O chefe da polícia grega foi demitido após os confrontos e o nível de violência entre agentes e manifestantes se terem intensificado devido ao grave acidente ferroviário de 28 de fevereiro.
Constantinos Skoumas foi demitido menos de dois meses depois de ter sido confirmado naquele cargo, de acordo com o gabinete do primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis
O afastamento surgiu após a polícia ter sido criticada pela forma como lidou com os protestos que irromperam após o acidente, em que dois comboios colidiram perto da cidade de Larissa, causando a morte de 57 pessoas.
“Vamos aprender com os nossos erros”, disse Mitsotakis, este sábado, numa viagem a Atenas. “Um erro só se torna um erro se se repetir”, acrescentou.
Segundo o governo grego, a nomeação de um novo chefe de polícia “visa uma implementação mais eficaz dos planos operacionais de uma força policial moderna relativamente à segurança dos cidadãos”.
Durante a última manifestação, ocorrida na quinta-feira, uma força da polícia de choque foi filmada a espancar manifestantes pacíficos na Praça Syntagma, no centro de Atenas.
Horas mais tarde, um reboque da polícia encostou-se a um grupo de manifestantes que tentava bloquear uma rua da capital com contentores, derrubando um deles no chão.
O desastre ferroviário desencadeou semanas de protestos, alguns deles violentos, que pressionaram o governo conservador de Mitsotakis numa altura em que há eleições marcadas para maio.
O ministro dos Transportes demitiu-se após o desastre. O gestor da estação em serviço na altura do acidente e três outros funcionários ferroviários foram acusados e enfrentam a condenação a longas penas de prisão.
Os sindicatos há muito que tinham alertado para as falhas dos caminhos-de-ferro da Grécia, descrevendo uma rede que estava subfinanciada, com falta de pessoal e propensa a acidentes, após uma década de cortes nas despesas e financiamento.
O ministro interino dos Transportes, Georgios Gerapetritis, referiu que os serviços ferroviários, suspensos após o acidente, seriam retomados gradualmente a partir de 22 de março, com normalização total até 16 de abril.
Os sistemas de segurança automatizados nas linhas férreas serão instalados até ao final de setembro, estimou ainda.
A garantia é do Instituto Nacional de Meteorologia, que, apesar de explicar que a depressão tropical Freddy se dissipou e não constitui mais perigo para o país, alerta para a continuação de chuvas fortes este sábado e domingo nas regiões Centro e Norte.
O ciclone Freddy já não representa ameaça para o país, depois de, nos últimos dias, ter causado vários estragos nas regiões Centro e Norte, com destaque para a cidade de Quelimane, na província da Zambézia.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, o fenómeno dissipou-se.
“O ciclone já não existe, já se dissipou. Nos próximos cinco dias, nós não teremos condições ainda, na nossa bacia, para a formação de um outro ciclone. Este ciclone já não volta ao activo. Se aparecer outro sistema, será diferente do ‘Freddy’”, esclareceu o meteorologista Manuel Francisco.
Entretanto, de acordo com Meteorologista, as zonas Centro e Norte do país continuarão sob chuvas fortes e ventos este fim-de-semana.
“No Centro e Norte do país, [a depressão tropical Freddy] vai deixar muita chuva. Vamos continuar a ter chuvas, nas próximas 48 horas, na zona Norte da província de Tete. Igualmente, em alguns pontos de Quelimane vai continuar a chover. Em certos distritos da província de Niassa, haverá chuvas de até 100 milímetros por hora nas próximas 24 horas. É muita quantidade de chuva para uma região onde já vinha chovendo”.
Prevalece, também, o risco de ocorrência de inundações urbanas nas zonas em que há previsão de continuidade da chuva.
Para o Sul do país, o Instituto Nacional de Meteorologia prevê tempo quente e relativamente fresco, este sábado e domingo.
Pelo menos 76 foram detidas na sequência dos protestos em França contra a reforma das pensões, com os manifestantes a queimarem contentores e erguerem barricadas.
Numa manifestação em Paris a polícia usou gás lacrimogéneo em resposta ao lançamento de projéteis por alguns manifestantes.
Depois de as manifestações contra a reforma das pensões na praça da Concórdia e nos Campos Elísios, em Paris, terem sido proibidas pela polícia, após duas noites de protestos ensombrados por incidentes, cerca de 4.000 manifestantes deslocaram-se para a “Place d´Italie”, no sul da capital.
Ali, ativistas sindicais e de partidos de esquerda misturaram-se com manifestantes de fora de qualquer organização. Os incidentes ocorridos levaram a pelo menos 76 detenções, segundo as autoridades.
Várias outras manifestações, muitas delas organizadas nas redes sociais e fora dos sindicatos e partidos, realizaram-se em dezenas de cidades francesas, incluindo pequenas e médias cidades como Mulhouse (leste) e Compiegne (norte). Na maioria dos casos, foram pacíficas.
Em Bordéus, foram incendiados caixotes do lixo numa rua central da cidade, um incêndio rapidamente extinto.
Os protestos de hoje juntaram-se às paragens parciais organizadas pelos sindicatos, que tinham conduzido dezenas de manifestações antes da controversa aprovação da reforma do sistema de pensões.
Comboios, refinarias, o setor do gás e a recolha de lixo, entre outros, foram afetados e um dos exemplos mais relevantes é a greve dos serviços de limpeza em Paris, que se prolonga há quase duas semanas, com milhares de toneladas de lixo espalhadas pelas ruas da capital.
A contestação à reforma das pensões decidida pelo Presidente francês, Emmanuel Macron, tomou contornos mais radicais, com jovens ativistas cansados dos cortejos semanais e prontos para endurecer a luta, após a decisão do Governo, na quinta-feira, de aprovar o texto, recorrendo ao artigo 49.3 da Constituição, que permite a adoção de um texto sem votação, a menos que seja votada uma moção de censura ao executivo.
Um individuo residente no bairro Hulene B, perdeu a vida, na noite de quinta feira última, depois de ser atropelado por uma máquina retro-escavadora, no interior da Lixeira de Hulene, na cidade de Maputo.
Segundo um comunicado do Conselho Municipal de Maputo (CMM), o incidente ocorreu quando o condutor do equipamento efectuava trabalhos de abertura de acessos no interior da Lixeira de Hulene.
A nota refere ainda que a Polícia da República de Moçambique (PRM) foi accionada pelas autoridades municipais para dar seguimento ao caso, tendo esta enviado uma equipa para efectuar as devidas diligências.
O operador da máquina foi levado à 14ª Esquadra da PRM para procedimentos subsequentes e o corpo da vítima removido pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC).
A edilidade refere que a família da vítima já foi contactada e o Conselho Municipal está a prestar a devida assistência.
A ministra dos Negócios Estrangeiros da França considerou a emissão de um mandado de captura do Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o Presidente russo por crimes de guerra na Ucrânia uma decisão “extremamente importante”.
A decisão “significa que qualquer pessoa responsável por crimes de guerra ou crimes contra a humanidade terá de ser responsabilizada, independentemente do seu estatuto ou posição”, sublinhou Catherine Colonna.
“Nenhum elo da hierarquia pode agora pensar que vai escapar à justiça e isso deve levar muitos a refletir”, acrescentou a chefe da diplomacia francesa, ao semanário francês Journal du Dimanche.
Os preços das hortícolas registaram um agravamento, nas últimas semanas, em Maputo, devido a escassez de produtos resultante da perda de culturas na sequência das últimas chuvas e inundações.
Produtos como couve, repolho, tomate e cebola, por exemplo, registaram uma relativa subida no preço de aquisição, se comparando com o praticado antes do pico de precipitação na região Sul do país.
No entanto, o molho de couve custava entre 50 e 100 meticais, dependendo do tamanho e qualidade contra os anteriores 20 e 40 meticais, enquanto o saco de 100 quilogramas de repolho já foi vendido a 1500, meticais e actualmente ronda os 4500 meticais.
O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump usou a sua rede social, a Truth Social para afirmar que deve ser preso na próxima terça-feira (21) em um caso envolvendo suposto suborno pago à atriz pornô Stormy Daniels. Ele aproveitou o desabafo para pedir ajuda, em forma de “protesto”, para os seguidores.
Na plataforma on-line, Trump alegou que o escritório do promotor de Manhattan o prenderá em alguns dias e classificou a investigação como “corrupta e altamente política”, chamando as suspeitas contra ele de “conto de fadas antigo e totalmente desmascarado”.
A investigação se concentra em um suposto pagamento de US$ 130 mil efetuado antes das eleições de 2016 para impedir que Stormy, cujo nome civil é Stephanie Clifford, divulgasse um suposto caso com Trump. O ex-presidente nega ter se relacionado com ela.
“Proteste e recupere a nossa nação”, escreveu ainda o ex-presidente norte-americano após informar sobre a possível prisão.
O Ministério Público vai destacar mais magistrados para esquadras, postos policiais, comandos da PRM e estabelecimentos penitenciários, para garantir o maior controlo da legalidade e defesa dos interesses colectivos.
O facto foi anunciado, hoje, pela Procuradora-Geral da República, Beatriz Buchili, durante o empossamento de 55 magistrados do Ministério Público.
O Ministério Público conta, a partir desta sexta-feira, com mais 55 procuradores da República de terceira. Os magistrados ora empossados serão colocados junto às triagens de autos nas esquadras, postos policiais, comandos distritais da Polícia da República de Moçambique e inspecções aos estabelecimentos penitenciários, para garantir o cumprimento da legalidade.
“É nossa convicção que o impacto das mudanças climáticas acrescidas à situação da ocupação desordenada de espaços, originando a ocorrência de inundações, destruição de património, trazendo consigo consequências para vida das populações, para além de provocar doenças oportunistas com impacto na saúde pública, pode ser minimizado com uma maior intervenção na defesa dos interesses colectivos e difusos, daí que apostamos, também, na afectação de alguns dos magistrados para exclusivamente se ocuparem destas matérias”, explicou a Procuradora-Geral da República e Presidente do Conselho Superior de Magistratura Judicial.
Na ocasião, Beatriz Buchili falou de alguns desafios, que se espera que os 55 novos empossados dêem o seu contributo para serem ultrapassados.
“Outro desafio com o qual o Ministério Público se confronta prende-se com o cumprimento das suas atribuições constitucionais e legais, dentre as quais, o controlo da legalidade, a instrução preparatória dos processos-crime, controlar a legalidade das detenções e a observância dos referidos prazos, fiscalizar os actos processuais de polícia e dos agentes de investigação criminal, nos termos da lei, inspeccionar as condições de reclusão nos estabelecimentos penitenciários e similares e defender os interesses colectivos e difusos”, disse a Procuradora-Geral da República.
Buchili quer, também, que estes trabalhem no combate aos crimes transnacionais. “Contamos agora com os magistrados ora empossados para o reforço do controlo da legalidade e criminalidade organizada e transnacional, dentre os quais, terrorismo e seu financiamento, branqueamento de capitais, tráfico de drogas e corrupção, fenómenos estes que sem o seu combate não podemos consolidar o nosso do Estado de Direito.”
Beatriz Buchili apelou ainda aos magistrados para não se envolverem em actos de corrupção.
“A sociedade espera de vós maior entrega ao trabalho e que pautem por uma conduta de zelo e dedicação, servindo o Estado e o cidadão, guiados pelos princípios de respeito, humildade, transparência, disciplina e espírito de missão.”
Com estas nomeações, o Ministério Público passa a contar com um total de 616 magistrados a nível nacional, sendo a maioria do sexo masculino.
A polícia paquistanesa invadiu a residência do antigo primeiro-ministro Imran Khan, no leste do país, e prendeu 61 pessoas, numa operação que envolveu gás lacrimogéneo e que provocou confrontos com apoiantes de Khan.
O dirigente policial Suhail Sukhera, que liderou a operação num bairro nobre da cidade de Lahore, disse que as autoridades agiram no sábado para remover barricadas erguidas por membros do partido Tehreek-e-Insaf, de Imran Khan.
Sukhera disse que os apoiantes do antigo primeiro-ministro bloquearam as ruas ao redor da residência de Imran Khan com blocos de cimento, árvores derrubadas, tendas e um camião.
O ex-chefe de Estado não estava em casa, tendo viajado para a capital, Islamabad, onde, horas antes, tinha comparecido num tribunal para responder a acusações de corrupção.
Khan, de 70 anos, saiu em liberdade após o tribunal ter revogado um mandado de detenção, anunciaram os seus advogados. A audiência foi adiada para 30 de março.
Suhail Sukhera disse que apoiantes de Imran Khan, armados com cassetetes, tentaram resistir à polícia atirando pedras e coquetéis molotov, e que um homem disparou também uma arma de fogo a partir do telhado da casa. Pelo menos três agentes da polícia ficaram feridos.
Sukhera disse que a polícia encontrou no interior da habitação armas automáticas, barras de ferro e bastões usados em ataques contra a polícia durante a semana passada.
O dirigente acrescentou que estruturas ilegais foram construídas dentro da residência para abrigar pessoas envolvidas nos ataques, que feriram dezenas de agentes.
O ministro do Interior paquistanês, Rana Sanaullah, disse mais tarde que a polícia faria uma busca completa na casa de Imran Khan, por suspeitarem que mais armas e munições ilegais estivessem escondidas.
A comissão eleitoral do Paquistão acusou Khan de não ter declarado presentes que recebeu durante o seu mandato como primeiro-ministro, nem os lucros obtidos com a sua venda, acusações que o visado nega.
O político acusa as autoridades paquistanesas de terem elaborado um plano para o deter, de forma a que não se possa apresentar às eleições, previstas para outubro.
Afastado do poder por uma moção de censura, em abril de 2022, Khan está a pressionar o frágil governo de coligação que lhe sucedeu para organizar eleições antecipadas.
As acções de busca e salvamento de um membro do corpo de salvação pública, continuam na localidade de Matarara, posto administrativo de Dombe, distrito de Sussundenga, em Manica.
O membro está desparecido desde terça-feira, quando estava envolvido numa acção de resgate de vítimas de naufrágio, no rio Lucite.
A governadora da província de Manica, Francisca Tomás, deslocou-se, esta sexta- feira, ao local do naufrágio, tendo encorajado a intensificação nas acções de busca da vítima.
Nas acções de resgate do membro do corpo de salvação pública, foi mobilizada uma embarcação a motor.
Pelo menos 12 pessoas morreram após um sismo de magnitude 6.7 na escala de Richer abalar, no sábado, a zona costeira do Equador.
Segundo a Reuters, várias casas, escolas e centros médicos ficaram destruídos e várias estradas obstruídas devido ao deslizamento de terras.
“As equipas de emergência estão a mobilizar-se para oferecer todo o seu apoio às pessoas que foram afetadas”, referiu o Presidente do Equador, Guillermo Lasso, numa publicação no twitter.
De acordo com o Instituto Geofísico da Escola Politécnica Nacional do Equador, o sismo ocorreu às 12h11 horas locais a 2,78 graus de latitude sul e 79,93 graus de longitude oeste.
O primeiro abalo foi seguido de outros dois mais fracos na hora seguinte, de acordo com o instituto.
A Cidade de Cuamba, no Niassa, encontra-se praticamente submersa, na sequência do transbordo dos rios Muandá e Namuthimbua, provocado por chuvas intensas que caem na província, facto que acontece pela primeira vez na história da urbe.
Não há relatos de vítimas humanas, o que pode ser explicado pelo facto de os residentes do segundo maior centro urbano do Niassa terem acatado os apelos feitos na véspera para abandonarem as suas residências, sobretudo das zonas de risco, atravessadas por estes dois cursos de água.
Os rios registaram um aumento dos níveis devido às chuvas que caem a montante.
Desde segunda-feira está interrompida a circulação rodoviária entre os distritos de Cuamba e Mecanhelas.
As famílias forçadas a abandonar as suas casas, em razão das inundações, encontram-se refugiadas em estabelecimentos de ensino, que entretanto se revelam insuficientes para acolher o número de pessoas que procuram estes locais. Por isso, há várias famílias ao relento, com parte dos seus bens.
Terremotos atingiram seis países da América Latina na tarde de sábado (18). Os tremores foram registrados, até o momento, na Argentina, na Colômbia, no Chile, no Equador, no México e no Peru. No Equador, segundo o governo, ao menos 13 pessoas morreram e mais de 120 ficaram feridas.
O tremor mais intenso do dia foi o registrado no Peru, com magnitude de 7.0. O epicentro foi em Tumbes, na região norte do país. O Ministério da Saúde confirmou a morte de uma criança, mas ainda não há informações oficiais sobre feridos. O Peru já havia registrado outros dois terremotos na sexta-feira (17): um de magnitude 4.2 na cidade de Huarmey e outro com 3.5 em Caylloma.
Já no Equador, o primeiro tremor teve magnitude de 6.8, com epicentro perto da cidade de Balao. Com o forte abalo sísmico, moradores deixaram os prédios em busca de abrigos seguros por volta das 12h12. Ao menos 13 pessoas morreram, segundo o governo equatoriano.
Um segundo terremoto de magnitude 4.8 foi registrado por volta das 12h22 e um último com intensidade 3.7 às 12h55, no horário local, segundo o Instituto Geofísico do Equador.
“O terremoto foi sentido em quase todas as províncias do país, mas houve um maior número de relatos provenientes das províncias de Guayas, Pichincha, Azuay e El Oro, especialmente das cidades de Guayaquil, Quito e Cuenca”, descreveu o Instituto Geofísico do Equador.
O vice-ministro de governo do Equador, Marío Francisco Cuvi Santacruz, afirmou nas redes sociais que está adotando medidas de apoio às províncias afetadas pelos tremores.
“Com todas as entidades governamentais estamos a desenvolver ações de apoio às províncias afetadas pelo terremoto e pelas fortes chuvas. Agradecemos aos governadores, prefeitos, prefeitos e lideranças sociais e sindicais que se somam a esse esforço”, publicou Santacruz.
Outros países também registram tremores
O Chile registrou seis notificações de tremores nas últimas 24 horas. O mais intenso, com magnitude 4.0, atingiu a região de Arica, no extremo-norte. O Instituto Nacional de Prevenção Sísmica da Argentina identificou, no mesmo intervalo, três tremores com cerca de meia hora de intervalo: o primeiro em Mendoza, com magnitude 5.0; o segundo em Catamarca (com magnitude 3.0) e o terceiro em San Juan (magnitude 2.6).
Ao norte, o México notificou ao menos 18 terremotos, informa o Serviço Sismológico Nacional. O mais intenso teve magnitude de 4.3, próximo a San Jose Del Cabo, no oeste do país. As regiões de Baja California, Chiapas, Guerrero, Jalisco, Michoacan e Oaxaca também foram afetadas por tremores menos intensos.
A Colômbia registrou quatro tremores nas últimas 24h, de acordo com o Serviço Geológico Colombiano. O mais intenso foi na região de Zapatoca, nordeste do país, com magnitude 3.2. As cidades de Los Santos e Cumbal também foram afetadas.
O presidente da Frelimo diz que há intrusos no partido que visam fragilizar e sujar o nome da organização política. Filipe Nyusi, que falava durante a abertura do seminário de capacitação dos membros do Comité de Verificação da Frelimo, instou os membros a manterem-se vigilantes contra todos os que querem destruir o partido.
A Frelimo esteve reunida, esta quinta-feira, na escola central do partido, na Matola, para capacitar os membros do Comité de Verificação, eleitos recentemente no 12º congresso do partido, que decorreu em Setembro do ano passado.
Durante o discurso de abertura do seminário de capacitação, Filipe Nyusi, apelou à coesão dos membros da Frelimo, pois só assim poderá estar capacitada para enfrentar quaisquer desafios impostos por forças que actuam contra o partido.
“O partido Frelimo está inserido num mundo de intensa competição política. Assim, somos chamados a aperfeiçoar os métodos de trabalho para fazer frente às forças contrárias aos nossos desígnios”, disse Nyusi, afirmando que os adversários da Frelimo têm vindo a reforçar os métodos de actuação, visando subverter as linhas de orientação do partido.
O número um da Frelimo disse: “Tal como no passado, os nossos adversários têm como alvo principal destruir a unidade e a disciplina do nosso partido. O Tribalismo, o regionalismo e outras formas de discriminação são algumas formas que alguns elementos de dentro ou de fora usam ou, por vezes, invocam para encobrir a ambição por poder ou para satisfação de interesses pessoais e de grupos”.
Filipe Nyusi acrescentou que o partido precisa de se reorganizar para poder fazer face aos desafios das eleições autárquicas de Outubro próximo.
“Em Outubro, terão lugar as sextas eleições autárquicas, um momento de extrema importância no ciclo político nacional, em que o nosso partido tem o desafio de manter a governação das 44 autarquias sob nossa gestão, resgatar as nove sob gestão da oposição e vencer nas 12 novas autarquias. Mas isso só pode ser bem feito na base, onde funciona a peneira ou a seiva, e isso passa com transparência, responsabilidade, justiça e integridade”, defendeu o presidente da Frelimo.
De acordo com Filipe Nyusi, acima de tudo, o partido deve garantir que sejam escolhidos candidatos com perfil adequado, capazes de atrair o voto dos eleitores, para uma “vitória esmagadora da Frelimo”.
Ao Comité de Verificação, Nyusi apelou ao combate à corrupção, tanto dentro do partido, quanto nas instituições públicas, uma vez que os membros do partido são também parte do Governo e têm a possibilidade de agir contra as acções ilegais; mas também porque cabe ao Comité de Verificação garantir o estrito cumprimento dos estatutos do partido.
“Com a liberalização política que o país vive e atento a outros fenómenos que o país vive, a actuação de determinadas forças e organizações que, sob a capa de apoiar as comunidades, procura minar a posição da Frelimo e do Governo”.
Uma das principais responsabilidades do Comité de Verificação do Comité Central é a verificação do perfil dos candidatos aos pleitos eleitorais, por isso Nyusi apelou à verificação escrupulosa deste pacote, rumo às eleições autárquicas.
Pelo menos 16 pessoas morreram e várias ficaram feridas, quando um autocarro caiu numa vala na beira de uma estrada no centro de Bangladesh, confirmou a polícia.
acidente ocorreu às 07h40 na zona de Kutubpur, localizada no distrito central de Madaripur, quando um autocarro com cerca de 30 passageiros saiu da estrada e caiu numa vala, disse à agência de notícias EFE um dirigente da polícia de trânsito da região.
Como resultado, “14 pessoas morreram no local e outras duas pessoas a caminho do hospital. Outras oito ou nove pessoas foram transportadas para o hospital com ferimentos”, acrescentou Mofazzal Haque.
O dirigente disse que até ao momento não são conhecidas as causas do acidente: “por ter acontecido de manhã cedo não conseguimos encontrar testemunhas. Os passageiros feridos disseram que estavam a dormir quando aconteceu”.
A viatura saiu da cidade de Khulna às 04:00 (22:00 de sábado em Lisboa) com destino à capital, Daca, disse o subinspetor da polícia de trânsito regional, Abdullahel Baki, ao jornal local ‘The Daily Star’.
Os acidentes de trânsito são frequentes em Bangladesh devido ao mau estado das estradas, ao tráfego congestionado e ao comportamento negligente dos motoristas em relação às regras de trânsito de veículos.
Quase dez mil pessoas morreram e 12.356 ficaram feridas em 6.749 acidentes rodoviários em todo o país ao longo de 2022, de acordo com dados compilados pela organização sem fins lucrativos Bangladesh Passenger Welfare Association.
A Solidarités International pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Actividades de Gestão de Informação e Coordenação de Acampamentos (CCCM). Saiba mais.
A International Organization for Migration (IOM) pretende recrutar um (1) Consultor (Planejamento de Transição) – Financiamento – (REEMITIDO). Saiba mais.
A Management Sciences for Health (MSH) pretende recrutar um (1) Assessor Técnico Principal, Reforço dos Sistemas Regulatórios e Farmacovigilância. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Projectos. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Recursos Humanos. Saiba mais.
O ministro da Defesa da Polónia, Mariusz Blaszczak, confirmou, na quinta-feira, que foi desmantelada uma rede de espionagem que opera no país. A confirmação surge após a estação polaca RMF FM ter avançado, na quarta-feira, que os serviços secretos tinham detido seis pessoas suspeitas de espionagem que estariam a trabalhar para a Rússia.
“Gostaria de salientar o grande sucesso alcançado pelos oficiais da Agência de Segurança Interna, porque toda a rede de espionagem foi desmantelada”, disse o ministro, em declarações à emissora estatal Polskie Radio 1, citado pela agência de notícias Reuters.
“Isto é sem dúvida a prova de que os serviços polacos trabalham para a segurança do nosso país de uma forma muito eficiente”, destacou.
No entanto, o ministro recusou-se a divulgar mais pormenores sobre o caso e remeteu novas declarações para uma conferência de imprensa no ministro do Interior, Mariusz Kaminski, que decorrerá na manhã desta quinta-feira.
De acordo com a notícia avançada pela RMF, os seis detidos trabalhavam para os serviços russos e tinham colocado câmaras escondidas em rotas ferroviárias importantes e nos arredores do aeroporto de Jasionka, um ponto-chave para a transferência de armas e munições para a Ucrânia.
O conflito entre a Ucrânia e a Rússia começou com o objetivo, segundo Vladimir Putin, de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia. A operação foi condenada pela generalidade da comunidade internacional.
A ONU confirmou que mais de oito mil civis morreram e cerca de 13 mil ficaram feridos na guerra, sublinhando que os números reais serão muito superiores e só poderão ser conhecidos quando houver acesso a zonas cercadas ou sob intensos combates.
O Presidente da República defende a construção de casas resilientes capazes de fazerem face as mudanças climáticas.
Filipe Nyusi reconhece que o problema de habitação ainda constitui um desafio para o governo, situação agravada com as tempestades que afectam o país ciclicamente, provocando destruições de infra-estruturas habitacionais e sociais.
Filipe Nyusi falava na cerimónia de inauguração de 100 casas do Projecto Renascer, no Bairro Incassane, Distrito Municipal da Katembe, na cidade de Maputo.
O chefe de Estado disse que a falta de recursos, o crescimento demográfico entre outros factores atrasam a materialização de construção de habitações condignas para a população.
O Presidente da República insta os municípios a investirem em projectos de urbanização das zonas de expansão para um desenvolvimento urbanístico robusto.
Cerca de dois mil jovens dos 18 aos 45 anos concorreram para as 100 casas onde já foram seleccionados.
São critérios de elegibilidade para além da idade o rendimento de até cinco salários mínimos.
Os proprietários deverão pagar pelas casas tipo zero evolutivas até tipo três o valor de 667 mil meticais em vinte anos.
A Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC) pediu na quarta-feira desculpa ao ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, depois de o ter acusado de minimizar a insegurança alimentar no país.
“Espero que com esta nossa aparição aqui consigamos pedir desculpas, se o ofendemos”, referiu Joaquim Oliveira, director da FDC, criada e liderada pela activista social, antiga primeira-dama de Moçambique e África do Sul.
Aquele responsável falava ontem num evento público de apresentação de um relatório sobre segurança alimentar em Moçambique.
“A nossa carta tem diversas incongruências”, acrescentou, citado pela Lusa, acerca do documento público que há duas semanas contrariou um anúncio feito por Celso Correia de que “90% da população moçambicana tem alimentação segura, ou seja, já consegue ter três refeições por dia”.
Na altura, a FDC reagiu em comunicado, dizendo que “a informação prestada pelo ministro contrasta com a realidade vivida por milhões de cidadãos em Moçambique”.
“Morre-se de fome no nosso país”, mencionou a organização.
A empresa estatal russa Transneft, que opera os oleodutos russos, disse, na quarta-feira, que foram encontradas várias cargas explosivas por detonar lançadas por drones na estação Novozybkov, do oleoduto Druzhba, na região de Bryansk, vizinha da Ucrânia.
“No terreno da estação de bombeamento de Novozybkov, foram encontrados artefactos explosivos em recipientes de plástico caseiros com bolas de aço quebradas em estilhaços”, referiu o porta-voz da Transneft, Igor Diomin, à agência oficial de notícias russa TASS.
A mesma fonte destacou que os recipientes com as cargas explosivas ter-se-ão quebrado quando caíram dos drones.
“Hoje, ao meio-dia, foi visto um drone a largar outro engenho explosivo, semelhante aos anteriores”, acrescentou Diomin, que sublinhou que a estação elevatória não sofreu danos.
De acordo com o porta-voz da Transneft, a composição dos engenhos explosivos mostra que o ataque falhado teve como objetivo causar baixas entre o pessoal da estação, que não bombeia petróleo desde o início do ano.
Desde o início de fevereiro, a Rússia denunciou vários ataques contra o oleoduto Druzba, através do qual fornece petróleo à Bielorrússia e à Hungria, Eslováquia e República Checa.
As sanções da União Europeia (UE) incluem um embargo ao petróleo russo que chega por via marítima e isenções para o petróleo que chega por oleoduto a países sem acesso ao mar a Hungria, a República Checa e a Eslováquia.
A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro de 2022 pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14,6 milhões de pessoas – 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 8,1 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Pelo menos 18 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.
A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.
A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 8231 civis mortos e 13 734 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.
Foram publicadas hoje, dia 14 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
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