Três indivíduos, nomeadamente A. Monteiro, D. Manuel e R. Nhabombo, estão a contas com o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) na cidade da Beira acusados de roubo de mais de 200 telefones celulares numa loja localizada na zona de Maquinino.
Os meliantes confessaram o crime e devolveram 34 telemóveis, que já foram entregues ao legítimo proprietário, faltando recuperar 176 aparelhos, que, de acordo com os detidos, estão com outros três comparsas a monte.
Facto curioso é que os três detidos, A. Monteiro, D. Manuel e R. Nhabombo, dizem que foram convidados pelos verdadeiros autores do crime, pretensamente os que estão a monte para participarem no roubo, um fazendo vigilância enquanto a loja era assaltada e os outros apenas para venderem o produto.
O porta-voz do SERNIC, Alfeu Sitoe, contou que os acusados retiraram sete caixas de telefones celulares contendo 30 aparelhos cada. A. Monteiro terá recebido de D. Manuel a responsabilidade de os colocar à venda no mercado negro. R. Nhabombo e D. Manuel foram os autores materiais do crime.
Pelo menos três pessoas morreram e 26 ficaram feridas num ataque aéreo russo com foguetes e aviões não tripulados ocorrido durante a noite em zonas residenciais na região ucraniana de Odessa, no sul do país, denunciaram fontes oficiais ucranianas.
A Administração Militar Regional de Odessa denunciou ataques efetuados com drones kamikaze Shahed-136 e Shahed-131.
Apesar de a defesa aérea da zona ter destruído os aparelhos, os fragmentos acabaram por chocar contra um edifício residencial da região, o que provocou um incêndio, agora sob controlo.
Entre os feridos há três crianças, com prognóstico reservado, segundo um balanço provisório da administração, recolhido pelo portal ucraniano Real Gazeta.
Entretanto, o líder da Crimeia, Serguei Axionov, assegurou que os sistemas de defesa antiaérea russos derrubaram hoje mísseis balísticos lançados pela Ucrânia sobre a península anexada.
“Pela manhã, as forças de defesa aérea derrubaram dois mísseis balísticos Grom-2 ucranianos”, escreveu no canal de Telegram.
Explicou que não houve vítimas na sequência do ataque.
Nas últimas semanas, as autoridades locais informaram sobre vários ataques massivos com drones e mísseis contra a peninsula anexada pela Rússia em 2014.
Um dos principais objetivos do inimigo é a base da Frota do Mar Negro, na cidade de Sebastopol, que teve de reforçar a proteção por terra, mar e ar.
O nível da água começou a diminuir na região afetada pela destruição da barragem de Kakhovka, no sul da Ucrânia, mas mais de 25 mil casas estão danificadas e continua a aumentar o número de deslocados.
Segundo um relatório do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), quatro dias após o incidente “as inundações começaram a diminuir, embora o desastre ainda esteja a causar deslocamentos e a aumentar as necessidades humanitárias”.
Nas áreas da região de Kherson sob controlo ucraniano, 320 pessoas foram retiradas das suas casas nas últimas 24 horas, aumentando o número total de pessoas que fugiram para mais de 2.500, segundo a Organização Internacional para Migração (OIM), citada pela OCHA.
Vendedores moçambicanos no Soweto, na África do Sul, estão a ser atacados e perseguidos pelo grupo radical anti-imigrante sul-africano denominado Operação Dudula.
Os ataques registam-se desde o passado dia 01 deste mês, no Mercado Baragwanath, no Soweto, uma cidade perto de Joanesburgo.
No domingo e segunda-feira desta semana os radicais da Operação Dudula irromperam pelo mercado e vandalizaram as bancas de estrangeiros que ali exercem o comércio, tal como contou à Rádio Moçambique, o moçambicano Artur Chissano:
“No domingo, primeiro foi a Polícia que apareceu, de dia, a exigir documentos de identidade dos vendedores. Depois vieram estes do Dudula. Espalharam nossos produtos que estavam nas bancas, ao mesmo tempo que nos insultavam, dizendo que temos que regressar para os nossos países”, disse.
Os vendedores moçambicanos dizem ter acumulado vários prejuízos.
Um vendedor, por exemplo, que não quis ser identificado, diz ter perdido cinco mil rands, investidos na sua banca no mercado.
Pelo menos, esta quarta-feira, eram visíveis membros da Polícia sul-africana a patrulharem a zona do mercado.
Foram encontrados com vida as três crianças e um bebê que estavam desaparecidos desde 1º de Maio, após um acidente de avião na Colômbia.
Segundo informações preliminares, as crianças estão desidratadas e com picadas de inseto pelo corpo.
“Uma alegria para todo o país. As quatro crianças que estavam desaparecidas há 40 dias na selva colombiana foram encontradas com vida”, informou o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, por meio do Twitter.
Após o acidente, as crianças ficaram mais de um mês em uma região de mata fechada, na Amazônia colombiana. A operação de resgate contou com a participação de mais de 120 militares, além de cerca de 70 indígenas. As informações são do jornal El Tiempo.
O acidente de avião resultou na morte do piloto, Hernando Murcia Morales; da copiloto, Herman Mendoza Hernández; e da mãe das crianças, Magdalena Mucutuy Valencia. As três crianças têm 13, 9 e 4 anos, enquanto o bebê tinha apenas 11 meses quando desapareceu.
Em 17 de maio, Petro chegou a anunciar, por meio das rede sociais, que as crianças haviam sido localizadas. No dia seguinte, porém, ele publicou um pedido de desculpas pelo anúncio equivocado.
A situação humanitária na Ucrânia está “extremamente pior” do que antes da destruição da barragem de Kakhovka, com 700 mil pessoas sem acesso a água potável, alertou o subsecretário-geral da ONU para os Assuntos Humanitários.
Martin Griffiths disse que as inundações na Ucrânia, um dos maiores produtores agrícolas do mundo, levarão inevitavelmente a menores exportações de cereais, preços mais altos dos alimentos e menos para comer para milhões de necessitados em todo o mundo.
“Mas a verdade é que estamos apenas a começar a ver as consequências deste ato”, sublinhou, na sexta-feira, numa entrevista à agência de notícias Associated Press, o britânico, que lidera o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA).
Griffiths disse que as Nações Unidas, trabalhando principalmente através de grupos de ajuda ucranianos, conseguiram apoiar 30.000 pessoas em áreas inundadas sob controle ucraniano.
O dirigente lamentou que até agora a Rússia não tenha concedido acesso às áreas que controla para a ONU ajudar as vítimas das enchentes.
Griffiths disse que se encontrou com o embaixador da Rússia na ONU, Vassily Nebenzia, na quarta-feira, para pedir às autoridades russas “acesso para as nossas equipas na Ucrânia atravessarem as linhas de frente para prestar ajuda, para fornecer apoio aos (..). ucranianos nessas áreas”.
Além disso, o britânico observou que as águas também correram sobre áreas com minas terrestres: “O que poderemos ver são essas minas a flutuar em lugares onde as pessoas não as esperam”, ameaçando adultos e especialmente crianças.
Segundo um relatório do OCHA, o nível da água começou a diminuir na região afetada pela destruição da barragem, mas mais de 25 mil casas estão danificadas e continua a aumentar o número de deslocados.
Nas áreas da região de Khersonska sob controlo ucraniano, 320 pessoas foram retiradas das suas casas nas últimas 24 horas, aumentando o número total de pessoas que fugiram para mais de 2.500, segundo a Organização Internacional para Migração (OIM), citada pela OCHA.
Ainda na região controlada por Kiev, quase 40 vilas e cidades foram “severamente afetadas pelas inundações, com mais de 3.620 casas registadas como danificadas até o momento”.
Já as autoridades apoiadas por Moscovo naquela região divulgaram na sexta-feira que o número de casas inundadas aumentou para mais de 22.000, com “graves consequências humanitárias para milhares de pessoas”.
De acordo com informações divulgadas também na sexta-feira pelas autoridades ucranianas e russas, as inundações terão provocado já 13 mortos.
A destruição da barragem da Central Hidroelétrica de Kakhovka, na região de Kherson, no sul da Ucrânia, já é considerada um dos maiores desastres industriais e ecológicos da Europa nas últimas décadas.
A Ucrânia e a Rússia acusam-se mutuamente da destruição da barragem, construída no rio Dniepre na década de 1950.
Dois agentes da Polícia Municipal na Cidade de Vilankulo, em Inhambane, recolheram às celas há dias indiciados de desviar 300 mil meticais dos cofres da edilidade no ano passado.
Os funcionários públicos estavam afectos à Tesouraria, onde lhes havia sido confiada a recolha de receitas provenientes dos impostos e taxas municipais.
O chefe das Relações Públicas, Comunicação e Imagem no Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) em Inhambane, Alceres Cuamba, disse que os indiciados cobravam o dinheiro de impostos aos agentes económicos e canalizavam às contas pessoais.
De acordo com Cuamba, além além do crime de desvio fundos, os funcionários serão acusados por falsificação de documentos e exercício ilícito de funções públicas ou profissão titulada.
Explicou que, depois de tomar conhecimento do esquema fraudulento, o SERNIC rastreou as contas dos indiciados e detectou movimentos de mais 300 mil meticais.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), na província de Maputo, desactiva machambas de produção industrial de cannábis sativa, vulgo soruma, em Changalane, distrito de Namaacha,
São cerca de quatro hectares da droga desactivados, durante uma operação de combate a venda e consumo de estupefacientes.
Não são conhecidos ainda os proprietários das referidas machambas de plantação de cannábis sativa naquela região.
O Porta-voz do Serviço Nacional de investigação Criminal em Maputo, diz tratar-se de um crime organizado pela dimensão da área de produção deste tipo de droga.
Henrique Mendes esclareceu que a descoberta do local, resulta da colaboração de alguns cidadãos que denunciaram o facto às autoridades.
No entanto, sublinhou ser ainda uma incógnita o mercado para o qual era fornecida a droga produzida naquela região.
Nos últimos tempos o SERNIC na Província de Maputo tem estado a apertar o cerco nas acções de combate ao consumo e venda de drogas na região, resultando em detenções massivas dos prevaricadores.
Pelo menos cinco trabalhadores morreram este sábado na sequência de uma explosão numa fábrica de mísseis em Ancara, na Turquia, informa a Reuters citando a Arab News.
As janelas das lojas e das casas nas zonas circundantes foram estilhaçadas pela força da explosão, informou a televisão NTV citada pela Arab News.
Foi iniciada uma investigação sobre as causas da explosão.
Pelo menos nove cidadãos estrangeiros encontram-se detidos, desde o inicio de Junho corrente na província da Zambézia, por imigração ilegal.
A detenção resulta do reforço de acções multissectoriais de fiscalização rotineira para conter o trânsito de pessoas provenientes de países como Etiópia e Paquistão.
A informação foi avançada pelo porta-voz da Direcção Provincial de Migração na Zambézia, Reginaldo Massorongo, em conferência de imprensa havida esta quarta- feira, em Quelimane.
“Temos aqui nove retidos dos quais seis nigerianos, dois guinenses, e um congolês”, disse a fonte, citada pela AIM, imputando a todos a prática de diversas infracções, das quais permanência ilegal, trânsito ilegal, e falta de documentos.
Explicou que o cidadão congolês tem estatuto de refugiado na vizinha República do Zimbabwe e foi neutralizado, há dias, em trânsito ilegal no distrito de Ile com destino à província nortenha de Nampula.
Os restantes foram interpelados nos distritos de Mocuba e Gurué.
A fonte disse que a neutralização dos cidadãos em causa resulta do cerco que a corporação tem levado a cabo, no sentido de intensificar o controlo do movimento migratório de pessoas e bens dentro da província.
Referiu que “de momento estão estes nove, mas tínhamos outros 15 que já foram repatriados em fases porque o processo é dinâmico e depende de cada situação”.
Mais de 22.900 pessoas foram assoladas por diarreias desde Janeiro até à primeira semana deste mês no Niassa por consumo de água imprópria ou alimentos não seguros.
A informação foi avançada pela secretária de Estado nesta província, Lina Portugal, por ocasião do Dia Mundial de Alimentos Seguros, assinalado esta semana.
Portugal explicou que em várias ocasiões os problemas não resultam da falta de alimentos, mas de hábitos culturais e alimentares não apropriados.
Para minimizar a situação, de acordo com Portugal, citada pela Rádio Moçambique, o Governo contratou técnicos nutricionistas para a disseminação de mensagem relativas à alimentação segura.
O ex-primeiro-ministro do Reino Unido Boris Johnson anunciou, na sexta-feira, a renúncia ao cargo de deputado no Parlamento Britânico.
Segundo a BBC News, a decisão ocorre após a entrega de um relatório de investigações sobre o escândalo do Partygate.
A investigação contra Johnson apura se ele mentiu para o Parlamento quanto à ciência e participação em festas realizadas durante a pandemia de Covid-19, na sede do governo do Reino Unido.
Após a decisão de renunciar, ele afirmou ter recebido uma carta na qual o comitê que o investiga teria deixado claro “que eles estão determinados a usar o processo contra mim para me expulsar do Parlamento”.
“É muito triste deixar o parlamento, pelo menos por enquanto. Mas, acima de tudo, estou perplexo e chocado por poder ser forçado a sair, de forma antidemocrática”, disse Johnson ao jornal britânico Times.
O documento ao qual Johnson se refere foi enviado pelo próprio comitê, na quinta-feira (09), antes da publicação. Havia um prazo de duas semanas para defesa dos itens apontados, antes de serem decididas as penalidades para a conduta.
Em março, ele admitiu ter mentido sobre as festas, mas disse que não foi de propósito. Johnson, que é membro do Parlamento desde 2001, ocupou o cargo de primeiro-ministro entre julho de 2019 e setembro de 2022.
O Ministério da Economia e Finanças diz que os dados inseridos na Tabela Salarial Única estão a ser auditados, com o objectivo de identificar anomalias e corrigi-las.
Segundo com o inspector-geral do Ministério da Economia e Finanças, Emanuel Mabumo, até 10 de Junho do ano em curso, terão sido auditados 50 por cento.
Um dos problemas identificados tem a ver com o arredondamento do tempo dos funcionários na Função Pública. Dito de outra forma, alguns funcionários foram admitidos, por exemplo, em Novembro do ano passado e já no início deste ano, o sistema considerava que os mesmos tivessem dois anos de actividade.
Outro problema tem a ver com a divergência na aplicação de procedimentos no processo de contagem do tempo na carreira.
“Para o funcionário que ficou dez anos como técnico superior N1 e passou para especialista há dois anos, o tempo na carreira são dois anos, mas o que está no sistema são 12…. A lei diz que são dois anos”, explicou Mabumo.
“Verificámos outras situações em que temos agentes contratados que depois passam para funcionários do Estado e que, na altura em que eram contratados, não fizeram os descontos necessários. Há aqui um pouco de divergência em termos de tratamento. Alguns gestores de recursos humanos consideraram, mas outros não. Essa é uma situação na qual temos que trabalhar com os gestores dos recursos humanos para corrigir.”
As quatro crianças colombianas resgatadas na selva já estão a receber tratamento em Bogotá e, apesar de estarem comunicativas, o seu prognóstico é reservado, segundo as primeiras informações oficiais.
O responsável do Comando Conjunto de Operações Especiais da Colômbia (CCOES), o general Pedro Sánchez Suárez, adiantou que as crianças foram transferidas para o Hospital Militar, “onde estão a ser tratadas física e psicologicamente”, segundo o diário ‘El Tiempo’.
As crianças foram transportadas de San José del Guaviare para Bogotá num avião ambulância da Força Aérea colombiana, juntamente com o pai e um dos avós, sob os cuidados de uma equipa de pediatras.
As crianças – de 13, nove, quatro anos e um bebé de 11 meses – viajavam com a mãe e um acompanhante num pequeno avião, um Cessna 206, que desapareceu dos radares em 01 de maio, nas imediações de San José del Guaviare, no sul do país, para onde se dirigia.
De acordo com as investigações, noticiadas pela Caracol Radio, o piloto comunicou por rádio que o motor do avião tinha falhado e, pouco depois, este aterrou nas copas das árvores, embatendo violentamente no chão, tendo sido encontrado em 08 de Maio.
Os meios de salvamento recuperaram três corpos: o do piloto, o da mãe das crianças e o de um dirigente da comunidade indígena Uitoto.
A esperança de que as crianças pudessem ser encontradas com vida foi alimentada pela descoberta, na selva, de objetos pessoais, assim como de fruta parcialmente comida e de um biberão.
A descoberta de um “abrigo improvisado feito de paus e ramos” mantiveram os socorristas com esperança de que pudesse haver sobreviventes.
A selva é muito densa e perigosa nesta zona particularmente remota e as buscas são dificultadas pela presença de animais selvagens, árvores até 40 metros de altura e chuva intensa.
Mais de 100 militares com cães pisteiros estiveram envolvidos nas buscas, com a ajuda de membros da comunidade indígena.
A causa do acidente ainda não foi determinada.
O Presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou na rede social Twitter que as crianças terem aparecido vivas depois de 40 dias perdidas na selva “é uma alegria para todo o país!”.
Para Gustavo Petro, os jovens da comunidade indígena Uitoto são um “exemplo de sobrevivência”, prevendo que sua saga “ficará para a história”.
Pelo menos nove mortos e 10 feridos é o resultado do ataque praticado por um grupo armado de fundamentalistas islâmicos contra o hotel Pearl Beach, em Mogadíscio, anunciou a Polícia Nacional da Somália.
As autoridades policiais precisaram que seis das vítimas mortais são civis e três são militares, acrescentando que 84 pessoas foram resgatadas.
O primeiro balanço oficial do incidente, publicado pela Polícia Nacional da Somália e divulgado pela emissora internacional norte-americana Voice of America, indica que sete milicianos do Al Shabaab participaram no assalto que começou às 19:55 locais de sexta-feira e terminou às 02:00 de sábado.
De acordo com a televisão pública somali SNTV, “as forças de segurança puseram fim às milícias que realizaram um ataque terrorista mortal contra o hotel Pearl Beach”, na praia de Lido, no sul de Mogadíscio, tendo “muitos civis” sido resgatados.
O Al-Shebab, ligado ao grupo fundamentalista islâmico Al-Qaida, que procura derrubar o governo central da Somália desde há 15 anos, sublinhou que o ataque teve como alvo um local frequentado por dirigentes governamentais.
Já em agosto de 2020, o Al-Shebab tinha atacado um outro hotel na mesma praia, causando a morte a 10 civis e um agente da polícia. Na altura foram necessárias quatro horas para as forças de segurança recuperarem o controlo do estabelecimento.
Também na sexta-feira, pelo menos 22 pessoas foram mortas pela deflagração de munições não explodidas, que estavam num local a cerca de 120 quilómetros a sul de Mogadíscio, informou um subcomissário policial, Abdi Ahmed Ali.
“Houve uma catástrofe perto de Qoryooley, crianças inocentes foram mortas por uma explosão de obuses de morteiro”, acrescentou, em conferência de imprensa.
A Somália vive em estado de guerra e caos desde 1991, quando o ditador Mohamed Siad Barre foi derrubado, deixando o país sem um governo efetivo e nas mãos de milícias islâmicas e senhores da guerra.
Nos últimos meses, a Somália intensificou as ofensivas contra o Al-Shebab, com o apoio de clãs e milícias locais, no âmbito de uma série de decisões tomadas pelo Presidente Hassan Shaykh Mohamud, que se comprometeu, na sua tomada de posse, a colocar a luta contra o terrorismo no centro dos seus esforços para estabilizar o país.
A AMASI – Associação dos Educadores dos Consumidores de Água pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista e Digitador de Dados Dreams. Saiba mais.
A Ask-Us, Lda, com visão de ser prestador de serviços de recrutamento e seleção para os Moçambicanos, pretende recrutar um (1) Engenheiro Civil. Saiba mais.
A Ask-Us, Lda, com visão de ser prestador de serviços de recrutamento e seleção para os Moçambicanos, pretende recrutar um (1) Engenheiro Civil. Saiba mais.
A Rede Aga Khan para o Desenvolvimento (AKDN) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário Pedagógico e Não Remunerado de Finanças. Saiba mais.
A Associação dos Cegos e Amblíopes de Moçambique (ACAMO) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Nacional de Educação Inclusiva. Saiba mais.
A Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE) na cidade de Maputo acaba de apreender cerca de 80 mil meticais de 103 máquinas de jogo de fortuna e azar, conhecidas como “xindondi”.
De acordo com o chefe das Operações Económicas, Cultura e Desporto na INAE, Joaquim Langa, o montante vai ser revertido a favor do Estado. Para já, decorrem procedimentos administrativos e financeiros para o efeito. A fonte revelou ser difícil travar os esquemas de importação ilegal das máquinas, visto que, actualmente, elas entram no país em peças.
Para ultrapassar o problema, a INAE está a cooperar com a Polícia da República de Moçambique (PRM) para desmantelar os locais de montagem dos aparelhos.
O Presidente russo, Vladimir Putin, classificou esta quarta-feira como um “ato bárbaro” a explosão ocorrida na terça-feira na barragem de Kakhovka, no sul da Ucrânia, durante uma conversa telefónica com o seu homólogo da Turquia, Recep Tayyip Erdogan.
Na conversa com o líder turco, Putin denunciou que o alegado ataque provocou “uma grande catástrofe ecológica e humanitária” na região ucraniana anexada de Kherson, segundo informou o Kremlin (Presidência russa) num comunicado.
A Rússia proclamou, em 30 de setembro de 2022, a anexação das regiões ucranianas de Kherson, Zaporijia, Donetsk e Lugansk.
O chefe de Estado russo sublinhou ainda que, com o apoio dos aliados ocidentais, Kiev “continua a apostar perigosamente na escalada das ações militares”.
“Cometem crimes de guerra, utilizam abertamente métodos terroristas e organizam atos subversivos em território russo”, acrescentou Putin, citado na mesma nota informativa.
No âmbito desta conversa telefónica, Ancara informou que Erdogan sugeriu esta quarta-feira aos seus homólogos russo e ucraniano a criação de uma comissão de inquérito internacional, após a destruição da barragem de Kakhovka.
Numa conversa telefónica com o chefe de Estado ucraniano, Volodymyr Zelensky, “o Presidente Erdogan declarou que poderia ser criada uma comissão com a participação de especialistas das partes beligerantes, das Nações Unidas e da comunidade internacional, Turquia incluída”, anunciou a Presidência turca em comunicado.
Esta comissão teria por missão realizar uma “investigação aprofundada sobre a destruição da barragem de Kakhovka”, precisou Ancara.
Também Zelensky indicou ter conversado esta quarta-feira com Erdogan sobre “as consequências humanitárias e ambientais” das inundações causadas no sul do território ucraniano pela destruição da barragem.
“Falámos das consequências humanitárias e ambientais do ato terrorista russo contra a central hidroelétrica de Kakhovka, incluindo dos riscos para a central nuclear de Zaporijia”, escreveu Zelensky na rede social Twitter, acrescentando “ter apresentado” ao homólogo turco “uma lista das necessidades urgentes para lidar com a catástrofe”.
Erdogan falou, em seguida, com o Presidente russo, Vladimir Putin, dizendo-lhe desejar que o inquérito internacional permita “dissipar quaisquer suspeitas”, indicou a Presidência turca num segundo comunicado.
Moscovo e Kiev rejeitam a responsabilidade do ataque à barragem que fornece água à Crimeia, península ucraniana anexada pela Rússia em 2014, e se encontra na rota das tropas ucranianas para uma recuperação dos territórios ocupados.
A destruição da barragem desencadeou uma queda abrupta de torrentes de água no caudal do rio Dniepre, obrigando vários milhares de pessoas a abandonar as zonas inundadas e fazendo temer uma catástrofe ecológica.
A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro do ano passado, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Mais de 2.700 pessoas foram retiradas de zonas inundadas na sequência da destruição da barragem de Kakhovka, no sul da Ucrânia, anunciaram as autoridades ucranianas e russas.
“Mais de 1.450 pessoas foram retiradas”, declarou à televisão ucraniana o porta-voz dos serviços de emergência, Oleksandre Khorounejii, segundo a agência noticiosa francesa AFP.
As autoridades instaladas por Moscovo na região, citadas pelas agências russas, anunciaram que já tinham sido retiradas 1.274 pessoas.
A barragem situa-se na região de Kherson, anexada pela Rússia, mas as forças ucranianas controlam a parte situada na margem direita do rio Dniepre e as tropas russas a margem esquerda.
A Ucrânia e a Rússia acusam-se mutuamente da destruição de parte da barragem, que fornece água à península da Crimeia, ocupada e anexada pela Rússia em 2014.
Kiev disse que as forças russas tinham colocado minas na estrutura, como denunciou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, em outubro, e Moscovo atribuiu a destruição da barragem a bombardeamentos ucranianos.
Os serviços de inteligência militar britânicos, que têm divulgado uma avaliação diária sobre o curso da guerra na Ucrânia, não atribuíram uma causa à destruição da barragem, referindo-se a um “colapso parcial” pelas 03h00 locais de terça-feira.
Cerca de nove horas depois, “toda a parte oriental da barragem e grande parte das infraestruturas hidroelétricas e de serviços públicos foram arrastadas”, disseram os analistas militares no boletim divulgado pelo Ministério da Defesa britânico.
“É provável que a estrutura da barragem se deteriore ainda mais nos próximos dias, causando mais inundações”, alertaram os analistas britânicos na avaliação divulgada na rede social Twitter.
Os mesmos especialistas disseram que o nível da água da barragem controlada pela Rússia tinha atingido “um nível recorde antes do colapso, o que resultou num volume particularmente elevado de água que inundou a área a jusante”.
Os peritos consideraram também ser “pouco provável que a central nuclear de Zaporijia, situada a 120 quilómetros da barragem, se veja confrontada com problemas de segurança adicionais imediatos em consequência da descida do nível da água na albufeira”.
A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), que tem peritos na central de Zaporijia, já tinha feito uma avaliação idêntica na terça-feira.
A generalidade da comunidade internacional culpou a Rússia pela destruição da barragem, mas o secretário-geral da ONU, António Guterres, mostrou-se prudente numa reação divulgada na terça-feira.
Guterres disse que a ONU não tinha acesso a informações independentes sobre as circunstâncias da destruição da barragem, mas considerou tratar-se de uma “monumental catástrofe humana, económica e ecológica”, e outra “consequência devastadora da invasão russa” da Ucrânia.
As informações sobre o curso da guerra divulgadas pelas duas partes não podem ser verificadas de imediato por fontes independentes.
Com um balanço de vítimas civis e militares por contabilizar, o conflito mergulhou a Europa naquela que é considerada como a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Preço de cebola pode estabilizar na cidade e província de Maputo. O facto poderá resultar da produção pós-cheias e inundações, naquela região do país.
Ao todo, espera-se produzir na presente safra agrária, cerca de oitenta e cinco mil e novecentas toneladas da cebola, em uma área de quatro mil e quinhentos hectares, um crescimento na ordem dos 3.3 porcento em relação ao ano passado.
O Director Provincial da Indústria e Comércio, em Maputo, disse, a Rádio Moçambique, que parte da produção estará disponível no mercado nacional a partir do próximo mês.
Com este facto Pedro Manhice acredita que se vai dar resposta a carência do produto o que vai permitir, a redução da importação e a estabilização do preço no mercado.
O Director Provincial da Indústria e Comércio, sublinhou no entanto que com o controlo directo dos preços dos produtos importados no país, vai se evitar situações similares nos próximos tempos.
Moçambique irá receber, no primeiro trimestre de 2027, um novo navio balizador avaliado em dez milhões de dólares, encontra-se actualmente em construção na Coreia...