Morreu, este domingo, o edil de Ribáuè, Aurélio Machado, na província de Nampula. O edil perdeu a vida no Hospital Central de Nampula, onde esteve internado, vítima de acidente de viação.
Aurélio Machado perdeu a vida no Hospital Central de Nampula, onde estava internado em estado de coma, depois de ter sofrido um acidente de viação há duas semanas, na vila municipal de Ribáuè.
Machado dirigia um dos dois municípios sob governação da Frelimo na província de Nampula e era visto como um exemplo de boa governação, tendo-se destacado na construção de 44 salas de aula e 16 “pontecas” e aquedutos. Numa curta mensagem, a Frelimo lamenta a morte do autarca.
Com o novo sistema legal de eleição municipal, baseado no modelo de cabeça-de-lista, em caso de morte ou incapacidade permanente do primeiro na lista do partido vencedor, assume o poder o segundo da mesma lista.
“Dois corpos sem vida” foram encontrados nos escombros do edifício destruído por uma explosão em Marselha, no sul de França, anunciaram os bombeiros.
“Dadas as dificuldades específicas da intervenção, a extração [dos corpos do local] vai demorar”, indicaram os bombeiros, em comunicado.
“A autoridade judiciária poderá em seguida proceder à identificação” destas vítimas, acrescentaram, apontando para a realização de “um ponto de situação a ser feito ao início da manhã”.
O desmoronamento do edifício de quatro andares, devido a uma explosão, ocorreu pelas 00:04 de sábado, na rua Tivoli, no centro da cidade, e na queda arrastou parte dos edifícios adjacentes, tendo ferido cinco pessoas.
Pelo menos nove pessoas foram dadas como desaparecidas, 163 pessoas receberam assistência hospitalar e 32 edifícios foram evacuados, disseram as autoridades francesas.
“Todos os serviços da cidade, apoiados pelos serviços do Estado, continuam as buscas”, indicou, em comunicado, o presidente da Câmara de Marselha, Benoît Payan.
Em novembro de 2018, oito pessoas morreram no desmoronamento de dois edifícios em mau estado, numa outra parte desta cidade, onde vivem 40 mil pessoas em bairros de lata, de acordo com organizações não-governamentais.
Um novo massacre perpetrado na sexta-feira pelas milícias das Forças Democráticas Aliadas (ADF) causou a morte a pelo menos 25 civis no Beni, na província do nordeste do Kivu do Norte, na República Democrática do Congo (RDCongo).
Omassacre ocorreu perto de Oicha, a capital do território, e foi confirmado hoje por fontes médicas, de segurança e da sociedade civil no portal de notícias 7SUR7, no meio de uma tensão elevada nas aldeias circundantes.
“Estamos a falar de mais de 20 mortos”, disse o presidente da câmara de Oicha, Nicolas Kikuku, um número que mais tarde foi elevado para 25 pelos serviços médicos e organizações civis da região.
Além disso, um número indeterminado de pessoas pode ter sido raptado pelas milícias durante o ataque.
As ADF são uma organização islamista de origem ugandesa que em 2019 jurou fidelidade à organização terrorista Estado Islâmico na África Central (ISCA), à qual ainda hoje se encontra ligada.
Estas milícias são um dos grupos armados mais sangrentos do continente africano e foram acusadas pelas Nações Unidas de matar mais de 1.200 civis em massacres perpetrados em 2021.
O ministro da Justiça e Direitos Humanos do Peru manifestou-se hoje confiante na extradição dos Estados Unidos do ex-presidente Alejandro Toledo, para que responda perante a justiça peruana, apesar das suas “manobras” para atrasar o processo.
“Devemos aguardar os prazos estabelecidos pela justiça dos Estados Unidos e, principalmente, ter confiança de que este senhor (Toledo) acabará por responder perante a justiça peruana, porque há uma decisão do governo dos Estados Unidos sobre a sua extradição”, disse o ministro José Tello à estação de rádio peruana Radio Nacional.
Tello declarou que há uma posição por parte dos Estados Unidos para extraditar Toledo, mas que o ex-presidente está a usar “manobras retardadoras” perante a justiça americana, referindo que Toledo “misteriosamente” tem recursos para manter uma defesa legal nos tribunais dos EUA.
Um tribunal de recurso dos EUA suspendeu durante 14 dias a extradição para o Peru do ex-presidente do país Alejandro Toledo, acusado de corrupção no processo da Odebrecht, noticiou a imprensa local na sexta-feira.
A decisão do Tribunal de Recurso, localizado em São Francisco (Califórnia), suspende temporariamente a ordem para Toledo se entregar às autoridades para a extradição, o que deveria ter acontecido na manhã de sexta-feira.
A defesa de Toledo tinha solicitado uma suspensão de 14 dias na quinta-feira para dar tempo à justiça para ouvir o recurso do político.
Segundo o canal de notícias peruano RPP Noticias, citando a procuradora peruana Silvana Carrion, o ex-presidente peruano alegou “erros materiais” na decisão do tribunal norte-americano que ordenou a sua detenção para o extraditar para o Peru.
A mesma procuradora explicou que terá de haver uma decisão final após os 14 dias de suspensão do processo.
O ex-presidente peruano (2001-2006), que vive em São Francisco, tem travado uma batalha legal para evitar ser enviado de volta ao país andino desde que foi detido pelas autoridades norte-americanas em 2019.
Toledo, 77 anos, foi preso em 2019 na Califórnia e passou oito meses na prisão por risco de fuga, mas foi colocado em prisão domiciliária em março de 2020, com o surto da pandemia de covid-19.
Em setembro passado, o sistema judicial norte-americano deu luz verde à sua extradição para o Peru, tendo encontrado provas suficientes para justificar esta medida, que foi aprovada em fevereiro passado pelo Departamento de Estado.
Toledo é acusado no seu país de ter recebido cerca de 34 milhões de dólares (31 milhões de euros) da construtora brasileira Odebrecht, através de uma rede de empresas em paraísos fiscais através da qual adquiriu bens imobiliários no Peru no valor de milhões de dólares.
Mais especificamente, Toledo foi investigado pelos alegados crimes de branqueamento de capitais, conluio e tráfico de influência, em relação aos contratos adjudicados à Odebrecht para a construção da Autoestrada Interoceânica entre o Brasil e o Peru.
O caso Odebrecht, o maior escândalo de corrupção na América Latina, implicou também os ex-presidentes peruanos Alan García (1985-1990 e 2006-2011), Ollanta Humala (2011-2016) e Pedro Pablo Kuczynski (2016-2018), assim como a candidata presidencial Keiko Fujimori, filha e herdeira política do ex-presidente Alberto Fujimori (1990-2000).
Um paramédico, de 58 anos, foi filmado a roubar uma idosa, de 94, que tinha acabado de morrer. O caso aconteceu em junho de 2022, mas esta quinta-feira, o filho da vítima decidiu partilhar o vídeo do assalto nas redes sociais, avança o jornal britânico The Mirror.
Mark Titley foi um dos quatro paramédicos chamados para socorrer uma mulher de 94 anos que tinha desmaiado e caído no jardim de casa. O alerta foi dado a 29 de junho de 2022, em Shrewsbury, Inglaterra. A equipa nada conseguiu fazer para salvar a idosa e o óbito foi declarado no local.
Uma câmara de vigilância captou o momento em que Mark Titley entrou na residência da idosa, retirou 60 libras (cerca da 70 euros) de uma caixa de plástico e colocou o dinheiro dentro do bolso. Ao aperceber-se de que estava a ser gravado, voltou a colocar o dinheiro no lugar.
O filho da falecida viu as imagens e, indignado com a atitude do paramédico, reportou o caso às autoridades e divulgou o vídeo no Facebook.
“Enquanto a minha mãe recebia assistência dos outros paramédicos, isto aconteceu”, pode ler-se na publicação.
Quando confrontado com as acusações, numa versão inicial, o paramédico desmentiu que tinha tentado roubar. Mais tarde, acabou por confessar o crime e foi condenado a 18 semanas de pena de prisão suspensa.
Para além da pena, Mark Titley terá de fazer 120 horas de trabalho comunitário e de pagar 187 libras (cerca de 215 euros) à família da idosa.
Dr. Azize Luis Tricamo, 30 years old, a Mozambican Doctor from Zembezia province engaged in the cholera response.
As autoridades de saúde da província de Nampula confirmaram, na quinta-feira, a eclosão da doença, com um cumulativo de 150 casos e um óbito.
A cólera eclodiu em Nacala Porto, onde nas últimas duas semanas os casos de diarreia aumentaram substancialmente, levando o sector a enviar amostras ao Laboratório Nacional de Saúde Pública, tendo sido confirmado o vibrião colérico no passado dia 1 de Abril corrente.
Falando à imprensa, nesta quinta-feira, a médica-chefe provincial de Nampula, Celma Xavier, disse que desde a eclosão, Nacala porto regista uma média diária de 15 doentes.
“Estamos a fazer actividades na comunidade para fazer a busca activa dos casos e seguimento dos casos positivos, para ver se os casos não se alastram, mas neste momento é preocupante, porque os casos estão a vir principalmente de quatro bairros, que é o bairro de Matapue, mesmo ao redor do Hospital Geral e bairros de Ontupaia triângulo e Mucone, casos dispersos, mas todos positivos para a cólera”, disse.
Neste momento, estão internados 32 doentes no Centro de tratamento da doença, montado no Hospital distrital de Nacala porto.
Está interrompido, desde domingo último, o trânsito rodoviário entre os distritos de Milange e Molumbo, devido aos estragos causados pela tempestade tropical Freddy e as chuvas que têm vindo a cair com alguma persistência e danificaram a plataforma deste troço com mais de cem quilómetros.
O delegado da Administração Nacional de Estradas na Zambézia, Ramiro Rudias, disse, ontem, aos jornalistas que a instituição que dirige está a preparar uma intervenção de emergência visando a sua reabertura, o mais rápido possível.
Explicou que a estrada tem merecido atenção em termos de reabilitação e manutenção, mas a estrutura dos solos é vulnerável às chuvas, por isso, que há um investimento em estudos sobre a tecnologia a usar para que a sua reposição seja duradoura.
A estrada Milange-Molumbo é a espinha dorsal para a economia da província da Zambézia, devido ao potencial agrícola da região. Com efeito, os dois distritos são potenciais produtores de milho, arroz, gergelim, tabaco, hortícolas e servem de trânsito para outros como chá e macadámia do Gilé, exportados para os países do “hinterland” ou através do Porto de Nacala.
Aliás, o Presidente da República, Filipe Nyusi, teria recomendado, há dois anos, para que a ANE reabilitasse e monitorasse a situação da transitabilidade neste trajecto, por forma a não interromper o escoamento de excedentes para os principais mercados.
Dezenas de estudantes foram levadas ao hospital no sábado (08), no Irã, por suspeita de envenenamento, de acordo com informações da imprensa local.
Nos últimos quatro meses, centenas de meninas iranianas relataram problemas respiratórios e necessitaram de tratamento hospitalar. O novo caso de suspeita de envenenamento acontece em meio a crise contra a polícia da moralidade que fiscaliza o uso do véu islâmico no país.
Desde o final de novembro do ano passado, escolas para meninas foram afetadas por intoxicações repentinas supostamente provocadas por gases ou substâncias tóxicas. As estudantes deram entrada no hospital com mal-estar e desmaios.
Os novos casos de envenenamento aconteceram em Ardabil, Urmia, Naqdeh, Haftkal, Pardis, Diwandara e Ahvaz.
“Ao menos 60 estudantes foram envenenadas em uma escola para meninas de Haftkal”, desracou uma fonte da agência de notícias Iribnews.
Um balanço do governo iraniano divulgado na sexta-feira (07) indica que “mais de 5.000 estudantes” foram intoxicadas em mais de 230 unidades de ensino localizadas em 25 províncias, o país possui ao todo 31 províncias.
O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país, solicitou em na quinta-feira (06) “sentenças severas”, incluindo a pena de morte, para os responsáveis pelos envenenamentos.
Mais de duzentas mil pessoas protestaram, este sábado, nas ruas de Telavive contra a reforma judicial em Israel, promovida pelo Governo de Benjamin Netanyahu, notícia a agência AFP.
“Salve a democracia”, “Liberdade para todos” e “Netanyahu leva-nos à guerra”, diziam cartazes segurados no protesto desta noite que, segundo os organizadores, juntou cerca de 258 mil pessoas.
Os protestos deste sábado seguiram-se a três meses de manifestações massivas contra a reforma judicial promovida pelo Governo de Benjamin Netanyahu que pretende conferir mais poder ao executivo em detrimento da justiça, cuja independência estaria profundamente prejudicada.
Embora Netanyahu tenha anunciado, recentemente, o adiamento dos processos legislativos para promover uma reforma acordada com a oposição nos próximos meses, os manifestantes mostraram a sua desconfiança quanto às reais intenções do primeiro-ministro e continuam a protestar semana após semana.
Outras manifestações menores ocorreram em Kfar Saba (centro), Haifa (norte) e em Jerusalém.
Estes protestos tiveram lugar um dia depois de ter ocorrido um atentado no centro de Telavive que provocou a morte de, pelo menos uma pessoa, e ferimentos em cinco.
Também na sexta-feira duas mulheres foram mortas na sequência de outro ataque palestiniano na Cisjordânia, território ocupado por Israel desde 1967.
A violência aumentou nos últimos dias depois de as forças israelitas terem invadido a mesquita de al-Aqsa, em Jerusalém, durante o Ramadão, provocando uma indignação generalizada.
Um cidadão residente na cidade de Pemba, na província de Cabo Delgado, cuja identidade não apurámos, espancou até à morte a sua esposa, alegadamente por tê-la encontrado a manter a cópula com amante, na casa do casal. O caso aconteceu na madrugada de quinta-feira.
Testemunhas contaram que o homicida terá encontrado capulanas novas, que presumiu terem sido a causa do adultério, ao lado do leito do casal.
Sobre o assunto, a PRM, através do seu porta-voz, Mário Adolfo, disse ao “Notícias Online” que a corporação estava a trabalhar no assunto, para esclarecimento.
O Governo decidiu passar a companhia Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) para uma comissão de gestores internacionais a partir deste mês. Tal comissão tem entre seis meses a um ano para tirar a empresa dos resultados no vermelho.
Segundo o ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, os gestores internacionais deverão trabalhar com os nacionais.
Depois de a empresa se estabilizar ou ter a situação financeira melhorada, tomar-se-á uma decisão sobre o seu futuro.
Se o Governo tivesse decidido vender a LAM hoje, o seu valor de venda seria muito baixo, daí que se decidiu avançar pelo modelo de uma comissão de gestores internacionais.
Neste momento, a companhia aérea tem uma dívida de cerca de 300 milhões de dólares, o que, comparado aos seus níveis actuais de resultados e à sua capacidade de financiamento, a torna completamente insustentável. Na situação em que se encontra, Mateus Magala diz que nenhum empresário estaria disposto a comprar a empresa a um valor competitivo no mercado.
Essencialmente, na nova estrutura, quem estará no topo de direcção é o ministro dos Transportes e Comunicações e o presidente do Conselho de Administração do Instituto para Gestão das Participações do Estado (IGEP), seguidos pelo vice-ministro dos Transportes e Comunicações e depois a comissão de gestores internacionais.
De acordo com a opinião dos gestores contratados para avaliar a situação da LAM, a empresa tem ainda nome relevante e uma história, que não deve ser perdida.
O diplomata grego Vassilis Papadopoulos, ex-embaixador em Kiev, considera que os ucranianos estão a combater pela manutenção da independência do seu país, evitar uma assimilação pela Rússia e a imposição de um regime indesejado.
“Acredito na Ucrânia, sei exatamente o que se passou quando lá estive, asseguro que Maidan [no decurso inverno de 2013/2014] foi uma revolta genuína e o motivo é simples: os ucranianos aprenderam nas duas ou três últimas décadas que preferem viver num regime democrático e liberal, que [o Presidente da Rússia Vladimir] Putin condena, face a um regime semelhante ao que existe em Moscovo”, indicou em entrevista à Lusa Vassilis Papadopoulos, 63 anos, que assumiu funções em Lisboa em dezembro passado.
Diplomata, escritor e poliglota – para além da sua língua materna domina o francês, inglês, espanhol e russo – esteve destacado na Ucrânia por duas ocasiões, entre 1994 e 1996 como primeiro secretário, e como embaixador de 2013 a 2016, sendo testemunha das alterações políticas radicais que se sucederam após Maidan e que determinaram logo em 2014 a anexação da Crimeia pela Rússia e o início da rebelião secessionista russófona no Donbass.
Quatro indivíduos, um dos quais membro da Polícia da República de Moçambique (PRM), estão detidos indiciados de roubo de dois quilogramas de ouro e 750 mil meticais numa empresa aurífera no distrito de Manica.
O grupo era composto por cinco indivíduos, mas um dos integrantes da quadrilha encontra-se fugitivo. O foragido é membro da polícia afecto no regimento de Guarda-Fronteira, enquanto o detido pertence à Unidade de Intervenção Rápida (UIR).
Na companhia dos polícias estavam também um supervisor de uma empresa de segurança afecta ao local e dois empregados da mineradora assaltada.
Na ocasião, os cinco indivíduos, incluindo os dois polícias, dirigiram-se às instalações da empresa onde se apoderaram do ouro e do valor monetário. O ouro roubado pelo grupo equivale a cerca de 70,55 onças, estando avaliado no mercado oficial em pouco mais de nove milhões de meticais ao câmbio de ontem do Banco de Moçambique.
O Irã anunciou que vai aumentar a repressão contra mulheres que não respeitem a regra do uso do hijab. Em comunicado divulgado pela mídia estatal, a polícia afirmou que vai instalar câmeras em locais públicos para identificar casos do não cumprimento da lei instituída após a revolução de 1979, que obriga mulheres a utilizar o véu islâmico.
De acordo com as autoridades do país, mulheres flagradas sem o hijab vão receber “mensagens de texto alertando sobre as consequências legais” do que é considerado um crime no país.
A polícia ainda informou que “não tolerará qualquer tipo de comportamento individual ou coletivo e ação em violação da lei [do hijab]”. O alerta acontece cerca de uma semana após um homem atacar duas mulheres que não usavam o véu em uma loja no país.
Divulgado pelas principais mídias estatais do país, o comunicado afirma que a medida é uma forma de “prevenir a resistência contra a lei do hijab”.
Protestos
A nova medida anunciada pelo Irã acontece meses após milhares de mulheres no país retirarem seus véus em forma de protesto contra as leis e perseguições no país. O estopim para as manifestações foi a morte de uma jovem sob custódia da polícia por violar a obrigação do uso do hijab, em setembro de 2022.
O Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) passa a gerir o dia-a-dia da empresa de telefonia móvel, Tmcel, enquanto se procura uma comissão para tratar da gestão da empresa. A decisão foi anunciada pelo ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala.
A comissão, que poderá ser anunciada ainda este mês, terá a missão de reverter os resultados negativos da empresa de telefonia móvel participada maioritariamente pelo Estado.
Neste momento, a dívida da Tmcel é superior a 300 milhões de dólares.
Quando se identificar a comissão de gestão, segundo Mateus Magala, vai-se definir um novo modelo de gestão da empresa.
No entanto, a empresa tem activos, entre os quais torres, que segundo o ministro dos Transportes e Comunicações, valem mais do que 300 milhões de dólares, valor da dívida da Tmcel.
Israel anunciou ter atingido a Síria, na sequência do disparo de foguetes contra os montes Golã, e depois de ataques semelhantes dos vizinhos Líbano e Faixa de Gaza nos últimos dias.
“Aartilharia está a atingir a região da Síria de onde foram disparados foguetes contra território israelita”, disse, no sábado à noite, o exército israelita, acrescentando ter sido também utilizado um ‘drone’ [aparelho aéreo não tripulado].
Ao todo, seis foguetes foram disparados, indicaram. Pelo menos um foi intercetado pelo sistema antiaéreo israelita e dois caíram em zonas despovoadas na região dos Golã, parte dos quais Israel conquistou à Síria em 1967 e depois anexou.
Trata-se de uma região estratégica, patrulhada por soldados israelitas e também limítrofe do Líbano.
Estes ataques, ainda não reivindicados, são o último episódio da escalada de violência no Médio Oriente. Dois ataques anti-israelitas mataram três pessoas na sexta-feira.
Na quinta-feira, foram disparados cerca de 30 foguetes do Líbano para Israel, causando um ferido e danos materiais, numa escalada sem precedentes, desde 2006, na frente israelo-libanesa.
O exército israelita disse que os disparos de foguetes, não reivindicados, foram feitos “por palestinianos”, tendo retaliado com ataques contra Gaza e sul do Líbano.
Israel e o Líbano encontram-se tecnicamente em estado de guerra, depois de vários conflitos, e a linha de cessar-fogo é controlada pela Força Interina das Nações Unidas (FINUL), posicionada no sul do Líbano.
Do lado sírio, Israel intensificou recentemente os ataques, visando posições de grupos pró-Irão, inimigo número um.
Pelo menos cinco pessoas ficaram feridas, no desmoronamento de um edifício de quatro andares no centro de Marselha, disseram as autoridades locais.
“Pelas 00:04 um edifício desmoronou-se na rua Tivoli e na queda arrastou parte dos edifícios adjacentes” na mesma rua, disse o presidente da câmara da segunda cidade francesa aos jornalistas.
“Neste momento, um incêndio que deflagrou nos escombros impede o envio de cães e equipas para procurar eventuais vítimas”, acrescentou Benoît Payan.
“É preciso que nos preparemos para termos vítimas” salientou o autarca, precisando que cinco pessoas de imóveis vizinhos ficaram feridas.
O incêndio “continua em curso e está a ser extremamente difícil de controlar”, indicou.
“Temos cerca de uma centena de homens no terreno, a prioridade é obviamente apagar o fogo e limpar os escombros para encontrar pessoas que possam estar presas debaixo dos escombros”, disse o vice-almirante dos bombeiros marítimos de Marselha.
Os edifícios adjacentes foram evacuados como medida de segurança e as ruas em redor do edifício, foram isoladas.
“A causa do desmoronamento ainda não foi determinada”, disseram polícia, bombeiros e funcionários municipais.
Em novembro de 2018, oito pessoas morreram no desmoronamento de dois edifícios em mau estado, numa outra parte desta cidade (sul), onde vivem 40 mil pessoas em bairros de lata, de acordo com organizações não-governamentais.
A Associação de Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Monitoria e Avaliação de Dreams. Saiba mais.
A Associação de Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Técnico de DREAMS, PPA e Juventude. Saiba mais.
A Associação de Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo e de Finanças. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association está a recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Desenvolvimento de Programas e Mobilização de Recursos. Saiba mais.
A Bernina Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário (Remunerado) para formação em máquinas de bordar industriais e digitalização de desenhos. Saiba mais.
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A Food for the Hungry Association está a recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Desenvolvimento de Programas e Mobilização de Recursos. Saiba mais.
A Bernina Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário (Remunerado) para formação em máquinas de bordar industriais e digitalização de desenhos. Saiba mais.
A Catholic Relief Services (CRS) pretende recrutar para o seu pessoal um (1) Oficial de Monitoria, Avaliação, Prestação de Contas e Aprendizado (Meal) – (Grade 5). Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Técnico do Projecto USAID FILOVC. Saiba mais.
Uma creche em Blumenau, cidade no sul do Brasil, foi atacada por um homem que matou, com um machado, quatro crianças. Outra está em estado grave.
A polícia Civil e equipe do Instituto Médico Legal já estão no local, a creche Cantinho Bom Pastor, na rua dos Caçadores, do bairro Velha da cidade de 360 mil habitantes.
Todas as crianças que estavam na escola já foram retiradas pela polícia e entregues aos pais.
O autor dos ataques, cuja idade não foi divulgada, entregou-se à polícia.
Moçambique irá receber, no primeiro trimestre de 2027, um novo navio balizador avaliado em dez milhões de dólares, encontra-se actualmente em construção na Coreia...