1.487.500.
Os detidos, fazem parte de uma quadrilha de quatro indivíduos, que na semana passada assaltaram em Xai-Xai, um motorista de uma viatura pertencente um estabelecimento económico, que, transportava para o Banco, mais de um milhão e quatrocentos mil meticais.
O porta-voz provincial do SERNIC, Zaqueu Mucambe, disse, terça-feira, que o montante foi recuperado numa operação que culminou com a detenção de dois dos quatro integrantes do grupo.
“A neutralização destes cidadãos, ambos de 29 anos de idade, resulta de diligências da instituição com vista ao esclarecimento do caso de roubo agravado, contra um cidadão que trazia altas somas em dinheiro para depósito num banco. Recuperamos o valor na posse dos dois meliantes e das respectivas esposas”, disse.
Entre os detidos, está um ex-agente de uma empresa de segurança privada apontado como um dos líderes da quadrilha. O SERNIC suspeita que o segurança tenha monitorado as movimentações das vítimas, tendo em conta que já trabalhou como guarda em algumas agências bancárias da cidade.
O Sporting e o V. Guimarães já chegaram a acordo para novo empréstimo de Geny Catamo ao emblema minhoto, avançou a imprensa desportiva portuguesa.
O extremo internacional moçambicano será cedido por uma época, num acordo que contemplará uma opção de compra que ainda está a ser acertada, mas que, a ser acionada, exigirá um esforço substancial à SAD dos vimaranenses.
Geny Catamo deverá ser confirmado como reforço do V. Guimarães nesta sexta-feira ou, o mais tardar, no início da próxima semana.
Geny Catamo, de 21 anos, foi lançado na época passada por Ruben Amorim na equipa principal do Sporting. Na segunda metade da época foi cedido ao V. Guimarães, tendo feito dez jogos e três assistências sob o comando de Pepa.
Já neste defeso, o jovem futebolista chegou a ser negociado com o Marítimo, mas a transfererência acabou por não se concretizar e o futuro voltará a passar pela “cidade berço”.
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A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Supervisor de Vendas – Moto. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Supervisor Van Sales. Saiba mais.
A AMOCRED – Associação Moçambicana de Gestores para Concessão de Crédito pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Técnico. Saiba mais.
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A Universidade Save (UniSave) pretende contratar para o seu quadro de pessoal dois (2) Auxiliares Administrativos (Condutor de veículos pesados). Saiba mais.
O Mali ataca a França perante as Nações Unidas. Numa semana em que a força Barkhane saiu definitivamente do território maliano, o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Abdoulaye Diop, enviou uma carta ao Conselho de Segurança da ONU para denunciar as violações do espaço aéreo do Mali, e também acusou as forças armadas francesas de apoiarem os jihadistas. A informação foi confirmada pela RFI.
Abdoulaye Diop, na sua carta, enumera vários episódios em que o espaço aéreo maliano foi violado pelas forças armadas francesas que estavam a vigiar as forças armadas malianas, isto para ameaçar e recolher informações aos jihadistas a quem também forneceram armas e munições segundo o Ministro dos Negócios Estrangeiros maliano.
Bamaco contabilizou cerca de 50 violações do espaço aéreo por drones, helicópteros ou aviões de caça desde o início do ano.
Acusações e números que já eram do domínio público visto que o Governo maliano já tinha apresentado esses factos em finais de Abril.
Nessa altura, uma vala comum tinha sido descoberta em Gossi e tanto a França como o Mali se acusavam mutuamente. As autoridades francesas denunciaram uma campanha de desinformação orquestrada pelos novos aliados russos de Bamaco.
Desde Maio que o Mali rejeitou todos os acordos de defesa com a França. Por isso denunciou acções unilaterais não coordenadas com o Mali para operações anti-terroristas levadas a cabo pela força Barkhane.
Agora o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Abdoulaye Diop, ameaça defender-se com “legítima defesa” para o que considera ser uma “agressão”.
A embaixada francesa no Mali já reagiu, refutando por completo as acusações: “A França nunca apoiou directamente ou indirectamente os grupos terroristas”.
As autoridades lembraram também que estiveram presentes “no Mali entre 2013 e 2022 a pedido das autoridades malianas”, tendo libertado várias cidades que estavam “sob o controlo de terroristas como Timbuktu e Gao”.
A embaixada francesa recordou ainda que “centenas de terroristas foram neutralizados”, sem esquecer que “53 soldados franceses morreram nessa luta contra os grupos terroristas”, concluindo que até à saída da força Barkhane, “os comunicados dos terroristas apontavam a França como inimigo número 1”, concluiu.
Apesar da saída da força Barkhane, as tensões continuam entre os Governos do Mali e da França.
Subiu em aproximadamente sete mil milhões de meticais o valor de operações financeiras suspeitas de branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo no País. Os dados foram apreciados pelo Conselho de Ministros nesta terça-feira, 16 de Agosto.
O terrorismo continua a assombrar o País e, para agravar a situação, os valores suspeitos de financiar os actos e de estarem ligados ao branqueamento de capitais tendem a aumentar, segundo comunicou o Governo.
“Em 2021, o Gabinete de Informação Financeira de Moçambique (GIFIM) recebeu um total de 2338 comunicações de operações suspeitas, contra 3350 em 2020, correspondentes a um valor monetário de 42,6 mil milhões de meticais contra 35,8 mil milhões de meticais, estes que constituem o valor global de todas as comunicações de transacções financeiras suspeitas e reportadas ao gabinete pelas instituições financeiras durante o período em análise”, descreveu Filimão Suaze, porta-voz do Governo.
Os dados do Gabinete de Informação Financeira de Moçambique serão submetidos ao Parlamento. Nesta terça-feira, foram apreciados pelo Conselho de Ministros, que, na sequência, fez algumas recomendações àquela instituição pública.
“Nesta sessão, o Governo apreciou as informações sobre a matriz de seguimento do período pós observação de Moçambique pelo Grupo de Acção Financeira e notou haver progressos no quadro regulatório com aprovação de leis e decretos no âmbito do combate ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo. Nesta mesma sequência, instruiu ao GIFIM a articular com instituições relevantes do Estado para assegurar o cumprimento das medidas emanadas por aquele organismo de controlo financeiro”, esclareceu.
Moçambique tem, desde Maio último, uma lei revista de Prevenção e Combate ao Branqueamento de Capitais e Financiamento ao Terrorismo.
O Director do Centro para Democracia e Desenvolvimento, Adriano Nuvunga vai continuar a lutar pelas causas da Sociedade apesar da ameaça de morte de que foi vítima na madrugada de segunda-feira.
A RFI escreve que o Director do Centro para Democracia e Desenvolvimento diz que não se deixa intimidar pelas ameaças de morte de origem desconhecida de que foi vítima na madrugada da última segunda-feira. Adriano Nuvunga não tem dúvidas que o contexto atual de limitação de liberdades individuais e políticas no qual o país vive pode ter favorecido para a ameaça de morte da qual foi vítima.
“Não me sinto intimidado porque não é a primeira vez, mas este é o segundo acto muito expressivo depois de há dois anos atrás eles terem ameaçado colocar uma bomba em minha casa”, afirmou Adriano Nuvunga.
O activista político e académico acredita que por detrás da ameaça estejam motivações políticas: “As ameaças constantes a manifestações e o aparecer constantemente a defender o direito à manifestação das pessoas, acredito que esta é uma das coisas que pode ter sido vista como o cruzar a linha vermelha”.
Adriano Nuvunga, director do Centro para a Democracia e Desenvolvimento (CDD) e presidente da Rede Moçambicana dos Defensores dos Direitos Humanos, revelou, na segunda-feira 15 de Agosto, que indivíduos desconhecidos atiraram para o quintal da sua residência dois projécteis posteriormente identificados por agentes do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) como sendo munições de arma de guerra do tipo AK-47 parcialmente embrulhadas em papel branco com a mensagem “CUIDADO NUVUNGA“.
A Empresa Moçambicana de Seguros (EMOSE) vai recorrer da sentença proferida pelo Tribunal Judicial da Manhiça, que a condena a pagar indemnizações solidárias no valor de 33.854.000,00 meticais a favor das vítimas do acidente rodoviário envolvendo um autocarro da transportadora Nhacale.
A apólice de seguro da transportadora Nhancale, proprietária do autocarro envolvido no sinistro, estava com o prazo expirado, declarou Benedito Manhiça, administrador da área técnica operacional da EMOSE, durante uma conferência de imprensa em Maputo.
“Não tendo a transportadora a fracção que venceu, em Novembro de 2020, o contrato de seguro ficou nulo. Significa que, não tendo sido paga a última prestação, já não havia contrato”, frisou o responsável.
O Tribunal Judicial do Distrito da Manhiça, na província de Maputo, determinou, na sexta-feira, que a seguradora e a transportadora Nhancale pagassem uma indemnização de 33 milhões de meticais aos familiares das vítimas do sinistro. O tribunal condenou ainda o motorista responsável pelo acidente de viação a um ano e oito meses de prisão, convertidos em multa.
O acidente de viação, considerado o mais grave de sempre registado em Moçambique, aconteceu no dia 3 de Julho, de 2021 em Maluana, no distrito da Manhiça, ao longo da Estrada Nacional Número um (N1), causando 32 óbitos e 28 feridos. A tragédia envolveu dois camiões e um autocarro, que tentou fazer uma ultrapassagem irregular, embateu num dos camiões e capotou.
Um cidadão faleceu este sábado na sequência do desabamento de uma loja na cidade de Maxixe, na província de Inhambane.
Segundo informações avançadas pela TV...
Foi inaugurado o novo Centro de Dados Híbrido do Centro de Informática da Universidade Eduardo Mondlane (CIUEM), uma infraestrutura tecnológica concebida e implementada pela...