Dr. Azize Luis Tricamo, 30 years old, a Mozambican Doctor from Zembezia province engaged in the cholera response.
As autoridades de saúde da província de Nampula confirmaram, na quinta-feira, a eclosão da doença, com um cumulativo de 150 casos e um óbito.
A cólera eclodiu em Nacala Porto, onde nas últimas duas semanas os casos de diarreia aumentaram substancialmente, levando o sector a enviar amostras ao Laboratório Nacional de Saúde Pública, tendo sido confirmado o vibrião colérico no passado dia 1 de Abril corrente.
Falando à imprensa, nesta quinta-feira, a médica-chefe provincial de Nampula, Celma Xavier, disse que desde a eclosão, Nacala porto regista uma média diária de 15 doentes.
“Estamos a fazer actividades na comunidade para fazer a busca activa dos casos e seguimento dos casos positivos, para ver se os casos não se alastram, mas neste momento é preocupante, porque os casos estão a vir principalmente de quatro bairros, que é o bairro de Matapue, mesmo ao redor do Hospital Geral e bairros de Ontupaia triângulo e Mucone, casos dispersos, mas todos positivos para a cólera”, disse.
Neste momento, estão internados 32 doentes no Centro de tratamento da doença, montado no Hospital distrital de Nacala porto.
Está interrompido, desde domingo último, o trânsito rodoviário entre os distritos de Milange e Molumbo, devido aos estragos causados pela tempestade tropical Freddy e as chuvas que têm vindo a cair com alguma persistência e danificaram a plataforma deste troço com mais de cem quilómetros.
O delegado da Administração Nacional de Estradas na Zambézia, Ramiro Rudias, disse, ontem, aos jornalistas que a instituição que dirige está a preparar uma intervenção de emergência visando a sua reabertura, o mais rápido possível.
Explicou que a estrada tem merecido atenção em termos de reabilitação e manutenção, mas a estrutura dos solos é vulnerável às chuvas, por isso, que há um investimento em estudos sobre a tecnologia a usar para que a sua reposição seja duradoura.
A estrada Milange-Molumbo é a espinha dorsal para a economia da província da Zambézia, devido ao potencial agrícola da região. Com efeito, os dois distritos são potenciais produtores de milho, arroz, gergelim, tabaco, hortícolas e servem de trânsito para outros como chá e macadámia do Gilé, exportados para os países do “hinterland” ou através do Porto de Nacala.
Aliás, o Presidente da República, Filipe Nyusi, teria recomendado, há dois anos, para que a ANE reabilitasse e monitorasse a situação da transitabilidade neste trajecto, por forma a não interromper o escoamento de excedentes para os principais mercados.
Dezenas de estudantes foram levadas ao hospital no sábado (08), no Irã, por suspeita de envenenamento, de acordo com informações da imprensa local.
Nos últimos quatro meses, centenas de meninas iranianas relataram problemas respiratórios e necessitaram de tratamento hospitalar. O novo caso de suspeita de envenenamento acontece em meio a crise contra a polícia da moralidade que fiscaliza o uso do véu islâmico no país.
Desde o final de novembro do ano passado, escolas para meninas foram afetadas por intoxicações repentinas supostamente provocadas por gases ou substâncias tóxicas. As estudantes deram entrada no hospital com mal-estar e desmaios.
Os novos casos de envenenamento aconteceram em Ardabil, Urmia, Naqdeh, Haftkal, Pardis, Diwandara e Ahvaz.
“Ao menos 60 estudantes foram envenenadas em uma escola para meninas de Haftkal”, desracou uma fonte da agência de notícias Iribnews.
Um balanço do governo iraniano divulgado na sexta-feira (07) indica que “mais de 5.000 estudantes” foram intoxicadas em mais de 230 unidades de ensino localizadas em 25 províncias, o país possui ao todo 31 províncias.
O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país, solicitou em na quinta-feira (06) “sentenças severas”, incluindo a pena de morte, para os responsáveis pelos envenenamentos.
Mais de duzentas mil pessoas protestaram, este sábado, nas ruas de Telavive contra a reforma judicial em Israel, promovida pelo Governo de Benjamin Netanyahu, notícia a agência AFP.
“Salve a democracia”, “Liberdade para todos” e “Netanyahu leva-nos à guerra”, diziam cartazes segurados no protesto desta noite que, segundo os organizadores, juntou cerca de 258 mil pessoas.
Os protestos deste sábado seguiram-se a três meses de manifestações massivas contra a reforma judicial promovida pelo Governo de Benjamin Netanyahu que pretende conferir mais poder ao executivo em detrimento da justiça, cuja independência estaria profundamente prejudicada.
Embora Netanyahu tenha anunciado, recentemente, o adiamento dos processos legislativos para promover uma reforma acordada com a oposição nos próximos meses, os manifestantes mostraram a sua desconfiança quanto às reais intenções do primeiro-ministro e continuam a protestar semana após semana.
Outras manifestações menores ocorreram em Kfar Saba (centro), Haifa (norte) e em Jerusalém.
Estes protestos tiveram lugar um dia depois de ter ocorrido um atentado no centro de Telavive que provocou a morte de, pelo menos uma pessoa, e ferimentos em cinco.
Também na sexta-feira duas mulheres foram mortas na sequência de outro ataque palestiniano na Cisjordânia, território ocupado por Israel desde 1967.
A violência aumentou nos últimos dias depois de as forças israelitas terem invadido a mesquita de al-Aqsa, em Jerusalém, durante o Ramadão, provocando uma indignação generalizada.
Um cidadão residente na cidade de Pemba, na província de Cabo Delgado, cuja identidade não apurámos, espancou até à morte a sua esposa, alegadamente por tê-la encontrado a manter a cópula com amante, na casa do casal. O caso aconteceu na madrugada de quinta-feira.
Testemunhas contaram que o homicida terá encontrado capulanas novas, que presumiu terem sido a causa do adultério, ao lado do leito do casal.
Sobre o assunto, a PRM, através do seu porta-voz, Mário Adolfo, disse ao “Notícias Online” que a corporação estava a trabalhar no assunto, para esclarecimento.
O Governo decidiu passar a companhia Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) para uma comissão de gestores internacionais a partir deste mês. Tal comissão tem entre seis meses a um ano para tirar a empresa dos resultados no vermelho.
Segundo o ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, os gestores internacionais deverão trabalhar com os nacionais.
Depois de a empresa se estabilizar ou ter a situação financeira melhorada, tomar-se-á uma decisão sobre o seu futuro.
Se o Governo tivesse decidido vender a LAM hoje, o seu valor de venda seria muito baixo, daí que se decidiu avançar pelo modelo de uma comissão de gestores internacionais.
Neste momento, a companhia aérea tem uma dívida de cerca de 300 milhões de dólares, o que, comparado aos seus níveis actuais de resultados e à sua capacidade de financiamento, a torna completamente insustentável. Na situação em que se encontra, Mateus Magala diz que nenhum empresário estaria disposto a comprar a empresa a um valor competitivo no mercado.
Essencialmente, na nova estrutura, quem estará no topo de direcção é o ministro dos Transportes e Comunicações e o presidente do Conselho de Administração do Instituto para Gestão das Participações do Estado (IGEP), seguidos pelo vice-ministro dos Transportes e Comunicações e depois a comissão de gestores internacionais.
De acordo com a opinião dos gestores contratados para avaliar a situação da LAM, a empresa tem ainda nome relevante e uma história, que não deve ser perdida.
O diplomata grego Vassilis Papadopoulos, ex-embaixador em Kiev, considera que os ucranianos estão a combater pela manutenção da independência do seu país, evitar uma assimilação pela Rússia e a imposição de um regime indesejado.
“Acredito na Ucrânia, sei exatamente o que se passou quando lá estive, asseguro que Maidan [no decurso inverno de 2013/2014] foi uma revolta genuína e o motivo é simples: os ucranianos aprenderam nas duas ou três últimas décadas que preferem viver num regime democrático e liberal, que [o Presidente da Rússia Vladimir] Putin condena, face a um regime semelhante ao que existe em Moscovo”, indicou em entrevista à Lusa Vassilis Papadopoulos, 63 anos, que assumiu funções em Lisboa em dezembro passado.
Diplomata, escritor e poliglota – para além da sua língua materna domina o francês, inglês, espanhol e russo – esteve destacado na Ucrânia por duas ocasiões, entre 1994 e 1996 como primeiro secretário, e como embaixador de 2013 a 2016, sendo testemunha das alterações políticas radicais que se sucederam após Maidan e que determinaram logo em 2014 a anexação da Crimeia pela Rússia e o início da rebelião secessionista russófona no Donbass.
Quatro indivíduos, um dos quais membro da Polícia da República de Moçambique (PRM), estão detidos indiciados de roubo de dois quilogramas de ouro e 750 mil meticais numa empresa aurífera no distrito de Manica.
O grupo era composto por cinco indivíduos, mas um dos integrantes da quadrilha encontra-se fugitivo. O foragido é membro da polícia afecto no regimento de Guarda-Fronteira, enquanto o detido pertence à Unidade de Intervenção Rápida (UIR).
Na companhia dos polícias estavam também um supervisor de uma empresa de segurança afecta ao local e dois empregados da mineradora assaltada.
Na ocasião, os cinco indivíduos, incluindo os dois polícias, dirigiram-se às instalações da empresa onde se apoderaram do ouro e do valor monetário. O ouro roubado pelo grupo equivale a cerca de 70,55 onças, estando avaliado no mercado oficial em pouco mais de nove milhões de meticais ao câmbio de ontem do Banco de Moçambique.
O Irã anunciou que vai aumentar a repressão contra mulheres que não respeitem a regra do uso do hijab. Em comunicado divulgado pela mídia estatal, a polícia afirmou que vai instalar câmeras em locais públicos para identificar casos do não cumprimento da lei instituída após a revolução de 1979, que obriga mulheres a utilizar o véu islâmico.
De acordo com as autoridades do país, mulheres flagradas sem o hijab vão receber “mensagens de texto alertando sobre as consequências legais” do que é considerado um crime no país.
A polícia ainda informou que “não tolerará qualquer tipo de comportamento individual ou coletivo e ação em violação da lei [do hijab]”. O alerta acontece cerca de uma semana após um homem atacar duas mulheres que não usavam o véu em uma loja no país.
Divulgado pelas principais mídias estatais do país, o comunicado afirma que a medida é uma forma de “prevenir a resistência contra a lei do hijab”.
Protestos
A nova medida anunciada pelo Irã acontece meses após milhares de mulheres no país retirarem seus véus em forma de protesto contra as leis e perseguições no país. O estopim para as manifestações foi a morte de uma jovem sob custódia da polícia por violar a obrigação do uso do hijab, em setembro de 2022.
O Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) passa a gerir o dia-a-dia da empresa de telefonia móvel, Tmcel, enquanto se procura uma comissão para tratar da gestão da empresa. A decisão foi anunciada pelo ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala.
A comissão, que poderá ser anunciada ainda este mês, terá a missão de reverter os resultados negativos da empresa de telefonia móvel participada maioritariamente pelo Estado.
Neste momento, a dívida da Tmcel é superior a 300 milhões de dólares.
Quando se identificar a comissão de gestão, segundo Mateus Magala, vai-se definir um novo modelo de gestão da empresa.
No entanto, a empresa tem activos, entre os quais torres, que segundo o ministro dos Transportes e Comunicações, valem mais do que 300 milhões de dólares, valor da dívida da Tmcel.
Israel anunciou ter atingido a Síria, na sequência do disparo de foguetes contra os montes Golã, e depois de ataques semelhantes dos vizinhos Líbano e Faixa de Gaza nos últimos dias.
“Aartilharia está a atingir a região da Síria de onde foram disparados foguetes contra território israelita”, disse, no sábado à noite, o exército israelita, acrescentando ter sido também utilizado um ‘drone’ [aparelho aéreo não tripulado].
Ao todo, seis foguetes foram disparados, indicaram. Pelo menos um foi intercetado pelo sistema antiaéreo israelita e dois caíram em zonas despovoadas na região dos Golã, parte dos quais Israel conquistou à Síria em 1967 e depois anexou.
Trata-se de uma região estratégica, patrulhada por soldados israelitas e também limítrofe do Líbano.
Estes ataques, ainda não reivindicados, são o último episódio da escalada de violência no Médio Oriente. Dois ataques anti-israelitas mataram três pessoas na sexta-feira.
Na quinta-feira, foram disparados cerca de 30 foguetes do Líbano para Israel, causando um ferido e danos materiais, numa escalada sem precedentes, desde 2006, na frente israelo-libanesa.
O exército israelita disse que os disparos de foguetes, não reivindicados, foram feitos “por palestinianos”, tendo retaliado com ataques contra Gaza e sul do Líbano.
Israel e o Líbano encontram-se tecnicamente em estado de guerra, depois de vários conflitos, e a linha de cessar-fogo é controlada pela Força Interina das Nações Unidas (FINUL), posicionada no sul do Líbano.
Do lado sírio, Israel intensificou recentemente os ataques, visando posições de grupos pró-Irão, inimigo número um.
Pelo menos cinco pessoas ficaram feridas, no desmoronamento de um edifício de quatro andares no centro de Marselha, disseram as autoridades locais.
“Pelas 00:04 um edifício desmoronou-se na rua Tivoli e na queda arrastou parte dos edifícios adjacentes” na mesma rua, disse o presidente da câmara da segunda cidade francesa aos jornalistas.
“Neste momento, um incêndio que deflagrou nos escombros impede o envio de cães e equipas para procurar eventuais vítimas”, acrescentou Benoît Payan.
“É preciso que nos preparemos para termos vítimas” salientou o autarca, precisando que cinco pessoas de imóveis vizinhos ficaram feridas.
O incêndio “continua em curso e está a ser extremamente difícil de controlar”, indicou.
“Temos cerca de uma centena de homens no terreno, a prioridade é obviamente apagar o fogo e limpar os escombros para encontrar pessoas que possam estar presas debaixo dos escombros”, disse o vice-almirante dos bombeiros marítimos de Marselha.
Os edifícios adjacentes foram evacuados como medida de segurança e as ruas em redor do edifício, foram isoladas.
“A causa do desmoronamento ainda não foi determinada”, disseram polícia, bombeiros e funcionários municipais.
Em novembro de 2018, oito pessoas morreram no desmoronamento de dois edifícios em mau estado, numa outra parte desta cidade (sul), onde vivem 40 mil pessoas em bairros de lata, de acordo com organizações não-governamentais.
A Associação de Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Monitoria e Avaliação de Dreams. Saiba mais.
A Associação de Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Técnico de DREAMS, PPA e Juventude. Saiba mais.
A Associação de Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo e de Finanças. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association está a recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Desenvolvimento de Programas e Mobilização de Recursos. Saiba mais.
A Bernina Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário (Remunerado) para formação em máquinas de bordar industriais e digitalização de desenhos. Saiba mais.
A Associação de Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Monitoria e Avaliação de Dreams. Saiba mais.
A Associação de Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Técnico de DREAMS, PPA e Juventude. Saiba mais.
A Associação de Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo e de Finanças. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association está a recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Desenvolvimento de Programas e Mobilização de Recursos. Saiba mais.
A Bernina Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário (Remunerado) para formação em máquinas de bordar industriais e digitalização de desenhos. Saiba mais.
A Catholic Relief Services (CRS) pretende recrutar para o seu pessoal um (1) Oficial de Monitoria, Avaliação, Prestação de Contas e Aprendizado (Meal) – (Grade 5). Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Técnico do Projecto USAID FILOVC. Saiba mais.
Uma creche em Blumenau, cidade no sul do Brasil, foi atacada por um homem que matou, com um machado, quatro crianças. Outra está em estado grave.
A polícia Civil e equipe do Instituto Médico Legal já estão no local, a creche Cantinho Bom Pastor, na rua dos Caçadores, do bairro Velha da cidade de 360 mil habitantes.
Todas as crianças que estavam na escola já foram retiradas pela polícia e entregues aos pais.
O autor dos ataques, cuja idade não foi divulgada, entregou-se à polícia.
Nos distritos de Luabo e Chinde, na província da Zambézia, em Moçambique, as estradas estão cortadas e os barcos não circulam, devido à enchente do rio Zambeze.
Mais de nove mil pessoas estão isoladas e sem assistência humanitária nos distritos de Luabo e Chinde, na província da Zambézia, centro de Moçambique, na sequência do ciclone tropical Freddy, disseram na quarta-feira (05) as autoridades.
O delgado do Instituto Nacional de Gestão de Desastres (INGD) na província da Zambézia, Hélder da Costa, disse à emissora pública Rádio Moçambique que a ajuda alimentar não consegue alcançar as comunidades dos distritos de Luabo e de Chinde.
As estradas estão cortadas e os barcos não circulam, devido à enchente do rio Zambeze, explicou Costa.
O Freddy é já um dos ciclones de maior duração e trajetória nas últimas décadas, tendo viajado mais de 10.000 quilómetros desde que se formou ao largo do norte da Austrália em 04 de fevereiro e atravessou todo o oceano Índico até à África Austral.
Atingiu pela primeira vez a costa oriental de Madagáscar em 21 de fevereiro e regressou à ilha em 05 de março, onde deixou um rasto de 17 mortos e 300.000 pessoas afetadas.
Em Moçambique, o ciclone teve o seu primeiro impacto em 24 de fevereiro e voltou a tocar terra em meados de março, tendo provocado pelo menos 165 mortos, segundo o balanço oficial.
O temporal matou um total de 605 pessoas no Maláui, Moçambique e Madagáscar.
Afghan women sit after receiving food aid distributed by a charity foundation during the Muslim holy fasting month of Ramadan in Kandahar on March 28, 2023. (Photo by Sanaullah SEIAM / AFP)
Os talibãs emitiram uma ordem que proíbe as mulheres afegãs empregadas pela ONU, até agora isentas destas restrições, de trabalharem em qualquer lugar no Afeganistão, adiantou, na terça-feira, o porta-voz da organização, denunciando uma decisão “inaceitável e francamente inconcebível”.
“Fomos informados por diferentes canais que a proibição se aplica a todo o país”, realçou Stéphane Dujarric, citado pela agência France-Presse (AFP).
Inicialmente, a missão das Nações Unidas no Afeganistão (UNAMA) tinha anunciado que os talibãs tinham proibido as suas funcionárias de trabalhar na província oriental de Nangarhar.
Dujarric referiu que a decisão é para todo o território e que a ONU ainda está à procura de mais informações.
Esta quarta-feira estão marcadas reuniões em Cabul com os “governantes de facto” do país para tentar esclarecer os detalhes, enquanto se avalia o seu possível impacto, acrescentou.
“Para o secretário-geral [António Guterres] tal proibição é inaceitável e francamente inconcebível”, apontou, denunciando a vontade de “minar as capacidades das organizações humanitárias para ajudar quem mais precisa”.
O porta-voz do secretário-geral das Nações Unidas, deixou claro que, sem as mulheres, as Nações Unidas não poderão continuar a ajudar a população do país como tem feito.
“As mulheres do nosso quadro são essenciais para que as Nações Unidas prestem uma ajuda vital”, sublinhou o porta-voz durante a sua conferência de imprensa diária.
Dujarric vincou que este veto não só viola “os direitos fundamentais das mulheres” como também dificulta a continuidade do trabalho da organização no terreno.
Entre outras coisas, recordou que “dada a sociedade e a cultura” no Afeganistão “são necessárias mulheres para ajudar as mulheres”, que estão entre as mais ameaçadas pela enorme crise humanitária no país, aludindo ao facto de que em muitas regiões não é bem visto que os homens atendam as mulheres, ou vice-versa.
De acordo com Dujarric, a proibição é “inaceitável” e contribui para uma “tendência preocupante de minar a capacidade das organizações de ajuda humanitária de alcançar os mais necessitados”.
De acordo com os dados da ONU, entre 30 e 40% do pessoal das organizações humanitárias que entregam, gerem, controlam ou avaliam a necessidade de assistência são mulheres.
Dujarric acrescentou que a organização tem atualmente cerca de 4.000 pessoas a trabalhar no Afeganistão, das quais cerca de 3300 são nativas do país, embora não tenha revelado quantas são mulheres.
No dia seguinte à proibição, várias ONG anunciaram a suspensão das suas atividades, antes de as retomarem em meados de janeiro com o apoio das suas funcionárias em alguns setores que se beneficiam de isenções, como saúde e nutrição.
As mulheres ou a educação das raparigas são um assunto sensível no Afeganistão, após a tomada do poder pelos talibãs em agosto de 2021.
Os talibãs impedem as mulheres de participarem na vida pública do país tendo muitas afegãs perdido os empregos no setor público.
Desde novembro do ano passado as mulheres afegãs foram também proibidas de frequentarem parques, ginásios e banhos públicos.
As mulheres afegãs não são autorizadas a viajar sem serem acompanhadas de um parente do sexo masculino e devem estar sempre cobertas quando saem de casa.
Moçambique, à semelhança de outros países africanos, continua a enfrentar enormes desafios do recursos para a construção, reabilitação e manutenção das infra-estruturas rodoviárias para a promoção do comércio regional.
A constatação foi feita ontem, em Maputo, pela vice-ministra das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, Cecília Chamutota, falando na cerimónia do encerramento da 20.ª Assembleia da Associação dos Fundos de Manutenção de Estradas de África (ARMFA), que vinha decorrendo desde segunda-feira na cidade de Maputo.
Chamutota referiu que a nível regional e continental há também a necessidade de se reforçar a coordenação na planificação e implementação dos programas de estradas regionais que garanta a complementaridade dos sistemas de transporte.
O corpo do finado foi resgatado a flutuar naquele leito por um grupo de pescadores artesanais. O acontecimento foi avançado na segunda-feira, à AIM, naquele ponto do país, pelo administrador do distrito, João Nhanbessa.
“Registamos na semana finda um caso de conflito homem-animal, onde um pescador foi atacado mortalmente por crocodilos ao longo do rio Chire, na Zambézia”, contou.
Pelo menos quatro pescadores morreram, vítimas de ataques por crocodilos ao longo das margens do rio Chire, distrito de Morrumbala, província da Zambézia. O último caso ocorreu na semana finda, na povoação de Gera, localidade de Pinda, posto administrativo de Migaza.
Tabaco produzido na presente época agrícola no Malawi, poderá ser vendido no mercado moçambicano, devido ao baixo preço de comercialização aplicado pelo comprador local.
O tabaco de primeira qualidade, está a ser comprado a 4.30 dólares cerca de 230 meticais o quilo, um valor visto pela associação de tabaco do Malawi como insignificante, a avaliar pelo custo de produção desta cultura de rendimento.
E com o lançamento da campanha de comercialização do tabaco, dentro das próximas duas semanas, os produtores fincam que não irão colocar o seu produto no mercado local e apontam Moçambique e Zâmbia, como destino preferido.
O presidente da Associação de Tabaco do Malawi, Abel Kalima Banda, disse que os produtores não concordam com os preços mínimos a serem aplicados na compra do tabaco, e se o governo não intervier, o produto será vendido fora do país.
“Os produtores estão decididos em vender o seu tabaco na Zâmbia e Moçambique, países que oferecem melhores preços. A fumicultura não pode crescer aqui no país pois os preços de comercialização não compensam o investimento aplicado na aquisição de insumos agrícolas”, disse Banda.
Na presente época agrícola, o Malawi projecta uma produção de 128 mil toneladas de tabaco, uma cultura que responde cerca de 50% dos ganhos totais em divisas para o país e cerca de 15% do PIB.
No ano passado, o país comercializou 85 mil toneladas de tabaco, o que rendeu para o Malawi um total de 182 milhões de dólares.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) deteve dois indivíduos envolvidos em distintas actividades criminosas na Cidade de Maputo. Um dos detidos é suspeito...
O número de fatalidades provocadas pelo terramoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia na segunda-feira (10), subiu para 240, segundo informações das autoridades...
De acordo com um aviso hidrológico emitido hoje pela Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH), a previsão de chuvas moderadas nas próximas...